Ratonhnhaké:ton

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Aveline de Grandpré sobre Ratonhnhaké:ton


Ratonhnhaké:ton, mais popularmente conhecido pelo seu nome americanizado de Connor Kenway, é o terceiro assassino principal presente na linhagem de Desmond Miles, e assim como Aveline de Grandpré, é um personagem criado para quebrar todo tipo de tabus, já que o mesmo é na verdade o único personagem indígena da série, o que irritou muitos americanos que ainda se recusam a aceitar a igualdade entre os mais diversos povos (o que não é muita surpresa, já que para um habitante dos EUA, só existem norte-americanos povoando o mundo e o resto é gentalha). O personagem protagonizou Assassin's Creed 3, que se passou durante a Revolução Americana. Novas notícias sugerem que o próximo jogo continue a ser com Connor, e outras notícias sugerem que o próximo jogo será em algum lugar da América do Sul, possivelmente no Brasil. Se esse for mesmo o caso, é provável que Connor se dirija de navio até o Brasil num futuro próximo, onde seus principais alvos seriam traficantes, políticos e anacondas, com uma possível ajudinha de Blanka.

Características[editar]

Ratonhnhaké:ton ao avistar sua presa vítima.

Connor, como todo índio à la Nightwolf, apresenta-se com um forte senso de heroísmo e honra, e como todo índio fictício, é do tipo que luta para proteger a sua aldeia. Em condições normais, os índios costumam lutar apenas contra homens brancos. Nesse caso, foi unido o útil ao agradável: para quebrar aquele tabu de que o herói é um branquelo sem graça e clichê, esse posto passou a ser ocupado por um índio nativo americano, e os branquelos sem graça clichês foram reduzidos a meros inimigos. Pra completar, além de inimigos, os mesmos foram transformados em templários, que são os maiores perdedores de toda a série Assassin's Creed. De qualquer forma, podemos dizer que o Connor só se tornou assassino para meter porrada em europeus de forma geral, colonos britânicos e templários americanos, sendo seu principal inimigo Chucky Charles Lee.

Como quase todo assassino da linhagem de Desmond, em algumas ocasiões, mais precisamente só na sua infância, Connor demonstra-se arrogante, impaciente e chato, provando que aquilo estava mesmo no sangue, a começar por Altaïr. Porém, é só impressão mesmo, já que o próprio Achilles Davenport, seu mestre, o descreve como humilde e por vezes ingênuo (o que de certa forma é contraditório, dada a ancestralidade e algumas impressões que ele deixa). Apesar de seu nome ser Ratonhnhaké:ton, devido a difícil pronúncia, teve de adotar um pseudônimo aleatório e americano para que os outros assassinos (que em sua maioria eram italianos, árabes ou também estadunidenses) pudessem chamá-lo sem errar, já que o inglês já era linguagem oficial do mundo desde aquela época.

Connor sempre quis ser um pajé, seguindo os passos do seu maior exemplo e maior heroi, Nightwolf, que também era o chefe de sua tribo. Em vista disso, sua vida romântica é tremendamente escassa, apesar da troca de olhares com algumas índias encalhadas que costumavam se apaixonar por ele volta e meia. Connor, assim como todos os assassinos, é um grande mestre em Le Parkour, alpinismo e técnicas ninjas. O que proporciona larga vantagem à Connor, é que o mesmo é além de tudo, mestre nas técnicas indígenas ensinadas em sua tribo. Ou seja, além de portar a clássica Hidden Blade e ser um grande atirador de elite, Connor ainda é mestre na luta com machadinhas, lanças e arco e flechas, tem grande conhecimento das mais variadas armadilhas de caça mortíferas existentes, e tem uma razoavelmente grande noção de sobrevivência na selva e em ambientes remotos.

História[editar]

Filho de um templário tomador de chá com uma índia nativa americana, Ratonhnhaké:ton foi abandonado ainda criança pelo seu pai, e foi criado em sua tribo pela sua mãe com a ajuda do pajé, que a ajudava a colocá-lo na linha quando o mesmo pintava o 7. Durante toda sua infância, ficou conhecido por ser um índio muito travesso, pois ao lado de seus comparsas amigos da mesma tribo, quebrava os vidros da vizinhança toda sempre que podia, com a famosa brincadeirinha de arremessar um aviãozinho de papel nas árvores de propósito só para depois ficar lançando pedras para derrubá-lo de lá.

