The Legend of Zelda

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Virtualgame.jpg The Legend of Zelda é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, o Mario entra pelo cano.

Midna é humana! ALERTA DE SPOILER GAMÍSTICO!

Este artigo gamístico pode conter spoilers que revoltam os nerds, como o fato de que:
Soma Cruz é a reencarnação do Conde Drácula!!

Portanto, leia com cuidado.


A Lenda da Zelda, a Princesa, não o Elfo
Zelda is a bitch.png
Logotipo da série
Gênero RPG Ação-Hentai
Desenvolvedor Reino de Não-intendo
Publicador Reino de Não-intendo
Plataforma de origem Nintendinho
Primeiro lançamento The Legend of Zelda 1 (1986)
Último lançamento The Legend of Zelda: Breath of the Wild (2017)

Cquote1.png Você quis dizer: The Legend of Celta Cquote2.png
Google sobre The Legend of Zelda
Cquote1.pngVocê quis dizer: Final Fantasy da NintendoCquote2.png
Yahoo sobre The Legend of Zelda
Cquote1.png Zelda é o caráleo!! Meu nome é Link porra!!! Cquote2.png
Link chapado e muito puto por acharem que ele é mulé!
Cquote1.png Ah Que se foda! EU faço tudo, EU derroto os chefes e a porra da lenda é dela? Cquote2.png
Link sobre Princesa Zelda
Cquote1.png Seu Pudesse eu Pegava Mil Triforces ! Cquote2.png
Jeremias sobre Zelda
Cquote1.png Puta que pariu! Link jogou uma granada! É um Fanfarrão mesmo!! É Bomba Caralho!!! Cquote2.png
Capitão Nascimento sobre Zelda
Cquote1.png Na União Soviética a princesa encontra VOCÊ!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Zelda
Cquote1.png Na Holanda a princesa se salva sozinha pois não precisa de VOCÊ!! Cquote2.png
Reversão Holandesa sobre Zelda
Cquote1.png Opa! Princesa errada Cquote2.png
Mario sobre Princesa Zelda
Cquote1.png Ele vive me matando pra roubar meus Ruppes Cquote2.png
Planta Inocente sobre Link
Cquote1.png Quem é o Zelda? Esse de gorro verde? Cquote2.png
Sua mãe sobre Zelda
Cquote1.png Warlock Punch!! Cquote2.png
Ganondorf sobre Zelda
Cquote1.png Isso é plágio dos nossos clássicos infantis! Cquote2.png
Disney sobre The Legend of Zelda
Cquote1.png E daí? Vocês também plagiaram a nossa ideia de dominar a mente das crianças com historinhas baratas! Cquote2.png
Nintendo sobre Disney
Cquote1.png Quero os meus direitos autorais Cquote2.png
Peter Pan sobre Link
Cquote1.png Não temos registros de tais mitos... Cquote2.png
Celtas sobre The Legend of Zelda
Cquote1.png Caralho! Vocês traíram o movimento celta, véio!! Cquote2.png
Dado Dollabela sobre The Legend of Zelda
Cquote1.png Como não pensamos nisso antes? Cquote2.png
Square Enix sobre The Legend of Zelda
Cquote1.png Gata, sei que você é uma princesa única, mas bem que podia ser a princesa Zelda, pra gente fazer um Link Cquote2.png
Cantada infalível de Zelda
Cquote1.png Isso. Bate na galinha. Cquote2.png
Seu amigo sobre te foder no game

Mais um cartaz de mais um filme fake da série.

Cquote1.png Link, eu gosto tanto de você, desde aquela época que você me raptou do castelo para passarmos o dia todo nos divertindo quando criança... foi a primeira vez na vida que brinquei tanto. Você me ensinou gentilmente coisas tão divertidas, como pisar na jaca, ir catar coquinho, socar o Mido, ordenhar vacas e depois quando crescemos você me ensinou mais brincadeiras como colocar a sua Master Sword enorme dentro da minha bainha... Ai! Aquilo foi tão bom... Eu ainda estou com o chupão que você me deu no pescoço... Mas indo direto ao assunto, Hyrule está em perigo. Um cara louco que usa rolinhos primaveras e bobs na cabeça está roubando todas as minhas joias, maquiagens, vestidos e até aquela calcinha fio dental verde que você me deu, e além de tudo isso, está seduzindo meu pai para dar um golpe monetário nele! Se você não tem cultura Link, meu pai, o rei sustenta esse país-bordel chamado Hyrule caralho. Por favor nos ajude, salve nosso povo, se não quem irá nos sustentar no poder quando eu me casar com um pobretão que nem você? Precisaremos de escravos! (Não são escravos sexuais que nem você seu imbecil). Ah! Passe aqui antes... preciso de um servicinho seu bem gostosinho... Traga a Master Sword e se possivel um vibrador. Cquote2.png
Carta da Princesa Zelda em um dos jogos

