Tool

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para navegação Ir para pesquisar

Babel fish.gifTraduzindo: Ferramenta
Babel Fish sobre Tool
Cquote1.svg Eu estava ouvindo Tool, com certeza vou tirar 10 na prova. Cquote2.svg
Fã da banda sobre se tornar mais inteligente

Cúl
ToolLogo.png
A sugestiva primeira logo da banda
Origem Los Angeles
País Bandeira dos Estados Unidos Estados Unidos
Período 1990 - atualmente
Gênero(s) Metal progressivo e alternativo
Gravadora(s) Câmera
Integrante(s) Danny Carey
Adam Jones
Maynard James Keenan
Justin Chancellor
Ex-integrante(s) Paul D'Amour
Site oficial justinbieber.com


Tool é uma banda de metal progressivo transcendental pop com pitadas de dietilamida do ácido lisérgico de Los Angeles, República Democrática do Congo. É composta de quatro drogados que chaparam o coco e decidiram fazer uma ferramenta para criar soníferos poderosíssimos, já que as músicas são sempre gigantes de duração e começam muito calmas para fazer você dormir, mas cuidado, você cai no sono e do nada começa uma parte pesadona de guitarra e você infarta, morrendo ali mesmo.

Clipes e letras satânicas[editar]

Clipe da música Parabola. É sobre a dor de bater o dedinho na quina do móvel.

Cuidado com os clipes da banda, pois eles geralmente são muito conceituais (dá pra usar essa palavra em tudo), inteligentes e bizarros. Se não tem um bicho estranho (ou vários) e simbologias que não dá pra entender, não é um clipe da banda. Esses clipes passavam na MTV e faziam os otários que estavam esperando tocar Green Day desligarem a televisão.

As letras das músicas do Tool são extremamente inteligentes (você ainda não entendeu que a banda é inteligente?) e retratam transcendência severa de inteligência, (problemas com) drogas, problemas pessoais, se é biscoito ou bolacha ou qualquer coisa que saia da cabeça deslúcida e sem cabelo de Maynard, o vocalista.

Como eles são inteligentes e eu escuto a música deles, eu também sou muito inteligente. A melhor letra de todas é quando ele canta: ... ... É... ... Como era mesmo? Não lembro, eu tinha prendido a respiração por 5 minutos pra cair minha pressão, eu ficar chapado e entender a letra.

Álbuns de estúdio[editar]

Divulgada a capa do próximo álbum, que sairá quando acabar o dinheiro da banda.
  • Undertow (Neandertal): Primeiro álbum da banda. É o mais pop deles, mas infelizmente, Maynard canta como se precisasse muito cagar. Músicas com duração menor que 20 minutos, um absurdo.
  • Ænima: O nome do álbum é pra ver se anima um pouco os shows do Tool.
  • Lateralus: O álbum preferido tanto dos posers quanto dos fãs retardados. Na música Lateralus, eles decidiram fazer a música com a sequência de Fibonacci, uma sequência numérica da matemática. Apesar disso, os membros com certeza não sabem usar matemática pra contar ovelhas na hora de dormir.
  • 10,000 Days: O álbum que muitos fãs conhecem a banda. É o mais ouvível e pop deles. Mentira, é o Fear Inoculum.

Tool ficou 13 anos (2006-2019, viu como eu sei matemática mais que os membros da banda?) sem lançar álbum novo, até que em 2019 lançaram Fear Inoculum, um álbum que mais parece um Ctrl+C Ctrl+V dos álbuns anteriores, nada de novidade. Como sempre, compensaram essa falta de criatividade colocando mais duração às músicas, que geralmente tem, no mínimo, 1 hora de duração e 5 minutos de pausa para descansar.

Membros[editar]

O nome disso é crise de meia idade.
  • Maynard Keynes James Keenan: O cabeça de ovo vocalista da banda. Esse sujeito acha que enfiar palavras difíceis e falar nada com nada na letra das músicas fará a música ser boa, o que não é verdade, é só escutar um pouco da chatice que esse cidadão cria.
  • Adam Jones: O guitarrista, que há 30 anos cria ruídos na guitarra com a mesma fórmula: tempos totalmente esquizofrênicos, sempre mudando-os a cada 5 segundos e usando muitos hammer-ons e LSD também.
  • Justin Chancellor: O baixista da banda. Esse corno criou vários riffs no baixo que agora são idolatrados pelos baixistas nerds e pelos fãs da banda, como no começo de Schism, Forty Six & 2, etc. Só aparece na música pra fritar neurônios.
  • Danny Carey: Se o guitarrista é esquizofrênico, o baterista é um alienígena. É só ver como ele é capaz de manter um tempo diferente em cada um de seus quatro braços. Além disso, usa VÁRIOS tambores de macumba e pratos em sua bateria, é por isso que ele é bom, pois quanto maior a sua bateria, mais você é bom nela.
  • Ex-membro: Paul D'Amour (em português: Pau do Amor): Baixista até 1995, só tocou no primeiro disco da banda, graças a Zeus pois não fazia nenhum solo de baixo legal.

Ver também[editar]