Persona 5

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Virtualgame.jpg Persona 5 é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, algum CT te dá um Head Shot.


P5
Persona 5 capa.jpg

Capa da versão exclusiva para PS4

Informações
Desenvolvedor Atlus
Publicador Atlus
Ano 2016
Gênero simulador de autismo
Plataformas PS3 PS4
Avaliação 100%
Idade para jogar Pré-adolescentes

Persona 5 é só mais um daqueles jogos de otaku fedido produzido e publicado pela Atlus, um spin-off de Shin Megami Tensei (que vende mais que a linha principal, malditos otakos). O jogo é um simulador de autismo com leves elementos de RPG, dating sim e apologia à pedofilia. O jogo foi amplamente elogiado porque embora o autismo seja uma doença psicológica muito severa e cruel, o jogo tem a bondade de ser inclusivo e permite que o protagonista não apenas torne-se o líder de uma gangue de badernistas como também o permite a possibilidade de namorar umas 10 mulheres saudáveis. Pelo menos as cenas de romance são todas fidedignas e geram enorme embaraço e vergonha alheia em quem assiste aquilo, cenas nas quais o protagonista não consegue tomar uma atitude e não tira as malditas mãos dos bolsos ou demonstrar qualquer afeto ou empatia enquanto tem uma mulher declarando o seu amor. Nesses momentos os jogadores não-autistas precisam fazer muito esforço para simpatizarem com as cenas de romance.

Enredo[editar]

Introdução[editar]

Muito antes de Persona 5, Mario já debutava no metaverso.

O jogo é um flashback, ou seja, começamos pelo futuro onde não fazemos ideia o que diabos estamos fazendo, parece que fugindo dos cobradores de Las Vegas. O fato de que a cada passo dado soltamos purpurina pelos pés dá os primeiros indícios de que estamos em alguma espécie de sonho lisérgico. Tal fuga, porém, dá errado, e 300 policiais da SWAT altamente armados até os dentes prendem você e te levam para Guantánamo onde os direitos humanos são deixados de lado e você começa a ser torturado para confessar seus crimes, até o momento em que Sae Niijima, uma procuradora-geral visivelmente inspirada na Natalia Poklonskaya, aparece e pacientemente começa a ouvir a sua história muito embora ela tenha dito que só teria 5 minutos, escutará as suas 100 horas de gameplay.

Este jogo se propõe a ser um simulador de autismo, narra as aventuras de "<insira seu nome aqui>", um garoto que não possui pai nem mãe nem família e que na falta de centros psiquiátricos para internação compulsória permanente ou orfanatos que o aceitassem ele acaba indo morar feito um indigente num sótão fedido de uma loja de café decadente. Outro detalhe de sua história é que você já tem passagem pela Fundação CASA (antiga FEBEM), e embora afirme ser inocente, todos sabem que esses pequenos marginais dizem a mesma coisa, então ninguém vai te respeitar por um bom tempo.

Como você é um delinquente e também autista, isso significa que você é dependente do consumo diário de drogas pesadas e medicamentos tarja preta poderosíssimos, então desde o primeiro dia de jogo nossa sina é procurar e acumular a maior quantidade de substâncias alucinógenas e psicotrópicas, sejam elas ilícitas ou lícitas. Por isso logo no primeiro dia de escola você já está matando aula, perambulando chapado nas drogas pelos becos de Tokyo, acompanhando o trombadinha da escola, e depois ainda acha que a sua escola é um castelo medieval multicolorido. O dono desse castelo lisérgico é o professor de educação física tarado chamado Kamoshida que possui o desejo de molestar você e todas menininhas da escola, e como ele é pervertido, está seminu sempre.

Palácio de Kamoshida[editar]

Um grande vilão, cujos desejos distorcidos criaram o primeiro palácio do metaverso.

Neste sonho absurdo você desperta o seu primeiro Pokémon, que por questões de direitos autorais nesse jogo se chama de "persona", no caso e o Arsene, um monstro que usa uma cartola do tamanho da cara e que representa o superego do protagonista, ou seja, um bandido cujo principal poder é o de soltar bufas (ataques como Eiha e Eiga, como todo pokémon do tipo sombrio). É também nesse momento que ganhamos nossa roupa de astro do j-pop e o apelido de Joker. Percebendo que claramente caiu numa boca de fumo errado, Joker e seu novo amigo Ryuiji tentam fugir dali, quando encontram um gato cabeçudo muito falastrão, que acaba se juntando à dupla. Esse gato é como o Meowth da Equipe Rocket, ele sabe falar inglês e japonês, e embora seja um gato, se diz ser um humano e macho, apesar da voz de garotinha. Logo depois é Ryuiji quem desperta a sua Persona, um esqueleto que anda num barco flutuante e que solta choques. Porém, ao acordar desse sonho lisérgico, nada daquilo vivenciado no castelo foi real, aquele mundo alternativo na verdade é um mundo cognitivo criado pelos desejos da piroca distorcida de Kamoshida. Graças às instruções de Morgana descobrimos que podemos mudar o coração desse professor de educação física e torná-lo uma pessoa melhor e arrependida de suas cretinagens, basta invadir o que Morgana nos instrui como "boca-de-fumo" ("Palace" em inglês) que são estruturas criadas cognitivamente por desejos distorcidos de pessoas que exageraram demais no consumo do crack misturado com LSD resultando numa viagem alucinógena tão forte que outras pessoas podem vivenciá-la, mas caso essa boca-de-fumo fosse desmantelada nesse mundo alternativo das ideias o dono do local ficaria bonzinho, uma habilidade que praticamente resetaria o Brasil e faria o país recomeçar do zero caso o cenário não fosse no Japão. Joker e Ryuji começam então a se organizar para infiltrar-se no castelo de Kamoshida, começam a comprar bebidas alcoólicas como Arginade, alguns achocolatados como Nastea (afinal ainda são garotos juvenis), também energético como Muscle Tea e Mad Bull e refrigerantes 1UP e Joylent.

