Rise of the Tomb Raider

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Virtualgame.jpg Rise of the Tomb Raider é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, um Chefão faz mais uma vítima.


Riso da Tomb Raider
Rise of the Tomb Raider cover.jpg

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Crystal Dynamics
Publicador Square Enix
Ano 2015
Gênero Simulador de auto-defesa contra estupro
Plataformas Era pra ser um exclusivo do Xbox
Avaliação 7/10
Idade para jogar 16 (gemidos femininos insinuantes)

Cquote1.png Nada de bunda e nem peitos Cquote2.png
Jogador frustrado de Rise of the Tomb Raider que nã viu Lara Croft saindo de suas roupas de inverno

Rise of the Tomb Raider é a sequência direta do reboot de Tomb Raider lançado em 2013 tentando contar a história de uma Lara Croft menos sexualizada (entediante) num enredo bem sem graça num jogo completamente dispensável para quem tem um PlayStation 4 com Uncharted 4. O jogo se passa 90% do tempo num gulag na Sibéria, cenário este que determina o jogo como o menos favorito de toda a série Tomb Raider porque a Lara Croft passa o enredo inteiro vestindo um casaco e não é disso que fãs raiz de Tomb Raide precisam.

Controverso lançamento[editar]

Por motivos desconhecidos, Rise of the Tomb Raider foi lançado como exclusivo do Xbox, mesmo após um histórico de 10 jogos lançados nos consoles da Sony. Isso ocorreu porque a Microsoft Studios oferecera absoluto suporte na criação da continuação do remake de modo que os antigos paradigmas oferecidos pelos japoneses da Square Enix, um bando de punheteiro pervertido que se dependesse fariam o jogo com uma peituda gemendo sem parar e subindo mais escadas que o necessário (para oferecer bons ângulos aos jogadores), ao contrário disso tudo o estúdio norte-americano trouxe ao desenvolvimento do jogo o paradigma mais ocidental da visão acerca da mulher, que é o de uma figura frágil e submissa que vive apanhando mas que insiste em permanecer servil. Não a toa o jogo é uma bosta, com uma Lara Croft frágil e chorona que passa o jogo inteiro apanhando sem parar.

E tudo isso para nada, porque 1 ano depois o jogo foi lançado para PC e PlayStation 4.

Jogabilidade[editar]

Lara morrendo despreocupada, sabendo que nesse jogo o checkpoint é sempre poucos segundos antes do local da morte.

O jogo é uma pequena história interativa onde controlamos a aventureira Lara Croft e o principal elemento da jogabilidade é a habilidade exímia que ela tem em vandalizar coisas. Para tal dispõe pistolas, rifles, carabinas, flechas, picaretas e diversas tranqueiras espalhadas pelo cenário. Enquanto busca concretizar esse irresponsável objetivo, um grupo de arqueólogos fortemente armados tentará impedir essa mulher insana de continuar sua cruzada maluca em não apenas destruir ruínas do milênio retrasado, mas também violar tesouros roubando-os para si. O grande objetivo final é adquirir uma valiosíssimo artefato arqueológico denominado de "fonte divina", uma pedra capaz de garantir vida eterna a quem a possuir, e simplesmente vandalizar esse artefato divino destruindo-o sem mais nem menos. Organizações filantrópicas, ONG e até a Sociedade de Arqueologia Brasileira moverão seus exércitos para tentar deter Lara.

Enredo[editar]

Síria[editar]

Após os eventos de Tomb Raider (2013) na ilha da loucura, Lara Croft retorna para a civilização gravemente sequelada acreditando que macumba é real. Somado a isso nos é introduzido a história do pai de Lara Croft, um arqueólogo que se suicidou e morreu em desgraça por acreditar que artefatos bíblicos mágicos realmente existem. O stress deixa Lara Croft completamente maluca e ela parte numa jornada insana nas ruínas antigas da Síria determinada a vandalizar diversos sítios arqueológicos de valor histórico inestimável. Causando desmoronamentos, ateando fogo ou simplesmente crivando templos antigos em bala de espingarda, tudo em nome de honrar o nome de seu pai.

Ela está ali disposta a profanar o túmulo de um homem lendário conhecido apenas como "Profeta", e para tal não poupar esforços em causar desmoronamentos e destruir portões milenares ao vandalizar e saquear completamente uma tumba antiga. Infelizmente, porém, não há nada no túmulo do profeta, o que causa a Lara uma grande decepção pela impossibilidade de profanar um corpo mumificado de algum personagem histórico. Momento em que um grupo de arqueólogos da UNESCO aparecem para tentar deter aquela maluca, mas Lara explode tudo e consegue escapar.

