Quimiorradioterapia

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Quimiorradioterapia é o nome dado a um tipo de tratamento oncológico muito comum hoje em dia. Geralmente ela é feita com a combinação da quimioterapia — aplicação de plutônio, urânio, querosene, cola de sapateiro, tinner, maconha, gasolina ou um elixir negro destilado de hidrocarbonetos de 60 milhões de anos no organismo humano, com o objetivo de destruir células câncerígenas e matar qualquer tumor que esteja no corpo — e radioterapia, que consiste no bombardeamento de íons e matéria escura em uma parte do corpo qualquer onde esteja alojado o tumor camarada; ou seja, é envenenar-se para sobreviver.

Quer dizer, se realmente fosse isso ninguém reclamaria que esse tipo de coisa costuma causar pequenos efeitos colaterais no organismo humano, tipo não conseguir comer nem vento sem vomitar alguma coisa ou tossir sem expelir o pulmão inteiro pelos ouvidos, e ás vezes morte.

O surgimento da quimioterapia[editar]

Segundo estudiosos, os primeiros medicamentos quimioterápicos e seus efeitos incentivaram o uso de perucas na alta sociedade europeia

Como qualquer droga que tenha algum efeito em seres humanos, as propriedades medicinais da quimioterapia foram descobertas na marra, ou seja, enfiando tudo o que não presta na goela de algum infeliz com um pé na cova e esperar que algo de bom aconteça — se não derreter algum órgão vital ou o espinhaço da pessoa já é lucro. Pelo menos eu acho que foi assim que os índios descobriram que mandioca deve ser cozida por uns sete dias antes de comer, ou o veneno arranca suas tripas pelo furico.

Há indícios que o Calvinismo tenha sido, na verdade, um movimento social de amparo para pacientes e hospitais oncológicos beneficentes na França. Seu fundador, o alferes e analista de sistemas João Calvino, sofreu de câncer na retaguarda em tenra infância e foi obrigado a comparecer a duas sessões diárias de quimioterapia, com administração intravenosa de suco gástrico de sapos e sêmen humano. Para tanto teve que raspar o coco no zero, já que o único lugar possível para tratamento era no mosteiro mais próximo e os irmãos monges não admitiam cabeças peludas em solo sagrado; daí procede seu apelido de mau gosto: calvino.

Sabendo disso, podemos supor que já é antiga a prática de se usar substâncias químicas tais como as já citadas no início deste artigo, como método paliativo contra diversas doenças, dentre elas caganeira, COVID-19, elefantíase, vício em Felipe Neto, peste negra, cranco duro, cara branca, pé-de-atleta, fimose (se bem que isso nem é doença) e homossexualismo.

O ácido sulfúrico borrifado contra gays e calvinistas é apontado como uma das primeiras utilidades, na história da Medicina, de medicamentos quimioterápicos em plena Caça às Bruxas e predomínio político-cultural dos Testemunhas de Jeová sobre a Europa. Idealizado pelo então secretário-geral das Nações Unidas Karl Marx, o método era simples mas eficaz, sendo a principal causa de mortes na Europa Ocidental depois da Peste Negra e da queima de velhas prostitutas na fogueira. Diante de tal eficiência, logo os alquimistas se perguntaram: se esse tipo de tratamento poderia acabar com pragas tão rápido, por que não ampliar a pesquisa e desenvolvimento de verdadeiros destilados miraculosos da vida eterna?

Assim, terminava a era dos alquimistas e oficialmente nascia a Medicina Moderna.

