KOF: Maximum Impact

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Virtualgame.jpg KOF: Maximum Impact é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, Gilbert mata um cara de cabelo verde.


KOF Cof Cof Impacto Mínimo
KOF Maximum Impact cover.png

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Fazendo Nariz
Publicador SNK
Ano 2004
Gênero porradaria
Plataformas PlayStation 2
Avaliação A mesma nota de sempre
Idade para jogar Livre

Cquote1.png Não tem o Rugal, esse jogo é um lixo Cquote2.png
Fã incondicional de The King of Fighters
Cquote1.png Essa bosta não é KOF. Pode chamar de qualquer outra coisa esse game aí Cquote2.png
Kofeiro sobre KOF: Maximum Impact

KOF: Maximum Impact é o vigésimo quarto jogo da famosa série[carece de fontes] The King of Fighters e o primeiro que é oficialmente chamado de "KOF" e não de "Tequingui" como o habitual. É também o vigésimo quinto jogo da série que não possui história interessante, apenas a velha porrada de sempre numa jogabilidade truncada e esquisita.

A grande novidade deste título é o visual inteiramente em 3D, todavia, tudo continua a mesma bosta, Terry continua um retardado, Iori e Kyo continuam os mesmos viados, ninguém ainda escolhe o Maxima, a Yuri Sakazaki continua cada vez mais tentando copiar a Sakura do Street, o Rock Howard continua um playsson, a Athena Asamiya trocou de roupa de novo e a Mai Shiranui continua a mesma putona vadia sem sutiã de sempre.

Desenvolvimento[editar]

Mai Shiranui precisando derrotar uma vadia novata (Lien Neuville) para manter o posto de putona máxima da série The King of Fighters.

Da mesma forma que a Capcom arriscou com o seu Street Fighter EX, em 2004 a SNK decidiu arriscar também lançando a sua versão de jogo de luta em 3D sem qualquer preparo ou esmero. O jogo foi lançado às pressas para servir de tampão emergencial sobre a inexistência do The King of Fighters 2004, e essa pressa em criar um jogo de qualquer jeito explica ele ser altamente bugado, travado, porco e tosco. O produto final provou-se tão vergonhoso que a SNK passou os créditos dessa porcaria para outra empresa aleatória qualquer, a Noise Factory, eximindo-se de estar fazendo essa porcaria.

Jogabilidade[editar]

Se Bloody Roar é tosco, KOF: Maximum Impact conseguiu a façanha de ser ainda pior, o jogo tenta ser um Tekken com especiais de Virtua Fighter e termina sendo apenas um jogo altamente escroto. Jogar KOF: Maximum Impact é um verdadeiro teste de paciência e resistência ao jogador, afinal todos personagens parecem que tomaram sonífero e estão letárgicos. Se caem no chão então, ficam 2 minutos dormindo antes de conseguir levantar pra prosseguir a luta.

Enredo[editar]

Alba Meira e Soiree Meira são os irmãos protagonistas dessa história paralela que continua Fatal Fury e Art of Fighting. Um vilão genérico qualquer mataram o pai adotivo desses dois irmãos e o último pedido do velho moribundo foi desejar que seus filhos deixassem de ser viados como quase todo personagem da SNK e procurassem ser mais macho, de preferência indo comer alguma gostosa. É assim que Alba e Soiree se aproximam de uma ex-atriz pornô e prostituta de luxo chamada Lien a quem tentam comer. Mas o cafetão da mulher, um velho chamado Hyena, diz que só vai ceder as outas de Southtown para quem vencer o novo torneio de luta.

Personagens[editar]

Como o jogo precisou ser desenvolvido às pressas, foi possível concluir o design de apenas 20 personagens, sendo a maioria velhos conhecidos. Todo personagem vem com uma roupa clássica e uma versão seminua (exceto a Mai Shiranui que possui uma versão clássica seminua e a versão alternativa vestida).

Conhecidos[editar]

  • Kyo Kusanagi - Quase não tem mais seus velhos golpes pirotécnicos.
  • Iori Yagami - Poucos de seus golpes soltam a clássica purpurina roxa, mas ele continua gritando igual um viadão ativo.
  • Leona Heidern - Trouxe ataques que cortam especiais.
  • Terry Bogard - Trouxe golpes que destroem as leis da física e algumas cidades.
  • K' - Playboyzinho de merda, só que mais legal.
  • Maxima - Amigo de infância do K', e Space Marine Terminator nas horas vagas.
  • Seth - Negão que era apelão só de Striker, está nesse jogo de Zangief.
  • Mai Shiranui - Talvez o único motivo real desse jogo precisar existir, para comprovar que já era possível fazer uma Mai gostosa em 3D.
  • Rock Howard - Foi incluído no jogo por nepotismo.
  • Ryo Sakazaki - Continua um retardado genérico.
  • Yuri Sakazaki - Continua atacando com a bunda e sonha ser a Sakura do Street Fighter (apesar de ter surgido antes).
  • Ralf Jones - Que até hoje não comeu a Leona.
  • Clark Still - Ainda Bate uma pra Leona.
  • Athena Asamiya - Finalmente se livrou do retardado do Kensou.

Estreantes[editar]

  • Alba Meira - Só um playsson sem graça que solta ataques de vento.
  • Soiree Meira - outro playsson, mas com ataques de raios (que original SNK).
  • Chae Lim - Versão alternativa do Kim após castração para melhor utilização da técnica Ai Meu Saco.
  • Mignon Beart - Outra patricinha mimada, porque não bastava a Athena.
  • Lien Neville - Uma nova puta com carisma similar a porta que para chamar alguma atenção precisa apelar para seus 800 ml de silicone em cada seio e cada nádega. Mente por aí dizendo que trabalha para CIA, mas é óbvio que ela é só uma ex-atriz pornô. Como o criador do jogo é viado, fez questão de tornar Lien a pior personagem do jogo (se ela fosse uma boa lutadora disputaria pau-a-pau com Mai).
  • Duke Só mais um manezão sem carisma, considerado o mais fácil dentre todos os chefes de The King of Fighters.

Recepção[editar]

O jogo foi altamente odiado pelos fãs e aceito por muitos kofeiros como o pior KOF de todos os tempos junto até mesmo de King of Fighters R-1. O argumento é que o jogo era qualquer coisa menos KOF, pois tinha nenhum mínimo traço de coisas que kofeiros gostam, que são pelo menos mais de 50 personagens genéricos, muito desbalanceamento e possibilidades de combos infinitos. Os gráficos do jogo são outra cagada mal lavada que desagradou, parecendo jogo antigo de PS1.

O fracasso do jogo foi tanto que ele foi retirado de linha e prontamente substituído por KOF: Maximum Impact 2.