Rio Doce (Olinda)

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Band PE.jpg Oxe, mô véi! Ess'artigo foi'xxxcrito por um cabra pernambucano arretado da porra, visse?
Goxxxtasse não foi, abestalhado?! Vátilaxxxcá, seu fi di rapariga!! Bicho tabacudo do carai!!!
Tái feito baiano, é?!
Um Exemplo da beleza faceira das mulheres de Rio Doce

Cquote1.png Experimente também: Morar em outro lugar Cquote2.png
Sugestão do Google para Rio Doce (Olinda)
Cquote1.png Você quis dizer: Carro de Boi Cquote2.png
Google sobre Ônibus de Rio Doce
Cquote1.png Sempre quis conhecer essa ilha Cquote2.png
Carla Perez sobre sobre Rio doce
Cquote1.png É Maranguape ou Bultrins??? Cquote2.png
Analfabeto sobre Plaquinha infinitesimal do busão Paulista/Rio Doce
Cquote1.png Prefiro não comentar. Cquote2.png
Parenta sobre você morar em Rio Doce
Cquote1.png Sempre com você antes e depois das eleições (mas principalmente antes). Cquote2.png
Vereador Biai sobre Eleitores de Rio Doce
Cquote1.png Uh Rio doce aê, Uh Rio doce aê. Cquote2.png
Galeroso em qualquer lugar de Pernambuco possível e imaginável sobre Rio Doce
Cquote1.png Vai passando o sorveteiro, é o sorveteiro barateiro, dez bolas de sorvete por um real, traga a vasilha, traga a vasilha. É sorvete saboroso, sorvete delicioso, é uma delííííícia de sorvete! Dez bolas de sorvete por um real, traga a vasilha. Cquote2.png
Sorveteiro barateiro sobre Meninos catarrentos pobres de Rio Doce

Localização Geográfica[editar]

Rio Doce trata-se do último bairro da cidade de Olinda (ou o primeiro, pra quem vem de alguns bairros de Paulista pra Olinda, mas como ninguém de Pernambuco se importa realmente com Paulista e sim com Recife, o bairro é o último e acabou-se). Como o vento faz a volta no Campo de Biai Campo do Onze Feira da Sulanca, não se nota a presença de vento algum em lugares como a Campo do Pelé Vila Olímpica Espaço Criança Esperança, Maranguape, Janga e Paulista (bairros independentes), por isso o bairro é um calor do cacete.

História[editar]

Rio Doce nasceu como populacho no início do século XX. A maioria da turminha que colonizou, imigrou e colonizou para lá vinha do sertão de Pernambuco, Paraíba e Alagoas, tornando o lugar digno da alcunha de "sertãozinho de Olinda", termo que até hoje faz sentido, quando qualquer um chega lá vê que só tem dois bancos, uns 3 supermercados ou 4 as vezes, de noite é uma escuridão do breu, e de dia nem na praia se escapa do calor, além de o povo falar errado pra cacete, já sabe que é tudo matuto das brenhas mesmo.

Relevo e hidrografia[editar]

O bairro é todo irregular, saindo de uma área que fica num manguezal quase submersa no mar de Olinda, até um monte de ladeira cheia de barro das últimas etapas do bairro. O bagulho é tão sinistro que uma das formas de diferenciar as etapas que dividem o bairro são a quantidade de tempo gasto pra sair da entrada da rua pra casa (a outra é o nível de pobreza do povo de cada etapa).

Além de banhado pelo mar de Olinda, na parte conhecida como "praia de Rio Doce" ou "esgotão a céu aberto", o bairro é cortado por dois "rios": o antigo rio Doce que dá nome ao bairro, situado na segunda etapa, e o rio Fragoso, um rio que divide Jardim Rio Doce da primeira etapa e vai até o quinto dos infernos de Olinda adentro, e quando enche sai de junto, porque o Rio Doce vira MAR PODRE rapidinho.

Povo[editar]

Em Rio Doce todo mundo é feio, bicha, quenga ou crente simpático, honesto, macho, honroso e fiel ao que prega. Algo facilmente notado é que sempre que há pessoas bagulhentas menos afortunadas em termos de beleza em um ponto de ônibus, a parada esvazia-se ao sinal do primeiro Rio Doce/qualquer coisa que passar.


