Tomar Re

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Tomar Re já morreu!

Viajar num avião da TAM dá nisso...

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20121009225518!Os Incríveis.jpg Este artigo é um(a) super-herói(na).

O texto a seguir é sobre alguém que voa, tem poderes, salva donzelas e prende bandidos. Se vandalizar este artigo, eles te levarão à Justiça.

Para conhecer mais desses seres incríveis, clique aqui.

O lanterna cientista ave peixe, em todo o seu esplendor.

Cquote1.svg Você quis dizer: Tomarte no cu Cquote1.svg
Google sobre Tomar Re

Cquote1.png Experimente também: Frango Espacial Cquote2.png
Sugestão do Google para Tomar Re

Cquote1.svg Ele era um bom homem... alguém quer mais coxa? Cquote2.svg
Hal Jordan sobre o que fizeram com os restos tostados de seu amigo Tomar

Tomar Re era um lanterna da Tropa dos Lanternas Verdes, famoso por ser o guardião do livro de regras e por ser uma ave mutante feia de doer. Apesar da "importância" que teve no passado, Tomar já morreu faz tempo e estaria esquecido até hoje não fosse a participação naquele filme tosco do Lanterna, dublado pelo Capitão Barbossa.

História[editar]

A primeira aparição de Tomar foi numa das primeiras revistas do Latrina Verde. Eles precisavam atrair crianças para a revista, e tentaram fazer isso criando um lanterna feio, carivcato com cara de papagaio de cereal e um troço de peixe na cabeça. É obvio que não deu certo. Mas Tomar acabou virando um lanterna fixo já que eles naquela altura já estavam com muita preguiça para saírem criando personagens novos.

A primeira aparição da criatura.

A ideia era que o lanterna fosse de um setor vizinho do setor do nosso sistema solar. Isso serviria de desculpa para o frango-peixe estar sempre aperecendo para filar uns lanches terráqueos, brincar de médico com os lanternas humanos e conseguir ser realmente irrelevante. Tomar Re também era o guardião do livro de Oa, um grande, sagrado e antigo livro dos guardiões que continha as leis de do multiverso, a resposta para a vida e pornografia de todos as eras e lugares do mundo.

Morte[editar]

No final das contas, Tomar Re acabou morrendo lá pelos idos dos anos 80, pelas mãos de um vilão qualquer que estava com fome e curtia um franguinho assado. Tomar, antes de virar almoço de domingo, usou suas últimas forças para passar seu anel para John Stewart, que virou o primeiro lanterna humano negro, mesmo que isso significasse que a Terra iria ficar com mais Lanternas do que precisava e que o planeta dele ia ficar sem nenhum, porque era mais importante para a DC na época preencher cotas raciais do que ter galinhas no espaço.

Como legado, Tomar Re deixou seu filho Tomar no Cu Tu como o novo lanterna do setor dele, e seus restos foram bem aproveitados por toda a tropa, que teve uma farta ceia de Natal naquele ano. Ele também serviu como garoto-propaganda de uma caixa de cereais americana.

v d e h
O incompreensível mundo do Universo D.C.