Rush

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Featured Ribbon.png Candidato a melhor artigo
Este artigo é candidato à lista dos melhores artigos da Desciclopédia.
Veja a página de candidatura deste artigo.
Abbey Road vazio.jpg Rush já acabou!

E tu chorou quando eles se separam, assuma!

Clique aqui pra ver os grupos que non eczisten mais.

"Homer vs. Star", o grande símbolo da banda. Sua gênese remonta ao álbum "2112" de 1976. A estrela vermelha simboliza o comunismo e o coletivismo, leia-se: o mal, ao passo que Homer, nu, simboliza o indivíduo livre e independente, o "self-made man" na expressão consagrada de Henry Clay, ou seja, o bem absoluto. Esse símbolo é amiúde mal-interpretado: alguns pensam que Homer "prega a estrela", mas Homer na realidade se ergue contra ela. Mais que uma homenagem anacrônica e profética ao desenho Os Simpsons, o símbolo "Homer vs. Star" também endossa o capitalismo e os EUA, terra natal do Rush

Cquote1.png Você quis dizer: A Santíssima Trindade do Rock Progressivo Cquote2.png
Google sobre Rush

Cquote1.png Sou mais ouvir Kiss do que esse trem esquisito aí. Aí, olha essa vozinha aguda. Que merda é essa?!? Cquote2.png
Pessoa perfeitamente normal sobre Rush
Cquote1.png É a banda que tocava na abertura do Magaiver! Cquote2.png
Alguém de mais idade sobre o Rush
Cquote1.png Que Magaiver? Cquote2.png
Moleque Retardado Jovem Curioso sobre a frase acima
Cquote1.png Eu odeio a hora do Rush Cquote2.png
Motorista estressado sobre A hora do Rush
Cquote1.png Eu adoro A Hora do Rush, com o grande Jackie Chan. Cquote2.png
Cinéfilo sobre A Hora do Rush
Cquote1.png Esta dupla da pesada vai botar pra quebrar com os vilões malvados da cidade, entrando em encrencas de arrepiar... Então prepare-se para dar altas risadas... Uma aventura eletrizante com Jackie Chan... Cquote2.png
Narrador da Sessão da Tarde sobre A Hora do Rush
Cquote1.png Que se dane o Jackie Chan e sua dupla de bosta num filme lixo! Eu vim ler sobre o grande trio composto por Geddy Lee, Alex Lifeson e Neil Peart. Pô! Cquote2.png
Fã estressado sobre esta seção
Cquote1.png Essa velha tem voz de criança! Cquote2.png
Mr Maggo sobre Geddy Lee
Cquote1.png Pai, eu sou bonito como uma borboleta? Cquote2.png
Geddy Lee para Pai de Geddy Lee
Cquote1.png Não, você é feio como um jabuti. Cquote2.png
Pai de Geddy Lee para Geddy Lee
Cquote1.png TOM HANKS!!! Cquote2.png
Todo mundo sobre Neil Peart
Cquote1.png Vocês são sem graça Cquote2.png
Os Três Patetas sobre Rush
Cquote1.png É que a gente se inspirou em vocês Cquote2.png
Rush sobre Os Três Patetas
Cquote1.png A bateria dele tem quatro bass drums, três hi-hats, 25 pratos, 16 tons e dois xilofones acoplados, tudo isso sobre uma plataforma rolante que vibra e dá pulinhos em pontos estratégicos das músicas!! Cquote2.png
Virgem Fã sobre Rush
Cquote1.png O baterista deles recebeu o Prêmio Catapim Catapum Pucutum Plaft Plaft pra melhor virada de bateria dos anos 80, pro majestoso instrumental "YYZ". Cquote2.png
Quem te perguntou, bobão Outro fã muito inteligente e dedicado sobre Rush

Rush foi uma banda de Rock Progressivo formada no extremo norte dos E.U.A (vulgo Canadá) em 1974 por três amigos que se conheceram numa viadagem viagem turística para o Suriname.

Índice

História geral da banda (um resumo para quem tem pressa)[editar]

Primeira formação do trio, com Rutsey no meio. "No meio e na frente... do jeitinho que eu gosto." Rutsey sussura para Geddy: "Ged, vão bater retrato, faz favor de esconder minha ereção, tá? Talvez não pegue muito bem...". Geddy: "Pode deixar, Rut."

No fim dos anos 60, ou comecinho dos anos 70 (ninguém se lembra muito bem), o jovem modelo Geddy Lee, internacionalmente conhecido como Geddy Lindo, decidiu viajar ao Suriname com o fito de recuperar-se de um acidente em que "um babaca invejoso da minha beleza me derrubou naquela piscina de ácido sulfúrico que eles têm na Disneylândia". Lindo decidiu procurar uma solução para sua aparência e que já se tornava um estorvo ao seu trabalho de modelo famoso internacionalmente reconhecido, presença obrigatória nas capas dos tabloides femininos e também em revistas como a G Magazine. Com a carreira em risco, Lindo sentiu pela primeira vez disposto a escrever uma letra de música, projetando um lugar na indústria pornográfica fonográfica. O resultado: "Finding My Way", ou seja, "Fodendo minha Carreira" (em português de Portugal), "Fumando meu Cachimbo" (em português brasileiro) ou ainda "Cagando pra você" (em portugalês).

A primeira formação do trio em toda a sua virilidade.

Pois é numa floresta do Suriname que Geddy Lindo encontra Neil Peart, sujeito de estranhos hábitos que ali cursava um pumtapum completo de atabaque e percussão com o chefe da tribo Nhambucá. Neil Peart pacatum era um praticante dedicado de macumba rítmica tataputapum. Sua vida era viajar pelo mundo a conhecer diversas vertentes de Filosofia e de Batuque, ler livros de todos os tipos, de Platão a Ayn Rand. Foi quando ele conheceu Lindo cantarolando sua primeira letra de música. Os dois logo perceberam que falavam a mesma língua materna: o inglês do extremo norte dos EUA, o "dialetalcanadense". Estimulados com a feliz coincidência, conversaram sobre como recuperar a aparência de Lindo, se era mesmo possível ou não com algum tipo de macumba ritmada. O chefe da tribo, mestre de Peart, Barum Tapum Baboojak, "O Bunhambim", ouviu todo o colóquio em inglês de Peart e Lindo, e entendeu praticamente tudo. Ele havia aprendido inglês com Peart em troca das aulas de atabaque. Bunhambim teve uma ideia e falou aos dois extremo-nortistas americanos: "Juntos-juntinhos, aqui-cá, todos ta-pum esperamos a noite chegar. Assim que a escuridão avançar sobre a floresta aprendiz meu Peart pipum desce porretada em Lindo batapum pra espantar os espíritos malignos thchkitahm que o enfeiam. Toda feiura advém dos thchkitahm. Escutai, portanto, meu conselho: Lindo necessita de 21 porretadas na cabeça e 12 no peito. Os thchkitahm têm medo de sangue e batuque de porretada, fogem do roxo e do inchaço, do galo tumefato. Lindo voltará a ser Lindo, se assim o fizerem. Dou palavra". Lindo pondera por algumas horas e por fim aceita a proposta um pouco a contragosto. Minutos depois, Peart prepara o porrete. "A queda do porrete", complementa o sábio Bunhambim, "deve ser consistentemente ritmada, sem nenhum espaçamento desigual entre as quedas. Do contrário, os thchkitahm podem achar graça do ritmo e, ao invés de fugirem, aglomerar-se-ão ainda mais no corpo do pobre ex-modelo".

Alex Lifeson e seu hábito de fazer caretas ao tocar, hábito que ele manterá por toda a vida.

Após 21 porretadas seguidas na cabeça de Lindo, Peart inicia as 12 no peito, de maneira sempre precisamente ritmada. "O porrete desmanchou um pouco, reduziu-se à metade do tamanho, mas deve aguentar até o final", pensa ele. Lindo dá gritinhos, pede para parar, perde a consciência. O procedimento corre às mil maravilhas, mas um fotógrafo da National Geographic, chamado Alex Lifeson, aparece do nada nu rolando montanha abaixo e derruba Peart entre a 13ª e 14ª porretada no peito, arruinando todo o procedimento prescrito por Bunhambim. Recomposto após alguns nanossegundos, Peart examina Lindo e percebe que perdeu o ritmo: e nota que o ex-modelo agora estava quase tão feio como um jabuti moído como antes, só que agora com o agravante de algumas costelas fraturadas, um nariz quebrado e cronicamente inchado, dificuldade de respirar e galos na testa. "Pô, e agora, o que fazer?", ponderam Lindo e Peart. É quando Lifeson percebe que os dois rapazes também estavam nus e falavam o mesmo dialeto extremo-nortista americano que ele, e então solta um gritinho agudo de felicidade, agarrando Lindo e Peart.