Connor quando era um pirralho bagunceiro ao lado sua mãe.

Sua infância, apesar disso, não era das melhores. Por ser um integrante de uma tribo indígena, constantemente tinha de lutar ao lado de sua tribo contra os colonos britânicos, que invadiam as terras de sua tribo e atacavam violentamente os nativos. Inúmeras batalhas sangrentas tiveram seu início entre ambos os grupos, e como os britânicos tinham à sua disposição armas de fogo e todo o tipo de aparato mortal contra míseras lanças feitas de bambu dos índios, é óbvio que os colonos em sua maioria saíam vitoriosos das batalhas. E os ataques eram muito recorrentes, já que os colonos, por não terem mais nada de importante para fazer, sempre acabavam descontando seu tédio nos nativos, organizando os mais variados ataques.

Certo dia, Ratonhnhaké:ton foi enviado por sua mãe até a floresta, onde deveria colher ervas medicinais e levar até a aldeia, onde serviriam como matéria-base para a criação de remédios e curas contra ferimentos, DST's e malária. Enquanto colhia zangadamente as ervas, já que tinha coisas mais divertidas para fazer do que ficar o dia inteiro no meio do mato catando capim enquanto era exposto ao mosquito da dengue, o jovem índio vê algos e mexendo numa moita ali perto. Pensando na possibilidade de ser um urso ou um javali, o índio se aproxima com uma pedra em cada mão para golpear o animal. Para sua surpresa, quandos e aproxima mais, se depara na verdade com um templário, que estava ali escondido com um pacote de maconha enquanto dava um tapa na pantera. O templário, conhecido como Charles Lee então ameaçou Ratonhnhaké:ton, dizendo que se o mesmo fofocasse por aí ele seria chicoteado até a Morte, uma vez que maconha era considerada pelos colonos e templários como coisa de "selvagens não-civilizados", grupo no qual estavam inclusos índios e afrodescendentes na concepção dos mesmos.

Ratonhnhaké:ton tendo alucinações após forçadamente ter ingerido toda aquela maconha.

Ratonhnhaké:ton recusou-se a acatar as ordens de Charles Lee, que irritado aplicou-lhe um Madruga's Crush-A-Head's Obliteraition. Além disso, para mostrar para o jovem que não estava de brincadeira, Charles Lee ainda pegou um pouco de toda aquela maconha e enfiou goela abaixo no jovem, fazendo-o ficar doidão de ácido. O jovem Ratonnhnhaké:ton então teve de voltar para casa naquele estado catastrófico. Quando sua mãe o viu, o índio levou uma coça divina dupla: primeiro por ter voltado para casa completamente chapado, segundo por ter se esquecido de trazer as ervas medicinais que ela tinha ordenado que o mesmo trouxesse. Daquele dia em diante, o índio jurou que se vingaria de Charles Lee pela tremenda surra que levou de sua mãe por culpa do mesmo.

Quando voltou a si, Ratonhnhaké:ton nem perdeu tempo, e imediatamente já foi dando com a língua nos dentes e contando de todo o ocorrido na floresta para todos os habitantes de sua tribo. Como os indígenas às vezes costumavam comprar no mercadinho da esquina madeira para confeccionar seus cachimbos da paz, a notícia foi repassada para os comerciantes, e rapidamente se espalhou por todo o país. Quando inevitavelmente as fofoca informações em questão chegar ao conhecimento dos templários e colonos, Charles Lee Ray imediatamente virou alvo de chacotas e piadinhas desgraçadas sem graça. Puto por ter pago o mico do ano, Charles Lee rapidamente deduziu que o índio linguarudo contou do ocorrido pra todo mundo. Na manhã seguinte,um grupo de traficantes munidos de lança-chamas atacaram a aldeia de Ratonhnhaké:ton, devido a grande concorrência entre os dois grupos na busca por ervas. Quando o índio chegou, após ter ficado a madrugada toda colhendo trigo como forma de castigo por ter chegado chapado em casa dias antes, deparou-se com sua aldeia em chamas e completamente destruída, e deduziu que tudo só podia ser obra de Charles Lee.

Daquele dia em diante, Ratonhnhaké:ton decidiu que iria se tornar um grande guerreiro para defender seu povo e se vingar dos templários que ousarem se meter contra. Para a sorte do jovem, tinham acabado de abrir as inscrições para aprendiz de assassino, e o índio, vendo naquela uma ótima oportunidade para se tornar um exímio matador silencioso, resolveu participar. Conseguiu passar nas provas de admissão nas aulas, e após entrar em contato com o professor Achilles Davenport, conhecido pelas redondezas como Tio Barnabé, que aceitou treiná-lo e fazer do mesmo um de seus aprendizes.

