BS The Legend of Zelda

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Virtualgame.jpg BS The Legend of Zelda é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, Alguém metralha um ônibus escolar.


Butt Suckers The Legend of Zelda
BS Zelda.png

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Nintendo
Publicador TIM do Japão
Ano 1997
Gênero Zelda feito por fax
Plataformas fax Satellaview
Avaliação Indefinido
Idade para jogar Indefinido

BS The Legend of Zelda é o nome de uma tentativa de falir de vez com a série The Legend of Zelda, um joguinho altamente genérico desenvolvido de qualquer jeito numa tentativa desesperada de criar algo para o então recém criado Satellaview, um fax da Nintendo. Exatamente, é um jogo para fax com qualidade gráfica pior que a do SNES (e isso porque na época já tinha o N64), por isso não espere inovações, espere apenas um port bem cretino do Zeldinha para NES, só que mais colorido. Quanto à sigla que dá nome ao jogo, "BS" significa "bosta seca", o apelido carinhoso que o jogo recebeu na época.

Desenvolvimento[editar]

Certo dia alguém da Nintendo apareceu com mais uma dentre as tantas ideias geniais que volta e meia sempre surgem naquela empresa de loucos. A ideia na época, 1997, era tentar criar um jogo que pudesse funcionar nas máquinas do futuro, os fax. Os desenvolvedores, claro, encontraram imensas dificuldades para conseguir comprimir um jogo na memória de 230 bytes de um fax convencional, então o jeito foi pegar o Zeldinha par NES e reaproveitá-lo porcamente. Apenas contrataram algumas crianças do jardim de infância de Tokyo da época para colorirem o jogo (por isso a baixa qualidade) e assim a Nintendo ainda economizaria com gastos, já que para crianças colorir porcarias é diversão e não profissão, então nem trabalho infantil poderia ser considerado. E assim o jogo foi lançado para download, mas como a internet ainda não havia sido inventada, ninguém soube da existência desse jogo até 2010, quando aí os fax é que já tinha saído de moda.

Jogabilidade[editar]

Levaram mesmo 10 anos para colorir o Zeldinha par NES.

Em termos gerais, esse jogo é totalmente idêntico ao Zeldinha par NES, único jogo da série capaz de ser adaptado para rodar num fax (Satellaview). Então é tudo o que você já conhece se já jogou aquela porcaria do século passado.

De novidade, quase nada, porém o que chama atenção é a existência de um relógio sincronizado com o relógio da vida real. Não que os efeitos de dia e noite sejam fidedignos, nem que Link o Hero of Light precise comer, dormir, mijar ou cagar. Apenas que determinadas coisas acontecem em determinados locais em determinados horários. Uma mera função para agradar aqueles nerds mais desocupados, que não tem uma mulher para comer, por exemplo.

Outra inovação adicionada nesse jogo é que o jogador pode optar entre controlar e utilizar o Hero of Light normal, ou decidir assumir homossexualidade, cortar o pinto e jogar com um Hero Light transsexual (que se afirma como fêmea). Um momento, quem é esse tal de "hero of light"? Aquele duende não é o Link? Houve algum problema com os direitos autorais?

Como trata-se de um jogo direcionado exclusivamente para um público de noobs, outra adição necessária ao jogo foi uma maior utilidade do The Old Man, cuja voz fantasmagórica fala com o jogador a cada 45 segundos dando dicas em japonês (ou te xingando, não dá pra saber, não entendo japonês).

Enredo[editar]

O enredo desse jogo é um grande mistério, porque foi dividido em quatro capítulos para se fazer download via fax em agosto de 1997. Como ninguém nem tinha fax e nem internet banda larga nessa época, ninguém baixou o jogo e ninguém sabe do que se trata esse capítulo. Mas conhecendo bem a série, pode-se dizer, e aceitar, que a história do jogo trata de um porco tarado que sequestra uma princesa burra e aí um duende precisa reunir um monte de quinquilharia pra resgatar a vadia.