The Evil Within

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Virtualgame.jpg The Evil Within é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, Bowser rapta a Princesa Peach.


O Mal de Dentro
The Evil Within boxart capa.jpg

Agora survival horror com BDSM

Informações
Desenvolvedor Tango Gameworks (empresa argentina novata)
Publicador Bethesda (cadê o TES 6?)
Ano 2014
Gênero survival horror
Plataformas PC da Xuxa, PolyStation, Super Famicon
Avaliação 8
Idade para jogar Acima de 17 anos (gore gratuito)

The Evil Within é o resultado desastroso que seria o Resident Evil 5 caso a Capcom realmente tivesse escutado seus fãs chatos, que ao invés de entregar um Resident Evil 6 movimentado com muito tiroteio legal, entregaria o The Evil Within, um jogo tedioso, parado, travado, mal fluído, bugado, com história mal contada, repetitivo e que não passa de uma mistureba de Resident Evil 1 com Silent Hill 1, só que sem carisma algum.

Enredo[editar]

Seguindo o script de filmes de terror japoneses, The Evil Within não faz o menor sentido do começo ao fim, necessitando de uma base de fanboys para forçar explicações e referências para as coisas aleatórias, sem motivação sem explicação que aparecem e surgem. O jogo é protagonizado e conta a história de Sebastian, um fumante depressivo que certo dia fumou algo muito errado, que deu nele uma brisa muito errada e agora ele perambula pela cidade durante um surto psicótico após exposição excessiva a filmes ruins como aquele filme 2012 onde terremotos racham cidades ao meio. Por ser um fumante, a sua barra de stamina é um lixo e ele não aguenta correr nem 5 segundos, dar pulos ou qualquer coisa do tipo, e por ser depressivo não se assusta com as aberrações apresentadas no jogo.

O grande vilão é Ruvik, que é apenas um Assassin's Creed, o que explica porque ele está constantemente no topo de edifícios. No jogo há um monte de filha da puta, monstros que não morrem dos quais deve apenas fugir e se esconder, um maluco da peixeira, uma mulher na tpm, um cara-de-cofre, dentre vários outros.

Um personagem-chave na trama brisada do jogo é Leslie, um viadinho que de tanto ser abusado é todo sequelado e traumatizado. No final descobre-se que ele era alguém normal, mas que começou a se prostituir para conseguir comprar drogas, até se tornar o lesadinho que se vê no jogo.

Jogabilidade[editar]

A Spider Lady simbolizando as mulheres de tpm, nos pesadelos do protagonista do jogo.

The Evil Within é um jogo lento, travado, nada dinâmico, sem pulos e sem movimentação fluída. Os fanboys dizem que é assim mesmo, mas qualquer pessoa normal simplesmente não vai ter paciência de controlar Sebastian e sua preguiça de fazer as coisas. Pular, subir uma escada, abrir uma porta, atirar, tudo é um martírio nesse jogo, começando daí o que denominam de "survival horror", o gênero do game.

O objetivo do jogo é levar o personagem a largar o vício do tabaco e adotar o vício da heroína, por isso deve perambular por favelas, bocas-de-fumo, cracolândias, esgotos, lajes de periferia e os mais diversos sinistros lugares para encontrar e coletar seringas cheias de heroína e injetar no próprio braço. O jogo é, claro, repleto de drogados que vão querer te matar e te assaltar para comprar pedra, mas embora sejam muito violentos, eles sempre vão esperar você tomar sua injeção de heroína caso encontre uma, a denominada "broderagem entre crackudos".

Além de lidar com crackudos, o jogador deve também encontrar espalhados pelo cenário potes de geleia de hortelã, para aliviar a larica, sendo este o modo de fazer level up, sempre na companhia de uma enfermeira gostosa de um hospital psiquiátrico para dependentes químicos severos.

Crítica[editar]

Na semana de lançamento, The Evil Within foi considerado o melhor jogo do mundo de todos os tempos, até o hype baixar e tornar-se um jogo esquecível de survival horror. Como o jogo foi dirigido por Shinji Mikami, que parece estar acima de qualquer crítica, os fanboys não se atrevem a admitir que The Evil Within é um jogo sem graça e parado, com medo de admitir assim que a Capcom tem razão por ter transformado Resident Evil 6 num Call of Duty. Ironicamente, a Capcom após ser imitada decidiu dar uma imitada em The Evil Within ao lançar um Resident Evil 7 que foi igualmente um sucesso só na primeira semana antes de tornar-se um jogo esquecível.