Chegando ao gulag soviético[editar]

Os ângulos de câmera continuam os mesmos de sempre da série, mas o cenário na Sibéria desagradou. Nada de calças apertas ou decotes reveladores. Só grossas camisas de frio.

Lara Croft então vai para um distante gulag russo onde acredita haver mais um templo raro para vandalizar que foi escondido pelos soviéticos. É claro que ela não pode simplesmente checar a previsão meteorológica antes de escalar uma montanha congelada usando só uma picareta e uma cordinha minutos antes de uma tempestade começar. Lara acaba levada por uma avalanche, mas como ela é especialista em desafiar as leis da física (como se dependurar em bordas escorregadias de abismos e com braços bem finos conseguir escalar essas coisas na maior facilidade) ela também sobrevive à avalanche. Bastando comer um cervo e misturando cerejas com pedaços de papel ela já está curada e pronta para continuar a aventura, que basicamente consistirá em ler placas em russo, grego ou mongol enquanto caça toda uma fauna nativa, assassina agentes da UNESCO e destrói qualquer templo antigo que encontrar.

Encontro com os nativos[editar]

Lara Croft logo se encontra com um grupo de nativos que sabe falar perfeitamente o inglês mesmo morando num local isolado da Rússia, e percebendo que nenhuma aula de antropologia que ela fez respondera tal mistério, ela decide investigar mais essa tribo, fingindo ser amiga deles para conseguir obter o tesouro máximo que traz a imortalidade a quem o tocá-lo. É assim que ela conhece Jesus - que está vivo - e sua filha Sofia e entende mais dos costumes destes habitantes, que é o de passar o dia inteiro fazendo porra nenhuma.

Confronto com os bizantinos imortais[editar]

Lara então decide conhecer como é o carnaval russo, e entra numa caverna onde está ocorrendo a passeata de várias escolas de samba. O que ela não esperava é que todos aqueles passistas fossem ferozes bizantinos imortais que matam qualquer pessoa que se aproxima deles, incluindo não apenas a Lara mas todos os agentes da UNESCO que estavam ali apenas querendo estudar aquelas ruínas todas. Lara Croft, todavia, consegue com sucesso matar um monte de imortais, basicamente transformando-os em purpurina.

No final, Lara Croft consegue com sucesso completar seu grande objetivo: Vandalizar artefatos raros. Quando ao se apoderar de um cristal capaz de garantir a imortalidade, um item histórico que simplesmente comprova a Bíblia e poderia modificar a história da humanidade, sem contar todo o seu valor espiritual e histórico. Ela simplesmente o quebra como se não valesse nada, para desespero de centenas de historiadores que assistiram atônitos a esta cena e ficaram tão chocados que viraram pó.

Personagens[editar]

  • Lara Croft - Ao contrários das Laras Crofts anteriores que era uma mulher forte, sexy, invencível e independente, esta Lara Croft é só uma garotinha assustada, frágil e que apanha aos montes. O que não mudou em relação às suas versões anteriores é que ela vem de novo para um jogo completamente decidida em vandalizar das maneiras mais criativas possíveis ruínas antigas de valor histórico inestimável.
  • Jonah Maiava - Único remanescente do jogo anterior porque é um baita escravoceta. Ele realmente acredita que um dia vai conseguir comer a Lara Croft e por isso fica seguindo a garota de maneira patética.
  • Jacob - Rapaz metido a galã que na verdade é o Jesus imortal.
  • Ana - Antiga madrasta de Lara Croft que devido às suas puladas de cerca contraiu AIDS e agora está com os dias contatos. Por isso deseja adquirir o artefato da imortalidade, mas infelizmente acaba impedida por Lara, uma vândala de artefatos raros, que prefere simplesmente destruir o cristal e condenar Ana.
  • Konstantin - Irmão de Ana, chefe de um grupo de arqueólogos da UNESCO, e um vilão malvado que mata mais comparsas do que inimigos, como demonstrações de malvadeza, possui estigmas mas ninguém explica de onde surgiu aquilo. Apesar de ser malvado, é bem retardado, porque mesmo pilotando um helicóptero de guerra não consegue matar Lara Croft.
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