Steampunk

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Steampunk é o termo dado para um dos gêneros mais nerds de que se tem notícia no mundo da Literatura. É uma subvertente da Ficção Científica. É na verdade o gênero da ficção científica preferido pelos nerds, e é popularmente conhecido por apresentar histórias que se passam na época que a avó da tua avó (logo a sua tataravó) era virgem, ao mesmo passo que traz, inseridas no mesmo contexto, coisas completamente impossíveis e sem absolutamente nenhum sentido provenientes de épocas futuras. Por exemplo, imagine Abraham Lincoln montado em cima de um Megazord enferrujado em um cenário do Velho Oeste.

Origem[editar]

As influências do steampunk estenderam-se também ao mundo das artes clássicas.

A uma primeira olhada, o steampunk vai aparentar ter surgido de uma pesada sessão de cheiramento de ayahuasca. De certa forma, isso não deixa de ser verdade. O steampunk inicialmente não passava de um cyberpunk ambientado no passado. A diferença é que as armas a laser foram substituídos por revólveres enferrujadas, os ciborgues foram substituídos por máquinas à vapor e os anarquistas foram substituídos por RPGistas jogadores de GURPS.

A ambientação steampunk será sempre composta por cores de ferrugem: amarelo queimado, marrom e dourado. Armas, casas, transportes, roupas e até as árvores costumam ser dessas cores. Há uma certa fixação pela Era Vitoriana e pela tecnologia obsoleta e cheia de furos da época, a ponto de muitos fanáticos venerarem a rainha Vitória do Reino Unido como uma espécie de entidade.

Diversos livros são considerados como expoentes do steampunk primitivo, como o Frankenstein de Mary Shelley: uma história onde um cientista maluco viola túmulos para criar um golem de carne de vocabulário rebuscado. Entretanto, a obra máxima do steampunk tal como ele é conhecido atualmente, considerada a verdadeira bíblia do gênero, é A Máquina Diferencial, escrita por William Gibson e Bruce Sterling, dois dos principais desocupados patronos dos nerds. Esse livro estabeleceu boa parte dos principais clichês modernos do gênero, e conta a história de um desempregado que cria um computador da Positivo que acaba revolucionando toda a sociedade inglesa do período.

Steamers[editar]

Dentro da ideia do gênero, surgiu também uma tribo urbana de seletos adeptos com o mesmo nome, muitas vezes chamados também de Steamers. Tais ditos cujos são facilmente reconhecidos em meio a população por vestirem-se feito exímios cavalheiros vitorianos em pleno século XXI, o que os destaca da maior parte das pessoas e contribui significativamente para que os mesmos virem um alvo constante de chacotas e bullying.

Muitos deles consideram a Era Vitoriana como o melhor período da história da humanidade, ignorando completamente a prostituição clandestina bem embaixo do nariz da rainha, o trabalho infantil escravo em minas de carvão e as bocas de fumo que fomentavam o tráfico de ópio e maconha (que os ingleses consideravam "ervas medicinais").

Ver também[editar]