Pierre Bourdieu

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Cquote1.png Se Bourdieu fosse brasileiro, seria da Igreja Universal, petista e torcedor do Corinthians. Cquote2.png
Sérgio Micele sobre sobre sua relação com seu orientador

Cquote1.png Acho que alguém me criticou. Fui ver, mas não vi de onde veio o tiro. Cquote2.png
Talcott Parsons sobre a menção de uma crítica feita por Bourdieu.

Cquote1.png Quem esse palhaço pensa que é para me chamar de “metafísico”? Com tanta bobagem escrita ele deveria olhar para o próprio rabo. Principalmente agora que sei que o dele é grande... Cquote2.png
Jürgen Habermas sobre num diálogo com uma ex-orientanda de Bourdieu que prestava serviços sexuais em Berlim.

Cquote1.png Bourdieu oscilava entre a neurose e a psicose. Ele deixaria qualquer lacaniano perplexo. Seu senso de autocastração, associado ao seu mundo fantasioso e sua mania de perseguição, fazia deste paciente algo singular. Jamais visto nesta ala psiquiátrica. Sua sexualidade indefinida, e seu ressentimento, agravam seus surtos. Tudo se normalizou com uma dose tripla de Prozac. Apesar de minha recomendação, a universidade onde supostamente ele dá aula pediu para liberá-lo. Cquote2.png
Jean-Marie Claire du Point sobre o relatório da psicanalista de Bourdieu após sua internação na ala psiquiátrica do Hospital do Servidor Público de Paris

Cquote1.png Você traiu o movimento estruturalista, véio! Cquote2.png
Dado Dolabella sobre Bourdieu, após ler "A Casa Kabyle"

Pose de Bourdieu para foto oficial

Após se tornar um filósofo fracassado e ressentido, Pierre Bourdieu conseguiu seu espaço na academia ao inaugurar uma nova corrente na falida linha sociológica francesa das ditas “ciências sociais". Ele foi uma das principais atrações circenses da academia parisiense no século XX, ao lado de Deleuze, Guattari, Maffesoli, entre outros. Desenvolveu inúmeros artigos e livros, tornando-se responsável direto por um enorme desmatamento no sul da França. Hoje grande parte de suas obras encontram-se as moscas em sebos do mundo todo, e vendidos a um preço médio de 2 1 Big Mac.

Histórico[editar]

Bourdieu, como quase sempre, falando sobre si...

Pierre Bourdieu, oriundo de uma família caipira do norte da França, nasceu no dia 01 de agosto de 1930. Tal dado histórico nos permite classificá-lo como leonino, com ascendente em leão, o que explica seu grande Ego e seus problemas relacionados a intelectualidade.

Após anos no subemprego, e com sua sexualidade indefinida, Bourdieu tenta, em 1951, fazer um curso para parecer um intelectual. Tais motivos o levaram a cursar filosofia numa destas faculdades públicas vagabundas que existem na França. Devido ao esquema de Aprovação Continuada ele se graduou em 1954.

Apesar de graduado em Filosofia, ele não convenceu a sociedade de sua época de sua real importância como acadêmico. Sendo assim, o exército francês obteve aval para mandá-lo lutar na Argélia. Ao chegar às linhas de combate ele mostrou problemas de ordem física e psíquica que o mantiveram fora de ação. Para justificar sua existência dão a ele a cadeira de professor de sociologia numa escola para refugiados kabilas. Após um curso que fez na faculdade com Lévi-Strauss, ele teve a ideia de fazer uma análise da sociedade kabila no arcaico estilo estruturalista.

De volta a França ele apresenta sua tese para um grupo de sociólogos em crise, entre eles o ex-nazista Raymond Aron. Tal empreendimento lhe valeu o ingresso no Centro de Sociologia Européia em 1960. Centro este conhecido por redistribuir drogas legalizadas nos países baixos para os estudantes de sociologia de toda a Europa. Também neste ano Bourdieu ganha de brinde do Jornal Le Monde um mini-dicionário básico Alemão-Francês, onde ele teve a ideia de usar o dicionário para traduzir algumas obras de Max Weber para o francês. Apesar de investir duro neste empreendimento, anos mais tarde este obviamente se mostraria sem muito sucesso.

Em 1968, após terminar seu namoro com Raymond Aron, Bourdieu conhece a líder lésbica feminista Marie-Claire nas revoltas estudantis de maio daquele ano. Após um ano de convivência seus familiares, ambos caipiras, obrigam os dois a se casarem para preservar a imagem da família. No mesmo período eles acordam o matrimonio. Marie-Claire Bourdieu passaria após aquele ano a fotografar mulheres fazendo topless pelas praias da Europa, e Bourdieu iniciaria seus estudos (e aliciamento de menores) nas escolas francesas. Dessa pesquisa sairia seu primeiro livro famoso, “A Reprodução”.

Após a publicação do livro Bourdieu faz inúmeros projetos visando receber uma generosa verba da Universidade de Paris. Para a felicidade dos contribuintes franceses, seus antigos professores da faculdade de filosofia vetaram seu pedido. Alegaram que as Ciências Sociais não eram ciência, e por isso não merecia receber uma verba tão grande. Além disso, disseram que seus projetos partiam de premissas estúpidas, muitas vezes de senso comum. Chamaram sua atenção para seus problemas de escrita, ortografia e concordância verbal. Acusaram-no de plagiar outro filósofo gay francês chamado Jean-Paul Sartre pela tentativa de se intrometer em todos os assuntos, e por se casar por conveniência com uma feminista lésbica ativista – Mas sempre observando a inferioridade de Bourdieu no tocante a escrita. Eis o motivo de seu ódio pessoal manifesto pela figura deste filósofo, e pelo chamado "Campo da Filosofia".