Rutsey, uma das figuras mais inexistentes misteriosas e obscuras da História do Rock. Gravou apenas o primeiro álbum com o Rush, tendo tocado alguns minutos em dois ou três shows com a banda, antes de desmaiar e ter de ser arrastado para algum lugar arejado.

Apesar do incidente e da nova aparência de Lindo, os três jovens tornam-se amigos, estimulados pela coincidência de falarem o mesmo dialeto do extremo norte dos EUA. Lifeson explicou que estava fugindo de umas formigas saúvas quando tropeçou numa rocha e começou a rolar montanha abaixo, eventualmente derrubando Peart. Lifeson ainda quebrou sua câmera Nikon no incidente. Lindo não reclamou e até pediu desculpas a Lifeson pela câmera (sem precisar). Ficava conversando muito com o fotógrafo, repousando sua cabeça nas suas coxas após as refeições, hábito que passou a ter desde então. Mas mais importante é que, ao longo das longas conversas, os três perceberam que compartilhavam uma mesma vontade de um dia terem uma banda de rock. Ao cabo de 80 dias, Lindo e Lifeson voltaram agarrados (eram já grandes amigos) para o extremo norte dos E.U.A, em Toronto. É quando Lindo escreve a letra de "Here Again") e decide criar de vez uma banda, pois tinham já três letras de música: "Finding My Way", "Here Again" e "Working Man", esta última escrita por Lindo para homenagear seu novo amigo fotógrafo, "de pele delicada, cabelos cor de milho e um sorriso encantador, a quem devo uma câmera Nikon". Neil não havia ainda acabado seu curso intensivo de atabaque no Suriname com o mestre Bunhabim e por isso Lindo e Lifeson tiveram que contratar um pseudobaterista chamado John Rutsey, do qual nem eu, nem você, nem sua mãe, nem o grandioso oráculo da internet, o Akinator, e nem mesmo São Google (!!!) jamais ouvimos falar. Ou melhor, até que ouvimos falar um pouco, só não temos provas sólidas e insofismáveis de sua existência (há algumas fotos do suposto batera, mas não muito mais que isso).

Essa imagem retrata o primeiro "show" do trio e o último penúltimo com Rutsey.

Sem ainda haver nome escolhido, o grupo fez covers de Cream(banda favorita de Lindo), de Led Zeppelin (banda favorita de Lifeson) e de Kiss(uma banda circense de travestis e palhaços nova-iorquinos ainda obscura à época). Ficam nisso sem a mínima pressa por quatro anos. Alegadamente, o irmão de Rutsey, de quem tampouco ninguém jamais ouviu falar (nem mesmo sabemos seu nome) teria chegado um dia gripado em casa (no extremo norte dos EUA as pessoas estão quase sempre gripadas) e ficava espirrando com sons discerníveis e bem-articulados: "RUshiimm, RUShiimm, RUSHiiiimmm!. De repente, Alex se recupera do coma alcoólico, levanta do colo de Lindo e pede atenção a todos os acordados presentes, isto é, à tia e ao cachorro de Rutsey:"Agora me veio à mente um nome legal pra banda! Que tal 'Rushim!'?".

A nova formação com Neil Peart prometia ser mais fashion do que nunca.

Após discutirem por horas, decidiram que melhor nome seria simplesmente "Rushim". A tia de Rutsey estava indecisa, o cachorro votou que era uma bom nome (balançou o rabo, rosnou duas vezes e latiu sete vezes na direção de Lifeson e outra vez para a porta da casa). Votação feita, Lifeson acordou os demais membros da banda, para informar das boas novas. Nome escolhido, oito músicas prontas, gravaram o primeiro álbum de modo independente, pois nenhuma gravadora estava interessada naquela porcaria no som do grupo, até porque praticamente não existia gravadoras no extremo norte do país, apenas a Mercury Records, em Otário. O primeiro álbum foi chamado "A Hora do Rush" (que posteriormente inspirou uma série de filmes com o aclamado ator chinês Jackie Chan). Tudo ia bem até que veio a inesperada notícia da morte de Rutsey de que Rutsey teria que abandonar a banda, segundo ele por possuir uma doença denominada "Diarreia Crônica Explosiva", além de diabetes, parkinson, esclerose lateral amiotrófica (ELA), bulimia, abulia, anomia, câncer no esôfago, no estômago, no fígado, no reto, nos ossos do carpo, quatro dentes cariados, seis com placa, dois com um pedaço de milho no meio, além de alcoolismo, botulismo e a lista continua. "Mas minha tia sabe tocar. Ela pode me substituir", teria ele alegado. Lindo explica numa entrevista que "A verdade é que o bobão do Rutsey só queria ficar tocando punheta e covers do Kiss o dia inteiro ao invés de tocar músicas próprias e os próprios membros da banda". Por isso Lifeson e Lindo lembraram logo do amigo Neil Peart no Suriname e trataram de trazê-lo rápido para substituir Rutsey. Assim, a formação definitiva da banda se consolidaria, Lindo no baixo e nos vocais (eventualmente também nos teclados), Alex Lifeson na guitarra, no violão e no bandolim, e Neil Peart na bateria, no xilofone e na percussão, a grande formação da banda que duraria mais de quatro décadas e meia e cerca de 30 álbuns, sem contar os ao vivo. Destarte começa a trajetória da banda americana, que do extremo norte dos EUA parte para conquistar fãs por todo o universo conhecido, inclusive em lugares como as Ilhas da Desolação e na curiosa e primitiva Terra do Brasil, fazendo grandes amigos na estrada como Kiko Loureiro, a Banda Beijo o Kiss, Humberto Gessinger, Steven Wilson, Jackie Chan, Ana Maria Braga, Mike Portnoy etc., todos fãs de carteirinha da banda.


Lindo também é dado a caretas. Aqui, performa uma que é sua marca registrada, conhecida curiosamente como "boquete de pato"

Assim, após apenas quatro décadas e meia de turnês, 952.007 shows e mais de 30 álbuns paridos gravados (sem contar os ao vivo e os em parceria com outras 57 bandas), o Rush emplacou nas paradas de sucesso do Japão, da Jamaica e de terras tão improváveis como Java, Jordânia e até mesmo Coreia do Norte, China e Cuba (apesar de serem anticomunistas, ou exatamente por isso) e no Brasil, um país em que praticamente não se ouve música, mas apenas axé, sertanejo e congêneres. O Rush abriu cerca de 800 shows para o Kiss em toda a carreira entre os anos de 1974 e 1976, se bem que sem muito reconhecimento por isso. Tornaram-se, com o tempo, os músicos mais invejados do mundo em termos de virtuosismo progdélico, esquizofrenia da fritação, autismo baixístico etc. Nesse tocante, o Dream Theater admite abertamente invejar o Rush. Seu som ágil e supersônico inspirou uma miríade de bandas enjoadas pra burro até que interessantes como Engenheiros do Hawaii (oito formações), Porcupine Tree (três formações) e mesmo Foo Fighters (67 formações). E assim, até hoje, toda vez que McGyver entra com tudo nos filmes da Sessão da Tarde ou do Boomerang ou ainda do Cine Tiozão Retrô, todo mundo lembra-se da célebre Tom Sawyer, que com a voz afeminada de Lindo conquistou o coração de todos os fãs de rock progressivo do mundo até eles descobrirem que a voz era de um homem, embora o Kiss, os Ramones, o The Cure, o The Police, o Rage Against the Machine, os Scorpions, os Guns N' Roses, o ABBA, o AC/DC, o Iron Maiden e milhares de bandas aleatórias tenham roubado a cena quase o tempo todo.

1ª fase: 1969-1974: De modelo a cantor; de macumbeiro a baterista; de fotógrafo a guitarrista[editar]

A primeira fase do Rush ninguém se lembra muito (nem eles mesmos) porque Neil Peart ainda não fazia parte do grupo (o único membro da banda que escreveu diários, atas de reunião e memórias biográficas da banda, além de letras de música decentes). Uma coisa que poucos sabem é que o baterista que tocou no primeiro álbum, que supostamente existiu mas ninguém sabe, o tal do John Rutsey, largou a banda depois de ter feito o segundo show para se dedicar a porra nenhuma ouvir e fazer covers do Kiss, banda de sua predileção, com desculpas de estar convalescendo de 21 doenças físicas e 12 tipos de doenças psicológicas. A banda (leia-se: Lindo e Lifeson) se viu forçada a procurar Peart após Rutsey desistir de participar da primeira turnê do trio nas terras civilizadas não nortistas dos EUA. As circunstâncias levaram Neil a entrar na banda e mudar seu estilo batuquístico-místico-casuístico-tribal para a bateria-acústica-trivial que exige o Rock.

