Pornografia no Brasil

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Aí, mermão, este artigo aqui, ó, é brasileiro, tá ligado? Só fala de futebol, come feijoada, exporta travestis, puxa o saco dos EUA, paga imposto pra caralho e põe a culpa no governo pela corrupção da sociedade.


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Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Pornografia no Brasil.
A pornografia brasileira sempre foi desse nível pra baixo cima.

A pornografia no Brasil remonta os tempos mais primórdios tempos estes que o caralho já tava aí, taí TAÍIII!. Como indústria CUltural ficou marcada por períodos em que se ocultava sob um disfarce chamado pornochanchada, só pra os ditadores militares acharem que os filmes eram iguais aos de Hollywood (sqn hein!), com enredo, histórias e tudo o mais, ignorando completamente o facto óbvio de as atrizes pagarem peitinho e umas buças mais barbudas que o Chewbacca. Com o fim da ditadura, decidiram soltar a franga geral, fazendo filmes dos mais diversos gêneros ainda na década de 1980, filmes com 5 mulheres ao mesmo tempo pra um homem, 100 homens pra uma mulher só, 5 cachorros pra uma mulher (ou homem, sei lá), 2 cavalos pra uma mulher, até mesmo um touro (ou um cara vestido de touro) pra uma mulher vestida de vaca. Sério...

Origens[editar]

Os tolinhos da Wikipédia acham que pornô só começou no século XX no Brasil. Ledo e fudido engano. Desde o dia em que um portuga deu as caras por aqui e viram as índias tudo lá agindo como se estivessem no filme A Lagoa Azul a turma da terrinha já descrevia fantasias alucinantes. Tem trechos da Carta de Pero Vaz de Caminha que mais parecem enredos (?!) de filmes do J. Gaspar ou do M. Max.

No século seguinte ao descobrimento um certo senhor chamado Gregório de Matos pôs-se a descrever o universo cabareístico que era a capital da colônia à época (Salvador), e seus livros - que lhe renderam o título carinhoso de "Boca do Inferno" - serviriam de inspiração para escritoras extremamente puritanas como Syang, Babi Rossi e Bruna Surfistinha. Porém anos depois Gregório acabou virando crentelho e começou a pagar de puritano, parecia até a Andressa Urach ou a Vivi Ronaldinha.

Daí por séculos a turma baixou o facho, e a pornografia se restringiu a alguns poucos contos picantes de alguns escritores de boteco que tentavam esconder seu desejo verdadeiro por trás daqueles versos profanos.

Pornochanchada[editar]

As produções do gênero no Brasil sempre prezaram pela beleza de seus artistas.

Até que veio o maldito século XX. Nesse tempo o cinema surgiu no Brasil e o país foi um dos que no início fizeram um monte de produções de filmes. A princípio inocentes, ufanistas e outras babaquices, com o tempo foram tentando fazer coisas mais sérias. Ou mais zoeiras. Nasciam as Chanchadas da Atlântida, os filmes de comédia com um pouco de sacanagenzinha de levis da finada produtora Atlântida.

Nos anos 1970 surgia uma rival a altura (ou à falta de altura) chamada Boca do Lixo. E nela surgiu a versão mais sem-vergonhazinha, a Pornochanchada, onde as atrizes vez por outra começavam a deixar um peitinho escapar aqui, dois acolá, uns pelinhos pubianos, etc e tal. Os cinemas que tinham a coragem de passar essas poucas vergonhas viviam se borrando de medo de dar merda e fecharem (e muitos inclusive fechavam mesmo - poucos sobraram dessa época e hoje em dia tá mais pra puteiro que cinema). Parece até louco que foi dessas duas produtoras que surgiram artistas consagrados como Antônio Fagundes e Lucélia Santos. Mas ok, cada país tem a Troma que merece.

Também foi nessa época que surgiram as revistas Homem (que tentava ser a Playboy brasileira sem autorização) e a revista Playboy verdadeira, além da Status, já no fim dessa década. Todas essas aí os ensaios eram bem covardes naquele tempo (as vezes as modelos nem sequer mostravam a buceta), mesmo assim as bancas que vendiam esse material vez por outra descobriam como é o funcionamento de um explosivo na própria estrutura...

Com o fim da ditadura nos anos 1980 e o desaparecimento gradual da censura prévia, algumas pornochanchadas começaram a ficar mais ousadas (literalmente). A começar pela de título nada criativo Coisas Eróticas de 1983. Apesar do nome ridículo, até que é um filme honesto, nada comparável ao que virá ao longo dos anos. O facto do filme não ter sido proibido, de ninguém ter explodido cinemas que exibiam e similares estimulou a Boca do Lixo mandar a bomba final na Atlântida que acabou indo pro espaço de vez (ou pro fundo do mar, como seu homônimo continental) liberando filme de todo tipo: faroeste com viados, zoofilia com cães e mulheres feias, mulher vestida de vaca tentando dar pra touros de verdade, viados se comendo e as bizarras produções de Sady Baby, que logo fariam coisas como Bonitinha, mas Ordinária, Os Sete Gatinhos e Amor Estranho Amor parecerem aqueles filmes religiosos da "Coleção Bíblia Sagrada".

