Persepolis Football Club

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Persepolis Football Club
Escudo do Persepolis.png
Brasão
Hino Vou-me embora para Pasárgada
Nome Oficial Pasárgada Football Club
Origem Bandeira do Irã Irã - Pasárgada
Apelidos
Torcedores
Torcidas
Fatos Inúteis
Mascote
Torcedor Ilustre
Estádio Azarão Stadium
Capacidade
Sede
Presidente
Coisas do Time
Treinador
Pior Jogador da história Nuvola apps core.png
Melhor Jogador da história Crystal Clear action bookmark.svg.png
Patrocinador
Time
Material Esportivo
Liga Campeonato Iraniano
Divisão
Títulos
Ranking Nacional
Uniformes



Persepolis Football Club é um dos mais tradicionais times de futebol do Irã, o que não significa porra nenhuma já que ninguém conhece ou se importa mesmo assim. Teve como ilustre torcedor Manuel Bandeira, que fez o poema do time "Vou-me embora para Pasárgada" que fala sobre um torcedor do time que ficou tão envergonhado com as constantes derrotas do clube, que precisou viajar para o Acre para um retiro, onde fica a Pasárgada.

História[editar]

Precursor[editar]

O Shahin FC foi fundado em 1942 graças às sandices de um professor de educação física chamado Abbas Ekrami, que desenvolveu um grande projeto de aliciação de menores de idade, inspirado em padrões europeus, em algo chamado "time de futebol sub-18". Ele se tornou largamente admirado pelos menores de quem abusou por anos, estes que após adultos deram continuidade ao time. O esquema foi desmontado em 1960, uma sem vergonhice que atraiu muitos antipáticos ao clube, mal costumes que por sorte alguém teria ideia de expurgar de vez por todas em 1979.

Fundação[editar]

Em 1963 era fundado o Persepolis Athletic and Cultural Club por cima dos restos mortais do antigo Shahin FC, graças ao visionário Ali Abdo, um boxeador americano que deixou um bigode crescer e conseguiu enganar todos iranianos de que ele era persa. A sua filosofia era a de lavar dinheiro, afinal quem liga para o futebol do Irã?

Década de 70[editar]

Nos anos 70, mesmo sendo um time basicamente de mercenários e que servia somente para seu presidente enriquecer semi-ilicitamente, o Persepolis conseguiu ser tri-campeão da Copa Takht Jamshid, o antigo campeonato iraniano, comprovando toda a fraqueza e amadorismo do futebol local.

Revolução Iraniana[editar]

Em 1979, cansados desse futebol deplorável mal jogado repleto de jogadores feios, alguém teve o bom senso e a ideia de começar o que ficou conhecido como Revolução Iraniana, um movimento que visava extinguir o péssimo futebol do país, extinguindo assim com o campeonato iraniano. O presidente Ali Abdo precisou inclusive fugiu para os Estados Unidos para escapar da guilhotina, afinal ele como ex-presidente era um dos principais responsáveis por tanto mal futebol.

O Persepolis foi então semi-extinto, passando a ser controlado pelo Departamento de Macheza da Nova República Islâmica do Irã que tentou sem sucesso fazer do time algo mais viril, inclusive tentaram mudar o nome, mas em protesto chegou a não compareceu à final de um dos antos torneios fantoche da época.

Década de 90[editar]

Com o anunciamento dos Estados Unidos como sede da Copa do Mundo de 1994, o Irã decidiu revitalizar o futebol em seu país, soltando presos e repatriando exilados em geral para reformular e revitalizar o Persepolis FC como era antes de 1979. Chegou até a ganhar a Copa Intertoto da AFC de 1991, vencendo timaços como o Punjab por 13x2. Como este novo time passou a ser a base da seleção iraniana, eles não conseguiram classificar para visitar os EUA.

A seleção do Irã, todavia, conseguiu a classificação inédita para a Copa do Mundo de 1998, na qual perdeu só de 2x0 para a Alemanha. Tal resultado positivo (para os padrões iranianos) fez o Pasargada vender praticamente todos os jogadores de seu time para times europeus (de países inúteis, como Albânia, Eslovênia, Croácia e Moldávia)

Iran Pro League[editar]

Em 2001 foi um dos fundadores da Iran Pro League, que visava profissionalizar os times do Irã forçando-os a serem pagos, mesmo que só para jogar um futebol bem mequetrefe de baixa qualidade. Até ganhou um dos primeiros torneios novos, da temporada de 2001-02, mas parou por aí, entrando numa decadência miserável.

O técnico Vinko Begović foi o primeiro de muitos importados da Iugoslávia, os iranianos do Persepolis são inexplicavelmente viciados em técnicos iugoslavos. Tlavez porque seus jogadores jamais entenderão seu idioma e assim podem ignorá-lo sem remorsos. Graças a isso, no campeonato iraniano de 2005-06 terminou em nono, a pior posição de sua história, pois nem existe 9 times no Irã para tal.

O dono da Habib's, multi-empresa vendedora de comida regurjitada, o sheik Habib Kashani assumiu a presidência do clube em 2007, trazendo novas grandes contratações de jogadores que não tem medo de serem decapitados no Irã por transgredirem alguma lei bizarra. Com isso o time conquistou o título iraniano de 2007-08 que veio no último lance, para sacramentar a grande cagada, pois depois disso parou de ganhar.

Zlatko Kranjčar e Branko Ivanković são dois nomes aleatórios de treinados iugoslavos aleatórios que o time chamou entre os anos de 2010 e 2016, responsáveis por trazer fracassos.

Estádio[editar]

O Estádio do Azarão é a casa do Persepolis, famoso por ter sido construído por escravos persas em 1973 e que não foi implodido até hoje, sendo possivelmente um dos monumentos mais antigos do Irã e com uma incrível capacidade de 100.000 pessoas.

Torcida[editar]

Cinco torcedoras do Persepolis. Um time de vanguarda, responsável pela inclusão social de sapatões, inclusive as gordas, nas arquibancadas de estádios.

Conforme dados estatísticos e oficiais do governo imparcial, o Persepolis tem 30 milhões de torcedores em todo o Irã, mas conforme o que pode-se ver no estádio em dias de jogo normal, o time tem 50 torcedores, e em dia de jogos importantes, 50 torcedores e mais 99.950 pessoas que foram pagas para estar ali.

Embora seja proibido no Irã mulheres frequentarem estádios, pois conforme o governo, isso seria inadmissível, afinal quem estaria em casa saciando a fome sexual de um Ricardão não-eunuco? Todavia, o time do Persepolis é particularmente famoso por aceitar lésbicas como torcedoras, sendo bem comum ver nos estádios desse time, em dias de jogo, mulheres de barba, bigode, boné e pança, se fingindo de homem para conseguir assistir o jogo.

Títulos[editar]