Policial Gaúcho

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Policial Gaúcho, cujo real nome desconhecemos, é um agente da PM, que comanda um esquema de prostituição homossexual nos presídios de Erechim - RS.

História[editar]

Natural de Porto Alegre, desde criança, o policial gaúcho sonhava em entrar na corporação, apenas para pegar nos cassetetes que eram dados aos soldados.

No princípio da adolescência, o policial gaúcho adorava brincar com seus amiguinhos machinhos de "polícia e bandido". Sempre fazendo o papel de policial, o policial gaúcho tinha grande êxito na captura dos meliantes, e os condenava a sentar na cadeira elétrica. Ele mesmo fazia o papel da cadeira.

Policial gaúcho explicando para Guina os detalhes de seu esquema de prostituição homossexual, que se desse certo, deixaria todo mundo feliz - O policial ficaria com uma grana, Guina deixaria um oco no rabo de machos virgens e os presidiários ganhariam uma rola grossa.

Ao completar 18 anos, o policial gaúcho finalmente fez seu primeiro teste para entrar na corporação, e passou com sucesso, ao mostrar para seus superiores, igualmente ou até mais machos, que já tinha um pistola pessoal, e não precisaria receber um equipamento novo.

Depois de alguns anos de experiência em presídios de segurança mínima, nos quais teve que dar conta apenas de alguns negões encrenqueiros, o policial gaúcho finalmente recebeu uma missão a sua altura, ele deveria ser o carcereiro oficial de Paulo Guina, um caçador que fora colocado atrás das grades após ser pego pelo Ibama caçando alguns ursos grandes, peludos e mansos selvagens.

A princípio o policial gaúcho, firme em suas atitudes, decidiu não dar muita trela ao novato, porém, ao perceber que os demais presos eram atraídos para o pau do mesmo como as formigas são atraídas para o açúcar, o policial gaúcho começou a bolar um plano, um esquema de prostituição homossexual que deveria lhe render milhões, além de um contrato com a Ícaro Studios.

Em uma negociação sensata com Guina, o policial gaúcho entrou em acordo com o mesmo, oferecendo metade dos ganhos para o domador de ursos. Enquanto o policial gaúcho ficou com a função mais difícil, de atrair clientes para seu sócio, Guina ficou apenas com a função de deixar um oco nos mesmos. Porém, preocupado com as leis de direitos do consumidor, cada vez mais rígidas, para garantir que os outros presidiários iriam ter acesso a um produto de qualidade, o próprio policial gaúcho resolveu fazer um test-drive no equipamento de Guina, para ver se estava tudo funcionando bem. Tudo na brotheragem, obviamente, já que o policial é macho, assim como Jailson Mendes.

Após usar, abusar e aprovar o pau de Guina, o policial gaúcho finalmente deu o pontapé inicial em seu esquema, o qual ficou de pé até o dia em que Sergio Moro concedeu habeas corpus a Guina, entendendo que, se o mesmo não havia participado do esquema da Lava-Jato, apenas da Leva-Jato, não deveria continuar preso.

Atualmente[editar]

Não podendo mais conta com Paulo Guina para dar continuidade em seu esquema de prostituição homossexual, o policial gaúcho buscou nas ruas de Porto Alegre por um substituto a altura, mas não encontrou. Desanimado com a impossibilidade de gerar uma renda extra que seria gasta em bares gay, o policial gaúcho entrou em depressão profunda, voltando a si apenas quando um companheiro de batalhão meteu o cassetete em sua boca mandando o mesmo virar homem macho virgem.