Nessa época, o Rush só se tornou conhecido por causa de uma conchavo forte firmado com uma rádio dos EUA. Ray Vice e Vicious Wilson, amigos de infância de Alex Lifeson, levaram o disco com capa rosa-choque (isso tudo provou-se uma excelente estratégia) para @ travesti que era [email protected] dessa rádio, em Cleveland, uma cidade muito industrializada. [email protected] adorou a capa e colocou o disco para tocar todas as manhãs e todos os dias por quatro meses seguidos, especialmente a canção Working Man, a qual era concedida um loop de quatro horas, três minutos e 24 segundos. Os ouvintes logo se interessaram pela música e perguntaram onde poderiam comprar o álbum desse tal "Zeppelin Extremo-Nortista". Assim nasceu o sucesso do Rush, ou seja, pelo mais puro mérito e não por pura manha e contatos pré-estabelecidos, e, sem tardar, aparecerem empresários interessados em contratá-los para diversas turnês. "Afinal, alguém tinha de abrir os shows do Kiss", explicou Billy Banter, da Mercury Records, na entrevista de 13 de agosto de 1980 concedida ao New York Times.

Discografia (foi devidamente traduzido aquilo que julgamos necessário a fim de facilitar a compreensão dos queridos leitores)[editar]

A capa do primeiro álbum da banda.
A Hora do Rush (1974)[editar]

Faixas:

  • Encontrando meu Way - 5:06
  • Preciso d'Um Amor - 2:19
  • Pegue um friend - 4:24. Essa canção faz uma espécie de intertexto com a anterior, "Preciso d'Um Amor"
  • Aqui Again - 7:35. Trata-se de um blues distintamente melancólico, uma verdadeira lamentação que faz ecoar por dias nas cabeças dos ouvintes os berros agudos de Lindo.
  • O Que Você Me Fez - 4:22. Aqui temos um riff destruidor na escala pentatônica de mi.
  • No Mood - 3:34
  • Beife, schore Affter - 5:34. Reza a lenda que trata-se de um hino em alemão que ninguém entende.
  • Working Man - 7:10. Sem dúvida, a melhor música do álbum e a mais alta composição rushiana em termos de Hard Rock pentatônico cromático ocupando a oitava faixa de um álbum do RUSH denominado "A Hora do Rush".

2ª fase: 1974–1976: Pé na estrada com o Kiss[editar]

Kiss e Rush, parceiros de estrada. Fotografia tirada em 12 de setembro de 1975, no aniversário de Geddy Lindo. Na caixa de pizza [???], lê-se: "Happy Barthday (sic) Lindo!

Tematiza a vida árdua da banda ao pisar na merda estrada pela primeira vez e "cair na real". Nessa época, o Rush realmente começa, isto é, realmente passa a correr por aí como músicos de verdade e não somente como posers, finalmente fazendo jus ao nome da banda, viajando sobretudo nas regiões civilizadas dos EUA, ou seja, longe do extremo norte gelado do país, que sabidamente inclui tanto o Alaska como Toronto, terras natais de Lifeson e Lindo, respectivamente, e Ottawa, terra natal de Peart. A partir de meados de 1974, e por todo o ano de 1975, a banda ruma para estados proeminentes como o de Nova York e outros da Nova Inglaterra, mas também eventualmente arranca para o oeste, com destino final na Califórnia, passando por estados intermediários como Kansas, Colorado etc. Entre 1974 e 1975, a banda computou 200 shows próprios e a abertura de cerca de 800 shows para o Kiss, apresentações ocorridas sobretudo à noite em "neobares" (neologismo de Peart significando bares novos) e protoputeiros (palavra de Peart para "danceterias") e em manhãs em hotéis, para diminuírem os custos das diárias. O trio usava um VolksWagen 1302 do ano de 1971 para viajar. Como o kit de bateria de Neil ocupava quase todo o espaço do fusca (e parte ia amarrado no teto do veículo), o próprio Neil viajava de bicicleta acompanhando a banda de perto. Lindo costumava dirigir, e Lifeson costumava tocar violão ao lado dele, a cabeça delicadamente repousada sobre seu ombro magro. Compunham as canções dos álbuns seguintes em plena estrada. Peart escrevia as letras e compunha a bateria mentalmente, enquanto lia um livro com uma mão e mantinha a bicicleta estável com a outra mão, um olho sempre na estrada, outro no livro, Lifeson compunha os acordes e Lindo as melodias vocais e as de baixo. Assim se deu basicamente a gênese dos álbuns Voando na Night (Fly By Night) e Carícia de Aço (Caress of Steel), ambos de 1975.

Vale ressaltar que não se tratava de modo algum uma humilhação abrir shows para travecos deteriorados o Kiss, definitivamente uma das melhores bandas americanas de todos os tempos ao lado do Rush. A seguir, uma pequena lista de bandas que já abriram shows do Kiss:

Neil Peart e Peter Criss se pegando, quer dizer, se abraçando cordialmente.
Kiss e Rush na farra após show
"Convidado especial: Rush"
O Rush abriu cerca de 800 shows para o Kiss no início da carreira.
Kiss and rush gust.jpg
Kiss and rush oct.png
"O SHOW DOS SHOWS. Convidado especial: AC/DC". O AC/DC e o Rush foram apenas duas de mais de 200 bandas de sucesso que abriram shows para o grande e inigualável Kiss
KISS. Com convidado muito especial: Rage Against the Machine
Kiss, a lenda, acolhendo a bandinha alemã Rammstein
Kiss e Motley Crue, turnê de 2012


Discografia (devidamente traduzida em alguns pontos, para melhor compreensão dos caros leitores)[editar]

Voando na Night(1975)[editar]
Voando na Night, o segundo álbum da banda e o primeiro com Neil Peart.

Faixas:

  • Andem! - 4:22
  • The Best Of You - 3:25
  • Barata, berta e birita - 3:02
  • Deus ThoTór e o Chihuahua da Neve - 8:37
  • I. Nos Tobas de Hades ;II. Acossa meu Styx; III.Cadê minha batata?!?; IV. Acheiii; V. Epílogo
  • Voando na Night - 3:21
  • Fazendo Memórias - 2:58
  • Rivendell - 4:57. Música inspirada por um dos romances preferidos de Neil, "O Senhor dos Anéis"
  • No Fim - 6:47
Carícia de Aço (Caress of Steel) (1975)[editar]
Carícia de Aço, provavelmente o álbum mais ignorado do Rush.

Possivelmente a obra mais experimental e ininteligível da história da banda. Quase levou o trio à falência, e só não o levou pois o álbum seguinte, 2112, abriria uma nova fase para a banda, repleta de glória, prêmios, drogas e reconhecimento (mas não mulheres).

Faixas:

  • Pastilha dei - 4:37
  • Acho que vou ficar careca, gordo e barrigudo (se eu casar) - 3:37
  • Lakeside Pork' - 4:08. Trata-de um tributo a um rancho onde Neil Peart passou boa parte da infância, junto a um tio de cabelos brancos amante de carros antigos.
  • O Necrófilo - 12:30 ; I. Lord of the Darkness - 4:12
  • II. Lord of the Shadows - 4:25 ; III. Lord of the Rings: Return of the King - 3:52
  • A Fonte de Laminé - 29:59
  • I. Não É Valley - 4:18 ; II. Ditados E Provérbios - 1:00 ; III. Ninguém Na Ponte - 4:19
  • IV. Alguém Na Ponte - 3:13 ; V. Panaca! - 0:01 ; VI. A Caverna De Platão - 3:13
  • VII. The Fountainhead - 3:49. Essa parte nada mais é que um tributo a um romance de Ayn Rand, uma das escritoras favoritas de Neil nessa época.

3ª fase: 1976–1979: Anos alucinógenos[editar]

Lindo grita para Lifeson: "Cara! Você também comprou uma double-neck?!?"

