Thomas Edward Lawrence

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Nota: Lawrence da Arábia redireciona aqui. Se procura pelo filme de 1962 veja Lawrence da Arábia (filme)
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"Vai tomar no cu", em árabe
Brimo, este artigo é árabe!
Ele gosta de mulher coberta e não gosta de ser confundido com turcos nem judeus.

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Cquote1.png Os árabes tem um relação ativa com os franceses, ao passo que os franceses tem uma relação passiva. O ciúme dos turcos era um grande problema a se enfrentar Cquote2.png
Lawrence da Arábia sobre 1° Guerra Mundial no Oriente Médio

Cquote1.png Se os armênios fossem um pouco mais machos, não seriam hoje esse paiseco espremido no Cáucaso que é hoje Cquote2.png
Lawrence da Arábia analisando o resultado da guerra para a Armênia

Thomas Edward Lawrence, chamado romanticamente nas poesias parnasianistas de Lawrence da Arábia foi um dos heróis britânicos em uma tradicional e bem sucedida "passada de perna" nos árabes durante os eventos da Primeira Guerra Mundial no Oriente Médio.

Juventude[editar]

Lawrence da Arábia. O herói árabe que não era árabe.

Lawrence nasceu em 1988 no Reino Unido, no País de Gales, em uma família de barões. Desde criança, preferia explodir coisas a beber chá. Isso levou seu pai a crer que era corno. Para se esclarecer, ele foi no programa do Ratinho e pediu para fazerem um teste de DNA, e assim descobriu que o filho tinha sangue árabe. O ex-pai revoltado deu 50 mil dólares para o ex-filho Lawrence e o mandou estudar e nunca mais voltar (para você ver a diferença de revolta na Inglaterra e revolta em qualquer outro lugar).

Lawrence, sem ter o que fazer, começou a estudar coisas, mas ao invés de estudar ou direito ou licenciatura, que sempre foram os únicos cursos disponíveis na Grã-Bretanha, Lawrence iniciou o estudo de coisas estranhas como cultura semita, história da Mesopotâmia, eficácia de combustíveis fósseis e história e geografia mundial, sabendo a capital e o rei de todos os impérios. Já na universidade, em um dos trotes, quando veterano, Lawrence explodiu um calouro e foi ali que ele começou a pegar o gosto pelos passatempos árabes.

Entre outros entretenimentos de Lawrence estava o de ir ao estádio assistir jogos de futebol. Foi então que ele, um fanático pelo Manchester United, inventou os hooligans, os fogos de artifício e as emboscadas a torcidas adversárias no metrô.

Se formou em arqueologia, após Indiana Jones, na época, inventar o curso para as universidades da Inglaterra. Então, para conseguir algum trabalho nessa área de atuação, como o Stonehenge já estava mais que estudado, Lawrence decidiu cometer a loucura de sair de seu país natal de primeiro mundo, para ir trabalhar no mundo árabe e nem ter garantia de comida e muito menos água nessa aventura.

Começo de Carreira[editar]

No início de sua carreira, em 1911, no Oriente Médio, Lawrence entrou para equipe dos cruzados na Síria, mas antes que pudesse atuar descobriram que ele foi catequizado católico na Irlanda e o expulsaram a própria sorte. Lawrence então passou a trabalhar de engraxate para juntar uns trocados.

Explodir trens turcos. Passatempo predileto.

Foi então que Lawrence foi convidado a se tornar um assistente de arqueólogo no deserto árabe a procura de vestígios de Alhazred, uma lenda árabe, e o livro dos demônios Necronomicon, capaz de invocar o Grande Cthulhu, uma arma de destruição em massa, e dessa forma poder dar o controle do mundo aos seguidores de Alá, que mal estavam conseguindo dar conta do Império Otomano que já estava um caco. Com o tempo de estudo nesses locais inóspitos na Arábia, Lawrence veio a se tornar o único britânico com conhecimentos sobre características da cultura árabe. O que veio a se tornar de suma importância para os países estrangeiros na Arábia durante a Primeira Guerra Mundial, já que na Arábia, toda lenda é realidade.

Foi então que Lawrence se encontra com o misterioso SA, o codinome de um sheik árabe fodão amigo de Don Corleone, que estava a fim de fazer negócio e cheio de planos para a Arábia e a Inglaterra.

