Victoria II

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Virtualgame.jpg Victoria II é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, Scorpion esta dando um fatality em alguém.

Victoria II
TEXAS.jpg

Quem liga pro primeiro jogo?

Informações
Desenvolvedor Interações Paradóxicas
Publicador A mesma empresinha
Ano 1836, ué
Gênero Estratégia de mapinha
Plataformas PC
Avaliação 9/11 (IGN)
Idade para jogar Não recomendado para doutores em História: Contém fatos errados


Victoria II, também conhecido como Europa Universalis: A Continuação, é um pomposo jogo de estratégia em tempo real (apesar que você pode pausar o jogo, ferrando com a AI dos outros países), em que se passa na era vitoriana, isto é, a era em que sua mã-- Chega dessa piada passando-se da primeira metade do século XIX, em 1836, até 1936, o ano em que Hitler começou a cagar pra imprensa internacional e a infâmia (meio parecido com o que a Coréia do Norte está fazendo hoje). O motivo de que o jogo pára exatamente 100 anos na verdade tem a ver com a sua continuação capitalista, Hearts of Iron que começa justamente em mil novecentos e trinta e seis.

Como o jogo funciona[editar]

Das 257,5 nações que você pode escolher para começar a campanha, apenas as potências da Europa, os EUA, o Império Chinês e o Império Otomano que há conteúdo, fatos históricos e eventos mais densos, o que faz dos outros países uma jogatina muito vazia e agonizante para quem realmente entende de história.

O jogo separa os países em 4 tipos de nações:

  • As Grandes Potências (as Great Powers), que são os fodões que mandam, colonizam e influenciam o resto do mundo;
  • As potências secundárias, que geralmente são as nações pequenas da Europa e algumas raras exceções na América como o Brasil. Podem colonizar (porcamente) e estão lutando para superar as Great Powers iniciais, mas só conseguem tirar a Espanha e o Império Otomano na maioria das campanhas;
  • As nações civilizadas, que são os países cagados que tem uma economia igualmente cagada, que é sempre uma bitch de alguma Great ou Secondary Power;
  • E por fim temos as nações não-civilizadas ou nações primitivas, que são os países que não tem a tecnologia Ocidental. Apesar que não se deve subestimar alguns deles, como o Japão e a China, este que se caso civilizar-se, vira uma Great Power imediatamente por causa do maior exército, em quantidade, de todo o jogo.
    Não importa o que você escolher nesta tela. O partido Comunista sempre vai vencer as eleições.

Como um país civilizado você deve dedicar sua campanha a aumentar seus pontos de prestígio, que é o quanto seu país é puxa-sacado pelos outros. É adquirido por eventos, guerras ganhadas e colônias colonizadas. Os pontos industriais referem-se ao quão maravilhosa tua indústria é (ou não). Estes dependem dos capitalistas para investirem em fábricas no seu país, exceto quando o partido político permita que o Estado, ou seja, você, construa fábricas por si mesmo. E temos o pontos mais divertidos de serem adquiridos, os pontos militares, que obviamente determina o número de divisões que possui, a marinha, o manpower e o número de líderes militares. É esses pontos que deixam as outras nações inferiores com o rabo entre as pernas. Crises (disputas) mundiais (um evento do jogo) são vencidas ao país ou países que tem o exército mais fudido.

Grandes Potências Iniciais[editar]

