Vzyadoq Moe

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Lord Göthar Tenebrian
.

Vamos desejar e admirar o Profeta Tenebrian!

Cquote1.png Louvem-me, aceitem o Goticismo!!! Cquote2.png


Quando você achar que o nome daquela banda que você e seus amiguinhos de colégio era estranho demais, lembre-se dessa banda.

Vzyadoq Moe ("O viadão do Moe", de acordo com o Zé Ruela) foi uma banda de pós-punk/rock gótico/samba/industral e mais um monte de bosta dos anos 1980, advindos de Sorocaba, sendo parte da Vanguarda Paulistana, um grupelho de bandas ensandecidas que faziam um monte de experimentos bizonhos, e boa parte delas eram bandas da ceninha dark trevosa que pagavam de malvadonas.

História[editar]

Fausto Marthe (voz e letras), Marcelo Raymond (guitarra), Marcos Stefafeni "Peroba" (bateria e percussão), Edgard Degas (baixo) e Jacksan Moreira (guitarra), um bando de pirralho que gazeavam as aulas do 2º grau, mas que por algum motivo amavam as aulas de literatura (talvez porque a fessora era gostosa igual a do Chris Rock), e daí em 1986 eles se juntaram pra fazer uma bandinha, inspirados no Dadaísmo eles pegaram a sopa de letrinhas que a mãe de um desses garotinhos juvenis criados a leite com pera tinha em casa e fizeram um sorteio das letras, o que desse virava o nome da banda. Daí veio "vzyadoqmof". Como o nome era impronunciável e fazia o seu tio Jacinto Leite Aquino Rego parecer ter um nome legal, eles mudaram pra Vzyadoq Moe. Não que tenha melhorado muita coisa né...

A pobreza da banda era tamanha que a bateria deles era feita de latão de óleo, balde de margarina, baixela de cozinha enferrujada e um pandeiro que descolaram de um tio deles que levava constantemente pra tocar nas festinha de fim de semana.

Carreira[editar]

A banda durou pouquíssimo tempo, e embora fazendo uma misturinha que alguns nerdões que conseguem lembrar da existência de uma atrocidade dessas no mundo do rock brasileiro e associariam ao Chico Science & Nação Zumbi, o facto é que eles ficaram pra sempre presos na obscuridade do pântano do underground musical, tendo milagrosamente participado de uma review da finada revista Bizz (revista conhecida notavelmente, como diria o Lobão, por puxar o saco de artistas de fora e cagar pros brazucas), além de um mísero disco, "O Ápice" de 1988, pelo selo Wop-Bop, famoso por investir em bandas de quinta categoria. Parece doido, mas o disco foi o mais divulgado pelo selo em sua história, mas também o que mais deu preju, já que vendeu apenas 3 cópias.

Ainda participaram de duas coletâneas, uma pra destroçar com a memória de Arnaldo Baptista (o líder d'Os Mutantes, aquela bandinha que a Rita Lee começou a carreira de putaria dela), e depois de um tempo parados voltaram fazendo um som meio speed metal sei lá porque, mas não deu certo, apesar de dois discos, ninguém comprou e eles deram fim em si mesmos em 1999.

Ainda bem, banda ruim do cacete! Malditos sejam esses babaquinhas cult!

Ouvir também, se for maluco[editar]