Wild Arms

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Virtualgame.jpg Wild Arms é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, o Mario joga um casco verde em seu kart.


Armas Sevagens
WildArms.png
Gênero RPG
Desenvolvedor Media Vision
Publicador Sony Interactive Entertainment
Plataforma de origem PlayStation
Primeiro lançamento Wild Arms 1 (1996)
Último lançamento Wild Arms XF (2007)

Cquote1.png Você quis dizer: Wild Wild West Cquote2.png
Google sobre Wild Arms
Cquote1.png ... Cquote2.png
Rudy sobre este artigo
Cquote1.png Ja joguei! Cquote2.png
James West sobre Wild Arms
Cquote1.png Pra mim Wild Arms acabou no 3! Cquote2.png
Es-Fanboy de Wild Arms sobre os rumos que a série tomou
Cquote1.png Lula sabia e não fez nada para evitar! Cquote2.png
Anti-Petista sobre o destino de todos os planetas Filgaia
Cquote1.png Não sabia que Beyond the Beyond tinha continuação. Cquote2.png
Brasileiro sobre Wild Arms
Cquote1.png Que nada. É um RPG do Bomberman! Cquote2.png
Outro brasileiro sobre comentário acima
Cquote1.png Muito melhor que Final Fantasy! Cquote2.png
Fanboy de Wild Arms fazendo pose
Cquote1.png NIGHTBURRRRRNNN!!!!! Cquote2.png
Dean sobre seu ídolo


Wild Arms(ワイルドアームズ) - WILD ARMS- é um série de jogos de RPG que tenta parecer de tiro desenvolvido pela Visão Média, mas que acabou falindo porque não conseguia vender nem 100 unidades por jogo e foi comprada pela Xis-Seda, mas continua não vendendo muito.

Desenvolvimento[editar]

Jogo para Nintendo Wii do suposto criador da série.

O jogo foi criado por um japônes vagabundo, cujo nome ninguém sabe, que era fã de Velho Oeste e procurava uma maneira de ficar rico sem ter que trabalhar mais. Após ver seu filho jogando um tal de Final Fantasy, ele imaginou como seriam se em vez de cavaleiros, magos e putas-pagas, os personagens fossem um grupo de caubóis viados armados até os dentes invadindo saloms e participando de tiroteios daí teve a ideia do primeiro jogo. Wild Arms, portugês para Braço Selvagem foi lançado e conseguiu vender 95 cópias em todo o mundo. Isso frustrou a Media Vision, pois a meta era conseguir 100 cópias. Dai decidiram lançar Wild Arms 2, uma versão 2.0 do primeiro jogo com graficos um pouco melhor (o que não diz muito). O jogo vendeu 97 cópias e a Media Vision afogou o ganso de raiva. O chefe do japa vagabundo, Roberto Justus, disse que se o próximo jogo não vendesse 100 unidades, ele seria demitido. Temendo o pior, o japa trouxa contratou um grupo de especialiostas em computação grafica (mesmo sem ter como paga-los) e conseguiu o milagre de fazer um Wild Arms com grafico decente. Wild Arms 3 vendeu 99 cópias e o japa foi demitido. Afogado até o saco em dívidas, o japa ofereceu o jogo para uma empresa meia-boca de videogames chamada XSEED. Ele sacaneou os caras dizendo que havia vendido mais de cinco mil cópias só no dia de lançamento e conseguiu vender os direitos autorais por um bom preço. A XSEED tentou fazer um Crash Bandicoot misturado com Pimenta do Reino e um Tabuleiro de RPG tático para principiantes desenvolvido pelo Godinez. Wild Arms 4 vendeu só 30 cópias; sem saber o porque so fracasso do jogo, o chefe da XSEED mandou fazerem Wild ARMS 5, em comemoração aos 10 anos de cadeia do japa vagabundo de aniversário da série. O jogo, apesar de não ser lá aquelas coisas, coseguiu finalmente vender 100 cópias.

Jogos[editar]

Wild Arms 1[editar]

Primeira versão do clássico.

