Star Ocean

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Virtualgame.jpg Star Ocean é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, Sua Irmã isola seu controle do Wii.

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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Star Ocean.
Oceano da Estrela
Staroceanlogo.jpg
Logo da série
Gênero RPG japonês
Desenvolvedor tri-ace
Publicador Square Enix
Plataforma de origem SNES
Primeiro lançamento Star Ocean: Uma Odisséia Espacial (1996)
Último lançamento Star ocean: Amnésia (2016)


Cquote1.png Você quis dizer: Star Trek otaku Cquote2.png
Google sobre Star Ocean
Cquote1.png Experimente também: Tales of Enix Cquote2.png
Sugestão do Google para Star Ocean

Star Ocean é só mais uma marca de cigarro das trocentas séries de RPG coreanos japoneses que existem por ai. Apesar de ser vendido como um RPG Futurista, você passa 80% do jogo em um planeta medieval, com vilarejos, reis, magas peitudas etc. Como a Enix é muito preguiçosa, só lançam um jogo novo a cada geração de videogames (o que dá uns 6 anos).

Origem[editar]

Os jogos da séries são conhecidos por possuirem um dialogo maduro e intelectual.

Star Ocean foi criado por Luther Lansfeld, um nerd desocupado que dorme com travesseiros de personagens de anime e trabalhava na Namco. Os funcionários da Eunucos Enix arrombaram ele por uns trocados e ofereçeram um carro cargo melhor em sua empresa. Luther, que também tinha um fetiche pelas orelhas do Senhor Spock, aceitou e decidiu fazer um jogo futurista e colocar personagens similares na grama trama.

Nos jogos de número par, o protagonista é um espadachim loirinho que tem birra com o papai e fica reclamando disso pra todo mundo. Nos ímpares, o espadachim tem cabelo azul e vive com uma Guria Retardada que é sua melhor amiga de infancia. Os membros do grupo são geralmente os mesmos também: o fortão, a bruxinha peituda, o espadachim rival, a gúria retardada etc. Os vilões são todos sociopatas que querem destruir o universo e geralmente tem nomes bíblicos, como: Gabriel, Lucifer, Sauron, Cabo Daciolo, Maria do Rosário e ET do Panamá, que são alterados na versão americana para camuflar as mensagens subliminares.

O primeiro jogo cegue segue a modinha de "viajar no tempo para derrotar um vilão que veio de outro planeta" de outros jogos da época: Gatilho do Tempo e Contos da Fantasia. Luther morreu depois do lançamento do terceiro jogo e foi substituido por sua irmã, A Bruxa de Blair.

Jogos Principais[editar]

Star Ocean 1: A Primeira Parida[editar]

Rodick lutando contra Dumbo, um chefe opcional.

O jogo começa na cidade Kratos, no planeta do Rock. Os habitantes (uns sayajins com orelha de gato) viviam em paz e harmonia, até que o carteiro Jaiminho passou por lá, levando cartas cheias de Antrax, que deixaram todo mundo, literalmente, duros feito pedra. Rodrigo, Mila e Dorme, três guardinhas de quinta que passavam o dia todo coçando o saco e rodando Pirocóptero, são alertados sobre o problema e intimados a pegarem umas ervas na Favela da Rocinha para curá-los. Quando chegam no topo, são abordados por dois ETs que são terráqueos da Terra: Onix J. Cameron (o cafetão chefe da tripulação) e Ilha Frajola (mulher que fuma uns 30 maços de cigarro por dia para ter a voz tão aguda). Os intrusos dizem que o antrax é uma arma quimica do maior inimigo da ONU Espacial, o ditador e supremo camarada Jim Kong-uno, patrão do Jaiminho. Após muita conversa fiada, Dorne vai dormir, e o grupo descobre que o antídoto só pode ser extraído de um Chupa-Cabra que vivia no planeta Rock à 300 anos. Por roteirismo forçado coincidencia, tem um portal interdimensional que permite viajar no tempo logo alí na esquina, o qual os heróis usam. Durante a aventura, eles se despiram deparam com vários personagens opcionais cliches de RPG japônes: o herói de guerra aposentado, uma cigana em busca de vingança, uma gatinha que serve de alívio cômico etc. No fim, eles derrotam a criatura (Asno Deus) que dava chupão nos moradores, e levam um de seus testículos para fazer a cura no futuro, salvando todos. Uns dias depois, os dois ETs voltam com o cú arregado, pois o gordinho ditador é forte demais para eles enfrentaram. Os heróis, que trazem os fulanos do passado de novo, vão à Coreía Espacial do Norte para detê-lo e salvam a galaxia de suas armas nucleares.

