Meskhenet

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Este artigo é egípcio! Ele foi escrito num pergaminho sagrado e seu escriba é um sacerdote mumificado.

Não profane este artigo, ou a maldição do Faraó irá cair sobre você!


As duas imagens mais conhecidas de Meskhenet: Um tijolo com cabeça de mulher e uma mulher com um útero de vaca na cabeça (o que mais esses egípcios vão inventar?). Provavelmente ela era muito chacotada no Panteão Egípcio.

Cquote1.png Você quis dizer: Deusa do parto? Cquote2.png
Google sobre Meskhenet
Cquote1.png Experimente também: Parteira Cquote2.png
Sugestão do Google para Meskhenet
Cquote1.png AAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! Cquote2.png
Mulher grávida sobre Meskhenet
Cquote1.png Que trabalho nojento! Cquote2.png
Nefertum sobre Meskhenet

Classificação[editar]

Como todo trabalho, que provoca dor e engorda por nove meses que existia no Antigo Egito não poderia ficar nas mãos de um homem, mesmo que divino, Meskhenet surgiu para fazer esse servicinho básico, ser a deusa protetora do parto (ou seja, a Hora H e final da gravidez, o fim de uma longa espera de nove meses).

Parto tem haver com mulher, por isso é que foi escolhida uma deusa como protetora disso, já que nenhum homem (pelo menos não até hoje) pode ter um filho do seu próprio útero, já que homem nenhum nasce com um (ou sim?). O nome de Meskhenet significa basicamente "o lugar onde a pessoa pari", que geralmente era em qualquer buraco que fosse bem limpo e as mulheres começassem a sentir as dores da gravidez.

Nesse tempo, as mulheres tinham os seus filhos em pé (WTF?) ou agachadas (conhecido também como "de cócoras" ou "posição ao ficar atrás do matinho"), apoiando os seus pés sobre dois tijolos, um em cada pé. Assim que a criança fosse defenestrada, ela logo seria capturada por quem tivesse logo atrás da grávida e estivesse responsável pelo seu parto.

Enquanto isso, a deusa não fazia nada, já que ela era uma deusa e não uma parteira, ela jamais iria colocar a mão na massa assim de graça. O básico que ela fazia era orar para que a grávida não gritasse muito e incomodasse os outros com os seus berros, diminuindo as contrações e alargando ainda mais o espaço para a saída do bebe

Características divinais[editar]

Meskhenet (bem na esquerda) assistindo a medição do coração de um moribundo, torcendo para que ele seja despedaçado pelo deus com cabeça de chacal.

Sua representação mais basicona encontrada naqueles desenhos mal feitos nos templos egípcios é de um tijolo com cabeça de mulher (WTF?). Sim, você não leu errado, era UM TIJOLO COM CABEÇA DE MULHER, diferentemente das acostumadas figuras antropozoomórficas que chegaram as nossos tempos, ela era uma das poucas que possuia uma mistura de um objeto inanimado com algo animado.

Outra forma que ainda era mais aceitável era de uma mulher com dois canos sobre a cabeça e que tinham as pontas enroscadas para a fora, que para muitos faziam a relação com o útero de uma vaca (se bem que esses tubos estão mais para as Trompas de Falópio do que para o útero, mas tudo bem), apesar de eu nunca ter visto o útero de tal ruminante, mas como foi isso que eu lí por aí, então é o que eu estou colocando aqui [carece de fontes].

Era Meskhenet que moldava o Ka das pessoas (ou seja, a sua alma) no nascimento e decidia o destino de cada um, ou seja, se você era pobre, lascado, feio, viado, emo, corinthiano ou outra coisa muito ruim em uma vida passada, culpe essa deusa filha da mãe, que foi culpa dela esse destino miserável.

Na hora da morte, ela também estava presente no momento em que o coração de um morto era pesado por Anúbis, sendo chamada assim que fosse destinado ao morto uma nova vida após as férias no Paraíso. Quando o pobre moribundo não tinha esse direito, seu corpo era todo destroçado e Meskhenet nada podia fazer com relação a isso a não ser ficar rindo da sua cara.

Ver também[editar]