A radioterapia[editar]

O anel de Felipe era tão duro e apertadinho que sua silhueta foi projetada na chapa fotográfica

No séc. XVII (17 para os asnos que não conhecem latim), um jovem cientista alemão chamado William Shakespeare, a partir de estudos e pesquisas sobre a radiação e seus efeitos em seres vivos, descobriu os raios X; tornou-se famosa a fotografia que ele produziu, usando raios X, do anel de seu namorado Felipe Neto. Vários outros pesquisadores deram continuidade ao importante trabalho de Shakespeare, como o casal de químicos Pierre e Marie Curie (prêmio Nobel de Língua Portuguesa em 1903), que descobriram muitos outros elementos radioativos. Ironicamente, seu caso com Sherlock Holmes e a prolongada exposição à radiação encurtou a vida da cientista, que contribuiu para que a radioterapia fosse difundida pelo meio científico.

Com o advento da Revolução Industrial, muitas inovações tecnológicas passaram a fazer parte da vida das pessoas, como o freezer, o laser de dois reais, o pneu de borracha dos automóveis e o papel higiênico, só para citar alguns. A Primeira Guerra Mundial (1914 - 2018) trouxe com ela várias novidades também: a metralhadora, o tanque de guerra e uma surpresinha que faria a alegria de muitos camaradas no front de batalha: os agentes químicos.

Os ataques com gases foram usados em larga escala porque os combatentes já não suportavam o cheiro de cérebros engordurando suas botas e queriam alguma folga da guerra, que não fosse uma boa dose de cocaína. Pelo visto não funcionou tão bem quanto esperavam e o Tratado de Tordesilhas (1964) proibiu que soldados usassem esses agentes como alucinógenos.

A partir desses conhecimentos, a Ciência continuou desenvolvendo o método quimiorradioterápico e seu uso foi estendido em larga escala por hospitais e clínicas no mundo todo como tratamento padrão contra doenças oncológicas.

Efeitos da quimiorradioterapia no corpo humano[editar]

Fala sério: Quem nunca teve um puta vontade de lascar um tapa nessa cabeça lisinha?

Há diversos efeitos colaterais conhecidos sobre o organismo humano, mas sem dúvidas a famosa cabeça de lâmpada é a mais referenciada, quando se trata de algum tipo de câncer. Porém, muitas pessoas costumam pensar que inevitavelmente quem faz quimiorradioterapia perderá todos os pelos de seu precioso coco; isso não é totalmente verdade, exceto se o tumor estiver alojado na caixa craniana. Em resumo, se o câncer é na cabess, há alta probabilidade de se contrair calvície involuntária. Assim, se o câncer for no braço, o braço cai; se for na perna, cai também; etc.

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Você sabia que...
  • ...se o câncer for na pélvis, o pênis cai?
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Você sabia que...
  • ...e a vagina também?

Outro contratempo também muito conhecido é a característica fraqueza geral após o tratamento. Pois é, acho que não faz muito sentido a pessoa ser bombardeada de prótons energizados apenas para matar algumas células doentes e sair fraco e cambaleando feito um tiozão que acabou de sair de um boteco em uma noite de domingo; mas é o que temos nesta época. Diversos relatos apontam que literalmente nada pára no estômago da pessoa: se respirar, vomita o vento. Outro efeito comum é a diarreia de merda verde, já que os intestinos da pessoa sofrem um reboot.

E por último, o sistema imunológico também é afetado principalmente em casos de leucemia ou câncer na medula. Por isso, deve-se evitar ao máximo o contato do paciente com o mundo exterior, já que o mais leve resfriado pode enviá-lo para as chamas do inferno.

Eficácia[editar]

...e a pessoa nunca mais foi vista.

O tratamento por quimiorradioterapia costuma ter eficácia de m³, já que obviamente é um processo que mata tecido humano, trazendo os já citados efeitinhos colaterais nada confortáveis. Algumas pessoas conseguem curar-se totalmente após tratamento intensivo, mas não é comprovado que a quimiorradioterapia tenha mais resultados que uma boa macumba braba bem-rezada. De qualquer modo, a precisão e a objetividade do método vêm evoluindo ao longo das décadas, o que pode significar um aumento nos casos de total recuperação e desemprego em massa das tias de terreiros.

Ibagens[editar]