Pornography

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Cquote1.png Louvem-me, aceitem o Goticismo!!! Cquote2.png


Pornography
The Cure Pornography.JPG
Uma pornografia de maneira subliminar.
Lançado em 1982
Gênero gótico-emo
Gravadora Fiction Records


Pornography é o mais sombrio e tenebroso álbum do The Cure, repleto de músicas onde você só escuta o baixo e a voz do Robert Smith lamentando a vida, o álbum é um hino do mundo underground de muitos depressivos, suicidas, góticos e satânicos.

Considerado pela conceituada revista Rolling Stones (que não entende porra nenhuma de rock de verdade, sempre caindo nas tendências pop) como o disco mais gótico de todos os tempos. É muito comum ver as suas músicas tocando em cenas de suicídio, tocando em cemitérios, tocando em velórios, tocando em cultos do capeta e tocando para fazer seu cachorro dormir.

O álbum tem uma grande importância para a sociedade, segundo pesquisadores, as suas músicas repletas de dor de cotovelo e ódio pela vida foram verdadeiras sementes para o surgimento da raça hoje dominante do planeta, os emo.

Pornography marca para o The Cure como o último álbum onde o Lol Tolhurst fez alguma coisa. Depois disso ele virou um drogado e nunca mais fez algo.

A capa do álbum são o então trio que formava a banda numa imagem fosca e avermelhada, que representa a visão de um drogado em heroína durante uma típica orgia bissexual comumente frequentada por góticos, o que também justifica o nome do álbum "Pornography".

O álbum era tão pesado que foi por causa dele que Smith e Gallup caíram na porrada certa vez depois de um desentendimento sobre o álbum ser emo ou não, o que quase condenou a existência do The Cure. Depois de décadas esquecido o Pornography foi ressuscitado em 2002 no mega-ultra-hiper-show de Trilogy, junto com Disintegration e Bloodflowers.

Músicas[editar]

Não é desse tipo de pornografia que estamos falando...
  1. "One Hundred Years" – 6:40, Música que abre o álbum com a frase "Não importa se todos morreremos", já demonstrando que Pornography foi primeiro álbum emo da história da música.
  2. "A Short Term Effect" – 4:22, Som criado pela banda após uma seção de heroína. Deu nessa esquisitice aí.
  3. "The Hanging Garden" – 4:33, Música que Robert Smith tentou criar um Jardins Suspensos da Babilônia versão gótica.
  4. "Siamese Twins" – 5:29, Outra música triste que fala de gêmeas siamesas.
  5. "The Figurehead" – 6:15, Outra música cheia de deprê que deixa seus ouvintes com vontade de se matar.
  6. "A Strange Day" – 5:04, Mais uma música pra drogado escutar.
  7. "Cold" – 4:26, Música mais pesada do álbum. Hino de muito gótico poser.
  8. "Pornography" – 6:27, Música bizarra repleta de mensagens subliminares de apologia ao suicídio, uso de drogas e sexo promíscuo.

Pornography: Deluxe Edition[editar]

Em 2005 o The Cure relança o Pornography com CD duplo cheio de raridades toscas arranhadas. Tudo pela grana dos fãs.

Ver também[editar]

O que importa, Pornografia