The Legend of Zelda é uma série de jogos pagãos, feitos por japoneses não-cristãos no qual você sempre entra no papel de um menino elfo que invade a casa alheia e quebra tudo: jarros, potes, garrafas e vasos. Os moradores das casinhas virtuais ficam perplexos e sem reação, enquanto o jovem faz a pilhagem, isso quando esse elfo vândalo não está na natureza assassinando friamente todo tipo de fauna e podando sem dó qualquer flora nativa.

A série foi criado por MinhaMoto e pertence à Não-Intendo, sempre conta a história de um guerreiro celta chamado Download Link – comumente erroneamente chamado de Peter Pan Zelda – volta e meia sempre acompanhado de uma bolinha voadora de estimação, sempre na missão de salvar a Princesa Peach Zelda das garras de um porco capitalista gigante, um cafetão chamado Ganondorf que todo jogo está protituindo a princesa.

A série tornou-se famosa por ter adaptado para o videogame o filme Xuxa e os Duendes, trazendo sempre uma mistura de diálogos intermináveis (jamais reproduzidos para uma dublagem decente sequer em inglês), Templos da Água infernais, Satanismo RPG, leves toques de ultraviolência (principalmente nas cenas em que Link quebra cabeças) e principalmente por ser melhor que Uíngueelevi.

Jogabilidade[editar]

Para destravar a Túnica Branca, você deve voltar ao castelo da Princesa Zelda após a meia-noite. Link terá uma surpresa...

Quando The Legend of Zelda foi lançado, sua jogabilidade desafiou uma categorização. O jogo sempre começa com o jogador controlando um jovem delinquente chamado Link que se encontra no mundo mágico de Hyrule. Ele sempre primeiro precisa achar uma espada e escudo para cumprir seus vandalismos. Depois de saquear o reino inteiro e ficar com milhões de rupees, Link sempre precisa dizimar gangues diferentes em uma missão perdida para "salvar" uma prostituta de codinome Princesa Zelda das garras do famigerado cafetão Ganon. No entanto, Link não percebe que ele quem é realmente o cara mau, invadindo sem ser chamado o quarto da puta Zelda, arrancando-a de sua diversão à força. Tal tipo de jogo foi então enquadrado no gênero "plataforma-rpg-hentai".

Enredo[editar]

Malon batendo umazinha para Link.

99% dos jogos de Zelda são a mesma coisa, controlamos Link, um garoto de dez anos de idade que mora na Terra do Nunca (adaptado como Kokiri Forest ou qualquer outra coisa dependendo do jogo). Todo começo de jogo Link precisa lidar com um tiozão pedófilo, como em Ocarina of Time, precis alidar com o Great Michael Jackson, popstar guardião da floresta. Por ser a única criança a não ter uma bolinha de estimação ele apanha diariamente na escola, mas a situação muda quando Michael Jackson lhe dá uma bola e o chama para o seu quarto. Após sofrer a tentativa de abuso sexual que o deixa com mudez traumática, o Link mata o popstar, apanha das criancinhas por ter matado o tio e é expulso da floresta. Fora da floresta e guiado por sua bolinha, Link foge para Los Santos onde, usando uma van preta, invade a mansão em Vinewood da Princesa Zelda para roubar a Ocarina of Time, um tradicional chaveiro em forma de ocarina que leva a chave do cofre onde está a o poder dourado. Infelizmente o Link descobre que não é possível pegar a Triforce no jogo e que era tudo uma armadilha da polícia para prendê-lo por ter matado o Michael Jackson.

