Rinko Kikuchi

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Melhor.gif PERIGO: ESTE ARTIGO É SOBRE UMA FALSA GOSTOSA!

Rinko Kikuchi usa e abusa de Photoshop, maquiagem e propaganda, faz lipo
com frequência, pode ter silicone na bunda e botox na cara.

Mesmo assim, você ainda acha que ela é gostosa!

菊地 凛子
Rinko kikuchi.jpg
Sósia da Dilma Rousseff
Nascimento 26 de janeiro de 1981
Bandeira do Japão Japão
Ocupação atriz

Cquote1.png Sua intenção era pesquisar: Rukia Kuchiki Cquote2.png
Google dando uma de adivinho com a pesquisa de Rinko Kikuchi

Yuriko "Rinko" Kikuchi é uma atriz japonesa que ficou conhecida internacionalmente em 2006 pelo seu papel de Chieko Wataya no premiado filme dramático hollywoodiano Babel, em que aparece nua e serviu de inspiração para muitos punheteiros míopes que consideram-na gostosa.

Infância[editar]

Rinko Kikuchi se divertindo na sua intimidade.

Nasceu em Hadano, Kanagawa, sendo a caçula de três filhos. Teve uma infância normal, igual à de todas as demais garotinhas japonesas, sendo uma loli que era frequentemente estuprada por tentáculos hentai e objeto de desejo de inúmeros tiozões japas tarados sem escrúpulos. Por estar desde criança acostumada a ser vítima de tentaculofilia, Rinko Kikuchi sempre foi uma jovem muito desinibida e sem vergonha de exibir-se pelada por aí, o que futuramente viria a ajudar muito em sua carreira de atriz, já que grande parte de seus filmes incluem cenas de sexo explícito. Ou seja, sua buceta cabeluda é mais conhecida entre os nipônicos do que a de muita AV idol por aí, já que os filmes pornôs japoneses ainda têm mania de censurar as genitálias de seu elenco.

Foi descoberta artisticamente em 1999, aos 15 anos de idade. Contrariando a maior parte das adolescentes japonesas, sua estreia não foi como gravure idol, mas direto como atriz. Isto porque, nessa época, Rinko não era muito feminina e parecia mais um moleque arruaceiro, tendo um estilo bem tomboy. Ao invés de brincar de boneca e usar maquiagem, ela preferia fingir que era um samurai e dilacerar inocentemente seus amiguinhos usando uma katana. Como é relativamente alta (1,69 m) para uma japonesa, nunca precisou usar salto alto, o que também facilitava para que praticasse esportes radicais como motociclismo e equitação. Nas horas vagas, também mantinha relações sexuais com os cavalos em que montava, invertendo os papéis e deixando que eles montassem nela.

Carreira[editar]

Rinko e seu novo visual paty loira oxigenada.

Sua estreia profissional é oficialmente apontada com o filme Will to Live, já que este teve distribuição internacional e foi exibido em festivais de cinema fora do Japão, mas na verdade ela começou atuando como figurante em School of Ghost Stories, um filmeco de terror infantojuvenil produzido em 1997 seguindo a mesma linha de Goosebumps e similares. Porém, essa bagaça era tão ruim que a própria Rinko Kikuchi prefere ignorar e fingir que nunca participou daquilo.

Ao longo dos anos, Rinko atuou em mais uma porrada de filmes, séries de televisão e peças de teatro, sendo que obviamente a maioria esmagadora de seus trabalhos até então era conhecida somente entre o público japonês, salvo um ou outro nerd ocidental que fica catando essas bizarrices enlatadas para baixar ilegalmente via internet. A grande chance de brilhar mundialmente chegou em 2006, quando foi aleatoriamente convidada pelo diretor Alejandro González Iñárritu para atuar em seu filme Babel. Como não sabia falar inglês direito e até hoje ainda não sabe, criaram para ela uma personagem surda e muda, que poderia tranquilamente ter sido interpretada por qualquer outra atriz de fisionomia asiática, sem que precisasse ser uma japonesa nativa para isto. Mas como o politicamente correto estava começando a se instalar em Hollywood, e o próprio Alejandro não é natural dos Estados Unidos, foram abertas vagas de elenco para atores de tudo quanto era canto do mundo.

Sua atuação em Babel rendeu-lhe indicações a inúmeros prêmios, incluindo o Oscar e o Globo de Ouro de melhor atriz coadjuvante, ambos perdidos para Jennifer Hudson, pois as cotas de premiações para negros estavam mais em alta do que as para asiáticos. Mesmo assim, Rinko entrou para a história do cinema mundial por ter sido a primeira japonesa indicada ao Oscar em 50 anos, e uma das oito personalidades asiáticas que concorreram ao longo de toda a existência da premiação. Também foi a quinta atriz até então nomeada por um papel em que sua personagem entra muda e sai calada.

Prêmios[editar]

Rinko recebendo o prêmio Vibrador de Ouro por esse filme.

Todos eles recebidos em 2006 por sua atuação em Babel:

  • Gotham Awards: atriz mais inovadora a interpretar uma parceira do Batman
  • National Board of Review: melhor desempenho sexual feminino
  • Austin Film Criticas Association: melhor atriz coadjuvante esquecível
  • Chicago Films Critic Association Awards: artista mais promissora a mostrar os peitos

Vida pessoal[editar]

Rinko Kikuchi casou-se em 31 de dezembro de 2014 com o ator de bilau pequeno Shōta Sometani. Em outubro de 2016, Rinko pariu o primeiro e até agora único filho do casal. O casamento até que tem durado, se for levado em consideração o fato de que Rinko transa mais com outros atores do que com o próprio marido. Aliás, ela mal vê sua família atualmente, pois desde que atuou em Babel, sua carreira se dividiu entre Japão e Estados Unidos, e sua presença em filmes hollywoodianos tornou-se cada vez mais requisitada. Claro, ela sempre é escalada para interpretar papéis genéricos que ressaltam o estereótipo que os ocidentais têm em relação aos asiáticos, e como para a gente eles são todos iguais, ninguém percebe e tampouco tem interesse em saber quem é aquela japinha atuando.

Rinko é muito discreta em relação à sua vida pessoal, e detesta divulgar detalhes sobre a mesma por aí. Para despistar a mídia curiosa, ela às vezes identifica-se fora das câmeras usando seu nome verdadeiro, Yuriko Kikuchi, pois existe uma dançarina com este mesmo nome e isso facilita na hora de despistar os repórteres, que ficam sem saber quem é quem.