Big Stick

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Silvia Saint sobre Grande Porrete

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The Big Stick ou O Grande Pau foi (ou é?) uma política adotada pelo governo estadunidense para estabelecer o controle total, amplo e irrestrito sobre qualquer coisa que dissesse respeito à América Latina. Ou seja, tratou-se de um amplo projeto de sodomização generalizada.

Roosevelt e seu porretão.

Contexto[editar]

Theodore Roosevelt, presidente dos Estados Unidos no início do século XX, em 1901, era um reles vice-presidente, que, naturalmente, não fazia nada. As coisas estavam relativamente tranquilas interna e externamente, o que não dava muito espaço para o protagonismo do vice. Certo dia, procurando em alguns arquivos da Casa Branca, achou alguns documentos que falavam sobre uma tal de Doutrina Monroe. Lá, estava escrito umas quantas bobagens, relativas a uma tal superioridade estadunidense em relação ao restante da América. Nenhum outro país de outros continentes poderia interferir nos assuntos americanos.

O Grande Porrete, em releitura contemporânea.

Ele levou os documentos para o seu gabinete, e como não tinha nada para fazer, ficou estudando exaustivamente o material. Passava dias e noites lá, comendo e dormindo pouco. Certo dia, um jornal resolveu entrevistá-lo, pois o público, apesar de dar a mínima para o vice, estava instigado com o sumiço do mesmo, que sempre costumava ficar bêbado nas festas realizadas seguidamente no palácio. Ao conversar com o repórter, Theodore teria afirmado que:

Cquote1.png Os Estados Unidos são extremamente fodásticos, e tem capacidade de mandar nesses mexicanos e peruanos sozinho. Não precisamos de nenhuma interferência europeia ou de qualquer outro lugar. Temos de mandar neles, fazê-los atender a nossos desejos mais secretos, mas sem assustá-los. Fale com suavidade e tenha à mão um grande porrete.
Theodore Roosevelt, divagando... sobre {{{3}}}

Em um primeiro momento, isso não causou impacto algum. Mas, dias depois, morre o presidente, e Theodore assume. Agora todos teriam de ouvi-lo!

O Corolário Roosevelt[editar]

Ao assumir a presidência, Roosevelt vislumbrou um excelente panorama econômico para os Estados Unidos: roubar intervir nos países latinos. Colocou em prática, à luz do Big Stick, um conjunto de práticas exploratórias a ser aplicadas para cumprir o objetivo anteriormente citado. O porretão americano assolou Cuba, Panamá, Venezuela, Nicarágua, Costa Rica, Brasil e demais países latinoamericanos cujo nome eu fiquei com preguiça de digitar. Se qualquer país passasse por alguma instabilidade interna, ou tivesse de pedir empréstimo para cobrir seus problemas financeiros, como o Grupo Silvio Santos, os EUA poderiam intervir, inclusive militarmente. Para tanto, foram instaladas mais de oito mil bases estadunidenses em regiões como o Mar do Caribe.

Fim (?) da Política do Big Stick[editar]

Essa coisa de mandar e desmandar desconsiderando totalmente as especificidades e vontades locais, logicamente, geraria certo desconforto. Nos anos 1930,o presidente Franklin Roosevelt, primo de Theodore, adotou uma postura mais light, preferindo influenciar apenas economicamente do que militarmente. Na prática, não mudou porra nenhuma. Entretanto, cabe lembrar que Franklin era do Partido Democrata e, obviamente, tinha de fazer tudo diferente do que o Partido Republicano havia feito, pelo menos no nome.

Ver também[editar]