Talk Talk

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Certamente, seus fãs idiotas alienados o odiarão!

Talk Talk
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usam ternos e pagam de comportados nas horas vagas
Origem Londres
País Inglaterra
Período 1981 a 1991
Gênero(s) New Wave, Synthpop
Gravadora(s) EMI
Integrante(s) Mark Hollis, Lee Harris, Paul Webb, Simon Brenner
Ex-integrante(s) não tem
Site oficial {{{site}}}


Cquote1.png Um pouco abstrato, não é? Cquote2.png
Oscar Wilde sobre Talk Talk
Cquote1.png FALA MUITO!! Cquote2.png
Tite sobre Talk Talk
Cquote1.png Fala logo porra!!!! Cquote2.png
Derçy Gonçalves sobre Talk Talk
Cquote1.png Esse cara parece que engoliu um sapato Cquote2.png
Qualquer um sobre Mark Hollis
Cquote1.png De nada Cquote2.png
Gwen Stefani sobre Talk Talk
Cquote1.png Talk Talk Talk Talk Talk Talk Talk Talk Talk Talk Talk Talk Talk Talk Talk Talk Cquote2.png
Talk Talk sobre Talk Talk
Cquote1.png Dumb Dumb Dumb Dumb Dumb Dumb Dumb Dumb Dumb Dumb Dumb Cquote2.png
Talk Talk sobre Dumb Dumb Girl
Cquote1.png AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA Cquote2.png
AAAAAAA sobre Talk Talk
Cquote1.png Tão de parabéns! Cquote2.png
Fonoaudiólogo sobre Talk Talk

Talk Talk era uma banda inglesa de synthpop que, em algum ponto ao longo do caminho, foi coletivamente insana, por seu vocalista Mark Hollis sofrer distúrbios mentais ao pegar no microfone e contagiar os outros integrantes a falarem descontroladamente. Apesar de seus lançamentos anteriores, como "Don't You Want Me Baby" e "Rio", serem os mais comercialmente populares, alojando-os na eterna playlist dos fanáticos nostálgicos dos anos 80, eles são mais lembrados por seus hit-single "It's My Life", presente em quase toda festa da década e que pouca gente sabe que são deles e não do No Doubt. Eles são às vezes culpados por permitir a existência do pós-rock, mas isso é realmente culpa do Slint. Como diz o ditado quem tem boca vai a roma, falaram tanto que influenciaram muitas bandinhas tipo Radiohead.

História[editar]

Mark Hollis fundou a Talk Talk como um quarteto em 1980, com três homens que não eram Tim Friese-Greene (o produtor foda deles). Eles lançaram alguns singles e EP's com pouca grana, e Hollis logo percebeu seu erro. Após três anos de investigação privada, litígio corporativo e transubstanciação, Hollis finalmente localizou Friese-Greene em um Rei do Pastel. Em vez de pedir mais um pastel de napolitano, Friese-Greene ficou irritado com a falação de Hollis, que eventualmente pagou seu lanche, pegou seu sintetizador em casa e foi direto para o estúdio com ele.

Seu primeiro álbum juntos, It's My Life e I Want It Now, de 1984, foi uma peça fascinante e inovadora do synthpop que foi razoavelmente bem-sucedida entre os adolescentes hipsters, graças ao seu pop sólido e ao título ego-apaziguador. Tiveram a façanha ideia de chamar Tite para fazer backing na faixa-nome da banda (Talk Talk). As expectativas para o próximo álbum eram grandes, e os diretores das gravadoras pensaram em adicionar outro "Talk" ao seu nome para apimentar as coisas. No entanto, o seu álbum superior The Colour of Spring não foi suficiente para tirar a bandinha do underground, apesar do design consciente do disco feito para vender na Grã-Bretanha e na América. Alguns executivos culparam as fracas vendas no nome da banda, infelizmente coincidindo com a ascensão do rap, confundindo o público-alvo das festas caucasianas, que assumiram incorretamente que o The Colour era de um "rapper negro".

Ainda assim, a falação conduzida pelos membros, elevaram o Talk Talk para o status de deuses-mor do New Wave, junto com Duran Duran, The Human League e Pet Shop Boys. Com o medo profético de que esse status não duraria muito com o tempo (especialmente não para o Duran Duran), Hollis começou a debater sobre o que viria a ser um álbum que mudaria o jogo, não apenas para o Talk Talk, mas para a sanidade da música em geral.