Bourdieu alterado após receber uma crítica...

Tal incidente o magoou profundamente. Isso o levou a escrever textos que, ao mesmo tempo, eram antifilósofos e auto promocionais gerando mais tarde na publicação, em 1997, das "Meditações Pascalianas". Seu desassossego com o chamado Campo da Filosofia levou os departamentos de sociologia da França a uma grave crise de investimentos. Porém, ele fez tamanho “petit” que alguns órgãos estatais para-universitários promoveram suas pesquisas no intuito de calá-lo.

Sendo assim, desde 1970 o contribuinte francês foi fortemente lesado pelas pesquisas megalomaníacas e sem sentido deste sociólogo. Como frutos principais saíram dois livros centrais (escrito por seus orientandos igualmente semi-alfabetizados) com muitas folhas: "As Regras da Arte" e "Amor pela Arte". O primeiro é uma tentativa frustrada de mostrar erudição, cultura e boa escrita. Além de comprar livros de literatura, foram pesquisados dez mil frequentadores de museus, usando um orçamento estipulado em 800 mil dólares, e culminou numa reflexão filosófico-literária sobre a autonomia do campo artístico. Mais tarde ele escreveu o "Amor pela Arte", criado para disfarçar o investimento em tamanha fraude.

"A Distinção", pesquisa duas vezes mais trabalhosa e cara, foi o cartão postal de Bourdieu. Ele se vangloriou em provar que dado certas condições sociais de existência os agentes sociais praticavam ações socialmente previsíveis. Assim, ele mostrou que um faxineiro público de Paris consumia música popular, mas não comprava Ferraris (não possuía um habitus automobilístico para carros importados). Já grandes industriais preferiam ouvir músicas ao vivo (estilo de vida) ao invés de comprar discos. Além disso, não consumiam champanhes em bares e lanchonetes (a illusio da taça de cristal). As diferenças no consumo entre ricos e pobres se davam necessariamente pela socialização, dominação simbólica, herança cultural, e estilo de vida. Obviamente as questões de ordem econômica foram refutadas.

Entre as décadas de 80 e 90 Bourdieu se situava entre os 5 Top of Minds da sociologia francesa. Teve muitos orientados, e cada vez menos investimento em suas estúpidas pesquisas. Dado a falta de intelectuais franceses neste período, o CNRS investiu em sua imagem como garoto propaganda da academia francesa.

Além de cunhar o termo neo-estruturalismo, ou ainda, estruturalismo construtivista, Bourdieu criou um sistema metafísico que aparentemente o protegia dos críticos marxistas, funcionalistas, weberianos, etc.

Em 1998 um de seus antigos orientados, que era travesti, o acusou de tê-lo engravidado. O bebe, inicialmente chamado de Glória Gaynor Bourdieu, esteve inicialmente sobre o sustento do sociólogo. Em sua defesa, Bourdieu alegou ter somente relações sexuais como passivo, o que impossibilitaria a ejaculação de seu sêmen no travesti.

Devido ao consumo de excessivo de cigarro, e os tormentos de viver com sua mulher, Bourdieu contraiu entre outras coisas um câncer. Doença esta que o levou a morte em 23 de janeiro de 2002.

Principais conceitos[editar]

Dentre os principais conceitos de Bourdieu estão:

  • Campo: Após tentar traduzir e entender o conceito weberiano de esferas, Bourdieu decidiu criar a sua própria. Torcedor fanático do Paris Saint-Germain, ele teve a ideia do conceito de campo em dos clássicos de seu clube com o Athletic de Lion. Por campo ele concebe um monte de zé manes, que ele denominou de agentes, que seguem determinadas regras, e disputam troféus. Cada um deles tem a illusio de que aquilo, assim como um jogo de futebol, vale a pena...
  • Capital: Bourdieu e seus discípulos acreditam piamente que o termo empregado por eles é igual ao do filosofo gigolô comunista Karl Marx. Como não é, devemos alertar que o seu sentido de capital é maleável. Bourdieu concebe os símbolos e as relações sociais como um tipo de capital. O autor também usa para designar o centro político de um país. Ex.: "Quando os alunos foram para a capital da França...", ou "Pensei que Nova Iorque fosse a capital dos Estados Unidos. Me equivoquei."
  • Dominação simbólica: Dominação que não é física. É a maneira de se controlar a consciência de uma pessoa através de poderes mentais. A pessoa crê que sua dominação é natural e faz o que o outro está mandando.
  • Habitus: Ele acredita que é o mesmo termo que Aristóteles usava segundo seu conceito de habitus. Ele diz que as pessoas agem segundo um tipo de rotina construída socialmente. Esta rotina, um habitus, dispensa o sujeito de ponderar sobre a ação. Bourdieu redescobriu o Ovo de Colombo...
  • Illusio: Ilusão em latim. A escolha do termo em latim revela sua prepotência e seus traços de homossexualidade conhecimento de cultura inútil.
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