O primeiro jogo da série conta a história de Rudy Bomberman, um personagem de playmobil que deve se reunir com Jack, um soldado vagabundo e seu rato Hampan, e Cecillia a princesa do reinado da esquina e salvar o planeta Filgaia de um grupo de ETs composto por: Zeikfried (uma tradução mal feita de Siegfried), Berserker (um mastodonte usuário de esteróides Lv 99), Alhazed (um cientista louco na forma de uma centopeia que se disfarça de fantasma), Lady Harken (namorada do Jack que foi possuida pelo Alhazed) e Zed (sobirnho zé mané do bando que vive enchendo o saco dos tios). Essas carismáticas entidades tiveram seu planeta natal destruido pelo Freeza e pretendem ressuscitar a Jenova mãe Joana para dominar Filgaia. Depois de 60 horas de enrolação no jogo, a Mãe Joana ressussita e deixa escapar que foi ela quem destruiu o planeta Vegeta, cortando o barato dos filhos. Zeikfried manipula os heróis a matar a mãe, que ressusita e mata o filho, que re-ressusita no final e é morto pelos heróis. Em resumo: a história é uma palhaçada.

Wild Arms 2 (2nd Ignition)[editar]

Versão 2.0 do primeiro jogo conta a história de Ashley um padeiro com nome de mulher (e possui uma Gayblade falsificada) que estava prestando o Serviço Militar Obrigatório e acaba salvando Tony Ramos de um sequestro orquestrado pelos Três Patetas. Ashley é promovido pelo Capitão Nascimento a Aspirante de 1ª Classe e vai na Igreja Universal comemorar com os outros candidatos. Lá todo mundo é vitima de uma suruba nada a ver que contamina todo mundo com DST. Ashley rouba a espada do rei Arthur, é possiído por um demônio chamado Lord Blazer e vai pedir ajuda ao Irving Sephiroth para não ser processado. Ele recebe a ajuda de Brad Evans (presidiário n° 666)e Lilka e é escolhido para lutar contra uma organização terrorista conhecida como Obesa, composta por: Bussunda, Diego Armando Maradona, João Gordo, Jô Soares, Leão Lobo e Faustão. Após conversar com a tia Anastácia e recrutar Kanon, Tim e Marivel para o grupo, Ahsley descobre que o Sephiroth era do mal e mata o traidor e o demônio com uma Genki Dama contendo o HP de todos os NPCs do jogo.

Wild Arms 3 (3th Advanced)[editar]

Primeiro Wild Arms a aparecer no Polystation 2. Narra as aventuras de quatro nômades que se unem por nenhuma razão aparente. O grupo é composto por Virginia (porta voz de político que procura o pai desaparecido), Gallows (um pajé que procura três idiotas para o jantar de sua tribo), Clive (um alcólatra anônimo que abandonou a família por causa das dividas) e Jet (uma versão de cabelo branco do Rudy que tem amnésia e também é um andróide). Esses jóvens passam 80 horas de jogo lutando contra Janus, contra os profetas, contra Janus Transformista, contra os profetas, contra Maya, contra os profetas, contra Siegfried (desta vez traduziram certo), contra os profetas, contra Asgard, contra os profetas...e no fim do jogo o grupo invade a casa de Silvio Santos e presencia sua morte nas garras da Menina do Bambu. O grupo mata a guria e uma bosta que ela soltou chamada Nega Filgaia, mas os guarda-costas do homem do baú chegam e acusam o grupo de assassinato. Os quatro viram foras da lei. Fim.

Wild Arms 4 (4th Detonator)[editar]

Arnaud encanta jogadores de todo mundo com seu carisma e sua simpatia.

Mais conhecido como o pior Wild Arms de todos, conta a história de Jude, um chorão, es-membro da Turma do Bairro que tem a missão de alertar o mundo sobre todas as maldades e injustiças cometidas pelos adultos; vivia em uma ilha flutuante onde passava o dia todo fuamndo baseado e dançando tango mas a ilha é atacada por um figurante e ele acaba caindo no "mundo real". Ele é ajudado por um covardão bissexual chamado Arnaud, a garota mágica Yulie e a poser do grupo, Raquel (que sofre de problemas cardiologicos). Esses quatro aventureiros passam o jogo todo lutando contra as Forças dos Seis Biônicos, uma organização do mal composta por uma incrível variedade de inimigos sem história: Lambda (chefe que acha que pode ver o futuro), Jeremias (está atrás da garrafa 666, possiída por Brad, do 2° jogo), Kresnik (maconheiro irmão da Yulie) e Gawn (um simpatisante, também chamado de urso). Os outros ajudantes, escolhidos a dedo pelo Narrador da Sessão da Tarde são: um falso vampiro fã de Crepúsculo e sua namorada autista, duas Barbies homicidas, uma aero-moça com problemas sociais, uma secretária com proteses mecânicas que sofre de carência, um samurai incompetente vagabundo, um ciborgue incompetente (e não-menos vagabundo) e um cientista louco mal sucedido. Após limpar o chão com todos esses indivíduos, Jude descobre que Hauser (uma copia descarada do Kaze) é seu pai e quer destruir o mundo com um Megazoide. Jude chora de emoção por meia hora ao saber que encontrou seu pai, este por sua vez comete suicidio ao saber que aquele moleque chato é seu filho.