Porém, quando estão se infiltrando no castelo de Kamoshida, Joker e Ryuiji descobrem que a gostosa patricinha da escola, a loirinha Ann, também foi parar naquela boca-de-fumo acidentalmente, mas ela também desperta o poder do seu Pokémon, Carmen, uma espécie de dominatrix que inclusive veste Ann num apertadíssimo látex vermelho, afinal o que seria um jogo japonês se não desse margem para a produção de nenhum hentai com fetiches inconvencionais? Agora o quarteto começa a desbravar as masmorras do castelo lisérgico, precisando enfrentar todo tipo de alucinação, traficantes, noiados, drogados, mendigos, pedintes, mas com uma boa estratégia conseguimos roubar o tesouro de Kamoshida, nada menos que o vibrador de ouro que ele sempre guardou secretamente como símbolo de sua sexualidade enrustida que precisava extravasar abusando de alunos para impor sua macheza. No mundo real Kamoshida se arrepende e se entrega para a polícia confessando todos seus crimes de pedofilia. Com o sucesso garantido, Joker, Ryuji, Ann e Morgana criam oficialmente o seu grupelho de delinquentes juvenis chamado de “The Phantom Thieves” que passarão a lutar pela justiça, ignorando todo e qualquer devido processo legal ou trânsito em julgado e começarão a mudar o coração de quem considerarem vilão.

Palácio de Madarame[editar]

Makoto usando o computador da irmã às escondidas, evitar que o histórico fique cheio de sites yaoi.

Originalmente o segundo alvo seria o Lula, já que as três palavras-chave para abrir o seu palácio eram fáceis demais: Lula, Brasil, Quintal. Mas como não poderiam viajar para o Brasil, decidem investigar um tiozinho pintor que parece abusar de seu aluno chamado Yusuke, afinal ninguém gosta de pedófilo, então este seria mais um alvo perfeito, ainda mais que esse Yusuke era um emo visivelmente sequelado após anos de abusos e demonstrando claros sinais de síndrome de Estocolmo. O velhote de nome Madarame tinha sua humilde casa como seu palácio, que no Metaverso era um puteiro ("Museum" no inglês). Lá dentro precisamos enfrentar putas, proxenetas, vadias, cafetões e todo o tipo desses seres promíscuos. Em determinado momento, porém, nos deparamos com uma porta trancada, e Morgana nos instrui que é necessário abrir uma porta no mundo real para prosseguirmos e o plano para tal foi muito engenhoso pois satisfazia muitas coisas ao mesmo tempo: A ideia seria incentivar Ann a fazer um nude para Yusuke, conseguindo assim acesso à sua casa e assim o grupo poderia abrir a tal porta, isso agradaria todo mundo, os fãs de hentai, Yusuke seria trazido para o Lado Azul da Força e o jogo poderia prosseguir. Neste quarto secreto de Madarame descobrimos o segredo do velho, que ele desenha hentai de shotacon com furry, uma verdadeira desonra e que ainda forçava todos seus ex-pupilos a desenhar hentai da Sailor Moon e ainda dar todos créditos para ele no final. Ainda bem que os Phantom Thieves agem com presteza e roubam o tesouro de Madarame no metaverso, que tem uma mudança de coração, se arrepende de tudo e se entrega à polícia.

Palácio de Kaneshiro[editar]

Agora já com dois casos de mudança de coração, os Phantom Thieves são investigados pela nerd da escola, uma garota chamada Makoto que serve para demonstrar como a polícia japonesa é equivalente à PM brasileira em inutilidade, pois precisou ela fazer o óbvio, gravar Ann, Ryuji e Joker conversando abertamente sobre mudar o coração dos outros. Makoto deseja que mudemos o coração de um mafioso chamado Kaneshiro, mais um pedófilo, dessa vez com envolvimento no tráfico de drogas. O seu Palácio cognitivo tem o formato do Banco Bamerindus, inclusive com uma sala cheia de corretores da Crefisa, ou seja, um local altamente nada confiável, porém, batendo em muitos cachorros bicéfalos conseguimos superar esse palácio e fazer Kaneshiro se arrepender de seus crimes no mundo real.