Primeiros anos na Ordem[editar]

Ratonhnhaké:ton mendigando ajuda para Tio Barnabé.

Antes de ingressar definitivamente na Ordem dos Assassinos, como era um costume de sua tribo, Ratonhnhaké:ton levou seus resultados que mostravam que o mesmo tinha sido aprovado até a macumbeira a "Mãe Velha" da tribo, para se certificar se aquele de fato era o caminho. A vovó então lhe mostrou uma bola de cristal mostrando seu futuro e passado, e em seguida, após conjurar umas palavras muito semelhante às usadas nos rituais de voodoo, foi possuída pelo espírito de Hera, que foi rebaixada de deusa à um mero demônio, que lhe passou a mensagem de que o jovem tinha futuro no ramo.

O jovem então se dirigiu até seu mestre, Achilles Davenport. Vale ressaltar que antes de o velho aceitar treinar o jovem, mesmo ele tendo passado no vestibular para o curso de Assassino, o velho, teimoso feito uma mula, recusou-se inúmeras vezes a aceitar ter mais um aluno, pois aquele estorvo não lhe permitiria seguir com sua pescaria em paz. O jovem já tentou invadir a varanda e pular a janela, mas nem isso fez com que Tio Barnabé Achilles aceitasse treiná-lo de início. Ratonhnhaké:ton chegou inclusive, a ficar uma semana inteira dormindo no estábulo onde encontravam-se os cavalos de Achilles, para só então o velho aceitar treiná-lo. É claro, depois de jogá-lo num chuveiro...

No primeiro dia de treinamento, a primeira coisa que Achilles fez foi mudar o nome complicadamente complicado de Ratonhnhanké:ton no cartório, que passou a ser Connor Kenway. Em seguida, Achilles apresentou Connor aos seus aposentos: um luxuoso porão sujo cheio de baratas, aranhas e morcegos. Logo, os treinamentos finalmente iniciaram-se. Achilles via no garoto muito potencial, já que o jovem já manejava habilidosamente muitas armas indígenas. Logo, ensinou ao mesmo as técnicas mais ocultas do Le Parkour e concedeu-lhe uma Hidden Blade, que passaria a desempenhar um papel fundamental em sua vida como assassino. Em pouco tempo, Connor tornou-se um dos 4 lendários assassinos e teve uma estátua em sua homenagem construída e colocada na sala principal da sede dos assassinos, ao lado dos bustos de Altaïr, Ezio Auditore da Firenze e Aveline de Grandpré.

Achilles apresentando para Connor seus luxuosos aposentos dignos de um príncipe no porão de sua casa.

Na década de 1970, um meteorito atingiu a mansão de Achilles. Logo, o mesmo convidou Connor para acompanhá-lo até a cidade de Boston para comprar um telhado novo, já que era dia de promoção e os descontos iam até 50%. O velho acreditava que, já que Connor ainda estava em treinamento, precisava conhecer as casas e construções que no futuro ele teria que aprender a escalar na marra, por isso o convidou. Connor obviamente ficou impressionado com a medíocre e trivial vida dos habitantes da cidade, e ficou muito feliz por ser um índio e ter nascido no meio do mato conhecer o lugar, além do fato de que ele ficava lançando olhares de raiva curiosidade para todos os habitantes do local.

Após comprar, Achilles e Connor deparam-se com uma multidão tumultuosa, na qual os habitantes daquela cidade conhecida como Boston, com tochas, tridentes e enxadas, exigiam que os soldados britânicos (em sua maioria templários) saissem de sua cidade, pois já estavam cansados de serem obrigados a tomar chá todos os dias exatamente às 17h00min, ainda mais chá preto. Foi então que deu-se início a uma sangrenta batalha na qual os habitantes da cidade foram massacrados após queimarem todo o chá que os britânicos estocavam no lugar. Os templários tiveram conhecimento de Connor e passaram a persegui-lo por toda a cidade, até que ele encontrou uma passagem secreta do lado de um banheiro público ali perto e conseguiu escapar para a floresta.

