LJN Video Art

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O mais avançado console do universo, infelizmente incompreendido pelos tolos mortais de sua época.

LJN Video Art é um console criado e lançado em 1987 pela finada Lerdos Jogos Negativos, que supostamente seria um videogame "educacional" da 3ª geração dos videogames e que conseguiu sobreviver no mercado até 1989, mesmo não tendo conseguido mais do que um único e mísero jogo. Ou melhor, "jogo" com umas mil aspas se desse para colocar aqui.

Na verdade teve mais cartuchos, mas ninguém era louco de gastar um centavo com quaisquer deles quando visse só o que já vinha com o console em funcionamento.

O console[editar]

Basicamente é uma versão coloridinha do finado Atari 2600, com o mesmo controle do Atari, só que meio adaptado, com o botão ficando na cabeça do manete (sem pensar merda, ok?), o que supostamente facilitaria pras crianças o uso desse console fantástico. O problema é que o manete era feito de um material plástico horroroso, que fazia ele ficar guinchando o tempo inteiro, mais barulhento que a Lily Santos ou o Don Picone transando em filme pornô.

Os outros botões do console mesmo tinha um bocado, alguns como o do livrinho eu não entendi até hoje para que serve.

O tipo de jogo[editar]

Pelo único jogo que todo mundo realmente que comprou esse console (umas 10 pessoas inclusive o Angry Videogame Nerd, aquele otário), o Video Art Activity Cartridge, basicamente os jogos eram de desenho (inclusive com uma propaganda enganosa horrenda nas caixas do console, com uns desenhos bem fodas e bem pintadinhos, quando na verdade nem dava pra desenhar nada, um círculo por exemplo era uma impossibilidade maior que o Princípio da Incerteza de Heisenberg), quebra-cabeças e joguinho de ligar os pontos, uma chatice atrás da outra.

Além desse cartucho, eles licenciaram coisas de outras empresas, como o Marvel Super-Heroes, o Looney Tunes, o Disney Coloring Book, o Disney Story Book, e mais uns quatro outros jogos similares que ninguém liga que existia, já que, se já era uma desgraça pintar uma versão cagada do Pato Donald, imagina pintar um monte de coisa randômica que ninguém liga?

Ver também outras tentativas toscas de videogames "educacionais"[editar]