Praticamente falidos com o insucesso de Voando na Night (Fly By Night), e sobretudo com o fiasco que foi Carícia de Aço (Caress of Steel), a gravadora Mercury Records deu uma última chance à banda, sugerindo delicadamente que fossem "à puta que os pariu" por não conseguirem vender nem dois discos por mês e que eles tratassem de mudar um pouquinho o estilo deles "para algo que dê mais dinheiro, algo mais parecido com Aerosmith ou até mesmo aquela banda de palhaços travecudos nova-iorquinos chamada Kiss". Grilados com a sugestão, e buscando alcançar o mais elevado grau de libertinagem musical, sexual e espiritual, Lindo, Lifeson e Peart decidiram inflar ainda mais o lado progressivo do Rush, escrevendo canções cada vez mais hostis ao rádio e mais amigáveis aos ouvidos sensíveis de uma juventude mal-encaixada na sociedade , isto é, os virgens.

A careta de Lifeson é de prazer ou de puro hábito, porém a de Lindo é a da mais cruciante dor: o peso de uma double-neck machucava seu ombro delicado

Nessa 3ª fase, considerada a mais Star Wars da banda, o trio, após se submeter a muitas drogas como o LSD e a diversas abduções e cont(r)atos com seres de outras galáxias, executou um som experimental e profundamente confuso e matemático. O que a própria banda afirmava ser um som "literalmente de outro mundo". Realmente, análises musicais de canções como "Tetris" (The Trees), do álbum "Hermes' Férias" (Hemispheres) e "Xuxadu" (Xanadu), do álbum "Um Tchauzinho pros Kings" (A Farewell to Kings) revelam que a banda usa nessas composições padrões rítmicos para muito além do 4/4 comum na música de rádio, contemplando padrões como o 3/4, o 5/4, o 7/4, o 12/8, o 23/8, o 7733/16 etc.

Como se não bastasse o uso de drogas e os cont(r)atos com alegados alienígenas, o trio incorporou instrumentos gigantescos, guitarras "double neck", sinos enormes de igreja para o kit de Neil, teclados colossais...O equipamento mudou e a música acompanhou a mudança. Numa entrevista exclusiva para a Desciclopédia, de 2003, Lindo declara que "a gente pensava que ia se lascar com o "2112". Fez foi é nos dar uma puta grana. Foi com esse disco que a gente pagou nossas dívidas. A gente até vendeu o fusca e comprou uma kombi bacana. O kit do Neil aumentou três vezes de tamanho. Comparamos outra Kombi, só dele, pra ele carregar tudo. Dentro da minha Kombi (também do meu miguxo Lifeson) a gente punha toda a nossa coleção de guitarras e baixos, inclusive umas "double-neck".

Como Lindo explica, o resultado de "2112" foi o mais inesperado: o lado A do disco caiu no gosto do público alternativo, e o lado B, que envolvia músicas mais convencionais, caiu no gosto do público em geral. O disco vendeu 100.000 cópias só no primeiro mês. Foi assim que a Mercury Records decidiu dar carta branca aos "esquisitões extremo-nortistas", pois passou a ganhar uma grana decente com a vendagem do disco.

Foto rara de Lifeson e Lindo tocando quadruple-necks (i.é., guitarras de quatro braços), num show de 1977. Lindo explica numa entrevista que parou de tocar com o quadruple-neck porque seu ombro deslocou no meio de um show, o que doeu imensamente, e ele teve de ficar internado num hospital por semanas. Desde então, o Rush suspendeu o uso de triple e quadruple-necks, usando double-necks apenas ocasionalmente.

Nessa que foi uma das fases áureas da banda, os extremo-nortistas (ou como se diz vulgarmente "canadenses") compuseram bastante. De 1976 a 1978, lançaram um disco novo todo ano. Entre as músicas dessa fase, havia algumas de quarenta minutos ou mais capazes de fazer até um monge tibetano perder a paciência. É nessa mesma época que o trio teria se enveredado pelas aventuras intergaláticas com seu novo amigo Mestre Yoda que tornou-se logo o conselheiro oficial da banda (segundos os diários alucinógenos de Neil Peart). A partir de então, Peart se responsabilizou pela maior parte das letras de música, algumas que conquistaram o coração de muitos fãs como "2112", "Cogumelo do Bangkok", "Xuxadu" e "Cygnus Cheese Burguer Com Fritas Volume I e II"...

As letras de música nessa fase tinham grande preocupação em embromar qualquer coisa contar histórias fascinantes do folclore canadense e de explorar temas complexos da literatura ocidental, como a morte, a ganância etc. Falaram sobre cachorros de neve (Deus ThoTór e o Chihuahua da Neve), romances entre zumbis (The Necro Romancer), deuses gregos (Hermes' Férias), árvores falantes em jogos de videogame (Tetris), Mulheres imortais(Xuxadu)... tudo isso devido ou não aos alucinógenos trazidos de Bangkok que na época "distraíam" os integrantes.

Já em 1981, após ficar preso em uma gruta com centenas de milhares de milhões de toneladas de explosivos C4 e inimigos mortais muito malvados e perigosos, McGyver encontrou um vinil do novo álbum da banda, Movendo Pinturas. Ele o colocou numa vitrola e teve uma epifania ao ouvir Tom Sawyer: com o auxílio de um chiclete Bubbaloo, um barbante de 18 cm de extensão e uma tampa afiada de caneta Bic, , conseguiu serrar a parede da gruta e escapar ileso. Assim, após a explosão que matou todos os seus piores inimigos ainda dentro da gruta, fascinados pelo som do Rush, enviou um bilhete para várias emissoras de TV mandando suplicando sugerindo que a canção "Tom Sawyer" se tornasse tema principal de sua série preferida, Profissão: Perigo. McGyver, junto com Chuck Norris e Magnum, são membros permanentemente na onda permanentes do fã clube do Rush. Segundo Norris, trata-se de "um som viril e inteligente, sobretudo quando eu estou ouvindo".

2112 (1976)[editar]
Um dos álbuns mais célebres da banda, ao lado de "Movendo Pinturas" (1981).

Álbum com o melhor do Rock Progressivo Universal. Apresenta todo o folclore e lendas do extremo norte dos EUA, narrados ora em inglês, ora em francês, ora em latim e um trecho ou outro em português de Portugal.

Faixas:

  • 2112 - 21:12 Essa música é inteiramente dedicada a Ayn Rand, romancista e pensadora do século XX.
  • I. Ovar Turius - 4:32 ;II. "Templos da Seringa" - 2:13
  • III. Discovery Health - 3:29;IV. "Apresentando-me aos padres seringueiros" - 3:42
  • V. Oráculo de Delfos - 2:00 ;VI. "Solilóquius nautam spectat" - 2:21---Essa é uma composição de Peart baseada em suas primeiras aulas de latim dadas por seu amigo imaginário Mestre Yoda, talvez vindo direto dos filems Star Wars ou dos vários papeizinhos de LSD consumidos ao longo do dia. Repare que o verbo "spectat" está no fim da frase, como frequentemente ocorre em latim e em tantas outras línguas, como o alemão e o japonês.
  • VII. The Grand Anale - 2:14
  • Cogumelo do Bangkok - 3:34
  • A Zona Crepuscular - 3:17. Canção inspirada por um seriado de televisão que já caiu no esquecimento, "The Twilight Zone".
  • Lições - 3:51
  • Lágrimas - 3:31
  • Tudo Por Nada - 3:59
Um Tchauzinho pros Kings (1977)[editar]
Um Tchauzinho Para Os Kings, mais um extraordinário álbum da fase progressiva do Rush.

.

Relembra as aventuras do trio em planetas distantes, incluindo o recém-conhecido "Mundo All".

Faixas (observe a discrepância na duração delas!):

  • Um Tchauzinho pros Kings - 1:51
  • Xuxadu - 25:09
  • Pertinho Do Seu Coração Selvagem - 1:53--- Canção inspirada por "Perto do Coração Selvagem", romance de estreia de Clarice Lispector.
  • Cinderella Mãe (letras de Lindo) - 1:57
  • Madrigal - 0:21
  • Cisne Cheese Burguer Com Fritas Volume I - 25:08
Hermes' Férias (1978)[editar]
Hermes' Férias, sem dúvida um dos maiores feitos do Rock Progressivo Universal de todos os tempos.

Apresenta as formidáveis férias de um deus da mitologia grega, Hermes, e suas aventuras com tio Nízio e vovô Apolinário na misteriosa constelação Cyguns. É um grande clássico do trio, incluindo o primeiro instrumental da banda, "La Villa Strangiata".