1° Guerra Mundial[editar]

Quando a Primeira Guerra Mundial começou, SA (que também era vidente) já havia fechado aliança com os ingleses. Enquanto as atenções todas da guerra estavam voltadas para a Europa e Japão, a confusão rolava solta nas Arábias sem ninguém saber, e Lawrence passa a trabalhar como branquelo importante (como era chamado) ao lado dos árabes.

Lawrence da Arábia no início da carreira comandando o exército de trapos árabes.

O grande inimigo dos árabes era o Império Turco Otomano. Durante séculos os homens do nariz caduco cobravam impostos milionários para os árabes, que não estavam mais tendo onde tirar dinheiro e no início da Primeira Guerra Mundial estavam precisando vender sua mulheres dançarinas de dança do ventre para pagar o aluguel. Os grandes líderes otomanos eram o Mano Oto, Mano Menezes e o Seu Barriga. De acordo com os relatos oficiais, os otomanos eram seres grotescos, cruéis, sem coração, profanavam o judaísmo, eram nazistas, tinham um pacto com o capeta e eram vilões (nota: os relatos oficiais foram feitos pelo governo árabe, de maneira imparcial, não relevando seus 500 anos de história de escravidão e sem segundas intenções).

A primeira missão de Lawrence sob a patente do exército foi atuar na Guerra de Secessão no Sudão Anglo-Egípcio, que estava um caos absoluto, que acontecia por que o atual faraó Ramsés DCVVVXXIIVMLDDXXVI estava sofrendo com o MST Egípcio, que estava insatisfeito com a Reforma Agrária feita pelo governo. Tribos canibais e mendigos se unificaram no sul e queriam fundar a República do Sudão, isso sem contar que o Rio Nilo estava raso: um tal de Moisés fugiu de um presídio local, levando vários prisioneiros. Para piorar a esposa do faraó, Cleópatra XXVIIXDCXLDIIVC estava de TPM. Em meio a todo esse caos, Lawrence chamou a Legião Francesa Estrangeira e brilhantemente resolveu a situação. Propôs que o faraó concebesse independência ao Sudão, por a terra e o povo que ali estavam não prestavam, sugeriu que ele passasse a pagar salários em dinheiro ao invés da costumeira cevada, comeu a Cleópatra XXVIIXDCXLDIIVC e assim a acalmou e apresentou os franceses aos árabes e o Egito encontrou a paz. Por causa dessas brilhantes manobras no Egito, Lawrence não só tranformou o Egito em um país árabe, como também ganhou totalmente a confiança desse povo: eles não só ganharam o Egito, mas também foram apresentados aos melhores bofes do mundo, os franceses. Lawrence lucrou e tornou Cairo o seu quartel general.

A sua segunda missão era tomar o Chipre dos turcos. Foi então que Lawrence foi apresentado ao então chefe da divisão de táticas especiais da Guerrilha árabe, Osama Bin Laden. A batalha no Chipre foi totalmente coordenada por Lawrence à distância e foi uma das mais acirradas da Primeira Guerra Mundial. Apesar da ilha ser um nada, sua posição é estratégica para instalação de bombas atômicas. A Grécia e o Reino Unido lutaram juntos usando lanças contra os fortes exércitos da Turquia e Inferno que usavam dentes e garras. Depois de um ano explodindo a ilha, foi assinado um cessar-fogo e divisão meio-a-meio do território.

A difícil Batalha de Meca, aonde os árabes superaram o avançado poderio bélico turco.