Palácio de Ali-baba[editar]

Agora podemos capturar nossos próprios Pokémons para agirem como nossos gangsters particulares.

No mês seguinte é a vez de sermos contactados por um hacker chamado Ali-babá, ele deseja que mudemos o coração dele, mas no final das contas é só uma guria retardada com seríssimos problemas psicológicos. Na verdade cada personagem jogável possui um distúrbio mental distinto, sendo esta aqui síndrome do pânico. Ao mesmo tempo uma organização da deep web chamada Medjev ameaça a economia do Japão caso os Phantom Thieves não revelem a sua identidade. Descobrimos, assim, que Ali-babá é na verdade Futaba Sakura, a filha adotiva do dono do café onde você mora e que ela está a 6 meses sem tomar banho, sem sair de casa, sem ir à escola e se alimentando exclusivamente a base de Doritos com Coca-Cola, uma irresponsabilidade tamanha que obviamente fará Sojiro perder a guarda da filha, então precisamos mudar o coração e os hábitos dessa garota, e para que pagar um psicólogo se podemos simplesmente invadir o metaverso e bater em deuses egípcios? O palácio de Futaba é uma pirâmide porque ela considera que seu quarto escuro é seu mausoléu e que ela pode viver até o último dia de sua vida só jogando LoL e sendo sustentada pelo pai, exatamente como todo lolzeiro dependente. Perambulando pela pirâmide do metaverso da mente de Futaba, descobrimos a origem de toda depressão da garota, que a mãe dela, desiludida em ter uma filha tão "freak", decidiu suicidar-se na frente dela. O que ninguém esperava é que a mãe de Futaba, Wakaba Isshiki, na verdade era uma cientista que pesquisava pelo Metaverso mas que foi morta por Akechi em sua forma de beija-flor maligno para que o grande vilão do jogo ficasse com suas pesquisas, Futaba então desperta a sua Persona, um disco-voador gigante e nos ajuda a derrotar a sua mãe que se transformou num grifo gigante. Para contornar a sua timidez, Futaba torna-se a navegadora do grupo, ou seja, passa a encher o saco em cada batalha falando sem parar. Uma vez integrante dos Phantom Thieves, Futaba utiliza sua habilidades tóxicas como jogadora de LOL e deleta com sucesso a ameaça dos hackers do Medjev.

Palácio de Kunikazu Okumura[editar]

Com quatro sucessos consecutivos em mudar o coração de pedófilos, os Phantom Thieves começam a ganhar notoriedade, isso é essencial porque quanto mais fama o grupo conquistar mais fundo eles conseguem descer no Mementos, apelido dado à versão do Metrô do Recife que existe num universo paralelo em Tokyo. O próximo alvo passa então a ser o dono do McDonald's, afinal quem seria mais maligno que uma pessoa que fomenta o trabalho nada edificante que é ser atendente semi-escravo dessa rede de junk-food que envenena e engordura as artérias de seus clientes? Com certeza mudar o coração de alguém tão maligno traria muito mais fama ao grupo. Descobrimos que esse CEO de nome Kunikazu Okumura é o pai de Haru Okumura e que seu palácio é uma nave interplanetária dos Transformers. É neste momento que Morgana percebe que talvez seja uma aberração e não um humano transformado em gato, ele tenta fazer dupla com Haru, mas no final das contas todo mundo se une novamente e conseguimos mudar o coração de Kunikazu Okumura. O problema é que uma figura misteriosa aparece e mata o cretino, deixando toda a culpa nos Phantom Thieves. Como no Japão não existe a filosofia de “bandido bom é bandido morto”, a popularidade do time cai para 0%, embora misteriosamente a nova passagem no Mementos tenha se aberto, mas para um jogo onde gatos falam e conseguimos namorar garotas mesmo sendo um completo tapado, tudo é possível e coerências no enredo são desnecessárias.

Final e revelações que ninguém se importa[editar]

Cquote1.png Lá vai ele criar essas malditas lockpicks de novo Cquote2.png
Herói do jogo
O grande herói do jogo é esse garoto que passou o ano inteiro vendo um gato sob a carteira do protagonista, lendo todas mensagens que ele rocava sobre Phantom Thieves, além das misteriosas ferramentas que construía nos intervalos, e nada fez para nos entregar.

Posteriormente o detetive Akechi descobre nossa identidade secreta porque ele também tem o poder de invadir o metaverso. Ele diz que vai xnovar todo mundo se não o ajudarmos a invadir o palácio e mudar o coração de Sae Niijima, que vê um mundo como um grande cassino onde trapacear é válido. No final da batalha ela ainda se transforma num capeta com sutiã pontiagudo, mas termina derrotada.