Faixas:

  • Cisne com Cheese Burguer e Fritas Crocantes Volume II - Hermes' Férias - 38:05
  • I. Prepúcio de Hermes - 4:27
  • II. Apolinário: Vovô Sabichão - 2:36
  • III. Tio Nízio: Paz e amor - 2:00
  • IV. Armageddon: A Batalha do coração contra a mente - 2:55
  • V. Cisne: Bringer of Balance and Ketchup - 5:01
  • VI. A ex-fera: um tipo de Sonho - 1:02
  • Circuncisões (com tortinha de banana) - 3:41
  • Tetris - 4:46
  • La Villa Strangiata (Um exemplo de se auto se suicidar-se a si mesmo) - 9:36
  • I. Buenos Nochas, Mein Freunds! - 0:27
  • II. Comer, jogar, comer... - 1:33
  • III. Tema Strangiata - 1:16
  • IV. Lerxst doidão - 2:27 (Nota: "Lerxst" é um dos seis mil apelidos criados pela banda para se referir ao guitarrista de cabelos loiros, Alex)
  • V. Amostras grátis! - 0:26
  • VI. The Ghost of the Aragorn - 0:36
  • VII. Danforth and Pipe - 1:41
  • VIII. The Waltz of the Shreves - 0:26
  • IX. Nunca dê as costas a um Monster! - 0:11
  • X. Amostras! (Reprise) - 0:14
  • XI. Strangiata Theme (Reprise) - 1:04
  • XII. Um alô para os Kings - 0:15

Álbum ao vivo da 3ª fase[editar]

  • Num palco do mundo All (1976)- Ao vivo no planeta All (pelo menos na cabeça do Rush), esse álbum reproduz todos os clássicos da banda, incluindo a honorífica 2112. É o primeiro álbum ao vivo da banda, e também o primeiro álbum ao vivo da história desenvolvido por extremo-nortistas dos EUA.

4ª fase: 1980–1981: A era de ouro áureo[editar]

Permanentemente Na Onda (1980)[editar]
Primeiro álbum em que a banda passa a tematizar nas letras o mundo real, como pessoas de verdade e até mulheres, embora ainda de forma bem tímida e discreta.

Um álbum de transição, inaugurador da fase mais áurea da banda, na qual ela começa a se afastar do Rock Progressivo e a testar um pouco de tudo, de reggae a chorinho, mas sem esquecer de fazer isso tudo com vários teclados e sintetizadores, no estilo que marcaria a década de 1980.

Faixas:

  • O Fantasma Da Rádio - 4:57---Essa canção foi inspirada na obra literária de Gaston Leroux, "O Fantasma da Ópera"
  • Freewilly - 5:23 Essa canção inspirou um filme que passa diariamente na Rede Globo.
  • A Escadaria De Jacó - 27:53
  • Entre Nozes - 4:37
  • Estringos Diferentes - 3:49
  • Ciências Naturais - 09:16
  • I. Piscinas E Saunas - 2:21
  • II. Hiper-espaço-estelar-cósmico - 2:47
  • III. Permanentemente Na Onda - 4:08
Movendo Pinturas (Moving Pictures) (1981)[editar]
Movendo Pinturas

O único álbum da banda que vendeu 16 trilhões de cópias por todo o universo e 16 millhões só na Ilha da Páscoa. O título do álbum tem vários significados. O vocábulo "moving" do inglês pode tanto ser um verbo conjugado no tempo present continuous, indicando uma ação em andamento, ou seja, algo como "movendo" em português, como pode funcionar como um adjetivo, significando "tocante", no sentido de causar emoções. O vocábulo "picture" também é ambíguo e muito sugestivo e possui muitas traduções possíveis. De modo que a expressão "moving pictures" pode ser traduzida para o português como "movendo pinturas", "retratos tocantes" ou mesmo "retratos em movimento", no sentido de bruxaria como se vê nas histórias de Harry Potter. Algumas traduções interpretam como "muvuca píxels", "muvuca picas", "tocando picas", "tocando pacas", o que também faz bastante sentido. Em todo caso, a capa do álbum parece sugerir três significados pivotantes para a expressão "moving pictures": 1) "movendo pinturas", pois se vê homens deslocando pinturas em frente à fachada de um museu, 2) "retratos em movimento", pois, como existe a música "Caça às Bruxas" no álbum, há uma atmosfera de bruxaria, confirmada pela mulher em chamas retratada numa das pinturas e 3) pode-se pensar em "retratos tocantes", pois se percebe uma velhinha emocionada e chorando no segundo plano. "Genial!"!, dirá qualquer pessoa razoável. E de fato é.

Faixas:

  • Tom Sawyer (Tom Sawyer). Essa música é baseada na famosa obra literária de Mark Twain, "As Aventuras de MacGyver, o Tonico", ou, noutra tradução possível, "As Aventuras de Tonho Saavedra".
  • Barcheta Rosa (Red Barchetta)- 6:10
  • pqrstuvwxYYZ- 4:23
  • Limão Light- (Limelight)4:20
  • O Olho da Quimera (Eye of the Tiger)- 10:59
  • Caça às Bruxas(Parte III de Ui, que Meda!) (Witch Hunt)- 4:46
  • Vitão, Sai! (Vital Signs) - 4:47

Álbum ao vivo da 4ª fase[editar]

5ª fase: 1982–1988: A quase tirania dos teclados[editar]

1982, O início dos "Teclado Years" do Rush.

Quase (ou completamente) surdos dos gritos estridentes de Lindo, a gravadora renovou o equipamento da banda e determinou coisas aparentemente impossíveis. Lindo se tornaria um "poliglota dos instrumentos", ou seja, um multi-instrumentista, tendo que tocar o baixo ainda mais alto (além de cantar baixo), tocar teclado com seus três pés e aprender instrumentos virtuosíssimos tais como gaita, flauta doce, ocarina, clarinete, xilofone, cítara, gaita de fole, balalaika e triângulo

O resultado foi algo bastante diferente dos anos anteriores. A banda, que mais parecia uma orquestra inteira, se perdeu no meio dos equipamentos eletrônicos e nos alucinógenos vindos de todo o mundo (Bangkok não era mais capaz de produzir tudo que eles exigiam). Os temas das músicas abordavam finalmente o mundo real, embora com assuntos que ninguém dava atenção como maratonas ,alertas distantes ,homens digitais e outras inutilidades. O que mantinha a banda em alta eram as notícias em vários jornais famosos de abduções nos shows do trio. Curiosidade levou ufologistas de todo o mundo (que na época não eram poucos) a colecionar os álbuns da banda.

Para desespero de vários fãs, os canandeses mudaram o visual. Nesse período, Lindo tosou suas lindas madeixas tipo Maria Bethânia e tornou-se adepto do penteado conhecido por 'Gorro de Guaxinim'. Alex Lifeson começou a se perder em sua paixão por brigadeiros e engordou 70 quilos numa única turnê. Já Neil Peart raspou a cabeleira pois achava que ia ficar careca mesmo.

Discografia (Novamente traduziu-se aquilo que julga-se complexo para o entendimento dos caros leitores)[editar]

Sinais - Abdução final (1982)[editar]
Sinais, um álbum literalmente "de outro mundo".
  • Faixas:
  • Sub de Visões - 5:33
  • O Kid Anal, Lógico - 4:46
  • Eu Odeio Química - 4:56
  • Homem Digital - 6:20
  • Falha A Fala, Fala A Bala (parte II de Ui,que meda!) - 6:22
  • Homem Do New World - 3:41
  • Perdendo it - 4:51
  • Contagem Regressiva - 5:49
Grace, anda depressa!! (1984)[editar]
Mais um álbum "tecladístico" do grupo.

Faixas:

  • Alerta Distante Numa Madrugada Fresca E Bela Mas Todavia Entretanto Melancólica - 4:59
  • Imagens Póstumas de Brás-Cubas - 5:04 Mais outra música baseada em uma obra da literatura ocidental.
  • Pink Sector A - 5:10
  • O Inimigo Interno (parte I de Ui, que meda!) - 4:34
  • O Bode Elétrico - 5:00. O inimigo interno da musica anterior, se mostra um grande filho da puta quando tenta eletrocutar um inocente bode.
  • Kid Groooooooves! - 4:18
  • Blue Lenses - 4:42
  • Rolando Rasteiro Entre As Rodas Rolantes - 5:44 (Parte I de Corrida Maluca)
Janelas Ligadonas (1985)[editar]
Esse álbum só não cheira mais a sintetizadores que o seguinte, denominado "Segure Seu Faro".

