Life Racing Engines

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Barrichello Criyng.jpg Life Racing Engines é um(a) PERDEDOR(A)

E não adianta chorar, sempre vai se foder bonito.

Clique aqui para ver outros azarões.
Life Racing Engines faliu!
Cows1.jpg Nem o Seu Creysson quita suas dívidas!

Veja outros que ficaram no vermelho.

Essa imagem é mais do que suficiente pra causar embolagem no chão de tanto rir em fãs de F1 (note nessa imagem que a carenagem do carro que deveria estar protegendo o motor já voou pra puta que o pariu!).

Cquote1.svg Você quis dizer: Dead Racing Engines Cquote2.svg
Google sobre Life Racing Engines
Cquote1.png Experimente também: O motor morreu de novo Cquote2.png
Sugestão do Google para Life Racing Engines

Life Racing Engines foi sem sombra de dúvidas o experimento mais bizarro e sem lógica que já passou pela Fórmula 1 em mais de sete décadas de história da categoria, sendo até hoje um mistério como essa desgraceira chegou a ser aprovada pra TENTAR correr na categoria. TENTAR bem com caixa alta e negritado mesmo, porque das 14 tentativas que fizeram pra alinhar os carros da equipe numa corrida em 1990 (único ano deles por lá), fracassou em todas quatorze, fazendo a MasterCard Lola e a Andrea Moda parecerem grandes equipes (apesar da primeira só ter durado duas tentativas de correr e a segunda o dono chegar a ser PRESO!)

História nada bonita[editar]

No início de 1989 um italiano rico (sempre esses pizzaiolos burros!) chamado Ernesto Vita decidiu comprar uns motores W12 e por gostar muito de corridas (é sempre assim...) montou sua própria equipe, mas invés de botar um nome italiano, pra poder pagar de equipe de fora decidiu colocar a tradução de seu sobrenome pro inglês, e assim nascia a Life Racing, com um carro projetado por um ex-engenheiro da Fittipaldi (será que essa criatura não percebia só por essa contratação aí que o projeto tinha tudo pra dar em merda?).

A equipe entrou na categoria em 1990 com uma pintura toda vermelha (não sei como a Ferrari não meteu um processo neles nem na Scuderia Italia - que teve essa mesma "brilhante ideia" de pintar o carro de vermelhão), provavelmente pra pagar de um carro mais veloz igual às Ferraris (eles só esqueceram que a Ferrari tava uma bosta desde o final dos anos 1970 e só começou a voltar a ser um carro bom na metade dos anos 1990). Chegaram a contratar o Gary Brabham, filho do tricampeão Jack Brabham (criador da ainda então existente aos trancos e barrancos Brabham), mas o piloto saiu fora da barca furada na segunda pré-qualificação, após uma caixa de câmbio quebrada no primeiro intento e uma parte da suspensão inteira sair pra fora do carro na segunda tentativa, mostrando já de cara que o carro da Life era tão resistente quanto um dos carros do desenho Corrida Maluca.

Daí começou a procura desesperada por um substitudo. O primeiro foi um piloto da recém-falida Zakspeed, o alemão Bernd Schneider, que deu uma banana pra equipe dizendo que tava cansado de correr em carroças na F1. Chamaram um brazuca, e não, dessa vez não foi o Roberto Pupo Moreno (também conhecido como "quebra-galho de equipe bosta" e que à época estava muito bem obrigado na Benetton) e sim um tal de Paulo Carcasci, que entretanto também viu o tamanho da bosta e saiu fora a tempo. O piloto de testes deles, Franco Scapini, acabou não conseguindo a superlicença e ficou só nos bastidores mesmo (e eu diria que pra sorte dele inclusive).

Daí num último esforço desesperado a equipe contratou o veterano Bruno Giacomelli, que tava fora da F1 desde 1983 e com seus 37 anos teve de se virar pra tentar pilotar aquela josta em Ímola e daí por diante, mas foi só fracassos, por normalmente o carro tava tão fodido que nem da garagem conseguia sair, e quando saia... meu amigo... conseguiu marcar um tempo recordista mundial de lentidão, com inacreditáveis 5 MINUTOS, 50 SEGUNDOS E 737 MILÉSIMOS mais lento que o último piloto a conseguir passar pra classificação da corrida, o Éric Bernard da já decadente Lotus amarelona. O carro não conseguia sair da terceira marcha, algo que parece inacreditável até hoje que alguma equipe da categoria tenha conseguido chegar a esse ponto, nem aquelas equipes lá nos anos 1950 eram tão desgraçadas como essa. Depois de vários vexames, tentaram trocar o motor W12 pelo Judd V8, mais coerentes ao menos com o que tinha na categoria, mas o motor simplesmente NÃO CABIA NO CARRO! Chegaram a tentar até trocar a carenagem do carro pra caber, mas nas duas únicas e últimas tentativas, em Portugal e na Espanha, a carenagem simplesmente saiu voando no meio da pré-quali, sepultando de vez a equipe.

Incrivelmente em 2009 algum maluco reconstruiu o carro só pra fazer uma homenagem (WTF?) com seu velho motor W12 (ao menos né, imagina se fosse com o V8 a merda que daria) e participou do Festival de Velocidade de Goodwood, na Inglaterra, e obviamente todos que assistiram aquele festival morreram de rir achando que estavam diante de algum tipo de alívio cômico na competição...