Tales from the Borderlands

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Nota: A Sasha não morre no final apesar de sua cena de sacrifício, não existe romance entre Fiona e Rhys e o sequestrador misterioso de Rhys e Fiona é na verdade o tempo todo o Cargobô. É bom que você já saiba essas informações porque esse artigo pode conter spoilers que podem estragar completamente a experiência do jogo, afinal o enredo é parte essencial de sua jogabilidade, então muito cuidado ao ler este artigo
Virtualgame.jpg Tales from the Borderlands é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, Remilia Scarlet cria outra névoa vermelha em Touhou 6


Tales das Terras do Bode
Tales from the Borderlands.jpg

Os dois crushes protagonistas na capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Telltale Games
Publicador Telltale Games
Ano 2014-2015
Gênero conversa fiada e aperta um botão de vez em quando
Plataformas Prei 3, Prei 4, Caixa 360, Xisto 1 e Janela
Avaliação 5%
Idade para jogar Livre

Tales from the Borderlands é uma grande cutscene da série Borderlands dividida em 5 capítulos, considerada as vezes como filminho interativo pelo fato de as vezes ser necessário apertar um ou outro botão para a história prosseguir. Os mais desatentos as vezes podem chamar esta longa cutscene de "jogo de videogame" o que é inteiramente errado.

O jogo A cutscene foi produzido pela Telltale Games, uma empresa miserável que na falta de criatividade para gerar uma boa história própria do zero, precisa chafurdar em franquias aclamadas tanto do cinema quanto dos games, e no caso implorou para a Gearbox Software para ter a chance de estragar a sua principal franquia, Borderlands. Como é típico dessa desenvolvedora, o jogo a cutscene foi dividida em 5 capítulos, sendo que o primeiro capítulo foi lançado em novembro de 2014 e o último em outubro de 2015. Antropólogos de todas partes do mundo ainda buscam compreender o que leva uma pessoa a ser imbecil o bastante e se sujeitar a pagar 5 vezes um valor para esperar 1 ano para zerar uma cutscene que pode ser finalizada assistida em umas 3 horinhas.

Jogabilidade[editar]

Não há jogabilidade porque esse negócio não se trata de um jogo, mas sim de um curta-metragem com leves elementos de gamebook, ou seja, o jogador dispõe de uma suave e quase imperceptível opção de decidir-se por escolhas que afetarão o andamento do enredo da cutscene. Mas tal sensação de influência na história é meramente ilusória e os capítulos do "jogo" sempre irão terminar do mesmo modo.

Personagens[editar]

  • Rhys - Mauricinho almofadinha playboyzinho que trabalha para a Hyperion Corporation, a maior fábrica de dildos, consolos e demais brinquedinhos sexuais do universo e que assola o planeta de Pandora por acreditar que ali há uma vasta coleção de brinquedos sexuais a serem descobertos. Rhys, assim como 99,9% dos outros funcionários da Hypherion, nem sabem disso, aliás ninguém sabe o que está fazendo ali ou o que é seu trabalho. É burro, fresco, covarde, derrotado, virgem, chato e tudo o que os denominados "gamers" também são, gerando assim grande empatia com os jogadores.
  • Fiona - Mulher vigarista golpista salafrária e contraventora que sobrevive mentindo e eganando os outros tornando-se no final do jogo a pior caçadora de bucetas (vault hunters) de Pandora porque é aparentemente assexuada e nunca parece estar realmente empolgada para estas coisas, para toda a tristeza dos fãs desse tipo de "jogo", impossibilitada de ser shippada com qualquer outro personagem da história, exceto é claro por seu estranho fetiche por mecânicos, sendo a crush de Scooter, um caipira metido a besta que ainda bem pode ser morto pelo jogador caso ele faça as escolhas corretas.
  • Vaughn - Melhor amigo de Rhys, contador da Hyperion e visivelmente um nerd derrotado e virgem que mais atrapalha do que ajuda e tem carência por brofists. Apesar de ser um fracote molenga, é adepto do crossfit e dieta com wey protein, e por isso tem o seu abdome sarado.
  • Sasha - Irmã de Fiona que não acrescenta em nada no jogo e sempre parece estar forçada nas cenas, tão forçada quanto o seu possível romance com Rhys, gerando a fúria dos jogadores carentes que shippam o Rhys com a Fiona.
  • Cargobô - O personagem mais sensato do jogo, é um robô de carga que foi hackeado e agora acha que é um ser humano que pode ter amigos e até uma namorada, Gorthys.
  • Gortys - Pequeno robô fêmea (se é que isso é possível) que é a chave para o Vault. É um robozinho ingênuo que tem o formato de um testículo esquerdo, e por isso as pessoas a acham fofa.
  • August - Capanga genérico que acaba tornando-se um personagem coadjuvante na medida que não vai sendo simplesmente morto. Ao se aprofundar nesse personagem percebemos que ele é aquele típico playsson que se faz de durão mas é um sentimentalista barato com tendências a ser um escravoceta, característica visível em sua paixão platônica por Sasha.
  • IA de Handsome Jack - Fantasma digital que se implantou no cérebro de Rhys com a aparência do falecido Mark Zuckerberg, tal qual nos jogos anteriores é também vilão nesse jogo.

Enredo[editar]

Um dos poucos diálogos que podem mudar o curso de todo o enredo do jogo.

Nota: Você deve ter ouvido em algum lugar que suas decisões influenciam no andar da história do jogo, saiba que isto é uma completa mentira. Se muda alguma coisa, é praticamente imperceptível.