Faixas:

  • O Grande Money - 5:36
  • Grandes Desígnios - 5:05
  • Projeto Mahatma Gandi - 5:05. Canção que descreve bem o processo de independência na Índia, além de curiosidades sobre a Segunda Guerra Mundial.
  • Mara, Toma (parte II de Corrida Maluca) - 6:09
  • Territórios - 6:19
  • Middletowns Dreams - 5:15
  • Emo Detected - 5:10
  • Rítmos Místicos 5:54
Segure Seu Faro (1987)[editar]
Segure Seu Faro é o álbum que apresenta o auge dos teclados na música rushiana.

Faixas:

  • Force Dez - 4:28
  • Time Stand Still - 5:07. Uma das músicas mais famosas da banda. O vídeo-clip dessa canção é talvez o mais notável da banda, contando com diversos efeitos visuais dignos de recordação.
  • Abra Os Secrets - 5:37
  • Second Natureza - 4:35
  • Preimer Muver - 5:19 (Parte III de Corrida Maluca, encerrando a trilogia no bom e velho alemão)
  • Essa Chave Fecha Dura - 5:08
  • (de)Missão - 5:15
  • Vira A Página - 4:53
  • Jackie Chan - 4:14---Música escrita em homenagem ao guarda-costas da banda e famoso ator de Holywood.
  • Reggae Water Plus - 5:32---uma música brilhante, com uma incrível levada reggae do início ao fim.

Álbuns ao vivo[editar]

  • Achou a Oferenda? (1988) - Show ao vivo em alguma parte do planeta Terra, apresentando boa parte das músicas dessa fase, o que significa a apresentação de músicas com muitos sintetizadores e teclados em detrimento da guitarra de Alex, já decadente, quase extinta.
No meio do show, um fã dribla Jackie Chan, sobe no palco e começa a cantar uma música no lugar de Lindo.

É a partir de 1974 daí que o Rush começou a ser visto erroneamente como uma banda de duas pessoas: Lindo e Neil Peart. Todos se esqueciam do lugar honorário LUGAR?? QUE LUGAR?!? de Alex e os fãs se acostumaram com isso até hoje. Isso gerou, nos anos seguintes, tensões sérias entre Alex e os teclados. Os teclados, por sua vez, utilizando sua magnânima inteligência artificial, também venceram lutaram por seu lugar nas mãos de Lindo, almejando também a extinção do baixo na banda já em meados daquela década de 80.

Similarmente e, ao mesmo tempo, o kit de bateria de Peart já se constituía por metade de "bateria bip-bip eletrônica" e outros pequenos botões para sons prontos. Era a tecnologia assumindo o controle da banda, cada vez mais presa a esses computadores sem alma.

O resultado desse quadro sinistro seria inevitavelmente a Revolução Lifeson de 1991, como o próprio Alex a chamou, que a partir daí enterraria os teclados no cemitério das máquinas de uma vez por todas. Essa revolução, diga-se de passagem, ainda está em andamento. O guitarrista do trio prevê que a liberdade absoluta ainda virá nas próximas décadas. De fato, pode-se perceber os resultados da Revolução Lifeson ao ouvir o último álbum da banda, "Anjos do Tique-Taque", em que grande parte das músicas não utiliza o teclado, mas sim uma orquestra inteira atrás da banda. Vez ou outra, ironicamente, quem toca os teclados nas apresentações ao vivo é o próprio Alex, que ao final dos shows faz o favor de atear fogo nos malditos, além de quebrá-los por inteiro, peça por peça.

6º fase: 1989–1997: De volta ao rock duro[editar]

A banda já admitiu que o verdadeiro sonho sempre foi largar a música e criar uma inteligência de espionagem independente, a qual se chamaria "THE RUSH FORCE". O projeto, para o bem de todos, jamais saiu do papel.

Cansados de jogar Pac Man o dia inteiro, a banda novamente se reúne para gravar alguma coisa. Alex Lifeson decide por toda a banda a extinção dos teclados. "Aí galera, essas porcarias estão roubando a atenção de meus suaves arranjos guitarrísticos. Proponho que façamos algo a respeito ou eu casco fora da banda!". Ao ouvir a declaração de Lifeson, a gravadora logo o apoia, pois há muito gastava o olho da cara com inovações tecnológicas. Neil por tabela adere às boas novas e larga 88% da bateria eletrônica. Lindo cai em prantos, uma vez que se achava mais belo atrás de todos aqueles teclados e por vários dias se recusou a falar com qualquer pessoa.

O resultado de tais medidas foi o retorno da banda a um som mais próximo do rock, o de uma verdadeira banda "power trio", o clássico esquema "Guitarra, Baixo e Bateria". Os teclados, entretanto, continuaram a aparecer nas canções, mas em segundo plano. As letras das canções, mais do que nunca, retratavam o mundo real: condutores, anagramas, cromossomos sexuais, cicatrizes...Algumas são verdadeiramente visionárias, como "Virtualíssimo" e "Olha a Onda Vermelha". Enfim...Eles chegaram a ganhar alguns discos de ouro em Moçambique e na Ilha de Páscoa. Após testemunharem a miraculosa 394º ressureição de Mestre Yoda decidiram fazer composições solo e sacrifícios de animais (principalmente coelhos) em sua homenagem. O som a partir daí fica mais pesado, flertando com o metal diabólico de bandas como o Black Sabbath.

Em entrevista exclusiva para a Desciclopédia, Lindo explica: "Tudo era à moda antiga quando voltamos a tocar pesado e a única coisa nova foi eu colocar dois ou vinte e cinco baixos simultaneamente em algumas canções desse período (como no caso de 'Driven' e 'Virtualíssimo'), para evitar de colocar algum teclado, como suplicava o Alex. Mesmo assim, um dia antes de lançarmos os álbuns, eu sempre arrumava um jeito de colocar algum sample tecladístico no fundo de boa parte das canções, só para preencher um pouco os espaços mais vagos. Isso gerou algumas brigas entre nós dois, o que foi um dos fatores para ele largar a banda em 1996 e gravar seu próprio álbum solo. Em resposta, também gravei meu álbum solo em 2000. Fiz questão de colocar vários teclados e pianos nele, só para magoar o Alex. Hoje, ainda bem, nos amamos loucamente. Oh, whoooops! Faça o favor de não esquecer de cortar essa última fala...Que cheiro é esse?!? Esse lugar cheira mal. Posso ir agora?"

Alex gravou um cd de música brasileira com um colecionador de suas palhetas jogadas nos shows chamado Kiko Loureiro (talvez o maior fã da banda de todos os tempos). Os dois se tornaram tão amigos que Alex contratou-o posteriormente como o "Pick's Keeper" (guardador de palhetas) da banda. O álbum solo de Alex consistia numa mistura gloriosa de MPB e Metal. É possível escutar toda sorte de instrumentos de corda nesse álbum e apenas uma passagem ou outra apresenta teclados.

Nesses tempos de briguinhas e rancores, ao qual historiadores chamaram posteriormente de "Período Sabático Rushiano", cada integrante foi se distrair com alguma coisa. Alex encontrou amor nos brigadeiros, fonte de alegria e satisfação até hoje para ele. Lindo voltou a ter aulas de afinação e meditação com Mestre Yoda e Neil Peart voltou a praticar magia negra e dar aulas de atabaque e percussão em centros de Umbanda.


Discografia (Mais uma vez foi devidamente traduzido aquilo que poderia gerar dúvidas aos adoráveis leitores)[editar]

Peste (1989)[editar]
Peste, o primeiro álbum com a "Revolução Lifeson" em andamento.

Faixas:

  • Mostre Mas Não Fale - 5:01
  • Fale Mas Não Mostre - 4:33
  • O Pass - 4:51
  • Mostre E Fale - 5:24
  • Escarros ("Ex-carros" em português de portugal)- 4:07
  • Peste - 5:45
  • Superconductor - 4:47
  • Analgrama (para otários) - 4:00
  • Olha a Onda Vermelha - 4:29
  • Rende uma ova! Fiz-te! - 4:11
  • Disponível Light - 5:03
Rola de Osso (1991)[editar]
Rola de Osso, o nome já diz tudo.

Faixas:

  • Dreamline - 4:38
  • Gravata - 4:35
  • Rola de Osso - 5:30
  • Face Up - 3:54
  • Where's My Thing? (Part IV, "Gangster Of Boats" Trilogia) - 3:49
  • The Big Wheel - 5:13
  • Therezinha - 5:26
  • Ghost de uma Chance - 5:19
  • Osso de Rola - 4:40
  • Você aposta seu Life - 5:00
Conte As Partes (1993)[editar]
Conte As Partes, um álbum que buscava músicas mais simples e mais próximas do rock.