A Triforce[editar]

Link finalmente encontra a Triforce (certamente algo que você nunca verá em nenhum jogo de Zelda)

Relíquia inútil sagrada que está inserida em todos jogos da série, criada por três strippers (Din, Farore e Nayru) para abençoar a humanidade, apareceu pela primeira vez em 1531, quando se revelou ao índio Juan Diego, identificando-se como a Mãe do Verdadeiro Deus e imprimindo milagrosamente a sua própria imagem na roupa do índio, que devido à baixa qualidade deveria ter apodrecido e virou o ícone da {AOL} provando ser um verdadeiro Triângulo Perfeito. É venerada no Santuário do Templo do Tempo e sua festa é celebrada em 31 de abril.

A Triforce é, portanto, o símbolo supremo da cornidão, de modo que um pedaço da Triforce fica com uma biscate (a Pricnesa Zelda), uma segunda parte fica com o corno manso (o Link), e a terceira e última parte fica com o comedor da puta (o Ganondorf).

Personagens que importam[editar]

Link quando cansou de se fazer de besta.
  • Link - Conhecido por todo mundo como "Zelda". É uma bichona um elfo orelhudo que desde cedo sempre foi vagabundo e dorminhoco. Sempre foi motivo de chacota e escárnio das outras bibas pois nunca teve o que todas sempre tiveram: uma fadinha. Até que chega o grande dia em quem uma fadinha azul (infelizmente, e não rosa como a das outras bicholetas) resolver botá-lo pra trabalhar. Resultado: passa a vida inteira usando uma mini saia verde, dando gritinhos de pití toda vez que chacoalha a espada que vive segurando, em nome da liberdade gay e contra o terrível machão vilão Ganondorf (no fundo, só pra fazer inveja às coleguinhas), mas a verdade é que Link é um dos poucos personagens realmente machos dessa budega, já que os outros "homens" que aparecem no jogo, são verdadeira bichonas assumidas, dai só sobra pra ele e Ganondorf ter que darem conta das demais entidades femininas da série. No final das contas é o único ser de toda Hyrule que realmente trabalhar, desde capinar jardins até resgatar macacos, se alguém estiver com problemas, só mesmo Link para ir lá resolver. Muitas especulações existem acerca da mudez de Link, muitos pensam que suas cordas vocais foram danificadas pela excessiva prática chupeteira, mas então como ele consegue dar aqueles gritinhos? A hipótese mais plausível é que ele não fala porque tem trauma. Ele também é o comedor de todas as novinhas de todos os jogos, apesar de sua viadagem aguda, e não se sabe ao certo o por quê de todas as personagens femininas menores de 20 anos (ou não) ficarem com um tesão incontrolável quando chegam perto dele, talvez seja por ele ser o protagonista ou só pelo fato do Shigeru Miyamoto ser viciado em hentai e elfos.
  • Navi - A safadinha que fica seguindo Link por tudo quanto é de canto, sempre irritando o garoto com os seus gritinhos esquizofrênicos de Hey! Hello! Listen!!. Chegou a ser tão irritante que ganhou até uma cópia chamada Tatl, sendo que esta se dá melhor com Link uma vez que, assim como ele, não fala, apenas emite sons.
  • Princesa Zelda - O nome dela é Zarumba Estácia Lodis do Amarelo, mas acharam muito grande dai só deixaram Z.e.l.d.a. . Ela era traficou maconha pelo ânus por muito tempo até ser descoberta pela Nintendo durante uma fuga de Los Angeles quando estava com sua parceira lésbica chamada Bitch (depois por censura precisaram mudar o nome para Peach). A Zelda Merda Princesa Z.e.l.d.a de princesa só tem o nome mesmo, pois é visível que desde criança sempre foi a maior puta paga do reino, dava pra qualquer um que pagasse 50 rupees. Levava uma vida de pura fudeção até se apaixonar por um corno manso chamado Link, um fetiche chamado cuckold, no qual a Zelda dá o cu pra meio mundo e Link tem que só ficar assistindo de longe. Depois de finalmente perceber que seu amado gosta mesmo é de sentar num croquete, se revolta contra tudo e todos e desanda de vez, chega até a virar sapatão, fez redução de seios e muda o nome pra Sheik, embora se arrependa de ser Sheik por vontade de tocar em algo e se apaixona pelo Dark Link que é mais macho que Link normal macho pra caralho. Enfim, uma pricnesa puta e esquizofrênica que já foi pirata, já foi gótica e não se decide para quem quer dar o cu, uma devassa mesmo.
Link, azarado como sempre, apanha que nem Seiya enfrenta Ganondorf mais uma vez na esperança de conseguir comer a Zelda após derrotá-lo.
  • Sadan Russen Ganondorf - Um machão a lá Terry Crews. Cabra omi que é, funda uma cidade no deserto na qual cueca não entra, formando assim um exército de bucetas ao seus pés. Para completar a sua coleção, só faltava comer uma putinha que já tinha dado pra todo mundo, menos pra ele, a Princesa Zelda. O azar é que ele chegou tarde demais, e Zelda já fugia com sua mestra botinuda pra virar sapatão. Pensando que o responsável por tal ato era o Link, fica puto da vida e decide acabar com o muleque bem como toda a boiolagem nessa terra de fadinhas cor-de-rosas. Sua forma original é a de um porco gigante e obeso, pois ele tem problema de tiroide e graves problemas para conseguir emagrecer.
  • Malon - Uma fazendeira gostosa que não tem nada de mais para fazer na vida e resolve traficar comercializar leite de burra. Posteriormente as autoridades descobrem que ela mantêm é uma casa de prostituição e seu leite é na verdade esperma com cocaína. Ela é zoófila assumida, e para largar esse vício, em todo jogo sempre doa sua égua para Link.
  • Midna - Anã mancona e esquisita que na verdade é a princesa de um reino localizado atrás de um paredão preto chamado Twilight Realm (que não tem absolutamente nada haver com aquela saga Twilight de vampiros aboiolados e lobinhos pelados). Foi uma das poucas personagens que tentou assumidamente dar pro Link, mesmo que fosse quando ele estava na forma de um lobo (sim! ela é uma furry!) alem de ter promovido o maior lucro de cachê hentai para a franquia.
  • Tingle - O Tingle-Tingle Kooloo-Limpah, mais conhecido como Tingle, é um anão bicha de 35 anos que é completamente obcecado por fadas e se veste com uma roupa que lembra a dos kokiris. É o tipo de pessoa que torna desnecessário inventar coisas para escrever na Desciclopédia. Freud interpreta Tingle como o id do próprio jogador. Diz a lenda que ele é o tio do Professor Crocker.

