Síndrome da Sincronicidade Permanente

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A SSP (Síndrome da Sincronicidade Permanente) é uma DMT (Doença Metafisicamente Transmissível) causada pela bactéria Tristitia Dolere. Manifesta-se em três estágios: primária, secundária e terciária. Os dois primeiros estágios apresentam as características mais marcantes da infecção, quando se observam os principais sintomas e quando essa DMT é mais transmissível. Depois, ela desaparece durante um longo período: a pessoa não sente nada e apresenta uma aparente cura das lesões iniciais, mesmo em casos de indivíduos não tratados. A doença pode ficar, então, estacionada por meses ou anos, até o momento em que surgem complicações graves como lesões acidentais, tragédias pessoais, perda de emprego, depressão, problemas de saúde, ou aparente 'azar', que inclusive pode levar à morte.


Sinais e Sintomas[editar]

A SSP manifesta-se inicialmente como uma pequena ferida moral (cancro ético) e com ínguas (caroços) na consciência, que surgem entre o 1º ou 3º dia após a relação emocional desprotegida com

Doutor Roberto, em 1997, quando não tinha a doença.
Doutor Roberto em 2009, quando descobriu a doença.

vitimada ou carente. A ferida e as ínguas não doem, não coçam, não ardem e não apresentam pus. Apenas após um certo tempo, a ferida desaparece sem deixar cicatriz, dando à pessoa a falsa impressão de estar curada. Se a doença não for tratada, continua a avançar no organismo, surgindo manchas passadas em várias partes do seu histórico encoberto (preterivelmente nas histórias mal resolvidas), consciência pesada, insônia, baixa autoestima, e depressão. Caso ocorra em grávidas, poderá ocasionar o desejo de aborto em clínicas ilegais.

Transmissão da SSP[editar]

A SSP pode ser passada de uma pessoa para outra por meio de relações emocionais desprotegidas (sem o uso de bom-senso na exploração da carência de parceiros alheios), através de transfusão de pensamentos (que hoje em dia é muito raro em razão dos níveis de ignorância alheios), e após a gestação e o parto (de mãe e pai que abusam emocionalmente do bebê desde o berço até a fase adulta).


Prevenção[editar]

Como não há perspectiva de desenvolvimento de vacina, em curto prazo, a prevenção recai sobre a educação em respeito: uso regular do bom-senso ao se relacionar com pessoas fragilizadas, através do diagnóstico precoce em homens e mulheres carentes e vulneráveis, e/ou parceiros que incitem a vendeta, além da realização do teste diagnóstico por mulheres desequilibradas com intenção de engravidar.


Tratamento[editar]

O tratamento mais indicado para a SSP é a utilização do mais antigo dos ditados: "não faça com os outros o que você não gostaria que fizessem com você". O maior problema do tratamento é o seu diagnóstico, visto que a SSP pode ser confundida com 'azar', 'má-fase' ou simplesmente circunstancial, levando também a transmissão de sofrimento em alta escala. Os pacientes devem evitar ter relações emocionais (de preferência que envolvam o amor) até que o seu tratamento (e do parceiro com a doença) se complete. A gestante deve realizar controle de cura mensal.

Se não tratada, a SSP progride, torna-se caótica e pode comprometer várias partes da consciência e levar o infectado ao suicídio.


SSP Congênita[editar]

A SSP congênita é resultado da infecção através da Tristitia Dolere, bactéria causadora da SSP, através da falta de amor de pais ausentes e/ou abusivos.


Links[editar]

Relato Sobre a SSP


Síndromes, autismos, retardos mentais e outras frescuras patológicas da humanidade