Então Lawrence se viu em uma de sua mais importantes missões, que seria retomar Meca, uma cidade sagrada árabe que estava maculada, em inconcebível situação. Foi então que Lawrence conheceu Faisal, um sheik importante, ricaço e bom atirador, que iria aliar-se a Lawrence e seu exército egípcio-árabe, formando a Liga Semita, e assim invadir a cidade sagrada. A merda que estava rolando em Meca era tudo coisa do Sheriff Hussein, um árabe que foi para o lado negro da força, e queria dominar o mundo usando o poder secreto de Alá, que estava escondido secretamente na Kaaba. Foi então que Hussein criou o Império Galático de Hejaz, com Meca como capital. No começo, Hussein era aliado dos turcos, mas agora era um império independente querendo conquistar o mundo e os árabes tinham que impedir isso. A cidade de Meca não era fácil de ser invadida, ao seu redor havia um escudo protetor impenetrável feito com mandinga e seus soldados estavam equipados pesadamente com armas laser, o exército árabe cheio de pedras e porcarias nada podia fazer, mas Lawrence coordenou um plano de invasão que ficou marcado para a história do mundo árabe: ele gritou "Quem está disposto a morrer pela nação?". Lawrence encaminhou os soldados que levantaram o braço para tanques blindados ingleses usados e ultrapassados (os tanques avançados e novos estavam na Europa), carregou todos de munição e ordenou que os tanques se jogassem contra Meca, e estava feito o primeiro atentado suicida da história. Os japoneses gostaram da ideia e inventaram os Kamikaze, já os árabes registraram ataques suicidas como símbolo da honra e cultura do povo. Quanto a Meca, a cidade foi facilmente tomada pela tática inovadora de Lawrence, Hejaz foi anexada ao Império Semita e Sheriff Hussein fugiu com Darth Vader. Por causa de suas várias missões bem sucedidas, Lawrence ganhou a alcunha de Lawrence da Arábia e até hoje foi o único ocidental que já distribuiu algum autógrafo para algum árabe.

Famosa foto onde toda a gangue de Lawrence da Arábia está reunida.

Durante algumas campanhas militares menores, Lawrence sempre inovava em suas táticas e os otomanos sempre eram pegos desprevenidos. Algumas das invenções de Lawrence foram: o terrorismo, a OPEP e as mulheres sem burca, excelentes espiãs: nenhum turco imaginava uma mulher descoberta ser árabe e nunca suspeitavam. Outra tática de guerra que Lawrence usou nos combates contra a Turquia foi a velha tática da destruição de ferrovias, muito usada por Yassef Arafat anos depois. Outro ocorrido se deu quando o então filho do antigo tirano de Meca Sheriff Hussein, o cortês Saddam Hussein apareceu. Lawrence viu que ele era um bom homem arrependido das ações do pai querendo pagar os débitos da família. Lawrence da Arábia decidiu dar a ele a posse de um desertão (posteriormente chamado de Iraque) com a única condição que houvesse eleições democráticas a cada 4 anos.

Das dezenas de cidades que Lawrence da Arábia conquistou, outra que ficou bem destacada foi Aqaba, que causou muita dificuldade ao exército árabe, principalmente por causa dos rinocerontes gigantes e orlas de pessoas possuídas. As táticas convencionais não funcionavam e então, após muita guerra, um reforço de padres do Vaticano chegou junto a macumbeiros brasileiros e os seres sobrenaturais de Aqaba foram expulsos.

Lawrence da Arábia durante a Convenção Árabe, aonde ficou acertado a criação dos países do Oriente Médio. Lawrence talvez esteja pagando algum tipo de sapo para os líderes árabes incompetentes.
Auda escutando o acordo verídico de Lawrence, prometendo pagar a ele 5 mil guinéus de ouro.

A última grande vitória de Lawrence foi na tomada de Damasco, no que ficou conhecida como a Batalha de Maysalun. Lawrence chamou os turcos para a batalha final naquela cidade. Os soviéticos estavam destruíndo geral na Turquia e os otomanos estavam começando a ficar espremidos e Damasco era a última fortificação. Lawrence sacou seu sabre de luz e fez um duelo de espadas contra o governador de cidade, com 10000 testemunhas. Depois de 3 horas lutando, ele lembrou das palavras do Mestre Miyagi: "Lawrence-san, acerte o pescoço", e assim derrotou o inimigo, decepando-o, para espanto geral, já que isso é um grave pecado islâmico, mas Lawrence lembrou que é católico.

A guerra estava quase no fim, o Império Otomano já estava sucumbindo, mas Lawrence ainda teve tempo de inventar uma anetoda no intuito de queimar o filme dos turcos e ainda virar mártir. Nesse relato fictício, Lawrence da Arábia diz que invadiu uma cidade chamada Deraa, mas foi capturado por turcos que estavam vestidos de drag queens e falavam miguxês, começaram a jogar purpurina nele e a molestar sexualmente sua cavidade anal. Esse relato controverso divide opiniões, mas duas coisas são certas: na cultura árabe, molestar sexualmente um homem, caso o meliante seja do sexo masculino, é pecado gravíssimo e Inferno na certa. Ao ponto que Lawrence não era árabe mesmo, então não seria desonra alguma para o povo semita a experiência homossexual que ele passou.