Gurren.png
Império Britânico A nação mais apelona do jogo. É a que dita quem ou quem não vai ser anexado na Europa, tem uma marinha fudida e protege a Bélgica como sua filhinha de ouro diamantado. Odeia a França e nunca se dá bem com o Império do Brasil. Existe a chance d'ele aliar-se com o Império Otomano, que geralmente resulta uma aliança entre a França e a Prússia (SÉRIO). Porém geralmente é o aliado mais podre do jogo.
Bandeira da França.png
Reino da França É forte no começo mais sempre leva um pau da Prússia e do Império Britânico logo nos 5 primeiros anos de gameplay. Perde a influência dos Estados Papais muito facilmente pra Áustria e tenta a qualquer custo ter sua influência garantida na Suíça, além de tentar impedir que a Itália se unifique;
Bandeira da Prussia.jpg
Prússia Muito fragmentada e mais difícil de unificar, tem um manpower absurdo e quase sempre se alia com o Reino Unido no primeiro mês da campanha, com o claro objetivo de arregaçar a Franca e pegar a ponta direita dela pra si. Quando unificada, se transforma no Império Alemão, que é o mais picudo império, superando os ingleses facilmente. Tem claro ódio da França e da Áustria e por algum motivo sempre coloca a Argentina em sua esfera de influência.
Bandeira retrô da Áustria.png
Áustria A potência-encosto, a insuportável que tenta impedir que a Itália e a Prússia se unifiquem, pois ela tem províncias de direito desses dois países, e sabe que pode ser arregaçada por ambos quando tiverem um pouco mais de manpower. Não consegue durar 50 anos sem ter que se tornar a Áustria-Hungria, sem correr o risco de ser fragmentada por ter tantas culturas diferentes dentro do território.
Bandeira do Império Russo (1721 – 1917).png
Império Russo Sempre aliada do Império Otomano, a Rússia tem o maior exército civilizado, no começo. É difícil pra porra melhorar a infraestrutura por ser tão extenso o território, a partir de 1900/10 os rebeldes comunistas vão começar a ser um porre, mais do que qualquer outro país. Virar a União Soviética é muito fácil, aí seu prestígio vai pro ralo e a economia pega fogo. Só hardcores jogam com a Rússia.
Bandeira do Império Otomano (1299–1923).png
Império Otomano Diferente de Europa Universalis, o Império Otomano está todo fodido, militância lá no espaço e guerreando com umas naçõezinhas insignificantes do norte da África. Perde os status de Great Power em 20 anos de gameplay e o império sempre acaba quebrando e virando uma federação comunista.
Bandeira da Espanha.png
Espanha Começa com uma guerra civil muito pesada e pode pegar de surpresa quem for noviço no jogo. Assim como o Império Britânico, a Espanha tem territórios e colônias no mundo inteiro, e isso significa exércitos e manpower que a Espanha não tem pra investir em proteção contra revoltosos, e aí tu já sabe. Além de claro, deixa de ser Great Power em 5 anos de campanha.
Bandeira dos EUA.png
Estados Unidos DA NOVA ORDEM MUNDIAL Um verdadeiro bebê engatinhando, começa colonizando as últimas províncias colonizáveis da América do Norte e geralmente anexa o México, não levando muito tempo para tal acontecer. É o país perfeito para jogadores novos porque aparentemente tudo acontece a favor dos EUA. Tem sempre uma economia excelente e a imigração pesadíssima aumenta o manpower e o número de capitalistas fácil, fácil. Sempre se torna a primeira maior potência do jogo no final do mesmo e protege a América do Sul, barrando a possibilidade que esse países se guerrêem, o que é um saco.

A parte militar do jogo[editar]

Finalmente chegamos na parte do jogo que você quer descobrir como funciona mas não vai conseguir porque é burro. Não deve haver preocupação pois é a parte mais easy de compreender (em relação aos outros conceitos).

Unidades Terrestres[editar]

Composta pela Infantaria que é a segunda unidade mais baratinha de fazer e o essencial pra não criar um exército só com artilharia, temos o Guard que é o melhor porém o mais caro superando a manutenção da artilharia, esta que ajuda a conquistar as províncias mais rapidamente. Temos os engenheiros, quase inúteis, servem para fazer cerco e defesa em províncias que tem fortes.

Unidades Navais[editar]

Só são úteis se for uma potência inicial pois a marinha só serve pra sugar dinheiro para manutenção. Os navios de transporte com papel óbvio e os de combate que também enchem seus pontos militares, sendo essa sua utilidade principal.

Atributos e outras coisas chatas[editar]

Definem a habilidade dos seus exércitos e navios em fazer qualquer coisa, e são definidos por certas unidades de seu exército que normalmente estão lá apenas para lhe dar esse bônus, obrigando você a perder seu tempo tentando alcançar o equilíbrio militar perfeito.

Habilidade de reconhecimento[editar]

Serve para que seus Soldados possam ficar fazendo nada ocupação em território inimigo sem fortificações com maior eficiência. Você consegue isso ao ter Hussardos ou Aviões em seu exército.

Habilidade de cerco[editar]

Para você esperar na porta do forte com mais velocidade. Obtida através de Artilharia, Engenheiros e Tanques.

Jogando com o Império do Brasil[editar]

A primeira coisa que é necessário citar é que os desenvolvedores cagaram pra fidelidade histórica da América do Sul. Pra começar o Império do Brasil nem se chama Império. A Confederação Peru-Bolívia simplesmente não existe, assim como a Confederação da Argentina. Ela e o Chile já tem todas as províncias do extremo Sul colonizadas (em 1836) e o Paraguai está comido pela Bolívia.

O Brasil tem o claro objetivo de industrializar, ter um exército e prestígio decente, como qualquer outro país de 2ª classe. Militarmente a primeira coisa que se faz é pegar a Província do Acre da Bolívia, depois anexar o Uruguai e adquirir um pedacinho do Paraguai ou, se a infâmia não estiver alta, anexar o país inteiro mesmo. A IA não consegue, mas é bem fácil tornar o Brasil uma Great Power, graças ao prestígio que é adquirido ao anexar os cores que o Brasil tem.

Galeria[editar]