Jogos[editar]

O mapa do terceiro templo do primeiro jogo parece um simbolo de alguma coisa...mas o que?

Foi o primeiro jogo dessa joça. Você controla o Zelda Link e deve salvar os pixels amarelos e vermelhos do terrível pixel roxo (Ganondorf) usando o seu pozinho mágico. Pra isso você tem que sair destruindo os outros pixels pra achar a tal princesa, ficar mais poderoso, quase pegar o tal do Triforce e todo aquele mesmo caralho plagiatório de contos de fadas de sempre.

A história começa quando um menino chamado Link, por ordem direta de Shigeru Miyamoto, precisa ir para uma aventura resgatar uma prostituta princesa, usando uma poderosa espada de madeira. Link passa por 8 dungeons com exatamente o mesmo tipo de paredes e formatos (escassez de arquitetos). No final, ele derrota Ganon e resgata a sua puta princesa Zelda. Porém, quando ela está prestes a recompensá-lo com sexo, alguns nomes mágicos começaram a encher a tela impedindo o jogador de assistir esse final.

Mais um típico clichê de contos de fadas.

Neste jogo Link passa 15 anos recluso nas montanhas bebendo leite antes de ser chamado para mais uma vez resgatar a puta da Zelda. Nesta aventura Link precisa visitar longínquas fazendas de opiáceos para trazer estimulantes como morfina para assim despertar a princesa Zelda que adormeceu por excesso de consumo de cocaína e ópio. É nesta aventura que Link encontra novos inimigos e amigos, como Toallin (uma toalha de maconha) e até mesmo Barney, o dinossauro, cuja habilidade de lançar flatulências pela boca o tornam um poderoso chefão. É assim que temos o jogo considerado o mais chato, entediante, desnecessário e difícil dentre todos os jogos da série Zelda onde você sai em mais uma emocionante aventura onde vai rolar muita azaração e confusão, mas claro como o final de sempre: Salva a princesa e mata o vilão... ou não. Destaques para o personagem "Erro" e seu complexo d e inferioridade e a prostituta de vestido vermelho que disfarça seu bordel de enfermaria.

