São Félix do Araguaia

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa

São Félix do Araguaia é mais uma cidade nas margens do Rio Araguaia que se você olhar de longe confunde com Barra do Garças.

História[editar]

Algumas modernas casas de São Félix de Araguaia.

Local habitado durante milênios pelos índios carajás, que foram expulsos do dia para noite na base de pontapés quando descobriram que todo aquele lugar poderia ser um grande resort turístico.

Em 1941 meia-dúzia de famílias perdidas nas florestas do Pará subiram o Rio Araguaia procurando uma vida melhor, e é lógico que não encontraram isso, e quando descobrem que nada poderia melhorar mesmo (leste do Mato Grosso e sul do Pará é tudo a mesma bosta) ficam por ali mesmo naquele meio do nada onde abrem uma pequena estância turística.

O nome São Félix foi escolhido pela crença da proteção do santo contra os constantes ataques dos índios xavantes que frequentemente no calar das noites lançavam dardos envenenados nos pescoços dos cidadãos da cidade, já que eles obviamente não admitiam a ocupação de seu território onde viveram milênios de gerações.

Getúlio Vargas fundou lá em 1942 uma base da FAB que durante muito tempo funcionou como base secreta brasileira para estudo de tecnologia alienígena.

Em 1976 foi criado o município de São Félix do Araguaia, sendo este o segundo município do leste matogrossense (o primeiro foi Barra do Garças), desde então, mais de 8000 distritos já se desmembraram de São Félix do Araguaia.

Geografia[editar]

Cidade localizada às margens do Rio Araguaia, o seu grande destaque é a Ilha do Bananal, considerada a maior ilha fluvial com bananas do mundo.

A flora local é uma mistura de pantanal, cerrado e floresta amazônica (na verdade isso é uma desculpa porque ninguém lá sabe dizer que tipo de vegetação é aquela).

População[editar]

Fogo na Ilha do Bananal. Seriam índios fazendo um sinal de fumaça, ou fazendeiros abrindo mais um pasto?

Município de uma pequena população de 11.000 habitantes. Divididos entre os cidadãos hospitaleiros donos de hotelzinhos fuleiros, canoeiros, e índios karajás que vivem na Ilha do Bananal pintando seus corpos com o pinto, fazendo cocares, fumando o cachimbo da paz e artesanato com folhas e palha (é como se fossem hippies, mas são índios).

Transportes[editar]

Chegar lá só pelo Rio Araguaia mesmo (a não ser que você queira encarar um rally na BR-242).

Na cidade (se é que podemos chamar aquilo de "cidade") possui ruas com pouco ou nenhum asfalto (no máximo uns bloquetes aqui e ali).

Todo mundo na cidade tem pelo menos uma canoa.

Turismo[editar]

Cidade abençoada por uma bela natureza, é sempre um ponto de parada para quem vai fazer porra nenhuma se aventurar no Rio Araguaia. Em suas belas praias desertas é possível ficar nu e pintar com o pinto sem se preocupar com nada, apenas dizer que você é um índio.