Enquanto Connor era perseguido, Achilles saia de fininho de toda aquela confusão. Quando Connor retornou à mansão, começou a xingar o velho por ter escapado e deixado ele lá no meio do tiroteio. Em sua defesa, Achilles disse que não podia ficar lá por que já estava na hora de tomar seu remédio para pressão alta. Além do mais, a experiência valeu mais que um dia de treinamento, até pelo fato de que poupava o velho de se estressar com o jovem rebelde. Para compensar, Achilles deu para Connor uma Hidden Blade personalizada, em cores labareda e com o nome da tribo de Connor.

Fundação de Homestead[editar]

Quando voltou de Boston, a primeira coisa que Connor fez foi se dirigir até seu luxuoso porão e cair quase que nocauteado pelo cansaço na cama do lugar, afinal, teve de fazer das tripas coração para conseguir escapar dos templários por toda Boston. Porém, antes que tivesse chance de tirar seu merecido cochilo, um mendigo bate na janela da casa de Achilles. O mendigo era amigo de um outro mendigo, que devido a bebedeira acabou caindo no rio ali perto, e precisava de ajuda para salvá-lo, já que ele lhe devia 1 real, e com essa grana ele poderia comprar uma coxinha na padaria da esquina. Como Achilles era um velhote sem a coordenação motora que tinha em sua época de ouro, sobrou para o índio saltar no rio, lutar com alguns crocodilos e salvar o mendigo de ser levado pela corrente de água.

Achilles ensinando Connor à aprovar ou vetar leis para quando o mesmo se tornar o seu substituto na prefeitura de Homestead.

Porém, os dois mendigos não foram sempre mendigos. Eles eram na verdade madereiros que se submeteram a essa vida após sua empresa no Canadá ter falido. Então, viram no pedido de esmola a melhor maneira de conseguir o pão de cada dia para ganhar dinheiro para sustentar suas respectivas famílias, que inclusive habitavam uma caverna onde dividiam o dormitório com ursos hibernantes, já que nem casa eles tinham. Então Achilles propôs uma solução: se os mendigos trabalhassem para ele em sua propriedade, construindo móveis sempre que ele precisasse, eles e sua família seriam pagos mensalmente, e de sobra, poderiam construir suas casas em sua propriedade, já que o velho era um ricaço com terras de sobra.

Com o tempo, inúmeros outros mendigos e andarilhos foram chegando até a propriedade, cada um com suas especialidades, e Achilles foi oferecendo à todos eles moradias e dinheiro. Em pouco tempo, o lugar já tinha praticamente se transformado em uma cidade. Com a ajuda dos habitantes da nova cidade, Achilles construiu um grande muro de madeira para isolá-los do resto do mundo, até porque, já tinha gente demais e ele não queria mais parasitas mendigos se estabelecendo em suas terras. Achilles então se auto-proclamou o prefeito daquela pequena cidade, e Connor foi promovido à vice-prefeito. Após isso Achilles parou de pagar os habitantes da cidade, e forneceu aos mesmos uma razoável quantidade de terra para cada, onde eles poderiam trabalhar na agricultura e na pecuária e arranjar seu dinheiro por si mesmos.

Início da Guerra[editar]

Após ter conhecimento da cidade de Homestead e descobrir que Connor encontrava-se lá, um índio da mesma tribo de Connor, que icnlusive era seu amigo de infância, veio desesperado ao encontro do mesmo para avisar que sua tribo estava em perigo. Dea cordo com o índio, os templários e colonos britânicos estavam organizando a maior rave da América, conhecida como Festa do Chá de Boston. Nesta rave, que começaria exatamente às 17h00min, os britânicos do país todo se reuniriam e encheriam a cara de chá até ficarem bêbados e começarem a ter alucinações. Porém, os resto desse chá todo que sobraria, de acordo com o índio, seria despejado na floresta, e contaminaria os rios e a aldeia, obrigando todo mundo a ingerir aquela monstruosa bebida conhecida como "chá preto".

Connor marcando sua presença na Festa do Chá de Boston, prestes a se livrar de todo o carregamento de chá dos templários ingleses ao lado de dois comparsas.

Imediatamente Connor comunica ao seu mestre que iria até Boston para acabar coma festa antes que seja tarde demais para a floresta e para sua tribo. Achilles, orgulhoso por aquela ser uma nobre e altruísta atitude, finalmente entrega para o índio o capuz de assassino, o qual ele usaria até os últimos dias de sua vida. Connor então se dirige até um navio pirata que tinha acabado de se instalar no porto mais próximo, e após assassinar o Seu Madruga Capitão Alma Negra, torna-se o novo capitão do navio, e parte rumo à cidade para impedir a festa dos templários e por conseguinte, o trágico fim de sua tribo nas garras de todo aquele chá.