Wild Arms 5 (5th Vanguard)[editar]

WA5 é conhecido por possuir inimigos terriveis

Jogo lançado para comemorar o fracasso sucesso dos jogos anteriores. O quinto jogo da série conta a história de Dean, um jóvem que sofre de golemfilia e fanboy de Nightburn (um Golemfilo bem sucedido). Dean passa por florestas encantadas, cavernas mal acabadas, montanhas genéricas e puzzles que até uma criança de cinco anos conseguiria resolver...tudo na esperança de conseguir um bendito autógrafo. Para isso ele contará com a ajuda de Rebecca (amiga de infância de Dean que quer seduzi-lo e tem um sonho de trabalhar com o Bozo), Avril (típica personagem de RPG que perde a memória e é questionada se ela se lembra de alguma coisa a cada 5 minutos), Greg (um caubói fora-da-lei poser de vingador que teve a família assassinada por um skatista), Carol (uma criança com voz de uma velha que sofre abusos de pedofilia de Elvis Presley) e Chuck (personagem jogado de ultima hora no grupo que está atrás de Greg - literalmente). Os personagens acabam se envolvendo em uma treta com um grupo de ETs (de novo!) que invadiram Filgaia. O líder dos ETs é Volsung Vousunga, um negão da pesada que planeja dominar o mundo com seus discos de Rap e J-Pop. Vousunga é acompanhado por quatro sub-celebridades: Elvis (o próprio), Ferey-não sei doque (um Silverhawk rico), Persephone (gótica que quer ser comida pelo Nighburn, mas como ele só gosta de golens...) e Kartikeya (o ja mencionado skatista homicida). No fim do jogo, Dean descobre que Vousunga estava sendo possuido pelo espírito dos construtores do Muro de Berlim, mata o bicho e comemora a Independência dos Estados Unidos.

Wild Arms XF (Crossfire)[editar]

Tentativa em vão de plagiar fazer um Final Fantasy Tactics versão faroeste. O jogo usa uma versão ampliada do sistema de batalha desenvolvido por Godinez. Conta a historia de uma menina histérica chamada Clarissa e seu irmão semi-mudo Felius que procuram Rubert Rufert Rupert, um mendigo que matou sua mãe e roubou a espada dela. A busca pelo vaginal gardenal marginal os leva até a Iugoslavia, que está em maus bocados, porque o rei contraiu DST após transar com sua dragoa, Edna Rouseff e não pode mais desgovernar, deixando toda a irresponsabilidade para Edna e Charlton Neves. Durante a aventura pelas periferias da região, nossa amada heroína descobre que Roberval é laranja do governo, e passa a ser perseguida pelo mesmo após ser confundida com a desfalecida filha do gay rei durante uma rebelião no Carandiru. Clarissa também conhece a bruxa Labyrinthia (tiazona cheia de Botox que, alem de ter esse nome, tem labirintite), Clébinho Levin (chorão revoltado com a tudo e todos), Ragnarok (cozinheiro fortão que não gosta da elite opressora), Alexia (princesa morta que tá viva!) e Tony (um cachorro, personagem mais profundo da trama). Temendo uma rebelião, os políticos contratam vários bandidos para deter nossos heróis, entre eles e a sua bunda: Weisheit (um traficante Andrógino), uma tribo de ninjas canibais e uma gangue de trigêmeos que podem se multiplicar igual Naruto e passam o rodo tempo completando as frases um do outro. Lá pela metade do jogo, os roteiristas perceberam que esse Wild ARMs não tinha muito a ver com faroeste, então decidiram colocar coisas que tem TUDO A VER com o assunto, tipo: zumbis, robôs, demônios, viagens no tempo, naves espaciais e alienígenas bissexuais que trocam de corpo. No fim das somas contas, descobre-se que Katrina, a irmã da Alexia que sofria bullying da Dilma, estava com o capeta do corpo e ia destruir o mundo. Ela é derrotada por um latido de cachorro e todos vivem felizes para sempre. A versão mangá (que nunca saiu do ainda bisnaga Japão) revela que o cachorro é o Lucifer Luceid disfarçado, e que Clarissa é a verdadeira princesa, mas foi dopada trocada com a Alexia durante uma orgia de sua mãe na Festa Junina.