Star Ocean 2: A Segunda Ereção[editar]

1900 e guaraná com rolha anos atrás, houve uma rebelião no planeta Nederland, terra natal do Michael Jackson. Para conter os terroristas, o cientista louco Doutor Willy criou oito Exterminadores do Cú Duro e um Robocop Gay para pôr ordem na coisa. Durante o conflito, a filha do Willy foi comida por um Pacman Azul, mandado pela equipe da série Tales of, da Namco (principal concorrente da Enix na época). O governo tentou esconder isso do Willy, mas o Robocop viu tudo e já foi fazer fofoca pro bom doutor, que ficou mais emo-homicida do que já era e reprogramou suas criações para destruirem todo o universo. Willy decide virar um Robocop Gay chamado "Grabriela" (Inalar-o-Cíu na versão de cana) para homenagiar seu subordinado, mas ele(a) e suas criaçoes foram derrotados e mandados para a Zona Fantasma. Como não tinham onde guardar o projetor da zona fantasma, já que seus cús estavam cheios de problemas os Nedeanos botaram o troço dentro de um esteroide asteróide e o transformaram em Lixo espacial, que ficou cagando vagando pela KOS-MOS até cair no planeta Microsoft Excel, onde seus poderes telepáticos foram usados para aprontam com os caipiras fimosentos que moravam lá.

Claude descobre ser filho de Inácio, momento mais emocionante da série.

Muito longe dessa merda toda, Cláudia Leitte briga com seu pai (o cafetão do jogo anterior, agora barbudo igual um pirata) e mexe com um teletransporte da Enterprise, indo parar justamente no planeta acima citado. Claude conheçe Rena, uma Vulcan elfa de cabeço azul que acha que ele é um jedi e veio para salvar Bonanza de um esquema de tráfico de drogas envolvendo dinossauros. Após ouvir rumores sobre a Rede Globo deixando as pessoas doidas, Claudão viaja pelo mundo para encontrar um meio de voltar para a NASA e reconciliar com sei papito, mas de tanto ficar repetindo o que os outros falam, ele acaba dando luz a uma raça de Papagaio-Mutante que declaram guerra à humanidade. No fim do primeiro disco, Thomas e Seus Amigos salvam o planeta e encontram o PROJAC, porém os Des-Sábios (que se teleportam como holograma e brilham igual pisca-pisca quando tem algo a dizer) se libertaram da Zona Fantasma, explodem o planeta e destroem a nave de seu pai (mataram o Kenny, filhos da puta!) com a Estrela da Morte. Claudia e sua rena vão para Energy Neverland se vingar e contratam a Doutora Júlia para criar luxuosas armas Antimatéria para arrombar os opressores. Cleusa ganha um dragão e acha o esconderijo dos malfeitores, matando todos lá dentro e salvando o multiverso. O prefeito de Neverland e seus habitantes fazem uma macumba, onde eles morrem para ativar um backup do planeta Pelé, que é eterno, e todos ficam felizes exceto aquela reporter e o cara do zoológico, se você não recrutou eles. Fim.

Star Ocean V3: O Baú da Morte[editar]

Em todos os jogos, o grupo é composto por um bando de humanos alienigenas com mais de mil cores de cabelo.

Em uma nave qualqer, Fayt e sua prima miguxa, Sofía, estavam jogando Baleia Azul e brincando de médico, até que surgem uns Reptilianos que começam a matar todo mundo. Faye escapa da nave e acaba caindo em um planeta medieval (para variar), onde ele conheçe um Cloud Strife bombadão chamado Grife e sua secretaria Miranda, que foram contratados pela Maria que começou sua mãe e sua tia para tirá-lo dessa imundice e coloca-lo em uma pior. Como sua nave foi comprada no Paraguai, ela não vai longe e eles acabam caindo em OUTRO planeta medieval (chamado Élicor de Merda II), onde passam mais de vinte horas de jogo lutando em uma guerra que não tem nada a ver com a proposta do jogo e que só serve para encher linguiça. No fim do primeiro DVD, os reptilianos aparecem para lembrar os jogadores de sua existência, mas o protagonismo prevalece e Fayt os derrota tirando poder do cú.
Também é revelado que Star Ocean é um MMORPG criado por um cara que é, literalmente, o Diabo e que quer "deletá-los" do seu PC da Xuxa porque ele só curte Nintendogs e Dota 2. Nossos heróis entram em no Camburão do Zordon e acabam saindo de dentro de uma TV de tubo, 24 polegadas da Philips, no "Mundo 4D". Perseguidos pela polícia local, eles entram no prédio da Square Enix, onde são abordados por Mike Tyson e Pabllo Vittar, dois seguranças. Vençendo-os, Fatima e co. chegam até o escritorio de Lex Luthor Luther, que está prestes a enviar o jogo para a Lixeira do Linux dele. Luthor é detido e o MMORPG restaurado.

Star Ocean IV: Uma Nova Esperança[editar]

Membros do grupo tirando uma Selphie selfie.

O jogo começa na Terra, há trocentos bilhões de anos antes dos anteriores (para os roteiristas poderem ignorar o "plot-twist" do jogo anterior, que boa parte dos fãs odiou), onde Donald Trump e Vladimir Putin se divorciaram e começaram a Terceira Guerra Mundial, que arrombou o mundo e obrigou os sobreviventes a se mudar para os túneis subterraneas do "Breath of Fire: Dragon Quarter". Como não dava mais para viver feito minhoca, o conselho Tetragrammaton contratou Jessica e Cauê, dois pirralhos que ainda não atingiram a puberdade, para encontrarem um novo planeta para ser colonizado. Star ocean 4 é conhecido por ser o jogo com o maior número de menininhas irritantes que entram para o grupo em toda a história da Enix.