Link saindo da casa do goatse. A grande variedade de NPCs marca o terceiro jogo da série

Inicialmente Link precisa apenas pegar três balas de Halls, uma sabor cereja, outra sabor menta e outra sabor tutti-frutti, para ajudar a princesa Zelda a curar seu péssimo hálito, para assim conseguir o prometido boquete que ela está devendo já há dois jogos. É claro que isso era apenas uma enrolação da porra, e quando Link retorna com essas balinhas a princesa é convenientemente "raptada" por um dono de uma boate de strippers. É assim que o jogo se torna mais um jogo sem noção, onde Link mais uma vez precisa salvar a Princesa Zelda do velho vilão cafetão que agora executa seus panos por trás de um dono de boate de striper chamado Agahnim. Esse novo vilão nutre um desejo sexual nefasto pela princesa e não vai desistir de tentar come-la (para azar do Link).

Nessa nova suruba você precisa enfrentar as maiores bizarrices como guitarras ambulantes, macieiras pevertidas, mãozinhas bobas taradas, amoebas em formato de pênis e cipós abominantes grossos (que na verdade não querem lutar, querem apenas molestar o pequenino Link). Para chegar no último castelo é necessário enfrentar 23 mais de 8000 morcegos gigantes e atravessar locais sinistros como o Dark World e derrotar personalidades demoníacas do Capeta como Slash e Ozzy Osbourne, tudo para resgatar 8 virgens e roubar delas seus respectivos vibradores que nunca foram usados, até chegar no terrível "Black Sabbath Dungeon", aonde vivia "O Homem que usa bobs e rolinhos primavera na cabeça" mas agora ele usava canelones também e enroladinhos de queijo, porém Link acaba descobrindo que o nome do "Homem com ...blá blá blá" se chama GaynonDork, a biba das trevas.

Resumindo, é uma treta maldita, que se resume em 4 partidas de strip-poker, 3 karaokês e 20 testes de resistência à naftalina.

Também conhecido como A Lenda de Zelda: O Despertar Sexual de Link - O Retorno da Alma Penada do Cafetão, é aquele joguinho para Game Boy em preto e branco que só retardados jogaram. É o primeiro jogo de "Zelda" que não tem a Zelda. Após matar Ganondorf no jogo anterior, convencido que a besta nunca mais ressuscitaria, Link promoveria uma grande orgia com a Zelda nos castelos de Hyrule, mas como bebeu cachaça leite de burra além da conta na gandaia, o herói bêbado não apenas fica sem comer a princesa, como ainda se afoga no mar e vai parar na Ilha de Lost.

Nessa ilhota, menor que Tuvalu, Link encontra uma aspirante a prostituta chamada Marin, que muito inocentemente pede que Link a treine e dê conselhos sobre como ser uma boa puta. Link não vê problemas nisso, e sentindo vontade de trepar, decide pilhar todas as cidades (bordéis) da ilha para agradar sua amante trazendo 8 brinquedos sexuais, coletados em 8 calabouços.

Link recebe uma das pizzas sagradas.

O jogo da série para o qual os fanboys mais pagam pau, mesmo que seja um jogo comum pra sem graça, é até hoje o jogo mais pedófilo, o segundo mais furry (o primeiro é o Twilight Princess) e o segundo mais pornográfico (o primeiro é Breathe of Wild) de toda a série. Nessa aventura Link chega à puberdade e precisa passar por todos aqueles dilemas de adolescente de sexualidade indefinida, além de claro, ter que atravessar vários dungeons totalmente clichês pra provar que já é hominho, e nisso inclui até matar outra vez seu irmão gêmeo negão, e o negão do Ganondorf que comeu a Zelda muito antes dele. Foi a primeira tentativa da Nintendo em induzir crianças a participarem de atos de pedofilia entre si, alem de cooperar para o aumento de sites direcionados para tarados especialistas nesse assunto.