Quando a putaria ficou descarada, a piroga ficou tesa e a buceta perdeu o cabaço de vez[editar]

Jailson Mendes, o maior ator dos filmes pornográficos brasileiros.

Dos anos 1990 em diante a pornografia nacional decidiu mandar o pudor pra puta que pariu (mas não a cidade) e tirou aquelas historinhas pra pau broxar e dormir e decidiram colocar filmes mais putaria pesada mesmo. A princípio surgiram três produtoras que durante a década que surgiram iriam disputar pau a pau espaço: Brazil Magazine, Renault/Panteras e Brasileirinhas. Nesse período a revista Playboy passou a ser sinônimo de status (pera, não é a revista concorrente?), apesar de ter outras como a finada Ele & Ela, a Sexy, a Brazil Magazine, a Private e a Casa do Pentelho, mas essas nesse período eram nível baixaria pesada e só iam pra lá atriz decadente ou puta paga. Tanto é que a maioria sumiu ou foi exterminada, só sobrando Playboy, Status, Sexy, aquelas de Fotonovela Erótica, Trip e a Veja.

Os outros mercados do sexo meio que se separaram, pois que agora não valia mais a pena pra uma produtora fazer tudo igual aos insanos da Boca do Lixo, sendo assim surgiu a putaria especificamente de viados, como as produtoras Ícaro Studios, Oftly Goldwin, Sparta Video e Boyz; e as revistas G Magazine e outras que infelizmente meu lado viadão não se recorda no momento. Para satisfazer desejos mais doentios de fãs de pornô bizarro, teve até mesmo uma produtoras só pra filmes de zoofilia: Mr. Dog. Isso pra não falar de um certo diretor brasileiro que decidiu abrir uma produtora satânica só com filmes pra internet que só dá pra acessar pela deep web ou mandando o trailer de um deles pra trollar seu amiguinho. Se você for corajoso, pode seguir em frente...

A migração pra internet proporcionou a possibilidade de punheteiros conseguirem comer atrizes pornôs - de verdade, não só na imaginação -, ainda que boa parte desses não aguentasse nem 1 minuto de rala-e-rola...

A partir do final dos anos 1990 e início dos anos 2000 a pornografia brasileira se proveu de mulheres padrão tipo exportação, daquelas que todo gringo bate punheta (ou seja, silicone até na testa) e passou a tentar filmes até com um pouquinho de historinha (mesmo que fossem histórias sem o menor sentido, como as das Panteras, da Sexxxy e as da Buttman brazuca). A melhoria na qualidade fez com que atrizes como Dunia Montenegro e Olivia Del Rio voltassem pro Brasil invés de só dar pra gringo, além de ter a musa mais poderosa de todas: Dercy Gonçalves Mônica Mattos, ser honrada com o AVN Award, sendo a primeira brazuca a conseguir o título mundial de putaria com muito esforço em especial na veia bostérica.... Tentaram até contratar na década de 2000 uns atores famosos como Rita Cadillac e Alexandre Frota, mas eles cobravam caro demais e não aguentavam nem 5 minutos de sexo, pareciam o Já Gozou... Mas nada disso foi suficiente pra deter o crescimento da internet. Até mesmo cinemas que exibiam esses filmes começaram a fechar por falta de público, que pagavam 2 reais numa cópia pirata com 5 filmes num só DVD do que pagar 10 pra bater punheta do lado de um monte de velhos e ainda ter umas putas e um monte de traveco manjando suas rolas a fim de ganhar algum numa chupadinha.

Assim tentaram a sorte em sites como Sexo na Van e Mike in Brazil, entre outros sites falidos do gênero. Até a Brasileirinhas começou a colocar tudo na internet somente, passo seguido pela única grande rival que lhe restou, a Panteras, já que a Brasileirinhas foi muito faminta e saiu comprando tudo quanto era produtora rival, restando só essas duas e um monte de produtora de quinta. Nesse ínterim fizeram o primeiro reality show de putaria do mundo, A Casa das Brasileirinhas, tentando recrutar o máximo de homens fãs da produtora a assinarem pra participarem dessa brincadeira, apesar de alguns desses caras só servirem mesmo pra punheta e nada mais...

Atualmente a pornografia brasileira sofre com uma concorrente de peso que com certeza vai desbancar fuderosamente a Playboy e a Brasileirinhas: Brasiliense Productions, com atores de peso como Michel Temer e Lula, fazendo muita putaria com o dinheiro público. Duvida? Então vou te dar só um preview nesse link...

Ver também[editar]