Vida social

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Quevedo25on.gif Este artigo trata de coisas que nón eczisten!

Este artigo trata de algum mito, lenda, conto, história de pescador ou desculpa esfarrapada. Tome cuidado, pois você pode espirrar e ter sua alma levada pelo capeta caso alguém não fale saúde.

Descíclope sobre sua vida social.

Cquote1.png Sua intenção era pesquisar: O que você não tem? Cquote2.png
Google dando uma de adivinho com a pesquisa de Vida social
Cquote1.png Experimente também: Parar de acreditar nessas besteiras Cquote2.png
Sugestão do Google para Vida social
Cquote1.png Sai desse computador, menino! Cquote2.png
Tua mãe sobre tua vida social.
Cquote1.png Isso estraga as vista, menino! Cquote2.png
Tua avó sobre citação acima.
Cquote1.png Vai arrumar uma vida social, porra! Cquote2.png
Algum nerd num jogo online que também não tem vida social sobre você não ter uma vida social.
Cquote1.png Já tenho uma vida social! Tenho também uma família, dois filhos, uma bela casa e o emprego que eu sempre quis. Cquote2.png
Você sobre The Sims
Cquote1.png Se fudeu! Cquote2.png
Casamento sobre vida social.
Cquote1.png Esse aí já era... Cquote2.png
Faculdade sobre vida social.
Cquote1.png Não conte com isso! Cquote2.png
Medicina sobre citação acima.

Vida social é mais uma dessas besteiras inventadas pela Bobo e Refode para justificar a depressão nos jovens nerds e otakus. Segundo o chamado protocolo social, uma pessoa normal deve se divertir, fazer sexo e ficar o mais longe possível de casa (preferencialmente em coma alcoólico perto de algum bar), e, sempre que possível, frequentar baladas e beijar o maior número de bocas que conseguir - o chamado Jogo do Sapinho. Coisas como o casamento, a escola e, claro, jogos como Ragnarök Online, Tibia e World of Warcraft, afetam negativamente isso. Em relação ao último caso, uma suposta renomada psicóloga, contratada pela Refode, explica:

Cquote1.png O jovem que resolve se trancar nesses mundos virtuais acaba criando um avatar, que não é ele mesmo, com características que ele gostaria de ter na vida real mas não tem. Acaba que ele convive com outras pessoas que ele não sabe nem o nome, escondidas por um pseudônimo. Essas pessoas podem ser pedófilos, sequestradores e até mesmo assassinos. Esses jogos retratam uma realidade diferente, com poderes sobrenaturais, aventuras e grupos de pessoas que também não procuraram por ajuda e acabaram se viciando nesse universo. Cquote2.png

Essas pessoas que estão dentro do universo escuro limitam sua compreensão de vida à jogos como The Sims, e tenho certeza que você já criou um avatar feminino e deu a ela o nome daquela gostosa do colégio que você nunca teve coragem de chegar porque você é muito feio, mas no jogo é sua esposa. Como sei disso? Sou um especialista da área... Mas vamos voltar ao assunto.

A vida das pessoas que tem vida social[editar]

Um santuário da virgindade, onde nerds e outras pessoas sem vida social se reúnem para entrarem juntas no mundinho escuro dos jogos online.

Você deve estar se perguntando: Nossa, mas é tão bom assim ter uma vida social? O que tem de mais em uma vida social? Por que eu deveria... Calma, porra! Pode ter certeza que sim, vale a pena ter uma vida social. Ela traz vários benefícios, como:

  • Falta de grana, porque gastou tudo com bebida;
  • AIDS, porque não teve grana pra comprar camisinha;
  • Notas baixas na escola ou faculdade;
  • Ser demitido porque apareceu de ressaca no trabalho umas três vezes;
  • Experimentar novas sensações, como sexo com travestis, conversar com bêbados, sofrer um coma alcoólico e ter que dormir no meio da rua ao lado dos ratos porque não passa mais ônibus;
  • Ouvido fodido por causa dos constantes putsputsputsputs.

