São Gonçalo do Amarante (Rio Grande do Norte)

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São Gonçalo do Amarante é apenas o segundo maior bairro de Natal, atrás apenas de Parnamirim. Só serve para ceder um terreno para um aeroporto para Natal, ser cidade-dormitório do proletariado que trabalha lavando latrinas em Natal, e ficar escondida atrás das dunas como se nunca existisse, longe dos olhares dos turistas.

História[editar]

Originalmente o local era apenas um mangue habitado pelos nativos, os índios potiguaras que deram o nome ao gentílico dos habitantes do Rio Grande do Norte. Um destes índios era o famoso Felipe Camarão, que na verdade era um viking que tomou muito sol (daí o apelido, "camarão") e se disfarçou de índio para não sofrer canibalismo. Ele acabou tornando-se o habitante mais célebre da história de São Gonçalo do Amarante, pois era um índio que se vestia como um aristocrata francês e comia as putinhas da região como um turista sueco.

No começo do século XVII surgiram as primeiras habitações surgiram por ali, mas em 1645 algo grave aconteceu quando os pé-rapados recém-estabelecidos fumaram toda a erva que os holandeses haviam plantado no cachimbo dos índios potiguares. Revoltados, os holandeses foram para o acerto de contas, e mataram todos drogados do local, extinguindo São Gonçalo do Amarante. Estes bravos heróis que foram massacrados seriam posteriormente lembrados pela IRFB (Igreja do Rastafarianismo da Fumaça Boa).

Outro fato marcante na história do município ocorreu em 1856, quando um surto de cólera devido à mania do povo de beber água direto do esgoto, matou quase toda a população que cagou fora seus próprios intestinos despertando a fúria (cólera) dos poucos médicos da região, que enojados fizeram greve e deixaram todos morrer da tal cólera, por isso em 1868 a aldeia, então deserta devido à morte de quase todos, foi re-anexado por Natal, todavia Natal sempre teve vergonha deste vilarejo, e o escondeu atrás das dunas e depois revendeu para Macaíba.

Foi no ano de 1889 que São Gonçalo do Amarante foi o palco da Proclamação da República e Deodoro da Fonseca devolveu a autonomia administrativa de São Gonçalo do Amarante. Apesar disso, perdeu parte de seu melhor território, em 1943, para São Paulo do Potengi, ficando apenas com as favelas e os esgotos a céu aberto.

Geografia[editar]

A cidade localiza-se às margens do maior esgoto a céu aberto do Rio Grande do Norte, o esgoto Potengi (nome que do tupi-guarani quer dizer "queijo polenguinho", fazendo alusão ao pênis mal lavado dos moradores locais.

Transportes[editar]

A única coisa que presta do município, este aeroporto, chamam de Aeroporto de Natal.

Na cidade localiza-se o imponente e moderno Aeroporto de Natal que passou a funcionar em 2014 para receber os jogos da Copa do Mundo, substituindo o aeroporto do bairro vizinho de Parnamirim. O aeroporto, claro, é de total usufruto dos natalenses e nenhum santo-gonçalense-amarense tem capacidade de usufruir desse aeroporto, no máximo se for para trabalhar de faxineiro por lá, uma profissão digna que mantém o aeroporto sempre limpinho, por isso agradecemos aos são-gonçalense-do-amaro.

Cultura[editar]

Ao contrário da maioria das cidades potiguares, São Gonçalo do Amaro tem déficit de mulheres bonitas, tanto que precisam usar natalenses para concorrer nas acirradas competições de beleza do Rio Grande do Norte, tanto que Larissa Costa, Miss Brasil 2009, é de Natal mas concorreu por São Gonçalo do Amarante.

Turismo[editar]

  • Monumento dos Mártires - Inaugurado em 2000, mais de 350 anos depois que estes pobres miseráveis morreram, alguns acreditam que tal massacre é uma lenda que nunca ocorreu, e outros acham que é uma forçação da prefeitura de São Gonçalo do Amarante que na ausência de coisas relevantes em sua história, teve que recorrer a uma guerrilha lá do século XVII para construir um monumento que está sempre deserto, pois turistas não chegam ali.
  • Estátua Gigante de um Galo - No meio da cidade tem uma escultura de um galo obeso gigante. As pessoas que se perderam em Natal e acabaram ali acham bem bonitinho, mas só.