Rompimento de barragem em Mariana

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Cquote1.png E dizem que somos nós que vivemos nessa lama! Cquote2.png
Deputados e senadores sobre o Rompimento de barragem em Mariana
Rompimento de barragem em Mariana é a denominação dada para um audacioso projeto de extinção de pragas, pestes e outros flagelos do Sudeste brasileiro e deflagrado pela Samarco em 5 de novembro de 2015, denominado erroneamente e caluniosamente de "desastre socioambiental" por eco-chatos. Graças a esse ocorrido, a Samarco fez o favor de extinguir os caramujos que habitavam o leito do rio Doce, exterminando assim uma praga, além é claro, de adiantar em 300 anos o estrago que a humanidade faria na região, poupando mais tempo para o apocalipse.

A barragem[editar]

Distrito de Tangamandápio, onde viviam os operários da Samarco.

Nas montanhas de Mariana, num local isolado em Minas Gerais, uma empresa de pseudônimo Samarco (uma vez que a Vale S.A. tem vergonha de se identificar) começou a extrair fezes de cabra nas montanhas de Mariana para a fabricação de adubo. Tal processo de extração, todavia, não aproveita 100% do material fecal do animal, e parte do produto não utilizável (denominado de "rejeito", ou seja, algo que não presta e ninguém quer) é jogado em imensas fossas. Para maximizar os lucros, tais fossas foram projetadas por arquitetos baianos e construídas por engenheiros tangamandapianos de baixo custo.

A Barragem de Fundão foi construída com toda a tecnologia oferecida pelo Google Inc., ou seja, seus projetistas digitaram no Google "Como construir uma barragem", e a partir dali deram início ao empreendimento.

Desastre[editar]

Em 5 de novembro de 2015, a barragem de Fundão não resistiu à enorme pressão daquela lama tóxica, e se rompeu. A Samarco responsabilizou toupeiras pelo ocorrido, que escavaram na base da estrutura fragilizando-a, e com o tsunami de merda todas estas toupeiras foram pulverizadas e portanto não é possível mais encontrar suas carcaças para provar o ocorrido, precisando confiar na idoneidade e boa fé da empresa que nunca quis fazer mal a ninguém, apenas lucrar. No mesmo momento um tsunami de merda e lama desceu varrendo tudo, inclusive o pequeno vilarejo de Tangamandápio que existia por ali, inutilizando todas as suas casas.

Consequências[editar]

Estado do rio Doce, com a mesma qualidade que o rio tinha em 2010, conforme os químicos tangamandapianos que trabalham para a Samarco [1]

Além de Tangamandápio que não existe mais, que foi varrida pelos dejetos que estouraram da barragem, o rompimento da barragem gerou outras gravíssimas consequências socioambientais. Os dejetos atingiram o rio Doce, transformando-o no rio mais feio do mundo e já criando o clima e cenário perfeito para honrar as previsões do futuro distópico narrado pelo filme Blade Runner, que acontece em 2019.

Os técnicos químicos da Samarco (que também eram tangamandapianos) declararam através de laudos que aquela água marrom parecendo cocô repleta de cadáveres de peixes parecendo uma lama fétida, não era tóxica ou prejudicial para a saúde, e que as pessoas poderiam nadar no rio e beber daquela água sem maiores problemas, e que a extinção em massa de peixes, caracóis e algas foi apenas uma fatalidade. A população dos municípios de Governador Valadares, Baixo Guandu, Linhares e outros abastecidos pelo rio Doce foram forçados à seleção natural para se adaptaram e passarem a sobreviver bebendo lama, e quem não se adaptou, foi extinto.

Punições[editar]

Como estamos falando do Brasil, e não de algum país sério e comprometido, ninguém foi preso ou responsabilizado, até mesmo porque ninguém nunca soube dizer quem era presidente da Samarco, uma empresa fantasma da Vale. A única punição mais ou menos aplicada foi alguma multa bilionária, que depois de sucessivos recursos acabou sendo suspenso pelos advogados dos criminosos de gola branca[2]. E mesmo que fosse pago, no Brasil, precatórios e indenixações normalmente são utilizados para enriquecer ainda mais somente políticos e governo, enquanto o benefício obviamente não retornaria para nenhuma das regiões atingidas.

Mortes morridas[editar]

O nome fantasia da Vale ainda se eximiu das mortes causadas pela triagem natural, onde o juiz considerou que apesar de todo o cenário, iluminação e ambiente ter sido preparado pela mineradora, ela não teve culpa de que pessoas não estivessem preparadas e que com isso tivessem obtido a causa mortis e vindo a óbito. Ainda segundo a sentença do juiz, uma hora ou outra aquilo iria ocorrer, de uma forma ou de outra. Finalizando, disse que aqueles infelizes não tinham para onde correr, pois estariam ferrados de qualquer jeito, afinal, já nasceram pobres.

Referências