Quim Barreiros

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PortugalDJoãoscary.jpg Manuel, vê-me dois cäcətinhos, o pá!

Æstə ärtigo é purtugäish, gajo. Élə comə cacətinho cum bəcalhau, tuma um vinho ishtränho, adora cumpetir cum a Ishpänha e tem um bigodão.

Se vəndalizarish, um bäenfiquista vai atrás də tua mãe

Platéia vazia.jpg Please STOP the music!

Este artigo se trata de cantores, bandas ou músicas cantadas muito, mas MUITO mal.

Quico panela.jpg "Não, cê é burro cara, que loucura..."

Este artigo é sobre algo ou alguém burro ou completamente imbecil.

E acredita na imparcialidade jornalística da Rede Globo.


O Rei.

Que é essa porra?[editar]

Quim Barreiros é um cantor lírico/compositor/músico português cujas raízes provêm de Viana do Castelo (mais especificamente na pequena e feiosa vilita de Vila Praia de Âncora - freguesia do concelho de Caminha), mais propriamente da província de Alto Douro e Minho e nascido na cidade da Azeiteirada, embora existam teorias da conspiração que afirmam que ele na verdade é Stalin embalsamado e revivido com os poderes da feitiçaria (o bigode seria a primeira prova definitiva disto), só que falando em português, tendo como suposta prova o fato de que alguns versos de suas canções, quando tocados ao contrário, relembram discursos comunistas da época da Revolução Russa. Tem participado em espectáculos do Filipe La Féria, cantando grandes composições musicais do mundo, ao som do seu acordeão. É bastante conhecido por estar sempre bêbado no palco, transformando obras literárias na mais pura música pimba,ou como eu gosto de lhe chamar merda para os meus ovidos, pós-progressiva. As velhas petreficadas e estudantes universitários bêbedos adoram os trocadilhos porcos na generalidade das canções. Há quem diga que Luís de Camões reencarnou no corpo e alma do Quim Barreiros, pela genialidade da poesia. Epá, é óbvio que não, foda-se, tá tudo parvo?!?!?

As Letras[editar]

Quim Barreiros tornou-se famoso pelas letras rebuscadas, com duplo sentido, na maioria versões inalteradas do forró brasileiro. O homem consegue disfarçar nas músicas referências a Sexo, futebol, política, entre outras questões da sociedade portuguesa.

Eis algumas afamadas letras deste autor:

  • "Subo imposto, aumento imposto, à hora que eu quiser, que carteira apertadinha, que doçura de Finanças" - referência implícita aos aumentos de impostos sofridos em Portugal, culpa do Vitor Gaspar, perdão da Troika...
  • "Lizete, mete a ADSL, que eu só estou bem na Internet." - publicidade à rã supersónica.
  • "O tênis está muito duro, mas está quase a entrar" - referência explícita ao órgão sexual masculino.
  • "Chupa Teresa, chupa Teresa, que este gelado gostoso é feito de framboesa" - campanha do Fome Zero em Portugal.
  • "Eu gosto de mamar dos bolsos dos portugueses" - é o que Pedro Passos Coelho faz aos bolsos dos portugueses.
  • "Sua mulher não dorme mais, passa a noite acoradada, tem noite que dá uma, tem noite que dá duas, tem noite que dá três horas da madrugada..." - Inspirado em Cucks como PC Siqueira e Izzy Nobre Quim compôs essa música.

Álbuns[editar]

Tem muitos álbuns (o que não interessa)!!! Os álbuns mais famosos são "Mama Forte!" e "O testiculo". A canção mais famosa dele é: "A Cabritinha".

Cquote1.png "Eu gosto de mamar... No teu vergalho" Cquote2.png

Apresentações Recentes[editar]

O último concerto até à data foi na discoteca "Get It!", com o seguinte set:

  • Cabritinha
  • O mestre da culinária
  • O bacalhau da Maria
  • Parolada em geral
  • Uma virgem
  • O ténis

O público, visivelmente embriagado, delira com a actuação de Quim Barreiros, homem dotado de farto bigode, azeiteiro, tocador de gaita e acordeão (todas as gaitas - menos gaita de foles). Toda a gente, entusiasmadíssima, grita "Só mais um!". Quim não deixa os fãs sem resposta e apesenta uma grande surpresa: A garagem da vizinha é o encore. Ao rubro, o público responde com uma dança tradicional em que consiste abanar as ancas para a frente para trás com as mãos sempre prontas a agarrar o primeiro traseiro que encontrar, mesmo que seja uma velha de 74 anos, 120 quilos e peixeira desde os 10 anos, que responde com uma linguagem gestual erguendo um peixe, geralmente podre, que elas afirmam ser fresquíssimo. Tudo culmina numa cena de pancadaria generalizada. O refrão é repetido indefinidamente.

Quim Barreiros sai em ombros, tal como os utentes da discoteca, mas esses por não aguentarem mais com a bebida.

Um concerto memorável com Quim Barreiros no seu máximo esplendor.

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