Baculejo

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Este artigo é sobre um HIT!

É uma música chata, repetitiva e seu vizinho adora. SOLTE O SOM!

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Nota: Se procurava pela prática policial, se fodeu.


Os caras do Raimundos atual, prontos para fazer um baculejo em você...

Baculejo é uma das músicas do CD de ressuscitação, ou melhor, ressurreição do Raimundos lançado em 2014, o Cantigas de Roda. Apesar desse nome que poderia dar ideia de um SOM PESAAAADO, não se engane, esse é o típico hit radiofônico mesclando uma pegada de Ramones com CPM 22, se tornando assim a canção de maior sucesso desse álbum.

História[editar]

"Baculejo" ao contrário do que se possa pensar, não é uma música recente. Sim, Digão fez essa cagada não uma, mas duas vezes. A primeira foi num projeto solo do Digão pós-Rodolfo, o Dr. Madeira, em parceria com o próprio Kid Bengala e umas batidas de bateria feitas num computador do milhão, que obviamente não foi pra porra de lugar nenhum pra frente e caiu no esquecimento até do próprio guitarrista.

Anos depois, Digão reencontrou a fita de Baculejo e decidiu que seria uma boa regravar essa música com o Raimundos para o novo CD Cantigas de Roda. Dessa vez com a bem mais talentosa assistência do José Pereira, vulgo Canisso, Digão reescreveu a letra, tirou os versos idiotas (ou seja, quase todos) e botou uma pegada mais pop punk, bem no estilo Blink-182. Foi um sucesso instantâneo.

Hoje Baculejo é a mais pedida do Raimundos em todas as rádios do país.

Letra[editar]

Baculejo lá do céu
Virou o vento a meu favor
Pra onde eu quero

Pra onde você for
Era esse baculejo que você queria ver, né safado?

Tem um capô atrás do véu
Adonde existe a flor
Esculpida com calor

Enquanto o tempo para pra nós dois
Tudo fica bom depois
Esquece até quem tu é
No meu plano a gente simplifica
É a coisinha mais bonita
Ela me leva onde ela quiser

Vai, que eu também vou, vou avançar
Engatado no seu carro
Vai, que eu também vou, chegando lá
Esqueço até quem eu sou

Duas alas reunidas
O café já foi servido
Mas tenho fome sempre que é contigo
Eu te dou o meu chapéu
E te ensino a esperar
Mesmo sem chuva faz você molhar

E quanto tempo falta pra nós dois
Pra tudo ficar bom depois
Esquece até quem tu é
No meu plano a gente simplifica
O teu sorriso já explica
Ela me leva onde ela quiser

Este artigo é um esboço, como os livros de Paulo Coelho.
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