Star Ocean 5: Ordem e Progresso[editar]

O rabo da Fiore é o personagem mais popular do jogo. A própria Fiore ficou em segundo lugar.

No planeta Hagrid, há uma guerra entre entre três reinos para o controle do mudo: "Rezina", "Três-Cús" e "Longe-Daqui". Os cidadãos do segundo (como o nome sugere) só se fodiam, até que conseguiram trajes de Power Ranger e armas de plástico da Organização XIII para virar o jogo e dominar o mundo.
A história começa com Fidel Castro, que morava com sua amiguinha de cabelo roxo sem nariz na Fazenda da Bala, a qual estava sendo atacada por rebeldes Trêscuzistas, que queriam o leite de sua mãe. Sem poder impedi-los, Castro vai chorar para seu amigo Vitor, que ô leva até o castelo do rei para exigir mais policiamento na região. Em Rezina, eles conheçem a bruxa Fiona, que de tão vestida faz a Sasha Grey pareçer uma freira em comparação. Ela os encaminha ao seu cafetão (e pai de Fidel), Dário Berger, que diz não poder fazer nada por causa dos direitos dos manos. Depois de muita conversa, Fidel e Miki vão embora, mas no caminho são assaltados por traficantes do Morro do Tatu (onde Fuleco é o chefe da boca). A ação, acompanhada pelo Cidade Alerta, é interrompida pela queda de um meteóro invisivel, que tem uma menina com o poder de parar o tempo dentro. O vilão da vez é o General Alma Negra, que quer os poderes da Maísa para usurpar o trono de Silvio Santos no SBT.

Caça Níqueis[editar]

Star Ocean: Lagoa Azul[editar]

Continuação direta do Star Ocean 2 que foi lançado para o Gameboy Color e nunca saiu do Jorjão Japão. 23 meses e 11 dias após salvarem o mundo, Ernesto e Ópera estavam brincando de Lara Croft, mas a nave deles cai no Planeta Edifício, que está localizado no Sistema Solar "Selva de Pedra", dentro da Galáxia "Pedreira da Toei". Eles mandam uma menságem de SUS para os outros personagens do jogo (exceto Claude e Rena, que estavam em uma missão secreta no Planeta Dollynho), que inúteis como são, também acabam presos no dito cujo. Agora eles devem explorar o lugar para encontrar uma saída.

Star Ocean: Nemesis[editar]

Jogo de celular que a Square Enix fez para tentar se recuperar do prejuíso físcal que tiveram com o pinto quinto jogo da série. O jogo se passa no ano de 666, onde o protagonista mudo (capitão de uma nave da polícia Galática que patrulhava o espaço) e é atacado por perigosos e famintos Piratas Espaciais do Espaço Venezuelano, que danificam a nave e fazem toda a tripulação a te abandonar e fugir de quatro. Sem ter o que fazer, Mudinho tenta usar o modo Turbo, mas acaba indo parar no Acre, onde ele salva uma mulher chamada Évelhiçe, que tem o conveninete poder de invocar os heróis dos outros jogos para vir salvá-la. Ela se une ao grupo e todos agora tem que achar o caminho de volta para casa.

Coisas da série[editar]

  • Fulano ou Cicrano: Os três primeiros jogos limitam o número de personagens que você pode ter no grupo. É uma extragécia de marketing agressiva da Enix para te forçar a zerar o jogo mais vezes para poder jogar com todos.
  • Sistema de Arrastão: Mecânica presente nos dois primeiros jogo, permite que os "heróis" cometam furtos de NPCs e saiam impunes.
  • MP KIll e Fury: No terceiro jogo, o personagem morre se ficar sem MP. Isso ocorre porque todos os membros do grupo são dependentes químicos e não aguentam ficar sem cheirar mana. Eles também possuem uma barra de Fúria, que diminui quando você usa ataques e aumenta quando fica parado fazendo porra nenhuma. A ideia era dar um pouco de estratégia nas batalhas, tirando o velho esquema de martelar botão até o bicho morrer, e foi tão bem recebida que nunca mais voltou.
  • Ações Privadas: Sistema implantado para rivalizar com os "skits" da concorrencia. Ao chegar numa cidade, a turma se separa igual a turminha do Scooby Doo e cada um vai fazer uma coisa. O protagonista pode usar a Privada da casa da namorada para desbloquear uma ceninha secreta e ganhar pontos de afeição com a parceira, necessários para liberar um dos milhões de finais possíveis.
  • Especialidades: Além de aprender golpes do Capitão Falcon e trocentas-mil Magia da bicha, os personagens ainda tem que ter mestrado em Alquimia, Física e Murphydinâmica Quântica, Biologia etc. Nos dois primeiros jogos, é bem útil para criar a Espada grande pra caralho decaptadora de Dragões de Mil Cabeças e outros itens raros ainda no início do jogo, acabando com a dificuldade do mesmo.

Ver também[editar]

v d e h
Star Ocean logo.png