Yang Fang Leiden

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Yin Yang Yo!


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Nome Completo Yang Fang Leiden
Classe Monge
Terra Natal Tibet
Parceiros Dalai Lama (mentor espiritual)
Parentes Sheila (esposa)
Inimigos Golbez
Zemus
Equipamento Preferido Não precisa disso, ele te quebra na mão mesmo
Habilidades Dar porrada

Yang Fang Leiden (ヤン・ファン・ライデン no Japão), ou apenas Yang para os íntimos, é um monge budista hippie que planta maconha para subsistência, lutando pela própria sobrevivência no violento mundo de Final Fantasy IV. Apesar de não parecer, esse cara é o rei do reino de Fabul, um império esquecido e abandonado entre as montanhas mais íngremes do planeta, onde ninguém se atreve a aventurar-se, pois se não for morto pelos animais selvagens ou pelos ventos fortes que derrubam da montanha, existe a possibilidade de ser morto por um dos monges trincados em um momento de alucinação.

Apesar de ser um dos caras mais fortes do joguinho, não precisando de armas para dar dano pra porra, nem de armaduras pra se defender dos ataques inimigos, além de possuir a palma de Buda para destruir aqueles que se oporem a sua vontade, Yang é meio vagabundo, e se deixar, dorme até o meio-dia, deixando sua esposa e filha sem o pão de cada dia. Para resolver este problema, tua esposa comprou uma frigideira barulhenta anunciada por Ciro Bottini, a qual bate todos os dias as 5 da madrugada, despertando o monge e obrigando-o a ir para a sua labuta diária.

Vida[editar]

Yang na postura do macaco, prestes a executar sua milenar técnica dos cinco pontos que explodem o coração.

Nascido nas montanhas do norte, em uma manhã gelada de inverno, desde cedo, Yang recebeu uma educação especial, para não vir a ser mais um atoa que vive as custas dos pais e faz porra nenhuma da vida. Para incentivar seu filho a ser o mais forte possível, e possivelmente o futuro rei do império, seus pais o abandonaram pelado no cume de uma das montanhas mais altas de Fabul, com apenas um pedaço de pau, esperando que ele aprendesse sozinho como sobreviver em meio as situações mais adversas possíveis.

A princípio, o pequeno Yang acreditava que morreria, se não pelas garras dos animais selvagens, pelo frio da porra que fazia nas montanhas consideradas as mais altas do planeta, que até os mais corajosos aventureiros evitam passar. Mas como o aspirante a monge não estava muito a fim de morrer prematuramente, ainda virgem, ele botou a cabeça no lugar e começou a fazer o que era necessário, construindo armadilhas para os animais, matando-os com apenas com os seus punhos, arrancando suas peles para cobrir-se e proteger-se do frio, comendo a carne deles para não morrer de fome e usando os restos para criar fogueiras, assim conseguindo sobreviver sem maiores complicações.

Ao conseguir voltar para o seu vilarejo de origem, Yang foi promovido oficialmente a monge, passando a treinar o seu espírito com companheiros e ganhando uma cama digna para descansar depois dos treinamentos inumanos diários. Apesar das dificuldades, Yang conseguiu destacar-se entre os demais, alcançando o nirvana após algumas sessões de uso prolongado de cannabis, e passou a, oficialmente, ser o líder da nação de monges, o rei da nação, dando orgulho para os seus pais, agora velhinhos que viviam plantando arroz no interior.

Agora um dos homens mais poderosos de Fabul, se não o mais, Yang passou a atrair as novinhas de shortinhos, que estavam doidas pra dar para aquele homem forte, trincado e rico. Após fazer um test-drive com 90% das mulheres do reino, Yang decidiu ajuntar-se com Sheila, uma plebeia que ganhava a vida em uma casa de massagens no interior do interior de Fabul, cuja renda maior era proveniente dos serviços complementares que oferecia para seus clientes mais fieis. O fruto desta relação foi uma filha, cujo nome desconhecemos, mas que Yang espera que não siga o mesmo caminho que tua mãe, apesar das facilidades desta escolha.

Apesar de possuir uma família, Yang não passa muito tempo com ela, quando não está em seu trono de ossos fazendo merda nenhuma, ele está nas montanhas, treinando seu espírito, fumando baseados importados da Jamaica com os seus machos mais chegados. E foi em uma dessas sessões de uso recreativo que Yang e os seus homens foram atacados por uma penca de monstros chifrudos, que queriam comer o cu de geral. A princípio, Yang pensou que aquilo era apenas mais uma brisa de sua cabeça, pois ele já estava em seu 11° baseado, mas mudou de ideia ao ver que os monstros estavam empalando e devorando seus amigos, não deixando nem os ossos dos mesmos para contar história. Agora sem escolha, Yang passa a encarar de frente os seus oponentes, como um homem, e mata geral com apenas as suas mãos nuas mesmo, ele apenas não consegue solar um bicho chamado "Mom Bomb", pois se batesse demais nessa porra ela ia explodir, matando ele do mesmo jeito.