É nesse momento que descobrimos toda a história previsível, na qual o verdadeiro vilão é Akechi que se diz incomodado com a grande quantidade de hentai yaoi criado sobre ele na internet. Nesse momento tudo para de fazer sentido, afinal em novembro já são 8 meses de consumo de metanfetamina desde o abril, a data de começo do jogo, vemos que ele assassina Joker na sala de interrogatório, mas não é verdadeiro Joker quem morre, mas sim sua cópia do metaverso, mas como essa cópia ficou tão obediente? E como o Joker real não morreu se dizem que todos morrem quando a sua versão cognitiva é morta? Mas tanto faz, beirando já 100 horas de gameplay ninguém tem mais saco pra detalhes. Mesmo assim esse plano todo furado e inconsistente dá certo e forjamos a própria morte.

Passamos então os últimos 2 meses do jogo matando aula na maior moleza, investigando o palácio final de Amin Khader, o grande vilão dessa porra toda, um cara que quer se tornar primeiro-ministro do Japão e levar o yaoi para todos os cantos do universo. Conseguimos vencê-lo, mas como um bom RPG, Persona 5 ainda nos dá mais umas horas de enredo.

No último dia decidimos viajar até os confins do Metrô de Recife (Mementos) onde encontramos um vaso sanitário gigante com uma quantidade de HP bem exagerada. Esse vaso sanitário representa a humanidade do século XXI, onde todos só cagam pelos dedos e pela boca (vide Desciclopédia). Uma vez derrotado essa privada gigante ainda se transforma num origami gigante,o grande chefão final que fica peidando na sua cara, um ataque perigosíssimo. Todavia, nada mais saudável do que chamar Satan para salvar o Natal com um tiro na cabeça desse origami maluco. Nem perca tempo assistindo o zeramento, é nada com nada.

Jogabilidade[editar]

"All-out-attack" superando um "go to bed"

O jogo possui dois momentos de jogabilidade bem distintos, sendo uma jogabilidade quando você está no mundo real e outra quando você está no metaverso (universo criado através do consumo exagerado de metanfetamina).

Quando estamos no mundo real controlamos nosso protagonista autista e podemos perambular pela cidade de Tokyo, onde mesmo com uma população de 13 milhões de habitantes e centenas de ruas, só podemos visitar os mesmos dois lugares de sempre e falar apenas com as mesmas pessoas de sempre, quando não estamos na escola. Essa parte do jogo serve para agradar garotinhas e amantes de visual novel, é só falatório, embora a maioria dessas gurias sintam-se insatisfeitas com a ausência de opções yaoi, já que na cabeça das pessoas todo japonês é bissexual. Um detalhe sutil é como os figurantes são fantasmas para o protagonista autista, que nos 9 meses de jogo não dá um "bom dia" sequer para nenhum cidadão. Os diálogos são pelo menos são ultra-realistas, uma vez que os demais personagens, entendendo nossa situação de autismo, falam caralhadas de textos, nos poupando de ter que falar muita coisa, conseguimos dar no máximo respostas de 3 palavras após escutar 30 minutos de falatório.

Cquote1.png Whooooaaa looking cool joker Whooooaaa looking cool joker Whooooaaa looking cool joker Whooooaaa looking cool joker Whooooaaa looking cool joker Whooooaaa looking cool joker Whooooaaa looking cool joker Whooooaaa looking cool joker Whooooaaa looking cool joker Whooooaaa looking cool joker Whooooaaa looking cool joker Whooooaaa looking cool joker Whooooaaa looking cool joker Whooooaaa looking cool joker Cquote2.png
Futaba Sakura sobre combate em Persona 5

Pela primeira vez podemos usar as armas para atirar em inimigos, uma inovação.

Já a segunda jogabilidade surge quando estamos no metaverso, um universo paralelo criado em nossas mentes devido ao uso exagerado de metanfetaminas. Nesse momento o jogo assume o estilo de RPG no qual devemos agredir mulheres, fadas, monstros, ninjas, pokémons e demais criaturas e aberrações em geral. Esses bichos são chamados de "Persona", e tal qual Pokémon, após espancá-los um pouco podemos capturá-los e começar a usá-los como escravos para batalhas. O combate é bem diversificado, os nossos pokémons podem soltar golpes de diversos elementos e cada um tem sua fraqueza e resistência. Utilizando um quarteto de personagens podemos covardemente cercar animais e criaturas, espancá-los, extorquir itens e dinheiro deles, até transformar em fumaça.

Para nos sair bem nos combates precisamos ter bons Pokémons, mas além de capturá-los podemos adquiri-los de outra forma, é então que podemos visitar a qualquer momento a Velvet Room, um universo paralelo onde falamos com um narigudo chamado Igor, onde podemos decapitar duas personas para fundi-las e criar uma nova.

