Power Instinct

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Plágio Instinct
Plágio Instinct.png
Logo tipo da série
Gênero plágio de porradaria
Desenvolvedor Atlus
Publicador Atlus
Plataforma de origem SNES
Primeiro lançamento Power Instinct 1 (1993)
Último lançamento Gōketsuji Ichizoku: Senzo Kuyō (2009)

Power Instinct é uma série de jogos absurdamente cretinos de tão plagiados, joguinhos "criados" na maior cara de pau como versões genéricas de Street Fighter II, Samurai Shodown, The King of Fighters e até Sakura Card Captor, tudo com bastante insinuações de hentai gratuito e músicas irritantes de fazer cabeças explodirem (devido à pressão exercida nos tímpanos).

Os jogos dessa série são sobretudo caracterizados por suas cenas de abertura que causam a maior vergonha alheia na história dos videogames, sobretudo sempre ridículas. Os jogos são tão ridículos que a cada nova versão a Atlus dá um nome novo ao jogo, para tentar desvincular à vergonha que foi o jogo anterior, então essa é sem dúvida a série que mais mudou de nome. Começou Power Instinct, virou Gogetsuji, virou Groove, virou Matrimelee, voltou a ser Gogetsuji, já deu pra entender a má vontade depositada nessa série.

Pra não parecer completamente plagiado de outros jogos, a Atlus resolveu dar um enredo mais "original" pra série, então em vez de envolver torneios com lutadores de várias partes do mundo, ele envolve torneios com lutadores de várias partes do mundo QUE SÃO TODOS PARENTES, mesmo tendo carateca japonês, monge chinês, índio americano, fisiculturista travesti italiana, príncipe árabe e por aí vai. Provavelmente tem parentes fora do planeta também, mas esses não apareceram nos jogos.

Jogabilidade[editar]

Tem shoriuken, tem hadouken, tem sonic full, tem rasteira, tem putas, tem botão pra aumentar ki e virar super sayajin, tem arremesso de croissant, tem personagens obesos. Já deu pra entender, um plágio cretiníssimo. Tudo com comandos brutalmente truncados, como se os desenvolvedores estivessem competindo para criar um jogo que se tornasse famoso por ser ruim (ver Mineirinho Ultra Adventures).

A única coisa mais ou menor original nos jogos dessa franquia é a presença de uma velha que atira dentaduras, mas se for pensar bem, já existe a Mestra Genkai, ela só não arremessa dentaduras.

Jogos[editar]

Uma puta conseguindo se libertar de sua cafetina na base da porrada.
  • Power Instinct 1 - Roube os golpes do Street Fighter, a história cagada de The King of Fighters, os gráficos toscos de Mortal Kombat e plageie aproximadamente mais uns outros 35 jogos de luta menos conhecidos (Darkstalkers, Samurai Showdown, etc), e você terá o primeiro jogo de Power Instinct. A história é algo sobre espancar uma cafetina de 78 anos de idade.
  • Power Instinct 2 - Não bastou a Atlus plagiar todos os jogos de luta existentes na face da Terra para produzir o Power Instinct 1, a empresa decidiu copiar também na maior cara de pau até os maus hábitos da Capcom e da SNK de relançar seus jogos anualmente e fingir que está lançando algo novo. Power Instinct 2 é basicamente a mesma coisa do primeiro, só uns personagens a mais e a introdução da barrinha de especial.
  • Gogetsuji Legends - A mesma coisa dos dois primeiros jogos, mas podendo escolher dois personagens em vez de um. Apesar de ter saído no Ocidente, por algum motivo desconhecido ficou com o nome japonês, mesmo.
  • Groove on Fight - A Atlus surpreende a todos ao demonstrar capacidade de piorar ainda mais o que já era ruim, criando este jogo, um dos mais odiáveis jogos de luta da existência. Como campanha de marketing, decidiu apelar e botou na capa do jogo uma gostosa com os peitos quase de fora, e no jogo as personagens femininas estão praticamente nuas. Esse é tão ruim que só existiu no Japão.
  • Matrimelee - O primeiro jogo de luta da história a promover a inclusão social dos furry ao incluir o personagem Pochi, um homem com uma fantasia de cachorro atochada na bunda. No mais, na jogabilidade deixou de ser um plágio de Street Fighter II e tornou-se mais um plágio de The King of Fighters mesmo.
  • Shin Gōketsuji Ichizoku: Bonnō Kaihō - Aquele tipo de jogo que muito moleque ganhou por engano da mãe no dia das crianças quando pediu um KOF. É o Matrimelee, só que para PS2.
  • Gōketsuji Ichizoku: Senzo Kuyō - O único jogo da série que exibe desenhos decentes dos personagens (mas só nas artes, porque os sprites são reaproveitados do Matrimelee), mas aí a série já estava mais do que falida e parou por aí mesmo.
v d e h
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