The Legend of Zelda: Breath of the Wild

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Virtualgame.jpg The Legend of Zelda: Breath of the Wild é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, Kain bebe o sangue de mais um condenado.

Midna é humana! ALERTA DE SPOILER GAMÍSTICO!

Este artigo gamístico pode conter spoilers que revoltam os nerds, como o fato de que:
Gemerl é um clone de Emerl!!

Portanto, leia com cuidado.


A Lenda de Zelda: Chuva nas Piores Horas
The Legend of Zelda Breath of the Wild cover.png

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Não-intendo
Publicador Não-intendo
Ano 2017
Gênero Horizon Zero Dawn medieval
Plataformas Wii U que ninguém jogou, relançado para Nintendo Switch aí sim
Avaliação 100/100 para os fanboys
Idade para jogar Livre

Cquote1.svg Você quis dizer: God of War nintendista Cquote2.svg
Google sobre The Legend of Zelda: Breath of the Wild
Cquote1.png Experimente também: O Retorno de Link Cquote2.png
Sugestão do Google para The Legend of Zelda: Breath of the Wild
Cquote1.svg O Link dormiu por cem anos? Quem é a bela adormecida agora! Cquote2.svg
Bela adormecida sobre The Legend of Zelda: Breath of the Wild
Cquote1.svg Ele veio novamente pra me salvar. Oh! Que herói mais tesudo Cquote2.svg
Princesa Zelda sobre Link
Cquote1.svg Que muleque mais ridículo! Cquote2.svg
Gamolton sobre The Legend of Zelda: Breath of the Wild
Cquote1.svg Eu só queria dizer que foi uma honra trabalhar frito doido num projeto que perdeu pro projeto da Santa Mônica Cquote2.svg
Terry Kourt sobre The Legend of Zelda: Breath of the Wild
Cquote1.svg Link dormiu por cem anos... Agora ele vai ficar acordado por mais cem Cquote2.svg
Nerd sobre The Legend of Zelda: Breath of the Wild
Cquote1.svg O jogo tava uma bosta. Cquote2.svg
Menino do futebol sobre The Legend of Zelda: Breath of the Wild
Cquote1.svg Eu fiquei mais bonito nessa edição. Cquote2.svg
Link sobre The Legend of Zelda: Breath of the Wild
Cquote1.svg Vou explorar essa bagaça inteira!? Nintendo filha da puta!!! Cquote2.svg
Garoto sobre The Legend of Zelda: Breath of the Wild
Cquote1.svg Eu vi o Link pelado! Eu vi o link pelado! Cquote2.svg
Guria retardada sobre The Legend of Zelda: Breath of the Wild

The Legenda of Zelda: Breath of the Wild é o décimo e nono game da série The Legend of Zelda lançado por uma empresa (cujo nome não é importante) em conjunto com a Nintendo, esse game de mundo aberto conta a história de Link, que depois de dormir cem anos acorda com Alzhmer Amnésia num reino fodido e seu único objetivo é salvar Hyrule de umas feras gigantes e, óbvio, salvar a Princesa Zelda.

O jogo foi lançado em 2019 para Wii U e Nintendo Swich e conseguiu ótimas críticas por partes de gamers e nerds desocupados que passam a vida jogando RPG. Os criadores, cansados dos mesmos puzzles e a jogabilidade de sempre, resolveram fazer um plágio que na verdade é a mistura de Horizon Zero Dawn com Nioh, resultado: um remix de Ocarina of Time. Na verdade, os diretores quiseram repaginar a série, adicionando novas missões, novos quebra-cabeça que quebram o crânio e um novo ambiente.

Jogabilidade[editar]

Zelda e Link depois de terem uma briga de casal (Link foi preso horas depois por causa da Lei Maria da Penha).

Diferente dos outros games da série, The Legend of Zelda: Breath of the Wild foi feito sob medida, com um mundo aberto maior que o mundo real e com enigmas tão difíceis que você tem que ir pra puta que pariu pra desvendar esses enigmas ou buscar uma pedra de crack mana. O jogo tem uma jogabilidade confusa, que é mostrada pela falta de entradas e saídas no mapa, poucas instruções fornecidas (o que já te faz ficar perdido no início do game) ao jogador e o encorajamento á explorar o mapa como um andarilho errante. Breath of the Wild possui um sistema de física nuclear que permite que os jogadores resolvam problemas de diferentes maneiras em vez de tentarem resolver tudo na base da porrada. O jogo também integra um sistema de "química" com a sua namorada. Por exemplo, é possível tirar vantagem do clima bipolar ao jogar objetos de metal em inimigos durante tempestades de raios com o objetivo de queimar a rosca dos adversários. Isso tudo resulta em um mundo interativo e sem estrutura que recompensa você por andar até o inferno só pra buscar uma chave ou algo pra enfiar em alguma coisa.