Personagens[editar]

Jogáveis[editar]

Protagonista autista
O personagem que você controla, de codinome Joker, é menos emo que os protagonistas dos jogos Persona anteriores, mas ainda não é nenhum exemplo de macheza. Apesar de ser um cara praticamente mudo e ser incapaz de demonstrar sentimentos, o que nos denota um quadro de psicopatia com autismo, ele consegue tornar-se o líder de uma gangue de arruaceiros e namorar até 10 hentai girl no decorrer do jogo. Ele pelo menos não é homossexual ou bissexual, sendo Persona 5 um raro jogo direcionado para o público heterossexual, para a tristeza dos fãs de Mass Effect e sua putaria gay. Líder dos Phantom Thieves, ele tem a capacidade de guardar mais de uma Persona, o que é possível graças à sua personalidade psicopata que o permite múltiplas personalidades. Como já é típico na franquia, este protagonista também não tem pai, nem mãe, nem família, estando ali largado para ser cuidado por desconhecidos.
Quando Morgana começa a encher o saco demais. Não deixa o progonista nem bater uma punheta.
Morgana (Magician)
Um gato cabeçudo que tem amnésia e serve para nos dar o tutorial do jogo. Se dependesse de mim ficaria eternamente preso na jaula do Castelo do Kamoshida, mas foi liberto, e não sai da sua cola. Infelizmente ele decide ir te acompanhar no mundo real também, na forma de um gato preto comum, e está ali unicamente para encher o saco, principalmente com sua mania de ficar nos mandando ir pra cama dormir, não sai da sua mochila e não para de falar, tornando o ano do seu protagonista um verdadeiro inferno onde não há mais privacidade nem para bater punheta na madrugada, já que Morgana está sempre ali espreitando. Se diz homem e humano, mas claramente é uma garota (Cassandra Morris) e um gato, até na personalidade de guria. Sua Persona é o Zorro, que tem capacidades de cura, ressurreição e soltar vento nos outros.
Ryuji Sakamoto (Chariot)
Codinome Skull, é o moleque chato trombadinha que está ali para ser o "best friend" da vez. Um delinquente juvenil que tira notas ruins na escola e está sempre arrumando confusão, gosta de fazer bullying nos colegas de time. Por ser um trombadinha de cabelo oxigenado, todo mundo pensa que ele é o Naruto... digo, arranja confusão com todos professores e não tem amigos, inclusive cagando o time de atletismo da escola. Em combates no metaverso tem o Captain Kidd como sua Persona, um esqueleto pirata que tem o poder de soltar choques, como o Pikachu.
Ann Takamaki (Lovers)
Sem dúvidas a grande personagem feminina que chama atenção nas artes conceituais e promocionais do game afinal ela está descaradamente vestida em látex de diabinha dominatrix. Garota doce, gentil, bonita, serve para reforçar o racismo velado do jogo, já que não há mulheres negras disponíveis para romance, e a mais oferecida de todas é Ann, uma loira dos olhos verdes. Inicialmente a periguete do colégio que tinha um caso com o professor pedófilo, conseguiu convencer a todos que fazia aquela pouca vergonha para auxiliar a amiga a entrar no time de vôlei da escola, todos fingem acreditar nessa baboseira. Ela quer ser modelo, mesmo adorando comer doces não fica gorda mesmo. Possui como Persona Carmen, uma dominatrix também que possui técnicas de soltar bufas (não aquele golpe de gelo Bufu, mas bufas mesmo) e soltar Fire Blast nos oponentes.
Yusuke, o artista do grupo.
Yusuke Kitagawa (Emperor)
O emo que precisa ter em qualquer jogo da série Shin Megami Tensei, ele tenta combater sua homossexualidade enrustida stalkeando belas garotas na rua, um verdadeiro freak pervertido. Yusuke é um artista prodígio e sonha um dia desenhar o melhor hentai não-yaoi de todos os tempos, mas para tal ele precisa da inspiração correta, e qual não seria melhor inspiração do que um nude da Ann? Então ele pede para uma bela garota - que mal conheceu - a possibilidade de vê-la nua, obviamente a partir de então ninguém mais o leva a sério. O motivo de Yusuke ser um maluco cheio de manias tem origem, além de ter perdido a mãe muito cedo, passou a vida sendo abusado e explorado por um velho tarado chamado Madarame, embora quando as corrupções do velho tenham surgido, ao invés de proteger o homem que o criou, decide se rebelar. A partir de então passa a viver como mendigo, habitando as estações de metrô de Tokyo. No metaverso a sua Persona é o Goemon, um samurai com poderes de soltar gelo.
Makoto Niijima (Priestess)
A presidente do conselho estudantil, é a waifu canônica do jogo. É o tipo de garota metódica, filha de um pai delegado e irmã mais nova de uma promotora de justiça, é aquela menina que lê todo o "acordo de licença" antes de clicar em "Concordo". Possui uma vida infeliz na qual precisa estudar todos os dias para ser alguém na vida e isso reflete na sua personalidade séria e chata, fadada a morrer virgem se não fosse pelo protagonista autista dar em cima dela. Apesar de ser serena e calma no mundo real, quando vai para o Metaverso ela libera toda sua fúria e suas frustrações sexuais tornando-se uma motoqueira raivosa que tem o poder de soltar uma bufa azul em cima dos seus adversários.
Futaba Sakura (Hermit)
Uma frequentadora assídua do 4chan, como tal possui transtorno de pânico e diversos problemas emocionais e psicológicos que incluem depressão com evidentes tendências suicidas, exatamente como qualquer pessoa que passa horas na internet sem interagir com pessoas reais. Ela é o sonho de qualquer nerd, já que é bonitinha, com aparência hipster, sabe hackear com facilidade todas as estações de televisão do Japão, gosta de videogame, passa horas jogando LOl e vive a base de Doritos com Mountain Dew. O fato de ter fobia social, agorafobia, glossofobia, depressão severa só parece fazê-la ficar ainda mais atraente para os olhos pervertidos de certas pessoas. No metaverso ela é o único componente do time que não entra em combate direto, sua função é ficar falando sem parar e enchendo muito o saco com descrições óbvias do que está acontecendo na batalha.
Ann, elemento essencial para a equipe.
Haru Okumura (Empress)
Só uma guria retardada que aparece já no final do jogo. Seguindo a tendência do time de protagonistas, ela também exibe certos defeitos psicológicos, por isso não tem amigos e estaria fadada a ser uma forever alone. É filha do dono do McDobald's no Japão, então riqueza e luxúria nunca a faltam, mas mesmo assim ela decide agir egoistamente, afinal é garotinha mimada criada a leite com pera e chessburguer de graça, e decide ir mudar o coração do próprio pai só para não ter que casar com um bicheiro. Só não engane por seu jeito doce, meigo e gentil, é esse tipo de garota que são as maiores sádicas quando ficam finalmente a sós com seus namorados. No Metaverso o seu Pokémon tem poderes e golpes psíquicos, mas como ela entra mais tarde no jogo, todo mundo está num level avançado e ela é uma porcaria e só te atrasa.
Goro Akechi (Justice)
Integrante que entra no grupo por um breve momento após nos chantagear, o seu objetivo é mudar o coração de Sae Niijima, o mulherão que está nos interrogando. O seu maior erro foi gostar de panquecas e entregar que conseguia escutar um gato falante. Esse detetive é traidor e o grande merdeiro da história. Assim como o protagonista tem o poder de controlar mais de um pokémon, o que o torna um adversário difícil, ainda mais porque lutamos com ele após uma batalha contra um sub-chefe. Ninguém testemunha a sua morte, passamos os momentos finais do jogo esperando que ele retorne, algo que não aconteceu, então é um mistério porque o diretor não quis mostrar a morte dele.