Chegando lá, Connor já colocou seu plano em ação. Como a festa já estava em andamento, o primeiro passo de Connor deveria ser o de impedir que mais estoque de chá chegasse até o local. Connor entãos e dirigiu até a sede da Ordem dos Plantadores de Chá, que era o local onde se cultivavam os mais variados chás, muitos deles culturas adaptadas dos chineses. Lá, o índio batizou a água que era usada para regar as plantas com uma mistura ensinada na sua tribo, que consistia na mescla de folhas de maconha com batracotoxinas de sapos negros venenosos. Depois, regou todas as plantas do lugar, que até o dia seguinte, já estariam completamente mortas.

Em seguida, Connor se escondeu no caminhão que seria responsável por levar o pouco chá que sobrou para a festa e abastecer todos os galões de lá. No meio do caminho, o índio assassinou o motorista do caminhão e saltou do transporte, que pro sua vez caiu num penhasco ali perto e foi destruído numa grande explosão. Por fim, se dirigiu até a festa em si, e lá, enquanto ninguém percebia, destruiu todos os galões de chá restantes, cortando assim todo o suprimento da bebida dos templários. Assim que os mesmos descobriram o plano de Connor e se deram conta de que haviam ficado sem sua renomada bebida, eles imediatamente declararam guerra tanto aos assassinos, por terem mandado sua diversão para o brejo; como ao Estado, por ter permitido que aquilo acontecesse.

Aliança com a presidência[editar]

Um ano após o ocorrido, a Revolução Americana já encontrava bastante avançada. Enquanto índios, escravos e assassinos trabalhavam juntos; templários e colonos britânicos haviam selado inúmeras alianças. Até então, Connor ainda não estava em campo de batalha, pois tinha pego merecidas férias pelos eu trabalho. Certo dia, Connor encontrava-se deitado na numa rede na varanda de sua casa, acompanhado de uma boa água de coco, até que um anônimo se dirige até Connor, pedindo ajuda na batalha. Connor de início não queria aceitar ajudar aquele pobre infeliz, pois queria aproveitar seu descanso antes de voltar ao seu trabalho esgotante. Porém, o índio só aceita ao descobrir que John Pitcairn, o responsável por um ano antes quase ter despejado todo o chá na floresta, visto que ele é que tinha sido a mente brilhante responsável por dar aquela ideia.

Connor e George Washington olhando com cara de bocós para o nada após terem se esquecido completamente de suas falas.

Como Connor queria dar um jeito de uma vez por todas no desgraçado, antes que o mesmo pusesse em ação mais um de seus planos malignos de poluição na base de chá. Como seria inviável partir até o lugar por terra firme, já que em todo santo lugar havia mais tiroteio do que em favela carioca, Connor optou por partir de navio para não acabar sendo vpitima de alguma bala perdida. Como até chegar ao seu destino não queria se envolver em qualquer tipo de pancadaria batalha, chamou aproximadamente 100 mendigos para fazer volume no navio e não levantar qualquer suspeita por estar velejando sozinho, já que a guerra também se estendia ao mar.

Chegando em seu destino, Connor foi rapidamente apresentado à tropa da qual faria parte, que para sua surpresa, seria liderada por ninguém mais ninguém menos que George Washington, que tinha saído escondido da casa presidencial para participar da guerra e lembrar dos seus tempos áureos de general do exército, quando não tinha que se preocupar com uma porrada de corrupções e falcatruas leis colocadas aos montes sobre sua mesa esperando por 20 assinaturas em cada página. Connor aceitou trabalhar ao lado de Washingotn por que de todos, ele era o único que pregava uma doutrina de liberdade e também o menos envolvido em escândalos políticos de sua época.

Sabendo dos ideais de Washington, os templários, putos da vida pelo mesmo estar trabalhando com os assassinos, passaram a tramar contra ele. Foi então que armaram uam embsocada: a ideia seria esperar o veículo de Washington passar por uma estrada próxima a um desfiladeiro, e explodir o caminho na abse de dinamite com a ajuda dos terroristas com os quais os mesmos mantinha fortes relações comerciais. Para a infelicidade dos mesmos, Connor escutava sorrateiramente sua conversa atrás de um pé de amora, no qual tinha parado para colher algumas frutas e levar para a casa para fazer uam geleia. Logo, Connor avisou que seria melhor Washington se dirigir até o local das batalhas de navio. Enquanto Washington seguia o conselho do índio, Connor se dirigia até um grupo de templários que estava acampado no alto da montanha para pôr em prática o complô contra o presidente e assassinou todos eles, jogando seus corpos no mar para virarem isca de tubarão.