É neste momento que aparece o grupo dos protagonistas, comandado por Cecil Harvey, que dá uma força para o monge, batendo muito e destruindo o monstro escroto de uma maneira que ele não explodisse, acabando com a luta. Para agradecer aos seus novos companheiros, Yang os convida para um almoço no palácio, onde a empregada estava preparando uma buchada de bode cheia de sustância. Não podendo recusar este convite tão generoso, Cecil e os outros aceitaram, e foram bater um rango em Fabul, deixando a perseguição a Golbez de lado por algumas horas.

Aventuras[editar]

Yang com dificuldade para cagar, após bater uma buchada de bode completa em busca de proteína e carboidrato.

Após a hora da janta, com todo mundo devidamente alimentado e peidando, Cecil advertiu Yang de que mais demônios iriam atacar o reino, pois o patrão deles, Golbez, estava querendo um cristal alucinógeno que estava na sala de tesouros. Agora com ciência de que novos ataques iriam acontecer, Yang botou a maioria dos guardas monges na porta do palácio, o que não adiantou muita coisa, pois quando o bonde de Golbez chegou, a maioria dos lutadores pelados que confiavam apenas em seus punhos não guentaram nem 10 minutos de porrada contra monstros gigantes que cospem fogo pelo toba.

Para evitar a fadiga, Golbez enviou seu principal servo, Kain Highwind, para roubar a porra do cristal, o que o fez sem maiores dificuldades, e de bônus, levou com ele Rosa, para ver se depois de passar um tempo em cativeiro ela finalmente esqueceria Cecil e aceitaria dar pra ele. E no meio disso tudo, Yang não serviu pra nada, ele apenas conseguiu ficar observando de camarote, paralisado, enquanto aquela putaria tava rolando em sua própria casa. Puto com isso, ele decidiu acompanhar o grupo dos protagonistas, para recuperar a sua honra, e talvez o seu cristal que potencializa o efeito dos seus cogumelos.

Após algumas tretas, e de servir como sacos de pancadas pro grupo, protegendo os membros mais frágeis da morte certa, Yang desapareceu no mar, após uma cobrona gigante domesticada pelo negão da picona quebrar ao meio o barco em que o grupo dos protagonistas estava. Agora que a panelinha estava desfeita, e tava todo mundo separado, Yang foi obrigado a continuar em sua jornada por conta própria, procurando por pistas que o levassem até onde estava Golbez, missão na qual ele falhou, pois tarefas que envolvem inteligência não são o seu forte, ele é bom apenas para quebrar e destruir coisas e/ou pessoas.

Depois de algumas poucas horas andando por aí, Yang passou a sentir os machucados gerados pelo naufrágio, e caiu inconsciente, não acordando mais por meses. Durante este período, ele foi tratado por umas fadinhas cheias de purpurina que vivem numa caverna, apesar do amor e carinho com que tratavam o doente, elas estranhavam que ele não acordava de jeito nenhum, achando que ele estava morto, mesmo com o coração ainda batendo. Elas só foram entender o que estava acontecendo quando o grupo de Cecil, agora novamente unido, chegou na caverna, e disse que ele não acordava porque era vagabundo mesmo, e despertava apenas com o barulho de uma frigideira.

Agora de volta a ativa, depois de um longo período fazendo vários nadas, Yang, sabendo que a esta altura não seria mais útil como lutador no grupo dos protagonistas, pois os monstros enfrentados eram blindados e com espinhos na bunda e apenas os seus punhos não causariam dano nos mesmos, não luta novamente ao lado de Cecil e seus amigos, ele prefere ajudar a galera pilotando um tanque, liderando um ataque suicida contra o Gigante de Babel, um puta monstro gigante que estava destruindo o planeta inteiro. Ele não morre de ruim, mas depois nunca mais faz nada, apenas fica na torcida para que os mocinhos consigam salvar o mundo das garras das trevas.

Jogabilidade[editar]

Yang, como um bom monge, não pode equipar armaduras pesadas, nem armas, ele luta apenas com seus punhos nus, no máximo com soqueiras para não fazer calos nas mãozinhas de moça. Por conta disso, ele é útil no começo do jogo, quando os inimigo são apenas gelecas, pois ele consegue dar dano em monstros comuns e não precisa de equipamentos caros que o jogador não pode comprar com a merreca que ganha nas batalhas. Porém, no final do jogo, os monstros são ou gigantes, ou blindados, portanto, apenas mãos nuas não conseguem machucá-los, apenas armas lendárias conseguem dar dano naquelas porras, assim, Yang vira um personagem inútil.

Apesar de não equipar armaduras, nem mesmo as leves, Yang consegue concentrar o poder de Azura em seu peito, assim aguentando muita porrada, podendo proteger os membros mais papeis do grupo, como os magos e assassinos. Mas isso não significa que ele pode ficar a vida inteira tankando, apesar de mais resistente do que o normal, ele não é um tank natural como o Cecil, e quando chega no limite, ele vai cair como uma maçã podre.