Todavia, é o primeiro jogo da série com um enredo realmente mais decente, no qual Link começa como um gnomo pirralho que primeiro recolhe três joias para agradar sua piranha, a princesa Zelda, mas que depois, desejando salvá-la das garras de Ganondorf precisa avançar 7 anos no futuro para recolher 6 pizzas mágicas de 6 pizzaiolos sábios localizados nos 6 cantos de Hyrule. Uma vez reunidos as pizzas todas, Link descobre que Sheik na verdade é a Zelda (ninguém esperava por isto), mas é aí que aquela loira burra é raptada. É assim que avistamos o castelo de Ganondorf, que desafia as leis da física (está flutuando no meio de um lago de tinta vermelha), mas a magia mística dos pizzaiolos mágicos sábios constrói uma ponte de arco-íris flutuante que permite Link chegar a Ganondorf. Depois que Link mata Ganondorf, o vilão com suas últimas forças chama Osama bin Laden que destrói sua própria torre para eliminar Zelda e Link junto com ele, mas ambos escapam de uma torre de 100 metros em menos de 3 minutos. Depois de sobreviver aos destroços do castelo, Link finalmente está prestes a receber sua recompensa: sexo selvagem com a Zelda a amizade eterna da princesa, mas um barulho nos escombros assusta Zelda, que mija na calcinha ordena Link ir investigar, mas basta ele andar um metro de distância, um vazamento de gás se inflama separando-o de Zelda, e Ganondorf aparece entre os escombros, e se torna "GANON". Link enfrenta o poderoso Ganon sem usar a Master Sword, porque ele esqueceu com Zelda, forçando Link a atacá-lo com uma garrafa, mas eventualmente Ganon morre porque não fecha as pernas e morre (pela enésima vez) com ataques na piroca.

Sua missão: vencer todos os chefões e logo em seguida voltar no tempo como se nunca os tivesse enfrentado...(?)

Consequente continuação da presepada descrita logo acima, onde Link depois que voltou a ser criança é enviado para o fim do mundo (aka Termina). Lá ele conhece um guri retardado chamado Skull Kid que, depois de assistir muito Dragon Ball, quer ser igual ao Goku, e para isso rouba uma daquelas máscaras de macumbas africanas e solta uma mandinga forte pacas para acabar com o mundo fazendo uma lua com cara de capiroto cair sobre Termina. O Apocalipse está marcado para 3 dias e cabe a Link evitar, de algum jeito, que aquela Lua caia de uma vez e destrua tudo, precisando ele fazer o mais óbvio, convocar quatro gigantes mágicos, todos nus e desprovidos de pênis, para que unidos segurem a Lua evitando-a de cair.

Impressionado com a despreocupação e o contentamento do povo com o fim do mundo iminente, Link usa seus 3 dias suas 24 horas para basicamente vadiar aos montes, bisbilhotando a vida dos outros através de um livrinho da Al-Qaeda com as informações secretas de quase todos habitantes da cidade. Claro, eventualmente tentando destruir o guri da máscara (que ganhou vida depois de algum ritual de macumba). No final Link entra na lua, que ficou pra lá de chapada depois de fumar um beck gigante e agora gosta de imaginar mundos psicodélicos com criancinhas deformadas correndo pra lá e pra cá igual o Michael Jackson.

Wind Waker possui gráficos sensacionais, além de uma jogabilidade de dar inveja.

Nesse jogo a Nintendo fez uma parceria com o criador das Meninas Super Poderosas para fazer Link parecer uma garotinha, com a única diferença de que ele não pode voar, nem tem sopro gelado, nem pode atirar raios pelos olhos e muito menos falar espanhol. Ao invés disso, ele fica limitado a algumas armas medievais de qualidade (e gosto) duvidosa e tem que enfrentar pela milésima vez o Ganondorf (que no jogo luta desesperadamente por uma plástica no nariz e uma cirurgia bariátrica).

