Stuka

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T6 Maria Fumaça.jpg Este artigo é da Aeronáutica!

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Estä arrtigö é alemon! Issö querr düzerr que seu autorr suschtenta ö gerraçon interra com bratwurst e sauerkraut, serrvidös porr uma fräulein . Non faça scheiße, öu te porremos de quatrro nö Berliner Mauer.

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Boieng da Trans Brasil indo pro brejo.jpg Olha o(a) Stuka vindo!
Olha o(a) Stuka indo!

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Stuka, o avião que queria mergulhar

Conhecido também como Avião Mergulhador, o Stuka foi um avião bombardeiro alemão que foi projetado para os pilotos kamikazes alemães, porém, não havia nenhum piloto kamikaze alemão naquela época. Então, com o design perfeito para ser jogado em algum alvo, o Stuka teve de ser usado por pilotos alemães comuns, que enfrentaram o perigo de pilotar um avião que, constantemente, dava uma de avião-kamikaze e voava com toda a velocidade para atingir em cheio alguma base. Por sorte, os pilotos alemães sabiam deste truque do Stuka, e aproveitavam a manobra 1/2 kamikaze e bombardeavam tudo, mas logo retornavam ao estado normal.Os pilotos precisavam de muita habilidade para fazer o Stuka retornar de sua manobra suicida.

Criação[editar]

Um Stuka se aproximando do alvo

O Stuka foi inventado 6 anos antes da Segunda Guerra Mundial iniciar, pelo aviador e engenheiro veterano da Primeira Guerra Mundial, Fritz Kammikaizer, que criou o conceito de avião-suicida da Primeira Guerra Mundial. Quando testou seu avião contra uma base abandonada no meio do oceano, Fritz bateu seu avião com tudo, explodindo toda a base, morrendo na hora, ou seja, o teste foi um sucesso, e assim, o avião Stuka tornou-se popular.

O nome Stuka é uma sigla para Sploddischen Terrivilienerlischen Urklienerlischen Krieglieschen Artillerischen, ou seja, avião-bomba. Este nome foi dado pelo próprio Fritz, minutos antes de morrer. O nome original do Stuka é Junkers Ju-85, mas este nome foi substituído pois Junkers era o nome de um dos pilotos e Ju-85 era o nome do cachorro de um dos faxineiros; resolveram deixar apenas Stuka mesmo.

2 anos antes da Segunda Guerra Mundial, o Stuka passou por algumas reformas, para ficar mais rápido e atingir seus alvos com maior precisão. Porém uma lei, lançada 15 minutos após a reforma do Stuka, proibia que pilotos se matassem em prol de guerras. Então, para não desperdiçar todo o belíssimo trabalho de reforma dos Stukas, os pilotos alemães passaram por um treinamento, com o objetivo de aproveitar a estrutura suicida do Stuka, mas retornando com vida e com o avião inteiro ao hangar. Graças a este treinamento, os Stukas se transformariam em armas poderosas na Segunda Guerra Mundial.

Poder[editar]

Stuka preparando seu mergulho e nado sincronizado

Criados inicialmente para servirem de aviões-bombas, os Stukas foram rapidamente reestruturados, para se transformarem em aviões-bombas não suicidas. Apesar de sua excelência em servir como avião suicida, apenas 2 mortes foram confirmadas nesta época: a de seu criador Fritz Kammikaizer e a de Hans Klinke, um nerd louco que gostava de jogar War e não tinha o menor conhecimento de pilotagem de avião, que tentou pilotar logo o Stuka e morreu na decolagem.

Isto é o que um piloto de Stuka barbeiro pode fazer

Depois da nova reforma, própria para a Segunda Guerra Mundial, o Stuka se transformou em um monstro aéreo. Várias toneladas de bombas, um voo rasante poderoso e pilotos bem-treinados faziam do Stuka o avião mais temido do início da guerra. O Stuka mergulhava próximo ao alvo, ligava uma sirene que fazia os Aliados se cagarem nas calças, mandava uma chuva de bombas e decolava. Esta manobra era arriscada, por isto os pilotos destes aviões treinavam dia e noite, com balanços de árvores ao invés de aviões.

A manobra mortal do Stuka, conhecida como O Voo da Serpente, não permitia que o piloto usasse o para-quedas em caso de falha. Se o avião colidisse, o piloto explodia junto. O método para fazer a tal manobra era colocar o avião Stuka em formato impotência sexual, descendo em linha reta ou levemente torta, até se aproximar do alvo. Alguns pilotos mais doidos ficavam até 10 metros de distância do alvo. Com esta aproximação, era quase impossível errar o alvo. Por esta manobra, os pilotos treinavam muito sua mira, pois gastavam todo o tempo treinando a aproximação fantasmagórica. As bombas quase sempre atingiam o alvo. Quase, pois alguns pilotos mais cegos conseguiam errar o alvo estando a menos de 100 metros dele.

A partir do momento que inventaram esta manobra, o número de mortes por Stuka subiu de 2 para 1000. Alguns pilotos que morriam esqueciam que tinham de bombardear o alvo, e não se jogar neste alvo. Outros falhavam na hora H e não conseguiam dar o rasante salvador, caindo de maduro no solo. Outros sofriam ataques cardíacos, pois o medo era tão grande que o coração até explodia. Milhares de pilotos morreram e outros milhares de Stukas foram parar no ferro velho, mas milhares de bases, edifícios, veículos, parques de diversão e outras coisas dos inimigos foram destruídas.

O Stuka foi largamente usado pelos alemães na guerra-relâmpago, popular Blitzkrieg. No ataque à França, o arraso foi enorme. Não sobrou pedra sobre pedra. Mas aos poucos, o Stuka perderia seu grande poder, pois as demais Forças Aéreas se equipavam contra os aviões quase-suicidas alemães.

Aposentadoria[editar]

E isto é o que acontecia quando o piloto era barbeiro e bêbado

Perto do fim da guerra, quando a Alemanha já estava sendo chacoalhada, os Stukas foram finalmente aposentados. Os velhinhos já não estavam mais dando conta do recado e ganharam o descanso eterno e merecido.

Antes de ser aposentado, o Stuka havia mostrado serviço na Polônia, na França (novamente), na Dinamarca, na Rússia e na Inglaterra. Na Rússia e Inglaterra, o velho Stuka já não tinha muito fôlego para combater os aviões da Royal Air Force e da Força Aérea Vermelha (tão vermelha quanto o link referente a ela). A idade chegou e junto com ela, uma artrose no rebimbalho da parafuseta.

Quando o número de alvos destruídos caiu de 5555 para 1, a situação ficou preocupante e senhor Hermann Göring percebeu que os Stukas já não faziam mais estragos. Ele recebeu então as férias e logo em seguida a aposentadoria. A história de sucesso dos Stukas teve seu fim, e agora passaria a ser peça de museu.

Ver também[editar]