O jogador pode realizar ações como correr, escalar, nadar e voar com um paraglider, transar, vomitar e cagar, porém todas são limitadas pelo fólo fôlego de Link. É possível fazer coisas a partir de outras coisas colhidas no ambiente, como armas, comidas e outros recursos. Diferentemente de jogos anteriores da série The Legend of Zelda, as armas quebram com o passar do tempo. Comida pode ser obtida a partir da caça de animais, coleta de frutos, coleta de partes de inimigos derrotados ou simplesmente você pode comer alguma mulher no caminho. O jogador pode cozinhar qualquer porcaria que podem preencher as barras de vida e fôlego de Link, ou mesmo proporcionar bônus como aumento de força ou resistência (a.k.a anabolizantes). Uma das ferramentas mais importantes de Link é sua "Tábua Sheikah", que pode ser para passar roupas e marcar pontos no mapa. O personagem, no decorrer do jogo, ganha novos poderes para a tábua, como bombas remotas, a habilidade de manipular objetos metálicos, formar blocos de gelo a partir de Minecraft água e congelar o tempo por um tempo. Jogadores podem travar sua mira como se estivessem em Call of Duty. Também é possível derrotar adversários sem armas, como rolar rochas gigantes colina a baixo sobre algum acampamento ou partir pro mano-a-mano (como se o Link pudesse fazer isso).

Gráficos[editar]

Link se divertindo com os amigos.

Na questão dos gráficos, os criadores optaram por fazer algo parecido com The King of Fighters XII, ou seja, gráficos que parecem desenhos animados mas que não são desenhos animados; embora a Nintendo tenha feito uma vaquinha para arrecadar fundos pra criação do jogo, o dinheiro não deu pra custear gráficos 4K Tetry-Ray e eles tiveram que decidir entre melhorar os gráficos ou a resposta da CPU da inteligência artificial, eles escolheram melhorar a CPU já que não adianta nada um jogo ser bonito e ser burro (esse esquema vale também para o protagonista). Veja abaixo o que Shikoru, um dos diretores, disse sobre essa cuestão questão:

Cquote1.svg Eu resolvi investir na inteligência artificial porque o dinheiro não deu pra fazer gráficos melhores e o Bill Gates não quis contribuir, tentei negociar com o Oscar Niemeyer pra ver se o jogo tem um resultado melhor no Brasil, mas como aqueles comedores de salsicha só querem saber de Free Fire então resolvi meter o cacete em qualquer brasileiro que eu vir. Cquote2.svg
Shikoru sobre os gráficos do game

A Nintendo até tentou consertar as coisas lançando, em 2019, uma versão 4K, mas a única coisa que mudou foi que o azul virou violeta e os bugs broxaram. Mas se parar pra pensar bem, foi melhor assim porque o Breath of the Wild podia ter ganho do Cuphead no quesito "game com o gráfico mais bosta".

Enredo[editar]

Link vendo Zelda se meter em mais confusão.

The Legend of Zelda: Breath of the Wild se passa no fim da cronologia de The Legend of Zelda, depois de todos os outros jogos. No passado, por várias vezes, o mal conhecido como Calamity Ganon ameaçou o Reino de Hyrule, sempre sendo derrotado pela princesa Zelda (o que mostra que o cara era bastante frouxo), descendente de uma deusa puta chamada Hylia, com a ajuda de seu fiel protetor Link (como sempre). Hyrule com o passar dos séculos tornou-se uma civilização avançada, protegida por quatro Feras Divinas – máquinas animalescas carnívoras doidas enormes – e por um exército de Guardiões, armas robóticas autônomas. Quando Ganon voltou pra foder com tudo, quatro grandes guerreiros receberam o título de Campeões e pilotaram as Feras Divinas, protegidos por Zelda, Link e pelos Guardiões. Link fez Ganon chorar na Espada (ui!) Mestra, permitindo que Zelda o mandasse pro inferno.

