Cegos que praticam Parkour

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Obstáculo de nível fácil, para os cegos iniciantes no parkour não morrerem treinarem seus safety vaults.

Nas grandes metrópoles, onde as calçadas se parecem com pistas de obstáculos, pois são cheias de degraus, buracos, bosta de cachorro, mendigos, pessoas que falam "mindingo" e outros tipos de armadilhas, os cegos que só se fodiam enquanto caminhavam tiveram que se adaptar ao ambiente em que vivem, fazendo isso através do aprendizado do Parkour e tornando-se, é claro, cegos que praticam parkour. Após os treinamentos, alguns deles ficam tão bons em dar mortais e sidekicks às cegas que até viram combatentes do crime, Matt Murdock que o diga.

Histórico[editar]

Obstáculo de nível hard, para os cegos experienciarem um pouco mais de adrenalina, quer eles queiram ou não.

A maioria da população nunca viu um cego praticando Parkour, eu também não e muito menos eles, então, para conhecer um pouco mais sobre essas pessoas, fomos perguntar para alguém que entende do assunto, não por praticar Parkour, mas por ser cego: no caso, o Andrea Bocelli, mas ele também afirmou que nunca viu um cego praticando esse esporte, até porque a deficiência dos cegos é física, não mental.

Mesmo ninguém tendo comprovado a existência destes seres da mitologia tupiniquim renegados até hoje, sabemos que eles existem, principalmente o governo e a ABIN que, para garantir que eles consigam praticar tranquilamente o seu esporte favorito, criaram o inovador "piso tátil com obstáculos". A primeira vista, parece um piso tátil normal, mas ao seguir por ele, o cego encontra obstáculos como árvores, postes, pontos de ônibus e placas de publicidade.

Prática[editar]

Locais para o treinamento do Parkour é o que não falta: em todas as capitais do Brasil, os pisos táteis com obstáculos podem ser encontrados, proporcionando para os cegos a oportunidade de desenvolver suas habilidades físicas e virarem mestres do Parkour, queiram eles ou não. Esporte faz bem para a saúde e deve ser praticado todos os dias para uma vida equilibrada.

No nível fácil, o governo proporcionou aos cegos que ainda não possuem habilidades físicas tão proeminentes a possibilidade de pularem sobre pequenos muros, muretas e hidrantes. Para o praticante, o objetivo é sair vivo aumentar a força em seus braços, o conhecimento sobre seu corpo e abandonar definitivamente a bengala de cego, passando a ser auto-suficiente. Eita governo bom que sempre pensa em seu povo!

No nível hard, apenas a nata dos cegos que praticam parkour consegue encarar o desafio. Aqui, os muros são trocados por árvores de três metros de altura e por placas de publicidade com a cara do Neymar, mestre em contusões inventadas. Nesse ponto, o cego não pode ficar de gracinha, ou vai cair sem vai ver o que o atingiu. Para aqueles realmente hardcores, também existe o circuito com cocôs de cachorro, cavalo, elefante e até de gente, onde o cego praticamente deve executar pequenos saltos, desviando-se das fezes orientando-se apenas pelo seu olfato.