Pontes de Miranda

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Pontes de Miranda é um famoso jurista que também cursou engenharia, dança e medicina.

Durante a faculdade gostava de imitar Carmen Miranda, criou os passos de dança de Ney Matogrosso, Rouge (Ragatanga), É o Tchan, Calipso e Renato Russo (Aborto Elétrico).

Também gerou a múmia Rita Lee e a tecnomúmia plastificada Madona, além da feiosa cheirada sem noção Lady Gaga e todos os seus Little Monsters. Ensinou o Praga o Dengue, as paquitas e a Xuxa a dançarem para o demônio e realizou a sua primeira cirurgia de varizes, retirando lhes a via circulatória superficial dos membros inferiores e impedindo a realização de uma ponte de safena nos anos seguintes. Acabou optando pelas pontes mamárias que fazia nas moçoilas da faculdade, em idade mais avançada. Com o desenvolvimento da técnica dos stents acabou optando por essa opção sexual pela via do cateterismo do seu longo e de diminuto diâmetro pênis, muito menos invasivo.

Escreveu os clássicos Harry Potter, Diário de um Magoo, Crepúsculos nos testículos e a saga de Rubinho Barrichello.

Fez uma bela ponte das ciências médicas e de engenharia civil com os diversos campos jurídicos, sendo considerado o Leonardo Davinci brasileiro. Não gostou muito da faculdade de engenharia pois lá só tinha macho e mulher feia, com raras e disputadíssimas exceções. Na faculdade de medicina pirou de vez, tomou muita Vodka e fez sexo selvagem no OREM, por todos os lados, sendo até hoje considerado o estudante de medicina mais devasso e alucinado de toda a história. A faculdade de Direito foi sua realização, pois a mulherada que tinha tendências para a defensoria o amava muito e fazia a sua vida muito feliz. Pontes fez tantas pontes sexuais que todo o seu salário foi vertido em pensões alimentícias, tendo que psicografar a teoria do mínimo existencial via Luís Edson Fachin. A escada ponteana foi a sua primeira obra de engenharia e continua de pé garantindo a existência, a validade e a eficácia por anos a fio.

Pontes era fascinado pelos enigmas da vida e da morte e seu maior vício era ir a enterros, mesmo que de desconhecidos, olhar para os defuntos e para as viúvas, pensar na sucessão, no espólio, no inventário e na partilha. Também se encantava com os precatórios, métodos eficazes de nunca pagamento estatal. Seus dois filhos Eduardo Inca Paes e Sérgio Cabra Débil Mental estão aprontando até hoje no Rio de Janeiro e bateram o recorde de enriquecimento ilícito de seus antecessores Maias, Brizolas e Francos naquele recanto sacaneado do mundo encantado das ilusões e das maquiagens.

Também teve a brilhante ideia de exportar só commodities e não criar tecnologia, exceto de petróleo da galinha dos ovos de ouro da coroa, Petrobrás, onde os cargos são negociados a preço de ouro. Criou também a nova classe média e o endividamento e a bolha imobiliário e a ilusão de Brasil melhor do mundo, além da falácia do termo BRICs e da imunidade do Brasil à crise internacional. Inflou os créditos e o endividamento, não investiu em educação, fomentou o défice de mão-de-obra qualificada e fez as bilionárias lavagens de dinheiro no caixa 2 da copa e das olimpíadas na década da crise mundial da tempestade perfeita.