No final da guerra, se aliou a Leônidas e finalmente derrotou o Império do malígno Xerxes e assim fundou vários países. Todos foram "dados" a cada um dos amigos de batalha de Lawrence. Os países criados foram todos aqueles que você vê no Oriente Médio lotados de petróleo.

Criou ainda com muita glória a Palestina, um país sagrado que compreende Jerusalém, uma cidade sagrada, mas infelizmente, poucos anos depois a Europa, que não tinha para onde mandar os judeus, os deportaram para a Palestina. Os árabes, por sua vez, ficaram com pena de expulsar os judeus, por que eles vinham de um troço horrível aonde emos mataram milhares deles na Áustria, mas quando alguns judeus folgados inventaram um tal de Israel, aí a coisa ficou preta.

Tática de Guerra Milenar[editar]

Invasão Ataque Suicida, tática marca registrada

Lawrence inventou a tática milenar de diferenciar turcos e árabes. Sempre dizia ele: "Confundir otomanos e semitas é mortal. Se você quer sobreviver nessa guerra aprenda: Para diferenciá-los é simples: relacione nariz caduco aos turcos e barba aos árabes. Se puder, averigue seus bolsos: se achar dinheiro, com certeza é turco; se achar bombas com certeza é árabe", isso é vastamente utilizado até hoje, inclusive o atual exército americano consulta muito essa tática milenar de atuação no Oriente Médio, mas também muitas outras táticas desenvolvidas por Lawrence.

A Adaga[editar]

Lawrence da Arábia sempre carregou consigo uma adaga árabe. Ele nunca a usou em público, nem relatou já ter a usado. Muitos acreditam que ela funcione como espécie de lâmpada maravilhosa do gênio, outros acham que é um amuleto da mamãe, o mais provável é que ele a usada para se safar das 350 vezes que foi capturado amarrado e escapou, mas talvez essa adaga seja apenas parte do visual de disfarce de árabe de Lawrence da Arábia.

Pós-Guerra[editar]

Com o fim da guerra, Lawrence da Arábia ficou a toa recebendo uma aposentadoria milionária (pode acreditar, o INSS funciona na Inglaterra, nem todo país é fudido como o Brasil).

Terminou de escrever e lançou um livro de histórias fictícias sobre a Primeira Guerra Mundial inspirada em sua vivência própria, o livro Sete Pilares da Sabedoria. Em certo momento, as pessoas que leram aquilo ficaram achando que a história foi real e o livro foi considerado biografia de Lawrence da Arábia, um cara que daria um bom livro e um bom filme (na verdade o livro é tedioso e o filme bem mal feito).

Morte[editar]

Um dia em que Lawrence da Arábia teve seu cantil roubado.

De acordo com relatos oficiais, Lawrence da Arábia caiu de moto, bateu a cabeça fortemente e morreu. Como todos sabemos que relatos oficiais são mentirosos, há várias versão alternativas.

Uma versão afirma que Lawrence da Arábia foi abduzido por ETs. Outra versão diz que ele foi viver numa fazenda isolada junto com Elvis Presley e Paul McCartney. Em outra teoria, Lawrence morreu rapidamente na guerra e foi desenvolvida uma réplica robótica sua para fazer o papel de herói de guerra. Uma última versão credencia o acidente de moto ao IRA, financiado misteriosamente hoje pelo governo turco.

Mas de todas as versões de sua morte, uma coisa sempre é comum: Lawrence soltou a franga geral antes de morrer e assumiu a homossexualidade.

Congratulações[editar]

Lawrence da Arábia recebeu inúmeros títulos e medalhas, todos concedidos pessoalmente pela jovem Rainha Elizabeth:

  • Título de Sir, o mais cobiçado da Inglaterra.
  • Ordem dos Fresquinhos e Engomadinhos.
  • Chave de Londres.
  • Comandante Cavaleiro do Império Britânico que não tem mais Cavalos.
  • Legião de Honra Francesa Nós te Amamos.
  • 143 medalhas de honra ao mérito.