A historinha se passa em meio a uma grande inundação (resultado da burrada do próprio Link na fase adulta bem no finalzinho de Ocarina of Time) que transformou o mundo em uma vasta Tuvalu Ulterior, um mundo composto apenas por ilhotas insignificantes, e agora o jeito é sair navegando num dos jogos mais maçantes dos últimos tempos, navegando por ilhas para conseguir zerar essa futrica do cacete.

Neste jogo fica mais do que claro que dentre os vários fetiches da Zelda, um deles é o de se vestir de menino (o famoso fetiche por tomboy), quando descobrimos que, tal qual Sheik, Tetra também é a Zelda.

Nesse novo jogo Link tem que achar um gorro inventado pelo Chapolin Colorado que o deixa minúsculo (já que ele é contra o uso de drogas) e tem que restaurar uma espada que Vaati, um cretino de sexualidade duvidosa, quebrou; isso sem falar que, como já é de praxe, tem de salvar a Princesa Zelda de alguns tentáculos estupradores, tudo enquanto cola uns pedaços de pratos quebrados.

É neste jogo que a Zelda finalmente se assume como brinquedo sexual (puppet) de Ganon.

Jogo também conhecido como Zelda: Toilet Princess, finalmente chegamos ao jogo com a maior doze de putaria e zoofilia de toda a série. Nessa nova aventura, Link terá que enfrentar Ganondorf (que novidade...) e salvar a Princesa Zelda (que novidade... [2]), para isso, mas por causa do exceso de LSD e muitos episódios da saga Crepúsculo, ele agora acha que é um lobinho ao estilo Jacob Black, só que com uma anã deformada pegando carona em suas costas.

Esse jogo também marca a entrada de Link para o mundo dos Furries, com desenhos de fãs mostrando Wolf Link praticando atos sexuais com Midna e Amaterasu (a protagonista de Okami).

Uma jogo bem besta onde Link salva Hyrule do Império de Napoleão numa batalha patrocinada pela marinha do Caribe. Nesse jogo o Bush e o Capitão Jack Sparrow se tornam personagens jogáveis e tem o objetivo te ajudar nosso herói a afundar navios e mais uma vez salvar a princesinha para tentar comê-la no final (sem sucesso).

Um dos jogos mais lamentáveis da série. Após ter atingido o auge com Ocarina of Time e Majora's Mask, a criatividade dos produtores da Nintendo estava em baixa e eles estavam lançando qualquer porcaria (vide The Minish Cap, Phantom Hourglass e lixos similares para DS), e foi assim que surgiu o pior jogo (semi-canônico) da série Zelda, um Zelda de administrar trenzinho. Realmente, esse jogo só será atrativo para o seu filho de 7 anos que ainda curte Thomas e Seus Amigos.

Tipo Wind Waker, mas trocando a navegação marítima entediante por longos voos entediantes.

Depois de tantas aventuras sem graça em terra firme e via marítima, Link é mandado para UP: Uma Aventura nas Altura, onde ele entra pra Força Aérea Brasileira, mas ao invés de pilotar um caça, acaba voando nas costas de um projeto mal feito de pterodáctilo penado, além de ter trocado a velha ocarina pela harpinha do Sheik. Com um enredo que se passa 100 anos antes da suruba que rola em Ocarina of Time, aqui Link tem mais uma vez que salvar Zelda das garras de mais um vilão FDP que pretendo dominar Hyrule, e nada mais.

É também nesse jogo que todos ficam sabendo a origem do maldito cafetão Ganondorf, a Triforce e tudo mais de importante da série, ou seja, o início de tudo... Aquele tipo de explicação que ninguém pediu para ter, que está ali só para estragar a história da série ainda mais e torná-la mais difícil de entender que um livro de Søren Kierkegaard.

O tão aclamado Zelda de mundo aberto, originalmente lançado para Wii U, console que ninguém teve, precisou ser relançado para Nintendo Switch. O jogo foi amplamente elogiado porque trouxe absolutamente tudo que um zeldamaníaco sempre sonhou, desde a esperada possibilidade de vandalizar quase tudo, até a possibilidade de vestir Link feito uma biscate, ter um relacionamento furry com uma zora, e ver a Princesa Zelda de quatro no gramado empinando a bunda pra você.

Videos[editar]

Nerd enviando ajuda para Zelda.
Th anilink1.gif