The Head on the Door

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Gothar.jpg Este artigo foi possuído e agora é seguidor do Arquiduque das Trevas e Imperador do Mal,
Lord Göthar Tenebrian
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Vamos desejar e admirar o Profeta Tenebrian!

Cquote1.png Louvem-me, aceitem o Goticismo!!! Cquote2.png


A Cabeça do Meu Pau de Óculos na Porta
The Cure - The Head on the Door.jpg
A capa maluca do álbum
Lançado em 1985
Gênero Todas vertentes do gótico
Gravadora Fiction Records


The Head on the Door é um dos álbuns de maiores sucesso do The Cure, quem viveu no planeta Terra em 1985-1986 rachou os tímpanos de tanto escutar In Between Days.

Para melhor apreciar o disco é recomendável o uso de sustâncias psicotrópicas.

O álbum marca o retorno de Simon Gallup e a efetivação de Porl Thompson, o que explica a grande melhora da qualidade em relação ao álbum anterior The Top e Japanese Whispers que ficaram alegres demais revoltando os fãs. Agora com o mau encarado turrão do Simon Gallup as coisas voltaram a ficar mais sinistras, mas mesmo assim Robert Smith insistiu em algumas musiquinhas mais alegres.

As faixas deste disco são uma das mais tocadas em shows, devido a seus acordes fáceis porém agradáveis ao sensível ouvido dos góticos que gostam de captar a sonoridade da variedade de dezenas de instrumentos diferentes sobrepostos numa verdadeira orgia sonora. A inovação da vez foi a integração do saxofone na tentativa de dar um ar de jazz a algumas músicas, o problema é que ninguém sabia tocar a porra do saxofone e ele teve que ser improvisado no teclado mesmo.

A capa do álbum foi uma foto do raio-x do joelho do Ronaldinho após aquela contusão de quando jogava no Barcelona, podemos ver claramente a rótula fraturada.

Já o nome do álbum é uma alusão ao fato de que bater a cabeça contra a porta repetidas vezes causará em seu cérebro a mesma sensação de escutar este álbum.

Músicas[editar]

  1. "In Between Days" – 2:57, A mais famosa música do disco, tocava nas rádios uma vez por dia nos anos de 1985 e 1986, enjoou tanto que hoje nem é considerada uma boa música.
  2. "Kyoto Song" – 4:16, Um som meio japonês do século XV, ainda bem que Robert Smith não conhecia J-rock, senão ele estragaria a música tentando fazer algo do tipo.
  3. "The Blood" – 3:43, Depois de sair do Japão, agora o México, com esta música repletas de referências a mariachis mexicanos e castanholas.
  4. "Six Different Ways" – 3:18, Uma música que integra bem percussão e flautas, mas longe de ser algo memorável.
  5. "Push" – 4:31, Traz um som mais moderninho, mas é apenas mais uma música que ninguém conhece.
  6. "The Baby Screams" – 3:44, Não tem nada de mais.
  7. "Close to Me" – 3:23, Talvez a segunda música mais famosa do álbum, é uma das primeiras onde Robert Smith deixa transparecer seu lado bissexual, soltando ao longo da música inúmeros gemidinhos e suspiros.
  8. "A Night Like This" – 4:16, Outra boa música, só serviu para Robert Smith testar o fade in no começo de uma música mesmo.
  9. "Screw" – 2:38, Som onde o destaque é o baixo, por isso é a música mais sem graça do disco.
  10. "Sinking" – 4:57, A única música realmente deprê do disco, foi criada apenas para que Robert Smith pudesse incluir o álbum no gênero "gótico".

The Head on the Door: Deluxe Edition[editar]

Em 2006 o The Cure no esgotamento de criatividade para algo novo, não vê outra opção a não ser lançar este caça-níqueis, o disco The Head on the Door: Deluxe Edition, com as mesmas músicas do anterior, apenas com um disco bônus repleto de uma barulheira de nível amadora.