Episódio 1[editar]

Tales from the Borderlands conta a história de Rhys, um mauricinho que sonha um dia ser CEO da Facebook (e sua divisão de fábrica de brinquedos eróticos, Hyperion), e após a morte de Handsome Jack (codinome de Mark Zuckerberg) antigo presidente da Hyperion-Facebook nos eventos de Borderlands 2, Rhys encontra a oportunidade perfeita de subir na carreira. Porém ele acaba se envolvendo numa intrincada disputa por cargos envolvendo gente almofadinha e retardada de todos os mais variados tipos. Rhys, para ganhar crédito com a chefia, decide descer no planeta de Pandora para negociar a compra de uma chave-da-cripta, que leva ao famoso Vault onde diz a lenda haver bucetas infinitas e por isso o lugar é amplamente valioso e cobiçado. O problema é que Rhys compra uma chave falsa, de Sasha, a irmã vigarista da vigarista Fiona, uma chave fabricada no Paraguai feita em argila e pintada com tinta guache. A mala com os 100 milhões de dólares zimbabwanos verdadeiros que Rhys usaria para comprar a chave acaba sendo roubada por uma temida gangue de punheteiros.

Episódio 2[editar]

Rhys e Fiona acabam então se aliam para rastrear a gangue de punheteiros e quem sabe recuperar a maleta com seus dinheiros. A gangue de onanistas todavia não sabe a senha para a abrir a mala e decide colocá-la como prêmio de uma Corrida Maluca. Após vencer a corrida com muita inspiração em Mad Max, a mala valiosa acaba indo parar nas mãos de um velho pedófilo chamado Felix, que precisa daquela grana desesperadamente para pagar sua fiança e por isso trai todo mundo para ficar com o dinheiro para si. Sem nada e fracassados, Rhys e Fiona acabam descobrindo, graças ao poder da conveniência e coincidência, uma base secreta no subsolo da arena de corrida. O local era antigamente pertencente à Atlas Corporation - nome de uma empresa que antigamente era conhecida como "Orkut", e que por muitos anos dominou o universo, mas que teve seu império ruído graças a um então plano maligno de Handsome Mark Zuckerberg, dono da Facebook-Hyperion - Nessa base secreta do Orkut, um lugar obviamente cheio de teias de aranha e com tecnologias ultrapassadas, ali estava o corpo criogenizado de Steve Jobs, o qual Fiona profana arrancando um de seus globos oculares para utilizar num scanner de reconhecimento de retina. Rhys e Fiona então descobrem dois pedaços perdidos de Banjo-Kazooie que revelam o paradeiro do ovo esquerdo robgótico de Cid Moreira, um item raro de valor inestimável. Nesse momento um fantasma digital de Mark Zuckerberg, o vilão morto em Borderlands 2, entra nos circuitos cerebrais de Rhys como efeito colateral da nova descoberta.

Episódio 3[editar]

Rhys, Fiona e seus amigos então partem em busca do sagrado ovo esquerdo robótico de Cid Moreira, vasculhando então uma cidade abandonada com uma base secreta da Atlas em seu subsolo, é no local onde encontram uma lendária Jabulani com poderes de abrir um vault (buceta gigante, na tradução literal). Mas infelizmente, antes que pudessem sair dali com a jabulani, a Cruella de Vil aparece e só não fica com a Jabulani para si porque logo depois aparece uma Mary Sue de apelido Athena e salva o dia.

Episódio 4[editar]

A jabulani ao ser acionada revela-se ser um robô fêmea, mas que ainda está incompleta e precisa de mais duas peças para conseguir abrir o tal vault que todos cobiçam tanto. Em busca dessa primeira peça o grupo de Rhys e Fiona partem para outra base secreta da Atlas. Nessa base secreta do Orkut estava guardado todo um acervo antiquado de todos depoimentos já feitos no antigo site, e guardando o local está um eremita retrógrado que ainda acha que deve usar o MSN para se comunicar com as pessoas, e por isso o velho ultrapassado é ignorado por todos. Após se aventurarem, Rhys ao lado de Sasha para dar uma forçada naquele romance deles, e Fiona junto de Athena para dar uma forçada nas habilidades inexistentes de tiro de Fiona, o grupo consegue enfim por as mãos numa enorme camisinha feminina de aço, a primeira atualização de Gortys. Todavia, a Cruella de Vil aparece com dois capangas, um sniper bêbado e um bombado, para render Athena e levar a Jabulani atualizada embora.

Episódio 5[editar]

Convenientemente os heróis são todos poupados pela Cruella de Vil, e ao invés de serem mortos de uma vez, na verdade são enviados para voar até Helios, a base espacial sede do Facebook onde está a última parte e atualização do robô Gortys. Tal item é uma rosquinha de metal que está escondida na prateleira do escritório do finado Mark Zuckerberg, que tenta se apossar do corpo de Rhys.

No final das contas a Cruella de Vil abre a vault, e devido a sua grande ambição pela promessa de bucetas infinitas (lembre-se que Borderlands é repletas de lésbicas e gays) sequer se precavem e acaba invocando por acidente também um monstro que come o cu de todo mundo e dá merda, obrigando Fiona a dar um tiro de bazuca e sacrificar o robozinho Gortys pra fechar a cripta e mandar o monstro embora.

No final do final, o viajante misterioso que capturou Rhys e Fiona se revela ser na verdade o Cargobô, e assim batalha final Gortys se torna uma luta de um megazord-daileon-jabulani-gortys contra uma enorme piroca de rocha com poderes de teletransporte. O jogo acaba com o monstro sendo derrotado, os jogadores frustrados por não terem conseguido shippar ninguém com Fiona admitindo ser assexual e Rhys um virgem sem atitude.

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