Síndrome do Pânico na TV

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A Síndrome do Pânico na TV é um distúrbio neurológico descoberto em 2007 pelo renomado cientista psiquiatra Doutor Miguel Falabella.

Sintomas[editar]

Cquote1.png O que eles fazem é uma coisa pobre, de humilhar as pessoas Cquote2.png
Doutor Miguel Falabella sobre a Síndrome do Pânico na TV

Um sintoma inequívoco da Síndrome do Pânico na TV é o de a pessoa obsessivamente tentar pagar de "engraçada" achincalhando os outros. Em sua mente afetada pela gordura animal de alimentos industrializados, a pessoa se acha o máximo e pensa que está mandando bem humilhando o próximo, quando a única piada mesmo é ela própria. Na verdade, o portador desta síndrome geralmente tende a se comportar de forma covarde e prefere ofender pessoas que não podem se defender, quase sempre em grupo, e então os sintomas podem se confundir com os de outro distúrbio neurológico, a filhadaputice.

Em suma, o Pânico na TV não ensina isso (fuder galinhas) pros telespectadores (ô palavrao), na verdade aquilo que fazem é bosta misturada com coisas criativas, se a criatura já tender mais à bosta, então se contaminará mais ainda com a porção maléfica, tipo o Picolo quando tinha um ovo do mal em sua bunda barriga e acabou por vomitar, ficando assim, bom da cabeça.

Causas[editar]

Não se sabe ao (como fuder) certo o que pode causar a Síndrome do Pânico na TV. Sua origem pode ser genética, passada de pai para filho, ou pode ser causada pela alimentação (rica em porcarias) presente em países ricos e frios como os EUA e a Região Sul/Sudeste do Brasil. Um dado estatístico interessante é que 99% dos portadores da Síndrome do Pânico na TV são brancos, e deste total 33% são gordos, o que pode significar que a ausência de melanina combinada com o excesso de gordura no cérebro pode favorecer o aparecimento desta doença mental.

O drama de quem convive com a doença[editar]

Por não ter controle de seus impulsos a pessoa acaba isolada, e quando cresce tende a disfarçar seu problema fazendo o que hoje chamam de "stand-up comedy" (comédia em pé) que consiste em ficar em pé num palco escolhendo aleatoriamente vítimas na platéia para diminuir e avacalhar de uma forma socialmente aceitável. Mas, a grande maioria enfrenta o problema dando vazão ao seu distúrbio no anonimato da internet. Poucas realmente procuram ajuda psiquiátrica.

Posologia[editar]

Tomar um pouco de Sol (você leu um pouco) em horários aprazíveis, para então dourar um pouco a carcaça, fazer a vitamina D e, aproveitar a luz natural carregada de íons benéficos (...). Também ajuda mudar a alimentação, só coma carne saudável e, aduse do reino vegetal mas, sem danificar muito as mixiricas.

Ver também[editar]

Num esboço com mafagafos, vários mafagafinhos há.
Quem os desmafagafizar, bom desmafagafizador será.
Síndromes, autismos, retardos mentais e outras frescuras patológicas da humanidade