CrazyBus

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Virtualgame.jpg CrazyBus é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, alguém tomou um Head Shot no Counter-Strike.

Night creature.JPG CrazyBus surgiu das trevas!!

Always lurking... Always in the darkness...

Puro osso.gif
CrazyBus, o Estourador de Ouvidos
Crazybuscapa.png

A capa do jogo, que é a única coisa que presta nele

Informações
Desenvolvedor Tom (Nem um pouco) Maneiro
Publicador Devster Specialties
Ano 2004
Gênero Corrida
Plataformas PC
Avaliação Pior que Big Rigs
Idade para jogar Somente usado em presídios como método de tortura

Cquote1.svg Você quis dizer: Crazy Taxi? Cquote2.svg
Google sobre CrazyBus
CrazyBus é um pedaço de bosta considerado videogame por falta de categoria criado por um venezuelano maluco com uma tesão por ônibus e lançado para o Mega Drive (ou Sega Genesis se você for um gordo comedor de McDonald's) em 2000 e lá vai o ônibus, ou seja, mil anos depois do console ter sido lançado. O jogo foi criado só para o criador dele testar seu compilador como desculpa pelo grande monstro que ele acidentalmente criou. A premissa do jogo é bastante simples: você controla um ônibus (Um ônibus? Sério? Eu pensava que você jogava com helicópteros de combate!) que só anda e buzina por aí com uns efeitos sonoros ensurdecedores, só isso. A única coisa boa que esse jogo fez foi ter inspirado Jan de Bont a criar o filme Velocidade Máxima.

Desenvolvimento[editar]

Todo dia eu sempre vejo na rua ônibus andando em cima de uma ponte toda bugada com um ônibus gigante no fundo! Acontece todo dia!

Um dia, Tom Maneiro, um venezuelano que adora ônibus, resolveu fazer um jogo piratão para o Mega Drive, mas é claro, depois de cheirar mil vezes e começar a inventar ideias horríveis para colocar no jogo. Aí, ele começou a colocar uma desgraça mais desgraçada que a outra, e aí, sua grande obra-prima de merda estava pronta: CrazyBus. Então, ele lançou o jogo e tacou o foda-se. Para pessoas com tesão em ônibus, o jogo recebeu notas como 10/10, mas para pessoas normais (ou não) como o(a) Anônimo, o jogo recebeu notas melhores ainda[carece de fontes]: 0/10, um feito que quase nenhum jogo conseguiu!

Jogabilidade[editar]

Típico ônibus desse jogo

Jogar esse jogo é tarefa para poucos, já que geralmente só quem já jogou Dark Souls sem morrer é quem consegue zerar esse jogo. Enfim, você escolhe algum ônibus pra poder começar a dirigir. Aí, você entra numa rua ou seja lá o que esse lugar onde esse ônibus está, que por acaso, é totalmente infinita; se você vai até o final dela, você volta pro início da rua de novo. Enquanto você fica dirigindo seu busão, umas fotos aleatórias de ônibus e placas de ônibus ficam aparecendo no fundo. Depois dessa poluição visual toda, você ainda não vai completar o jogo, já que ele é infinito! MWAHAHAHAHA! Uma das únicas formas de zerar o jogo é apenas saindo dele, aí, você pode jogar um outro jogo mil vezes melhor que esse.

Enredo[editar]

Num dia comum no fim do mundo, um motorista de ônibus resolve andar por aí numa estrada infinita porque sim. Infelizmente, mas infelizmente, ele foi amaldiçoado, sendo obrigado a ouvir uma música ensurdecedora em sua cabeça e andar pela estrada até o fim de sua vida. Essa é a história de CrazyBus (ou não), por mais que o jogo nem tenha enredo nenhum.

Vídeo[editar]

Aviso: A Desciclopédia não se responsabiliza por qualquer perda auditiva ocorrida durante a exibição desse vídeo, então cuidado, Anônimo!

Ver também[editar]