Hyrule voltou a ser uma cidadezinha medieval, onde não existia privadas. Os hyrulianos leram as profecias de seus vovôs e reconheceram os sinais do retorno de Ganon, escavando e recuperando as Feras Divinas e os Guardiões. Os Campeões das raças de Hyrule – Daruk, guerreiro dos montanhosos goron; Mipha, princesa puta dos aquáticos zora; Revali, arqueiro dos pássaros rito; e Urbosa, chefe das guerreiras grelhudos gerudo – reuniram-se para pilotar as Feras Divinas, enquanto Zelda e Link entretiam Ganon. Mas, Ganon tomou controle dos Guardiões da galáxia e das Feras Divinas, fudendo com tudo. O rei Rhoam e os Campeões foram mortos, o Castelo de Hyrule foi destruído e Link foi seriamente ferido. Zelda levou Link para um local seguro aonde pode fazer um boquete nele, escondeu a Espada Mestra e usou sua magia para prender Ganon dentro do castelo.

O real objetivo de Ganon.

Link acorda cem anos depois, porém com Alzhmer e descobrindo que Hyrule está uma merda. Ele encontra um velho, que revela ser o espírito do falecido rei Rhoam. Este explica que Ganon, preso dentro do Castelo de Hyrule, está tomando Viagra e pronto pro segundo round se fortalecendo; Rhoam pede para que Link derrote Ganon antes que este mal se liberte e destrua o mundo com bombas atômicas. Link viaja por Hyrule, voltando a diversos locais de seu passado e resgatando suas memórias de Zelda. Ele entra nas quatro Feras Divinas pelo cu com a ajuda das raças hyrulianas, dando um pé na bunda nos monstros de Ganon e libertando os espíritos dos fracassados Campeões. Ele recupera a Espada Mestra nos Bosques Perdidos, entra no Castelo de Hyrule e enfia aquela porra em Ganon, com a ajuda das Feras Divinas e do Arco da Luz entregue por Zelda. Ela prende Ganon novamente, restaurando a paz e permitindo que os espíritos de Rhoam e dos Campeões vão para o inferno e não voltem mais. Zelda percebe que Hyrule precisa ser reconstruída e que ela e Link precisam iniciar o processo. Caso o jogador cumpra algumas missões toscas, é possível desbloquear um final alternativo em que Zelda e Link fodem até Zelda engravidar e deixar Link sem nenhum tostão de tanto pagar pensão Hyrule e falam sobre a reconstrução do mundo.

Lançamento[editar]

O motivo de Link nunca ter feito sexo com Zelda: ele é um elfo sem rola.

Aonuma, diretor dessa bagaça, anunciou uma nova aventura do elfo azarado para o Wii U em janeiro de 2013 durante uma das reuniões corporativas da Nintendo. As primeiras imagens do jogo na forma de um trailer foram exibidas durante uma reunião do Partido Oral Resistente Republicano Anarquista (PORRA). Sua previsão de lançamento dada pelo Mestre Yoda era para 2015, mas acabou sendo adiados por detalhes técnicos. Shigeru Miyamoto, criador da franquia preferida dos nerds, confirmou no mesmo ano que o jogo continuava a ser desenvolvido para Wii U, mesmo com a Nintendo já planejando lançar a sua próxima máquina de lavagem cerebral, o Nintendo Switch. O game foi adiado novamente em 2016 por causa de um bug que quase fez o jogo inteiro se tornar cancerígeno.

A Nintendo confirmou em janeiro de 2017 que finalmente ia lançar essa porra, com um novo trailer sendo exibido para excitar ainda mais os otakus. Ele foi lançado em 3 de março de 2017 para Wii U (que já estava com o pé na cova) e Nintendo Switch. Mas como a Nintendo queria ganhar mais dinheiro com os fanboys, a versão para Switch estava disponível em uma Edição Especial e uma Edição Mestre limitadas, com moedas fictícias sem valor nenhum inclusas, um tapete de Calamity Ganon com um mapa do mundo, um CD com trilhas sonoras irritantes e um estojo escolar temático para guardar o console. A Edição Mestre vinha também com uma estauta estátua (ou estatueta, sei lá) da Espada Mestra. Uma Edição de Explorador chegou em 23 de novembro de 2017, com um mapa e um livro grande pra caralho contando a história. Um álbum oficial em cinco discos e 211 faixas das trilhas sonoras com cantores japoneses sem talento foi lançado apenas no Japão em 2018.

Recepção[editar]

Zelda em um momento íntimo.

The Legend of Zelda: Breath of the Wild foi elogiado por críticos nerds especializados, sendo que várias publicações em posts do Facebook chamam Breath of the Wolf de "melhor jogo de todos os tempos", superando Tetris, Pimball, Super Smash Bros. e Mineirinho. Nos bares e restaurantes dos Estados Unidos, bêbados e maconheiros elegeram The Legend of Zelda: Breath of the Wild como o melhor plágio de The Legend of Zelda: Ocarina of Time.