1988 - 1991: os anos "selvagens"

Uma noite no final de novembro, Friese-Greene recebeu um telefonema. Era Hollis.

"Venha para o estúdio. Agora." Antes que o F-G pudesse responder, Hollis desligou, esperou um segundo e depois ligou freneticamente de novo. "E traga muitas velas." Friese-Greene, sentindo o suor e o tumulto através do telefone, foi imediatamente para o Leroy-Merlin mais próximo.

Uma hora e meia depois, ele abriu a porta do estúdio com o pé, cada mão segurando sete sacos de plástico cheios de pacotes de velas perfumadas, puxando um carrinho de mão carregado com um tambor de vinte galões de incenso e com um entre os dentes. Embora a visão que ele viu quase o fez soltar sua mandíbula e quase enviando o incenso para o chão, ele iria acostumar-se com isso pelos próximos anos, durante as sessões seguintes de Spirit of Eden.

Era diferente de tudo que a indústria da música britânica já viu. Fecharam o estúdio com 16 músicos extras, um suprimento vitalício de Alcatrão preto, Gulão e Flores de Lótus, Friese-Greene e Hollis estavam prontos para fazer a melhor e mais estranha música de suas vidas. Todas as partes envolvidas relembram muito pouco sobre os próximos meses de gravação. Enquanto gravava um loop de teclado que seria usado na música "The Rainbow" no Spirit of Eden, Hollis lembrava vagamente de Miles Davis - ou alguém parecido com ele - transformando uma cano de água numa gaita num canto. Friese-Green acabou perdendo um dedo mindinho, não conseguindo lembrar como, mas sabe que Morrissey de alguma forma o conseguiu e ainda não vai devolve-lo. As sessões do álbum Laughing Stock em 1991 eram "praticamente as mesmas", de acordo com a NME, que só podia ouvir os sons de gorilas em duelo, através das portas trancadas do estúdio, em uma "entrevista" exclusiva.

Independentemente de quais travessuras lendárias realmente ocorreram, o término da banda foi o passo mais distante do mainstream, para a esquerda dos campos, possivelmente tomada por qualquer banda na história de sempre. Spirit of Eden e Laughing Stock eram elegantes, desafiadores, frescos, dinâmicos e sem precedentes. Cada um deles vendeu cerca de cinquenta discos, principalmente para membros da família da banda. O Talk Talk acabou logo depois.

Legado[editar]

O Spirit of Eden e o Laughing Stock eram tão ruins e tão intensos, que precisaram simplesmente criar um novo gênero: pós-rock. O Talk Talk tradicionalmente compartilha o crédito por essa gênese de gênero com a banda Slint, um grupo de metal sussurrante que não soa nada como o Talk Talk. Felizmente, o pós-rock é um gênero baseado quase inteiramente não no som, mas nas mudanças dinâmicas e "sensação" geral. Devido a essa desconexão quase acadêmica da estrutura tradicional da música pop, o pós-rock exigiu diferentes métodos de escuta, tornando-se instantaneamente favorito entre os críticos britânicos e surdos. Ainda assim, a indefinição definidora da marca musical permaneceu como um ponto de partida para muitos clientes em potencial, e a maioria das bandas que seguiram o legado da Talk Talk permaneceu tão destituída quanto seus antepassados.

Membros da banda[editar]

  • Mark Hollis - cantou, gritou, falou, sussurrou, falou
  • Tim Friese-Greene - acendeu velas, agendou compromissos, comprou as drogas, fez amizade com o dono da loja de penhores que comprou os sintetizadores por vinte dólares e os vendeu de volta por sessenta no ano seguinte. Tudo isso e ele ainda não estava tecnicamente na banda.
  • O Outro Cara - tocou instrumentos, qualquer um poderia assumir.
  • Algum Outro Cara - espera, havia outro cara?
  • Dois sem-teto - arranjos e edição, quando Hollis estava muito drogado.
  • Uma buzina francesa que poderia tocar por si mesma
  • Miles Davis
  • Drogas
  • Silêncio
  • Gwen Stefani - alertou o mundo a existência do Talk Talk.

Ver também[editar]

Abbey Road vazio.jpg Talk Talk já acabou!

Mas ainda fazem sucesso (ou não).

Clique aqui pra ver os grupos que non eczisten mais.