Presidente Médici (Rondônia)

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Cquote1.png Você quis dizer: pela-jegue? Cquote2.png
Google sobre Presidente Médici (Rondônia)
Cquote1.png Eu nunca estive lá! Cquote2.png
Emílio Garrastazu Médici sobre Presidente Médici.
Cquote1.png Você é paranaense? Cquote2.png
Ilustre mediciense ao conversar com qualquer pessoa pelas ruas da cidade.
Cquote1.png É um bairro distante de Ji-Paraná! Cquote2.png
Moradores sobre Presidente Médici.
Cquote1.png Vou ter que ir a Ji-Paraná hoje. Cquote2.png
Mantra mediciense.
Cquote1.png Só vai encontrar em Ji-Paraná. Cquote2.png
Comerciante respondendo ao cliente que entra na loja.

Presidente Médici é apenas um fim-de-mundo perdido no centro de Rondônia, que foi recentemente alagado e semi-abandonado para a construção de uma enorme usina hidro-elétrica nas redondezas. O povo local, porém, prefere permanecer ali.

História[editar]

Dois veículos tipicamente medicienses em uma rua tipicamente mediciense.

A habitação da região se deu após uma invasão em massa de vagabundos imigrantes oriundos do sul, que no final da década de 60 não possuíam mais nada para desmatar em suas terras natais, então migraram para o norte para ter uma nova abundância quantidade de madeira para explorarem até a natureza se extinguir. Chegando na região, essa família de peões piromaníacos se depararam com grileiros, um tipo de vagabundo estoquista comum na região, havendo assim intenso litígio. Os funcionários do Incra, por sua vez, estavam no momento perdidos em outra dimensão, andando em círculos no Acre, sendo assim, nunca houve mediação sobre quem realmente tinham direito sobre aquelas terras, ficando com elas aqueles que sobreviveram às balas.

O local escolhido para o assentamento das barracas foi bem estratégico, ao lado de um enorme lamaçal em plena BR-364, no início da década de 70 já habitavam por ali em torno de 50 pessoas que passavam o dia inteiro com seus reboques cobrando o cu e as calças para salvar quem ali atolasse. Como estamos falando de uma rodovia rondoniense, óbvio que em média 100 veículos atolavam ali, de jegues a caminhões, o que possibilitou um rápido crescimento econômico da vila. O primeiro nome da região era apenas Trinta e Três, só porque tinha ali ao lado de um puteiro uma plaquinha escrito 33, simbolizando que o programa custava 33 cruzeiros, um altíssimo valor para os padrões rondonienses, o que sempre chamou atenção naquela época.

Em meados da década de 70 o local passa a se tornar ponto de parada dos ônibus que viajavam entre Cuiabá a Porto Velho, crescendo assim o movimento de postos de gasolina, puteiros e borracharias, consolidando de vez a economia da vila.

Ao ser elevado à município em 1981, assume o nome de um presidente brasileiro aleatório qualquer por nenhum motivo especial, já que o mesmo nunca esteve nem aí para Rondônia, no máximo era um idoso a favor do desmatamento total da selva.

Geografia[editar]

A cidade está localizada no meio de uma grande clareira onde não existe mais floresta que foi toda devastada. Depois o rio alaga a cidade inteira e todos ficam com cara de estupefato sem saber porque aquela calamidade aconteceu.

Para chegar na cidade, é só comprar um GPS e tentar chegar lá. Ou perguntar para o Clodovil.

Economia[editar]

A economia de Presidente Médici é baseada na venda de crack, pó e lsd. Vende-se outras porcarias nos mercados, mas todos preferem comprar apenas se for falsificado.

Política[editar]

No lugar só tem ladrão, e uma pessoa honesta só se ferra o tempo todo.

População[editar]

Acredita que é uma das 20 maiores cidades rondonienses?

Cultura[editar]

Não tem cultura nenhuma, lá tem nada, é só uma porcaria de lugar onde todo mundo faz apenas 3 coisas: Ir para a escola (ou trabalho), fumar ou cheirar e roubar, apenas com muito cuidado para não pegar AIDS. Até o mosquito da dengue está fungindo dali.