Sem dúvida, o álbum mais pesado da banda. Os produtores avaliaram mais de 50 kg no disco.

  • Faixas:
  • Animado - 6:05
  • Enfia isso fora, homi! - 4:30
  • Corte para a Perseguição - 4:49
  • Nobody's Home - 4:54
  • Entre O Sol e a Lua - 4:37
  • Alien Shore - 5:35. Trata-se de uma recordação de um planeta distante e de suas belas fêmeas.
  • The Speed of Love - 5:03
  • Double Agent - 4:51
  • Leave That Thing Alone - 4:06
  • Fogo Geladinho - 4:27
  • Everyday Gory - 5:10
Teste o Foreco (1996)[editar]
Teste O Foreco, quase tão pesado como Conte As Partes.

Faixas:

  • Teste o Foreco" - 5:56
  • Driven - 4:27. Eis uma reinterpretação sistemática da trilogia "Corrida Maluca" de álbuns anteriores.
  • Half, the World - 3:43. Recordações do maravilhoso mundo Half, frequentemente visitado pela banda nos intervalos das turnês.
  • The Bill of Rights - 4:49
  • Time and Motion - 5:01
  • Tu tem - 4:58
  • Anos de Dog - 4:55
  • Virtualíssimo - 5:44
  • Resisto - 4:24
  • Limbo - 5:29
  • Cave Away the Stones - 4:05. Uma crítica negativa ao som da banda inglesa Roling Stones

Trabalhos solos[editar]

  • Ache Minha Cabeça Preferida (Trabalho solo de Lee que vendeu 4450 unidades em todo o mundo e 3028 no mundo All)
  • Vitamina Menina (Trabalho solo de Alex que vendeu cerca de 2 milhões de unidades no Brasil e nada mais no resto do mundo).

7ª fase: 1998-2015: Serenidade e Despedidas[editar]

Falta menos de um século para 2112.

Nos seus últimos anos, o trio passou por uma situação sentimental muito crítica com a perda (realmente definitiva?) de Mestre Yoda, o assessor imaginário do banda. Nota-se que isso ocorre sobretudo com Peart, que praticamente só passa a escrever letras depressivas, como "Far Cry" (não confundir com o jogo de mesmo nome),"Faithless", "The Main Yoda Bussines", "The Way Yoda Made Blues"... Alex expressou a esperança de uma nova ressurreição de Mestre Yoda com a música "Hope". Lindo nunca pareceu cantar "Limão Light" tão triste. Os fãs da banda também ficaram comovidos com a perda de Yoda, "a quarta cabeça da banda, sem contar naturalmente as de baixo". O som do grupo estava cada vez mais sombrio e pesado. Apesar da idade, Lindo alcançava notas cada vez mais agudas, alcançando eventualmente frequências de ultrassom.

Discografia[editar]

Vá Porteiros! (2002)[editar]
O primeiro álbum da banda após "O Período Sabático" do Rush.

Faixas:

  • One Little Victory - 5:10
  • Ceiling Unlimited - 5:28
  • Motoca Fantasma - 5:43
  • Peaceable Kingdom - 5:23
  • The Stars Look Down - 4:30
  • Como It Is - 4:07
  • Vá Porteiros! - 4:59
  • Toque Secreto - 6:35
  • Earthshine - 5:40
  • Sweet Miracle - 3:42
  • Nocturne - 4:49
  • Freezer (Parte IV de Ui, que meda!) - 6:23
  • Fora do Credo - 5:03
Fiz de beque (2004)[editar]

Apenas covers da banda Beijo, seus eternos ídolos

Cobras e Lagartos (2007)[editar]

Trilha sonora de uma novela qualquer da Rede Globo

Faixas:

  • Choradeira Distante - 5:21
  • Entre A Cruz E A Espada - 6:36
  • Bom Dia pros anjinhos - 4:47
  • The Super Bowl (A Pantoum) - 4:07
  • Spindrift - 5:24
  • The Main Yoda Business - 6:01
  • The Way Yoda Made Blues - 6:28. Uma bela música com uma pegada blues logo na intro, para o verdadeiro criador do blues no universo relembrar, Mestre Yoda.
  • Hope - 2:02
  • Incredulamente sem fé ou ateu se quiser chamar - 5:31. É mais uma daquelas 25 músicas ateístas do Rush.
  • Bravest Face - 5:12
  • Boas Notícias First - 4:51
  • Narcisismo Malignante - 2:17
  • We Hold On - 4:13
Anjos do Tique-Taque (2012)[editar]

Álbum baseado nos devaneios de Peart acerca da obra literária de Júlio Verne e outros autores, além das próprias experiências de vida do baterista.

Faixas:

  • Caravana do Amor - 5:40
  • Fui Levado A Crer Em Papai Noel - 5:10. Trata-se de uma crítica à sociedade moderna, que insiste em criar mitos para as crianças acreditarem.
  • Anjos do Tique-Taque Boom - 7:31
  • The Antichrist - 6:52. Música inspirada num livro do filósofo alemão Nietzsche.
  • Carnes - 4:52. Ótima música para se ouvir num churrasco com a família.
  • Halo Effect- 3:14
  • Sete cidades de Gold - 6:32
  • The Wreckers - 5:01
  • I Had A Long Fight - 17:20. Uma das músicas mais longas do trio ternura
  • Biu tu Viu pt II - 0:38. Trata-se apenas de uma reprise forçada do refrão da segunda música deste álbum. Curiosamente, é a canção mais curta do trio.
  • Wish You're Here - 5:25. Trata-se de uma reinterpretação de uma música famosa do Fundo Rosa
  • Il Giardino Del Mago - 6:59. Eis outra reinterpretação. Entretanto, esta é de uma banda italiana de rock progressivo qualquer, que caiu no esquecimento.

8ª fase: 2015-2020: O início do fim[editar]

Rush, magnatas do petróleo desde 2015.

Em 2015 Alex disse que ele e os outros membros da banda estão "que só um bagaço" e por isso não têm mais energia para tocar músicas de 35 minutos com várias escalas e padrões rítmicos diferentes como antes. Além do mais, ele contou que, "falando em energia, começamos a fazer uma fortuna com o negócio lucrativo de petróleo e outras energias sujas não renováveis, tornando-nos bilionários de vez! Se bem que eu e o Geddy tocamos violão juntinhos todo sábado no sótão da casa dele." Assim, desde então nenhum integrante do Rush vivo ou morto precisou suar a camisa fazendo shows de três horas e escrevendo músicas de 35 minutos.

9ª fase: 2020-2112: O fim final: Mortes e choradeiras[editar]

Em 2 de janeiro de 2020, Neil Peart morre de um câncer no cerebelo. Sua morte foi anunciada somente oito dias depois, no dia 10 (as comunicações no extremo norte dos EUA são um tanto lentas até hoje). O anúncio exasperou figuras como Mike Portnoy, ex-baitolista (ex-baterista) do grupo Dream Theater e gente em bandas de verdade como Tool, Primus e até bandas de rock mais simples como Foo Fighters e músicos como Humberto Gessinger. Mas foi Kiko Loureiro quem fez "o maior auê" e disse que a morte de Neil nunca aconteceu, preferindo se fechar num mundo de fantasia e ilusão ao invés de aceitar a triste realidade.

Membros do corpo[editar]

O trio no auge de sua beleza física.
  • Geddy Lindo(????- 20**) - Baixo, vocal, baixolão, trombone, tabaco, Mini Moog, Ultra Moog, all star preto e 25 teclados.
  • Alex Filho da Vida (em português de Portugal) (???? - 20**) – Guitarra, violões, caretas, brigadeiros, bandolim, cavaco, cavaquinho, sovaco, ukulele.
  • Neil Preta (????- 2020)– Bateria, charuto, xilofone, percussão, motocicletas, motos, motonetas, tudo o que envolve duas rodas. R.I.P
  • Ossos da mão: A mão corresponde ao segmento terminal esquerdo do membro superior inferior direito, através da continuação do punho com os testículos (caso você seja homem, claro), e termina com os dedos do pé. Ao total, temos 27 ossos na mão. Todos trabalham em conjunto. Os ossos da mão, juntamente com os músculos e articulações dos joelhos, permitem o manuseio de objetos. A característica principal dos movimentos das mãos é a ação de pinça, graças ao polegar opositor. Essa condição permite a realização de trabalhos mais delicados e com maior precisão, como tocar instrumentos musicais, punheta, siririca, entre outras atividades artísticas e lúdicas, como tocar bateria ou trocar a bateria de um carro em movimento. A região do carpo é constituída por oito ossos que ficam dispostos em duas fileiras. Os ossos do carpo são: Trapezoide; Trapézio; Escafoide; Semilunar; Piramidal; Pisiforme; Hamato; Capitato

Outros e suas paticipações[editar]

Reza a lenda que da banda por muito tempo conselheiro Yoda foi.
  • John Rutsey – Bateria (1974 - 1974), 'participando' de dois shows e gravando o primeiro álbum com a banda R.I.P
  • Jackie Chan – Roadie, guarda-costas (1987 - 1996)
  • Ana Maria Braga - Cafezinho e brigadeiros do Brasil (2002 - 2015)
  • Mestre Yoda - Conselheiro oficial (1976 - 1996 D.C) R.I.P
  • Kiko Loureiro - Afinação de guitarras e guardador de palhetas de Lifeson (1994 - 2015)
Jackie Chan, roadie e guarda-costas da banda por aproximadamente uma década.