Transporte Desumano Urbano[editar]

Em Rio Doce no início de 2008, existiam cerca de 75,56 linhas de ônibus. Mas no mês de agosto daquele ano, todas foram substituídas pela nova linha Xambá/Rio Doce, o que é um fato totalmente inusitado, pois apenas 0,00000007% da população do bairro sabe onde fica este lugar. Este percentual corresponde ao motorista e o cobrador do ônibus. Fontes confiabilíssimas que estavam bebendo no Bar do Santa Cruz nos confidenciaram que Xambá foi aderido à Terra por alienígenas de Marte que jogaram o bairro onde anteriormente ficava o mangue (favela onde supunha-se ficar a feira do troca, maior festival concentração de muamba roubada). Atualmente, a melhor forma de se chegar aos lugares é indo de charrete, ou na lomba de uma ratazana. Caso desejar, o passageiro do ônibus (onibuseiro) pode instalar um sistema GPS que ao se aproximar da parada desejada libera um pequeno choque de 320V na coluna vertebral, acordando o passageiro singelamente e sem dores. Para garantir que o motorista vai parar, leve consigo sempre, uma escopeta, ou uma espingarda socada de pólvora. Garrafas de Baré Cola ou Frevo Guaraná também são de grande serventia.

Cultura[editar]

Remixsom e um de seus um milhão de discos feitos desde 2001, pra desespero do bairro de Rio Doce.

O bairro já foi conhecido por ser muito fã de forró pé-de-chumboserra, quando tinha a maior quadrilha junina de Olinda, o Pisa no Espinho, e também como o bairro mais roquenrol da cidade, em especial na época em que Chico Science, o músico mais famoso que viveu lá, ainda era vivo e fazia sucesso pra alegria dos antigos puxa-fumo de lá. Mas para tristeza geral de todos, nos anos 2000 um tal de Remixsom, O MELHOR DO BREGA apareceu do bairro do lado, Jardim Atlântico, e levou todos a serem dominados pelo tecnobrega, fazendo os poucos sobreviventes das eras anteriores da cultura do bairro virarem reféns dos eventos de Biai e Doca, dois vereadores de lá que vivem sendo reeleidos ad infinitum, o primeiro fazendo torneios de futebol eternos e o segundo, bem, dizem as más línguas que as más línguas que falavam mal dele não podem mais falar nada..

Divisões[editar]

O bairro é tão grande e desorganizado que qualquer um confundiria com alguma cidade de São Paulo. Assim, vamos às divisões:

  • Jardim Rio Doce: A primeira parte colonizada, fica do lado da praia, maioria metido a riquinho e viviam se autointitulando como Janga, mas como é um absurdo geográfico dizer isso e também tal bairro ficou pior que Rio Doce, hoje eles se intitulam como Casa Caiada. Um dia ainda vão se chamar de Boa Viagem, não duvidem!
  • Primeira Etapa: Uma turminha que se acha rica, mas diferente de Jardim Rio Doce, ninguém mora em nenhuma casa boa, tirando uns puxadinhos que vivem fazendo pra espiar a vida do vizinho. É a parte onde fica a feira de Rio Doce, também chamada de feira do troca do norte, em contraposição com a do sul, de Peixinhos. Cheia de quarteirões com campinhos de futebol perfeitos pra os pés de chumbo quebrarem os telhados da vizinhança inteira.
  • Segunda Etapa: Um pedaço de nada, cheio de ruas com nomes de flores, tem lá um estádio que diziam que deveria ter sido concluído antes da Copa das Confederações de 2013, para servir como estádio de treino das seleções, mas só ficou pronto em 2016 e já foi embargado mal inaugurou. Também é o local onde fica um quarteirão chamado de "céu", pois é todo feito de igrejas, cada uma de um tipo diferente e uma se dizendo mais certa que a outra. Pensando bem, tá mais pra "inferno".
  • Terceira Etapa: Aqui o lugar é cheio agora de ruas com nomes de pássaros e frutas, provando que criatividade passa longe aqui. É aqui que fica a Vila Olímpica, também chamada de "Campo do Pelé", que só apareceu lá em 1994 quando inaugurou e nunca mais. O Criança Esperança até tinha um projeto lá, mas era tanto assalto - mesmo sendo do lado da DELEGACIA do bairro - que eles fugiram pra Jaboatão, longe pra cacete de Olinda.
  • Quarta Etapa: Um monte de prédios feiosos todos pedindo pra cair a milênios, e ruas com nomes de... na verdade aqui, pior do que na primeira etapa, que as ruas são códigos (apesar que mudaram já o nome da maioria - pra desespero dos Correios), aqui as ruas são tudo NÚMEROS e nada mais. Um labirinto do caralho!
  • Quinta Etapa: Finalmente, o fim do fim do mundo. É aqui que fica o famoso terminal de integração de Rio Doce, o único de Pernambuco inteiro que o valor da passagem é mais caro do que os dos outros terminais. De resto, a maioria dos locais é tudo sitio, um matagal da porra e poeira pra todo lado. Enfim, um baita caos.

BEM-VINDO AO FIM DO MUNDO! Bem-vindo a Rio Doce!