Confidentes[editar]

Sae Niijima (Judgement)
A irmã mais velha da waifu oficial do jogo, ela é também um chefão do jogo, já que seu palácio é Las Vegas, o modo como ela gostaria que o mundo fosse. Sendo uma workaholic, é uma personagem que tem a chamada síndrome da falta de rola, já que não possui tempo para relacionamentos e está sempre trabalhando, nunca é vista com roupas casuais, sempre com sua roupa de trabalho. É ela quem está nos interrogando, enquanto o jogo é um flashback, mas mesmo sendo uma mulher com grande formação e prestígio, acaba acreditando na lorota que contamos, tornando-se uma aliada na fase final do jogo.
Sojiro Sakura (Hierophant)
O dono do café que convenientemente é um ex-funcionário público que já trabalhou para o grande vilão do jogo, Amin Khader e que também convenientemente já teve uma relação amorosa com Wakaba, uma mulher que estudava cientificamente o Metaverso e que foi assassinada por saber demais. Então ele não é apenas um tiozão que faz bom café e curry, mas tem um envolvendo no enredo do jogo. É bem irresponsável pois não leva a filha adotiva para a escola, não alimenta direito e se faz de besta quando vê Futaba desmaiando por deficiência de vitamina D, já que ele não faz a filha sair de seu quarto, precisou vir um grupo de moleques delinquentes para fazer essa filha dele sair do quarto e voltar à escola. Não a toa querem tirar a guarda dele.
Lavenza (desculpe o spoiler) Caroline e Justine (Strength)
Inicialmente duas gêmeas lolicons que nos recepcionam toda vez que vamos visitar a Velvet Room, uma tsundere e outra kuudere (que, pra quem não sabe, são aquelas gurias caladinhas e tímidas), o sonho de todo pervertido em hentai doentio, ainda mais vestidas em uniforme de garotinho como boas tomboys. Como todo mundo no jogo, elas também tem seus problemas mentais, em quase todo momento estão falando nada com nada. Pelo menos no final do jogo elas percebem o quão chatas são e se oferecem ao sacrifício, podemos cortar-lhes a cabeça e criar a Lavenza, essa que pelo menos fala coisas com sentido e que nos ajudam a entender a história. Ela ainda continua servindo para hentai lolicon, então não há problemas para ninguém.
Igor (Fool)
Um narigudo extremamente suspeito e com um semblante nada confiável, só vamos aceitando a ajuda dele porque a história nos obriga mesmo, mesmo que na verdade ele não ajude em porra nenhuma, passa meses sentado em sua mesa sem mover um dedo. É revelado no entanto que ele é um cálice que vira um origami gigante, o último chefão do jogo. Agora porque ele não nos matou logo no começo, ou porque não impediu que fizéssemos a Lavenza, isso e conveniência de joguinho de J-RPG.
Médica pedófila te atacando sem o menor pudor.
Tae Takemi (Death)
Uma médica pedófila que vende drogas e medicamentos tarja preta em troca de sexo, possui uma clínica clandestina num beco de Yongen-Jaya, bem próximo de onde o protagonista mora. Visivelmente trabalha sem aval do Conselho Federal de Medicina, na maior clandestinidade, inclusive fabricando suas próprias drogas e fazendo experimentos em seus próprios pacientes. Médicos decentes tentam impedi-la de praticar tamanha irresponsabilidade, mas graças a nós, que estamos do lado da bandidagem, podemos salvar essa médica punk. É nela que compramos os remédios que nunca vamos utilizar nas batalhas, afinal sempre teremos algum no time com um Mediarama ou Samarecarn mesmo.
Chihaya Mifune (Fortune)
Uma vidente que na verdade é só uma trambiqueira que não sabe ver o futuro de ninguém. Te vende um sal do Himalaia por 100.000 yenes, dinheiro o bastante para comprar 50 caixas cheias de Omega 3 da Top Therm que parece ser uma enganação muito mais legítima. Mas como somos também marginais, acabamos nos aliando a ela mesmo após esse trambique, descobrimos que ela é fã do Iron Maiden, não dá pra entender muito bem essa parte o que tem a ver, mas que ela sofre abuso psicológico do dono da seicho-no-ie local que a obriga a trabalhar numa barraquinha no meio de um bairro mal frequentado de Tokyo. Ela é bem útil por possibilitar que a paguemos 3000 yen para nos poupar de passear com os amigos no parque e deixar a história dos confidentes avançar mais rápido.
Munehisa Iwai (Hanged)
