Peixoto de Azevedo

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Peixoto der Azevedo é mais um dos irrisórios municípios do Mato Grosso do Norte que faz fronteira a lesta com o Parque Nacional do Xingu (atual Estado do Araguaia) e ao norte com alguma tribo indígena do Pará, com o vilarejo de Matupá antes disso.

História[editar]

Ponte que interliga Peixoto de Azevedo à Matupá, precária propositalmente, como tentativa dos peixotenses impedirem de suas mulheres irem todo dia para Matupá fazer sexo com os matupaenses.

A cidade foi criada na década de 70 do século XX, quando grupos de pinguços, marginais, caloteiros, mal amados ou simplesmente miseráveis onde não tinham onde cair morto, receberam uma oferta do governo de irem plantar maconha num lugar próximo do Acre. Sendo assim, a tribo indígena que lá vivia, os panacás, foram transferidos pela Funai para um pequeno grupo de ocas na beira da BR-163 onde eles podem livremente por uma correntinha e cobrar pedágio para comprarem as pilhas de seus respectivos MP4. A intenção dessa colonização era descobrir trajetos alternativos de transporte até o Acre que não fosse de foguete, mas os baianos que lá chegaram ficaram com preguiça de continuar e por ali permaneceram.

Não passava de uma cidade qualquer produtora de cana-de-açúcar, nomeada em homenagem ao seu fundador Peixoto de Azevedo, um famoso barangueiro que foi ovacionado pela pequena população local por ter pescado 3 piranhas no rio que posteriormente receberia seu próprio nome. Nesse mesmo rio, em 1979, ele encontrou uma pequena pepita de ouro a qual trocou por 3 cervejinhas no bar do vilarejo. No dia seguinte, milhares de pau-de-arara trazendo moribundos garimpeiros de todo Nordeste, Sul e São Paulo do Brasil estavam estacionados em Peixoto de Azevedo, alavancando a população do vilarejo de antes 45 pessoas, para 90.000 habitantes, trazendo para a cidade toda a desgraça do garimpo como estelionatários, gente pobre, prostitutas, gente bêbada e gente dormindo no meio das calçados ou no meio do mato. Obviamente nenhum daqueles garimpeiros realizou o sonho do enriquecimento instantâneo, o ouro que achavam ou gastavam em cachaça, ou gastavam em prostitutas, ou eram roubados, ou perdiam por estarem bêbados demais. Então quando o ouro acabou, todo esses garimpeiros viraram zumbis e sumiram vagando no meio da floresta, deixando apena so rastro de destruição que perdura até hoje em Peixoto de Azevedo, novamente com apenas 45 habitantes, o que faz dela a 20º cidade mais populosa do estado de Mato Grosso.

Clima[editar]

Apesar da cidade estar mais perto do trópico do que da Linha do Equador, o clima é tão infernal durante todo o ano que os geógrafos consideram o clima de Peixoto de Azevedo o clima equatorial.

Teoricamente localizada na tal Amazônia Legal, não é o que se vê por lá, pois está tudo derrubado e dominado por plantações de algo que as pessoas nem comem, mas apenas vendem para a China depois de pagar tudo em 75% de impostos municipais, estaduais e federais.

Economia[editar]

Tem maluco que fala que ainda existe ouro em Peixoto de Azevedo, os defensores dessa teoria são apenas cornos que desejam que os grandes bordéis da década de 80 voltem para a cidade junto com o garimpo. Hoje só sustenta-se pelas suas criações de codornas e plantações de arroz. Malária, garimpo e prostíbulos hoje são coisas do passado.

População[editar]

População formada por capiais, filhos bastardos de garimpeiros e gente com pouca auto-confiança (lê-se cornos) que não se conformam com o fato de as mulheres peixotenses atravessarem constantemente a ponte para fazer sexo com os matupaenses. Tal constante êxodo forçou a construção de uma ponte bem mais moderna sobre o rio Peixoto de Azevedo.