Bandas influenciadas pelo Rush[editar]

Prêmios[editar]

O Rush recebeu prestimosos prêmios do próprio território extremo-nortista americano ou "canadense", entre eles:

  • 1714-1974 Banda Destaque (porque a única existente)
  • 1975-1978 - Único e Melhor Grupo Canadense (ainda o único existente)
  • 1979-1984 - Melhor e Único Grupo Canadense (o único existente até o momento)
  • 1985-1988 - "O" Grupo Canadense, apesar de haver registro da existência de duas bandas covers do Kiss na época em pleno território extraterrestre extremo-nortista americano.
  • Abdução Indução de Neil Peart na Fraternidade dos Escritores Extremo-Nortistas Americanos, pelos seus livros "Diários de Motocicleta", "Ayn Rand para Neófitos: Introdução ao Objetivismo", "Deus É Uma Ilusão" e por suas letras de música, especialmente "Limão Light" ("Limelight") e "Teste o Foreco" ("Test For Echo").
  • 1991 - Melhor (e único) álbum Prog-Chorinho-Reggae do milênio na Fabulosa Terra do Canadá, concedido tardiamente a "Grace Under Pressure", "Grace, ande depressa"
  • 1991 - Melhor (e única) arte de álbum (Peste) dos últimos dois anos.
  • 1992 - Melhor (e único) álbum de Hard Rock nos últimos 14 anos.

O Rush também recebeu pomposos prêmios internacionais, tais como:

  • 1976 - Prêmio Progdelly Rock, pela canção "A Passage to Bangkok", "pela apologia sem vergonha explícita a substâncias que abrem e educam a mente, como o nosso bom e velho baseado a maconha".

1990 - Prêmio Catapim Catapum Pucutum Plaft Plaft à melhor virada de bateria dos anos 80, para a música "YYZ".

  • 1993 - Prêmio Sobreviventes, pela turnê de 1991 da banda em pleno inverno canadense.
  • 1994 - Prêmio Discípulo de Chimbinha, pelo conjunto da obra guitarrística de Lifeson.
  • 2013 - Abdução Indução ao Hall da Fama do Rock & Roll (Rock & Roll Hall of Fame), pelo conjunto da obra musical da banda.

Curiosidades[editar]

Broom icon.svg
Tua mãe desencoraja seções de curiosidades, mas nós não ligamos a mínima! Sob as políticas da Desciclopédia
Mas bem que esta seção pode ser aproveitada integrando-se piadas decentes às seções mais adequadas.
Cada curiosidade pode render uns bons parágrafos, então faça direito!
Poucos sabem que o Rush lançou dezenas de álbuns exclusivos para outros planetas. Este é só um exemplo.
  • A maioria dos virgens que apreciam o som não consegue cantar e muito menos executar uma música sequer do trio em qualquer instrumento. Nem mesmo na balalaika
  • Segundo ufólogos, boa parte das canções se baseia nos virgens nas viagens intergaláticas que a banda faz nos intervalos das turnês.
  • Lindo tornou-se o ser homem que toca mais instrumentos musicais simultaneamente do mundo: 413! Está no Guiness Book desde 1981 e confessa ter membros estranhos invisíveis (e visíveis) por todo o corpo desde que deixou de ser modelo fotográfico, após série de acidentes que envolveram seu corpo na Disneylândia, no finalzinho dos anos 60, e no Suriname, no comecinho dos anos 70.
Mike Portnoy, grande fã de Peart, em seu kit(ty) mais imponente
  • Como Lifeson queria tocar guitarra, Lindo acabou vendo-se obrigado a tocar o baixo. Por achar o instrumento extremamente enfadonho e monótono, Lindo passou a se dedicar no sentido de melhorar sua habilidade como músico, isto é, no sentido de fazer seu baixo soar não como um simples baixo, mas como uma verdadeira guitarra de quatro cordas, concedendo-lhe portanto maior dignidade (a ele mesmo e ao pseudoinstrumento). Aos poucos Lindo percebeu que se aumentasse o agudo do instrumento no amplificador e diminuísse o baixo; se ele colocasse cordas de alta tensão, e se tocasse um Rickenbacker ou um Fender ao invés de um Canora japonês, era possível simular o som agressivo de um instrumento de verdade, superando os dumdumduns chatinhos do baixo. "O objetivo de todo grande baixista é ser o menos baixista possível e mais um músico propriamente dito, menos 'dumdum' e mais 'tamtamçasidfpoipaosdfnaps', menos aveludado e mais agudo, menos discreto e mais espalhafatoso", formulou Lindo numa entrevista. E complementou: "Também aprendi que se eu deixasse a unha do indicador crescer muito, tipo uns três ou cinco centímetros, dava pra tirar um som menos aveludado e mais agudo das cordas do instrumento, semelhante ao de uma palheta, e se eu usasse um só dedo no lugar de dois, também dava pra alcançar um som menos de pizzicato baixístico e, portanto, mais musical".
  • Neil Peart foi (é) considerado o maior baitolista baterista do mundo dos anos de 1975 até 2020. Após o anúncio de sua morte, em 10 de janeiro de 2020, o ex-batera do Dream Theater, Mike Portnoy, bateu uma masturbou-se em sua homenagem, usando uma baqueta por trás "para aumentar o prazer", segundo ele "a baqueta que o Prof Peart jogou pra cima, não conseguiu apanhar e por acidente rolou do palco até minhas belas mãos no show de 6 de março de 1981". Porntoy Portnoy relatou a experiência nas redes sociais, mas logo veio o retaliação por parte dos fãs. "O Porntoyzinho deveria ter dado um melhor fim à baqueta do grande mestre Peart, agora não quero nem mais pegar nela, muito menos lamber", admoestou-o Humberto Gessinger.
Kiko Loureiro, possivelmente o maior fã brasileiro do Rush
  • Em 16/01/2020, Mike Portnoy lançou "oficialmente" o manifesto "Neil Peart Não Morreu", que visa mostrar a todo o mundo e "a todos os mundos" que a morte do baterista do Rush é uma ilusão, apenas uma mentira. Portnoy escreveu nas suas redes sociais o seguinte: "A morte do prof Peart é uma farça [sic]. Uma jangada de marketing [sic] + a vontade de ser ver livre da fama [sic]. O prof toca até hoje em seu casarão e grava álbuns pra planetas distantes. Não vi corpo dele. Câncer é só conversa. Sei disso, recebi uma luz e vi a verdade. E conheço gente que sabe tudo. Meus passarinhos. O prof se cansou do mundanismo e fungiu [sic (fingiu?)] ter partido dessa pruma melho[r]. Aquele episódio do Hall da Fama o enfadou e ele deve ter decidido que simular sua própria morte era o melhor. Mas nós sabemos tudo, o prof está vivo e ativo [alive and kickin']. Tenho passarinhos e eles voam por aí e me contam tudo. Sabem tudo. Agora sei também. E vou atrás dos novos álbuns do prof comercializados secretamente para além desta galáxia sim. CONTRA TUDO E TDOS PELO NEILLLLLLL!!!!!!!!!!!! [sic]". Novamente, veio reprovação ponderadíssima e lúcida por parte de Humberto Gessinger: "Esse Portnoy é um lunático mesmo. Não quer aceitar a morte do cara e fica aí bolando teorias ridículas, e sem dar prova sólida nenhuma. Felizmente a maior parte dos fãs não caiu nessa conversa dele, eu só vi o Kiko Loureiro cair até agora. Espécie de sebastianismo às avessas: 'o prof Peart vai voltar' etc. Boçais."

Galeria[editar]

Ver também[editar]