O melhor de tudo, entretanto, é que você não estará à mercê de bandidos digitais, assassinos que se passam por mulheres, velhos pedófilos que abrem conversa particular contigo ou estresse por conta de suas vinte mortes numa partida ranqueada de League of Legends.

A vida real atrapalhando a vida social[editar]

Por mais que pareça óbvio que a vida social pode ser a vida real de alguém, muitas coisas acabam atrapalhando a farra diversão, como faculdade, emprego, escola, namoro, família, e, claro, os jogos online. Ah, os malditos jogos online! Criadores de jovens depressivos que tentam se matar aos dezoito anos por terem perdido uma partida de Call of Duty, que atiram nos outros por causa do lag no DotA... A Refode adverte, e não é de hoje, aos os pais que isso é prejudicial à saúde dos filhos e que dar o dízimo para o pastor comprar um carro Jesus é a única solução para sair desse mundo de perversidade que o advento da internet trouxe.

Essas pessoas que curtem a "vida social", algumas de um grupo denominado universitários que falam top, estão em constante desavença com os nerds virgens que possuem um paladino level 70 no World of Warcraft, alegando que eles não aproveitam o lado bom da vida e preferem ficar trancafiados em casa dando risada com artigos idiotas em sites da internet e ouvindo músicas estranhas como heavy metal e indie. No seu círculo de amigos do Whatsapp, costumam rir e compartilhar memes desses ditos nerds, falando do quanto é estranho eles se reunirem numa sala em grupo de 3 ou 4 pessoas para jogar RPG ou assistir algum filme bobo tipo O Senhor dos Anéis num fim de semana.

A vida de quem não possui vida social[editar]

Um avatar retratando o que seu jogador, um nerd fracassado, gostaria de ser: um empresário bem sucedido.

Como já dito, a pessoa que abre mão de tudo isso acaba se afundando em um mar de depressão, pornografia, carência e obesidade (de tanto comer pizza, nuggets e pão de queijo). Em casos mais extremos, a pessoa baixa um jogo chamado The Sims e nele cria uma família, uma casa e até mesmo animais de estimação! O nerd vive ali, entocado, enchendo a cara de Coca-cola enquanto faz as interações entre seus avatares. Tudo é um reflexo do que o fracassado queria ser na vida real. Se a televisão diz, então é verdade. Quantas vezes você já não viu alguma cena aleatória de algum youtuber jogando Battlefield passando enquanto a repórter fala sobre um cara que não consegue mais sair de casa porque está ocupado demais upando seu personagem no Perfect World? Isso só mostra o quanto nossos jovens estão perdidos na escuridão online, viciados em Tibia. Há aqueles que chegam a gastar dinheiro real com jogo enquanto poderiam gastar com bebidas e putas. A que ponto chegamos? É o que sempre pergunto pro meu motorista. Outros sintomas da falta de vida social são:

Waifus, anime e outras otakices[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Otaku

Dentro desse mundo de seres sem vida social, existem os otakus, pessoas fanáticas por japonesices. Em sua maioria, homens que cabulam aula para assistir Naruto e nunca viram uma buceta na vida além das de suas waifus - personagens de algum anime ou mangá que eles se apaixonam e até se casam! Renegam o sexo convencional, por acharem que mulheres são nojentas, asquerosas e estressadinhas com tudo (isso é verdade, pelo menos), e preferem abrir buracos em seus travesseiros para fazerem amor. Afinal, travesseiros não reclamam de dor de cabeça, não é?

O retrato de um otaku cabaço.

Esses também se reúnem em santuários de virgindade conhecidos como evento de anime. Alguns até socializam, mas ninguém sai de lá como o pegador de todas as otakus (sim, existe otaku mulher!), ou mais bêbado que um Opala. São apenas gordos que ficam se entupindo de hambúrguer e yakisoba enquanto leem mangá e conversam sobre a morte do Neji. E, claro, estão num mundinho escuro onde todos louvam Haruhi Suzumiya e jogam Final Fantasy.

Ver também[editar]