O vendedor de armas, roupas e acessórios, é um malandro que trabalha na clandestinidade e não vê problemas em vender fiéis simulacros de armas para menores de idade. Obviamente possui problemas com marginais e clientes da yakuza, mas com nossa ajuda conseguimos manter o negócio clandestino dele funcionando. Ele também compra velharia a bons preços, pelo visto deve ter alguma loja de penhores escondida em algum lugar, pois ele compra talheres de prata, lanternas estranhas, suportes de vela, espadas velhas, elmos sagrados e escudos quebrados. Apenas não use as armas que ele vende para fazer pegadinhas, e seja grato.
Ichiko Ohya (Devil)
Uma paparazzi bêbada que é dona de um canal de notícias no Youtube, sendo ela essencial para espalhar boatos e fake news sobre nossos feitos. Assim como Chihaya e Sadayo, ela tem fortíssimas tendências à pedofilia e não demora em já querer estar namorando um aluno de ensino médio. Na prática ela não tem muita função, está ali para ser uma possibilidade a mais de romance mesmo, está sempre bebendo num puteiro do Red Light District.
Professora pedófila invadindo quarto do aluno para massageá-lo em plena noite de terça-feira.
Sadayo Kawakami (Temperance)
Dois fetiches em uma só personagem, professora e empregada, e de bônus com uma personalidade tsundere, a mais popular waifu não-canônica do jogo. De dia trabalha como professora e de noite se prostitui com roupas de empregada. Como os confidentes devem ser todos marginais e praticantes de alguma atividade nada aceita pela sociedade, a professora Sadayo é uma pedófila. Ela já havia seduzido anteriormente um aluno, que chegou a se suicidar, e agora seduz você. O fato é que é uma grande mercenária, cobra 5000 yen por noite e sequer chega perto de sentar no seu colo, ou o que um roteiro de hentai com empregadas sempre sugere, ela só fala muito e dorme. O bom de atingir o level máximo da confiança dela é que a Morgana perde a sua habilidade de agir como seu pai te obrigando a ir dormir, dando a você uma massagem revigorante e a possibilidade de sair a noite.
Shinya Oda (Tower)
Um pivete que foi colocado na história sem muito propósito, porque já tinham preenchidos todos os arcanas e estava faltando só a Torre, então inventaram que tem um pirralho viciado em Virtua Cop e podemos ficar amigo dele. Possui uma mãe extremamente desnaturada que deixa o filho solto jogando fliperama, arcade e Street Fighter de Rodoviária o dia inteiro. Como qualquer criança viciada em jogo, ele é o AAA do score máximo do fliperama, te ajuda a derrotar um tigre de cueca chamado Ose (isso mesmo que você leu).
Apesar de tudo, não é um jogo de harem.
Hifumi Togo (Star)
Uma jogadora de um xadrez japonês chamado shogi, está sempre numa igreja, mas nunca está ali para orar, mas apenas para shogi sozinha... Eu já falei que todos personagens de Persona 5 tem sérios problemas psicológicos? Pois bem, essa aqui joga xadrez japonês sozinha. Podemos, todavia, nos oferecer para jogar com ela de vez em quando. Ela deseja ser uma jogadora profissional de shogi, que bela merda de futuro, ainda bem que ela tem uma mãe sensata que a coloca na profissão certa de modelo afinal ela é lindíssima, mas como bom baderneiros que somos, podemos mudar o coração dessa mãe e arruinar o futuro de Hifumi.
Yuuki Mishima (Moon)
Um dos alunos molestados por Kamoshida, no começo do jogo está sempre machucado. É bem evidente que ele é uma completa negação na prática do vôlei, tanto que toma uma bola na cara e desmaia num dos jogos treinos. É óbvio que alguém tão ruim só poderia se manter no time da escola se fizer alguns favores sexuais para o professor sádico de educação física. Essa época o traumatizou eternamente, e até o último dia do jogo ele é o cara mais chato que se possa imaginar. Criou uma página no Facebook chamada "Phan-site" que serve para reunir pessoas derrotadas de toda parte do Japão para chorar sua insignificância.
Toranosuke Yoshida (Sun)
Um político. Como estamos falando de um jogo de videogame, há a liberdade poética de que este seja um mítico exemplar de político honesto. É odiado por todos porque ele é um socialista fabiano, ou seja, os socialistas stalinistas dizem que ele é de direita e os direitistas liberais dizem que ele é de esquerda, então tal qual o PSDB, perde todas eleições. Decidimos o ajudar porque escutar suas mentiras de político aumentam nosso status de cara-de-pau, essencial na hora de negociar com os pokémons do metaverso afim de capturá-los.