Breath of the Wild ainda foi avaliado como "o melhor game com um mapa grande pra porra" pela revista estadunidense Sheat Shild, superando Horizon Zero Dawn e GTA V. Ainda foi indicado ao The Game Awards 2017, mas a comissão técnica tinha tomado uns goró e confundiram Breath of the Wild com 171.

Legado[editar]

Jornalistas e outros doidos varridos da indústria de games saíram na porrada pouco depois da estreia de Breath of the Wild, se perguntando como ele causaria inveja em outros jogos de mundo aberto e sobrevivência no futuro. A Ubisoft comentou que acreditava em Deus que desenvolvedores plagiariam Breath of the Wild em jogabilidade experimental (que é só um termo sofisticado que significa criar e lançar qualquer merda e ver o que as pessoas acham), enquanto a PC Gamer escreveu que o jogo era original. O sucesso do retorno de Link também levou a um aumento de interesse no Wii U, o que comprova que a Nintendo está fazendo uma lavagem cerebral na população mundial.

Uma sequência direta ainda sem título foi anunciada pela Nintendo na Electronic Entertainment Expo de 2019. O novo jogo foi criado durante o planejamento dos conteúdos para download de Breath of the Wild; a equipe teve muitas ideias consideradas "boas", algumas das quais não podiam ser implementadas por causa de um surto de esquizofrenia no Japão, assim foi decidido usá-las em um plágio totalmente novo. Aonuma disse que o jogo será construído a partir do mundo de Breath of the Wild e terá uma história original (ou não) e novos elementos de jogabilidade, plagiando no Red Dead Redemption 2.

Personagens[editar]

Link, Daruk e criatura desconhecida: um momento de muita imaginação...

Os personagens são praticamente os mesmos de todos os outros jogos de The Legend of Zelda, mas aqui eles tem uma história muito diferente, já que se passaram cem anos e a ciência ainda não conseguiu explicar como os personagens não envelheceram, alguns acreditam que seja por causa do colágeno russo.

  • Link: Um jovem elfo sem pênis que acorda sem memórias. Guiado por uma voz misteriosa (a.k.a esquizofrenia), ele é jogado em uma jornada por Hyrule para derrotar uma criatura ancestral e ajudar uma princesa loli.
  • Princesa Zelda: Princessa do Reino de Hyrule. Uma garota difícil e bipolar que é sábia, curiosa e gentil. Ela pesquisa as ruínas ancestrais ao redor do mundo e é constantemente sequestrada e folgada por inimigos, obrigando Link a salva-la.
  • Ganon: O principal vilão da história que, durante anos, só vivia apanhando de Link, mas depois que o pequeno elfo mundo entrou em coma, Ganondorf aproveitou a situação pra dominar Hyrule e usar suas fezes pra espalhar a peste negra por toda a terra.
  • Daruk: Um Goron que vive em Hyrule. Um dos guerreiros mais destemidos de sua tribo de índios cabeça-de-barro, ele sempre está calmo. Uma vez que ele entra em batalha mostra seu lado bravo e brutal, gritando poderosamente conforme derruba seus inimigos, que se assustam e ficam se perguntando como um Goron pode gritar igual uma menininha.
  • Revali: Um pinto Rito que vive em Hyrule. Uma criatura muito confusa e que faz o jogador parecer que cheirou... Ele está envolto pelo mesmo manto azul de Daruk e Mipha...
  • Mipha: Uma Zora que vive em Hyrule, uma mulher peixe que ninguém gostaria de colocar em um hentais furry. Ela tem uma personalidade introvertida e não fala muito (por causa de uma história aí). Ela tem poderes especiais que não são encontrados em outros Zora e nenhum Zora encontra esse poder nela.
  • Guardian: Velharias Relíquias que dizem ter sido criadas há muito tempo, por um shangô embriagado. Um grande desastre fez com que elas atacassem pessoas e penetrarem o espaço pessoal de suas vítimas, e 100 anos depois elas continuam a fazer isso.
  • Bokoblin: Um tipo de demônio que vive em Hyrule. Eles ganham a vida se prostituindo e usando drogas curtindo a pele de diferentes animais (a.k.a zoofilia). Encontre-os se movimentando e eles vão atacar e violar o seu espaço pessoal.

Veja também[editar]