Caçando os templários[editar]

Saltando para a morte vitória!

Após a tentativa de assassinato contra o presidente por parte dos templários, Connor decidiu que já estava definitivamente na hora de pôr um basta naquilo, e passou a caçar os templários um à um, como se fossem animais selvagens. O primeiro chamado para Connor veio da costa de Nantucket. Um velho marinheiro conhecido como Ahab, que andava sobre uma perna de pau após ter tido sua perna verdadeiro devorada por uma baleia possuída pelo Capeta, mandou chamar Connor ao ter seu navio, que ainda estava na terceira prestação, roubado por templários que tinham sido esquecidos pelo seu exército e deixados para trás. Connor então compra um Jet Ski com um comerciante espanhol conhecido como Merchant, e rapidamente alcança o navio.

Connor indo para casa após terminado o serviço.

Chegando lá, Connor percebe que iria enfrentar um desafio muito maior do que o esperado, pois na verdade o mesmo era comandado por dois templários mestres na arte da pirataria: Capitão Nicholas Biddle e Capitão King K. Rool. Então, após todos so templários inúteis que acompanhavam os dois terem sido assassinados, dá- se o início a um dos mais acirrados duelos em alto mar de que se tem notícia. Nicholas Biddle era um mestre espadachim na arte da esgrima, e King K. Rool era um mestre atirador na arte do manejo de armas de fogo. Após uma sangrenta batalha, Connor consegue vencer os dois. Primeiro, acaba arremessando K. Rool ao mar com um gancho logo abaixo do queixo em um momento momento de distração do mesmo, que cai na água e acaba virando comida de tubarões. Por fim, fere Biddle mortalmente com um golpe básico aprendido na Academia para Novos Assassinos, jogando sua carcaça na beira da praia.

Após o ocorrido, Connor passa a ir de cidade em cidade assassinando todos os templários que encontra pelo caminho. Connor fica surpreso com a quantidade tremenda de templários que encontra, e também, coma s peculiaridade sde cada um. Assim como os maçons, os mesmos encontravam-se distribuidos nas mais variadas áreas, e iam de palhaços desempregados até especialistas em cantorias de Ópera italiana e austríaca. Após certificar-se de que cerca de 90% dos inimigos tinham sido assassinados, Connor finalmente parte em busca de seu maior alvo: Chucky Charles Lee.

Connor até então nunca superou a sacanagem que Lee lhe aprontou quando o índio era criança, pois guardava ems eu traseiro a marca das palmadas de sua mãe até então. Sua vontade de matar lee só aumentou quando Achilles, pouco antes de forjar sua morte e se mudar para uma casa de praia onde poderia pescar em paz sem que ninguém viesse lhe torrar a paciência; disse que o mesmo precisava morrer imediatamente. Connor então passa a investigar o paradeiro de Lee, e descobre que o mesmo partiria rumo ao coração das batalhas da Revolução Americana de navio.

Connor, de costume embarca no navio, e para a sua surpresa, quem ele encontra não é Charles Lee, e sim Haytham Kenway. Após mais um longo duelo, Connor finalmente vence Haytham metendo-lhe um golpe no meio da garganta, que morreu após dizer suas últimas palavras: "Connor, eu sou sei pai!". Connor então raspa a cabeça em homenagem a um dos primeiros pajés de sua tribo - Tio Chico -, e parte em busca de Charles Lee. Ao ficar sabendo que Connor estava à caminho, Charles Lee nem eprde tempo e sai abandona às pressas a guerra, se escondendo nos becos de Boston. Connor então finalmente o encontra, e após mais uma batalha, finalmente mata Charles Lee e conclui sua vingança de anos. Após isso, Connor volta para Homestead, onde se torna o novo prefeito da cidade e funda o Centro de Ensino da Crença dos Assassinos Cachimbo da Paz (CECACP), onde passou a ser o novo tutor responsável por ingressar jovens crianças na Ordem dos Assassinos.

Ver também[editar]

v d e h
Assassins-Creed-logo.jpg