Outros Caça Níqueis[editar]

Como toda boa série de videogame, não podiam faltar os caça-níqueis.

Fãs da série, empolgados com o lançamento de um novo jogo
  • Wild Arms Alter Code: F: Um remake do primeiro Wild Arms com os graficos melhores (pior não dava para ficar) e os sistemas de batalha e mapa-mundi do 3° jogo. Apesar de não ter dublagem (falta de verbas) o jogo vendeu bem por colocar mais quatro personagens jogaveis. O jogo foi lançado junto com dois episódios do anime Twilight Venom para aumentar a propaganda.
  • Wild Arms: Twilight Venom: Anime fã-service de baixa qualidade lançado para ganhar dinheiro em cima dos otários fãs. Conta a história de Sheyenne (PS: é um menino), clone de um caubói que morreu fuzilado durante a Guerra Fria que vaga de cidade em cidade tentando descobrir para que ele serve na história. Ele é acompanhado por Dr. Kiel (um cover do Brad Evans), Loretta (uma puta-não-paga lésbica), Mirabelle (uma menina que é abusada por Loretta) e dois esquilos toscos. Depois de passar 100 episódios sem saber o que fazer, Sheyenne descobre que o tal caubói estava vivo o tempo todo e desce chumbo no infeliz, para que ninguém ameaçe sua posição de protagonista.

Sistemas de jogo[editar]

  • Lei do Mínimo Esforço: Provavelmente a regra mais importante de todos os Wild Arms. Os criadores usam sempre os mesmos nomes para o planeta (que sempre foi transformado em um terreno baldio por alguma erro cometido pelos humanos no passado), cidades, alguns personagens, dungeons, itens e as ferramentas (TOLL) são praticamente as mesmas nos três primeiros jogos.
  • Lei do Cabelo Azul: Sempre deve haver um personagem de cabelo azul no jogo, seja protagonista ou vilão. O 4° jogo fugiu dessa regra, colocando um protagonista de cabelo roxo (há boatos de que o próprio Jude os pintou para disfarçar) e por isso é considerado o pior de todos.
  • Lei das Cidades Invisiveis: Usada nos WA 2, 3 e ACF. Os heróis, vesgos como são, não conseguem ver a maldita cidade mesmo pisando em cima dela. O mesmo vale para dungeons e itens jogados no chão. Essa lei (ou parte dela) foi para o saco no quarto jogo.
  • Lei da Prisão: O grupo sempre é preso em determinada parte do jogo e consegue fugir graças a inteligêntes esquilos, cartões de crédito e policiais corruptos. Essa regra foi para o saco no quarto jogo, mas promete voltar. PS: As grades da cela são aprova de bombas, bolas de fogo e todos os outros recursos do grupo (menos esquilos).
  • Lei da Plantação de Erva-mate: Presente em alguns jogos da série. Como Filgaia é um mundo fodido, não tem loja de items, logo você tem que pedir para uma fazendeira desocupada montar uma plantação de itens de cura no quintal da casa dela e ir lá buscar mais tarde.
  • Lei da Torre sem fim: Cada jogo tem um calaboulço opcional imenso onde mora o chefe mais difícil do jogo. O do Wild Arms 3 é o pior de todos, pois alem de ter 100 andares e nenhum Save Point, você é obrigado a ficar coletando cristais idiotas até chegar no chefão (que deve ser vencido duas vezes). Também em uns bichos chatos que usam um ataque especial que faz você voltar para o primeiro andar. Haja paciência!


v d e h
WildArms.png