Vilões[editar]

Suguru Kamoshida
Um professor de educação física pedófilo e primeiro grande vilão do jogo. Ele já começa errado por ser uma grandiosíssimo mentiroso, pois diz que ganhou uma medalha de ouro, sendo que o vôlei do Japão masculino sequer disputa uma olimpíada de tão ruim. Mas como as pessoas acreditam nessa mentira deslavada ele acaba sendo aceito como importante professor e treinador do time da escola. Como ele obviamente não entende nada de vôlei, fica só molestando as alunas e torturando os alunos, tudo com o consentimento dos pais e diretores. Por causa disso, o seu palácio é a escola a qual ele considera o seu castelo. É só um tarado pervertido que tem seu coração modificado, se entrega para a polícia.
Ichiryusai Madarame
Pintor renomado, é um velho pilantra que se faz de bom moço mas que na verdade abusa de seus pupilos, forçando-os a desenhar hentais para vender e ficar com a fama para si. Ele considera que sua casa é um museu extravagante, muito similar aos puteiros dos pornô chanchada da década de 80, e para ele arte é ganhar dinheiro, até aí nada de mais, porém caiu no erro de fazer hentai de uma cantora japonesa chamada Sayuri, então passpou a ser visto como vilão. É mais um que tem seu coração modificado, se arrepende e se entrega à polícia.
Penúltimo chefão do jogo, uma entidade a se tomar bastante cuidado.
Junya Kaneshiro
Um gordo que faz parte da máfia e acredita que pode extorquir dinheiro de qualquer um. Esse é bem genérico, só um gangster ganancioso que tirou umas fotos dos protagonistas numa noite de bebedeira e libertinagem e agora os chantageia. Depois de derrotado se arrepende e é mais um que se entrega à polícia.
Kunikazu Okumura
O dono do McDonalds, esse sim é um grande filho da puta. Não basta ser dono de uma franquia de alimentos nada saudáveis que fomentam a obesidade, infarto e entupimento de artérias, ele ainda impõe um regime no qual seus funcionários trabalham no mais indigno dos empregos, ser atendente do McDonald's jamais será algo edificante para ninguém. Contra esse capitalismo selvagem os Phantom Thieves o ataca como alvo, arruinando assim o futuro de sua filha, que estava de casamento marcado com um ricaço. Como a sua sombra foi morta pelo vilão misterioso, a culpa cai nos Phantom Thieves.
Masayoshi Shido
O grande vilão da porra toda, uma mistura de todos estereótipos possíveis de características vilanescas, o que inclui ser político e ter vontade de ser o primeiro-ministro do Japão. Convenientemente ele já fez merda para todos os personagens protagonistas, então fica fácil odiá-lo. Durante sua batalha ele acha que é o Toguro e fica tomando bomba para crescer na tentativa de te enfiar a porrada. Mas no final ele tem a mudança de coração, se arrepende de suas maldades e passa a ser conhecido como Amin Khader.
Yaldabaoth
O grande chefão final é um origami gigante. Antes de sua forma final é revelado que ele estava na forma do Igor, aquele narigudo que te dá os pokémons, e que depois assumiu a forma de um vaso sanitário gigantesco que é a personificação de toda a merda cagada pela humanidade do século XXI pós-redes sociais. Mas como um bom RPG, depois essa privada vira esse origami gigante que fica tentando dar lição de moral.