Quantum Break

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Virtualgame.jpg Quantum Break é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, Joe Mushashi acaba com Zeed.


Quebrada Quântica
Quantum Break Za Warudo Edition.jpg

Capa do Quantum Break Edição Za Warudo

Informações
Desenvolvedor Remedy Entertainment
Publicador Microsoft Studios
Ano 2016
Gênero tiro com câmera no ombro do personagem
Plataformas Xbox ONE
Avaliação 6
Idade para jogar Livre para quem comprou um Xbox ONE

Cquote1.png Para com essa porra de conversa caralho, se eu quisesse assistir filminho assinava Netflix, quero jogar, porra!! Cquote2.png
Jogador durante mais uma meia-hora de filminho cut-scene

Quantum Break (muitas vezes apelidado de Quantum Boring) é mais um filminho jogo de manipulação do tempo considerado um simulador de seriado B com elementos de jogo de tiro em terceira pessoa com bugs, sendo basicamente uma tentativa frustrada da Microsoft criar algo decente para seu fracassado Xbox ONE que não tem um jogo exclusivo bom sequer.

História[editar]

O jogo conta a história de Jack Joyce (interpretado por um ator secundário aí) e sua saga no mundo das dorgas de uma típica universidade dos Estados Unidos. Toda a treta começa quando o seu irmão Charlie Joyce, que morreu num acidente de avião e teve sua alma transportada para a ilha de Lost, retorna do futuro e sabendo o destino cruel que o aguardara, torna-se um físico afim de solucionar os mistérios do espaço-tempo e viagem temporal, e é justamente para conseguir entender física avançada que ele entra no esquema de drogas pesadas para manter-se acordado durante as aulas, o que será seu principal plot nas primeiras temporadas do seriado Lost onde é um dependente químico. Enquanto estuda na Universidade de River Port, Charlie (ou William) recebe uma visita noturna de uma succubus que o alerta sobre viagens no tempo, deixando-o mais louco ainda, e quem sofre com estes ataques psicóticos do irmão é Jack Joyce, a única pessoa razoável do enredo. A universidade, aliás, estava sendo comprada pela Odebrecht de Marcelo Odebrecht que planejava construir ali uma grande máquina do tempo para voltar no passado e desfazer as cagadas criadas no Petrolão, mas na hora da primeira viagem, Charlie tem um ataque psicótico, faz merda, e uma ruptura espaço-temporal quântica distorce a realidade teletransportando todos para um mundo onde os cenários do seriado Chapolin Colorado são reais.

Assim, para desfazer todo esse problema, Jack deve perambular pela universidade e resolver este grande problema, pois agora todo o cenário é feito de isopor igual aquele visto no famoso seriado do Chapolin, pois enormes ripas de madeira, vigas de ferro, lixeiras, barris de aço, corpos e estilhaços de qualquer coisa simplesmente saem quicando no cenário como se não tivessem peso ou massa.

Jogabilidade[editar]

O jogo é um basicamente um filme interativo com elementos de tiro em terceira pessoa. Quantum Break é categorizado então como um jogo de simulação de conversa e leitura de documentos e também um simulador de assistir seriados que ninguém se importa. De vez em quando acontece um tiroteio ali, um puzzle acolá, mas o principal foco é o papo furado entre os personagens, com direito até a cut-scenes de meia-hora ou mais.

Então o jogador tem basicamente duas coisas a fazer, a primeira é assistir aos filminhos, e caso aguente poderá atirar em soldados retardados durante a pouca ação. Parte do jogo esta onde a mira tão ruim que até o Resident Evil: Operation Raccoon City consegue ser melhor.

Teoricamente, o grande momento da jogabilidade é o uso da habilidade de Jack de controle do tempo, mas qualquer Prince of Persia é melhor nesse quesito.