Mike, o frango sem cabeça

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Chewbacca.PNG ANIMAAAAAAAL!!!

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Danca.gif Mike, o frango sem cabeça é uma ave

Este artigo é sobre um bicho que voa, tem penas e asas (ou não).

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Cquote1.svg Você quis dizer: Mula Sem Cabeça? Cquote2.svg
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Google sobre Mike, o frango sem cabeça
Cquote1.svg Isto non ecziste! Cquote2.svg
Padre Quevedo sobre Galinha Sem Cabeça.
Cquote1.svg São vocês que financiam essa merda! Cquote2.svg
Capitão Nascimento sobre shows da Galinha Sem Cabeça.
Cquote1.svg Ah morre, DIABO! Cquote2.svg
Morre Diabo sobre Galinha Sem Cabeça
Cquote1.svg Por que a Galinha Sem Cabeça atravessou a rua? Cquote2.svg
Tio sem graça sobre Galinha Sem Cabeça

A Galinha Sem Cabeça

A Galinha Sem Cabeça (abril de 1945 - março de 1947) é como ficou conhecida a extraordinária galinha americana, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, que lutou com toda as penas contra os abusos praticados pelos seres humanos contra os galináceos em todo o mundo.

Biografia[editar]

Primeiros Anos[editar]

Mike (lê-se "máiki"), como era chamada a Galinha Sem Cabeça antes de perder a cabeça, nasceu em 1945, em uma fazenda localizada na cidade de Chicagado, nos EUA, onde permaneceu encarcerada a maior parte de sua vida. Os donos da fazenda eram os irmãos Debie e Lloyd Olsen, que moravam lá juntamente com seus parentes.

Durante a infância, a pequena Mike viu muitas das suas primas e tias serem transformadas em suculentas canjas, que eram então servidas entre os seres humanos que se autointitulavam seus "donos". Outras vezes, suas parentes eram submetidas a um terrível ritual de morte que os humanos chamavam de "ensopado de frango da Ana Maria Braga" - uma verdadeira tortura a que ela e as demais penosas tinham que assistir quase que diariamente.

O terror do Natal[editar]

Nada era pior do que o inverno, quando a neve começava a cair e o odioso "Natal" se aproximava. A galinha mais saudável e gorda era então agarrada, decaptada, estripada, recheada de legumes e posta para assar até dourar. Era o ritual do "Frango Recheado da Ana Maria Braga" ou simplesmente "Ceia Natalina". Era difícil ver alguma galinha cantando ou mesmo ciscando tranquila nessa época, todas tinham medo de ser a próxima vítima, nem mesmo os pintinhos estavam a salvo. Uma vez o fazendeiro ia colocando um deles dentro do forno junto com os ingredientes e quando percebeu disse à esposa: "Marie, já pensou se eu cozinho com meu pinto dentro?", a mulher deu uma terrível gargalhada e todas as galinhas estremeceram.

Espírito revolucionário[editar]

No Diário de Mike, encontrado em seu poleiro depois de sua morte e traduzido por especialistas em cocoricorês, há uma passagem em que ela declara total aversão à situação em que vivia:

Cquote1.svg Os seres humanos além de brutais são galistas, pois nunca matam os galos, somente nós galinhas, que não possuímos esporões para nos defender. É muito injusto, nós somos obrigadas a colocar ovos quase todos os dias e eles só fazem comer e dormir. Detesto esta vida! Cquote2.svg
Diário de Mike, a galinha sem cabeça, setembro de 1945.

Como se pode ver, Mike (ou Mika para os íntimos) desde cedo demonstrou ser uma boa observadora e uma grande crítica dos valores e costumes vigentes. Ela foi a pioneira do movimento galinhista - uma espécie de "feminismo" das galinhas - que lutava pela igualdade de direitos entre galinhas e galos.

No Natal de 1945 a mãe de Mike virou uma deliciosa ceia que, segundo relato de especialistas, deu para alimentar oito pessoas. Esta foi a gota d'água para Mike que então procurou encontrar uma forma de fugir daquele lugar horrível. As diversas tentativas de fuga de Mike serviram de inspiração para a animação A Fuga das Galinhas, mas, ou contrário do filme, a sua história não se resolveu tão facilmente.

Decapitação[editar]

Depois da morte da sua mãe, Mika deixou de lado os planos de fuga e revolução. Era então uma jovem e rechonchuda galinha levando uma vida tranquila como qualquer outra, estava cursando a faculdade de chocadeira e namorava um garnizé chamado de Chicken Little. Em seu diário, ela escreve:

Cquote1.svg Esses últimos meses tem sido tão bons para mim! Acho que os humanos enjoaram da gente, dizem que estão comendo porcos agora (espero que o porquinho Babe esteja a salvo). Estou louca para me formar e começar meu trabalho de chocadeira o mais rápido possível, só assim conseguirei o suficiente para impressionar o meu galinho... Cquote2.svg
Diário de Mike, a galinha sem cabeça, julho de 1946

Infelizmente, naquele mesmo ano, durante o Natal, Mike foi escolhida para ser a ceia. Ela cacarejou e bateu as asas em desespero, mas tudo foi em vão. Debbie segurou a sua cabeça sobre um toco de árvore, esticando bem seu pescoço, equanto Lloyd veio com um machado e zás, golpeou sua garganta! A cabeça da pobre Mike saiu voando como nenhuma galinha jamais conseguir voar no mundo, tão alto que ultrapassou a cerca e foi cair do lado de fora da propriedade (alguns dizem que de lá nasceu um pé de galinhas). Algumas das galinhas fofoqueiras disseram: "Bem, pelo menos uma parte dela conseguiu escapar" e já iam se retirando quando perceberam que Mika ainda estava de pé, isso mesmo ela ainda estava viva para espanto geral de humanos e galináceos!

Fama[editar]

Debbie e Lloyd resolveram não matar a galinha (de novo), em vez disso, resolveram levá-la para a Televisão, a fim de ganhar algum dinheiro com ela. Mas os programas americanos não aceitaram exibir algo tão nojento e assustador quanto uma galinha cotó de cabeça. Então Debie e Lloyd resolveram fazer apresentações na sua fazenda mesmo, mas os matutos gringos não acreditaram que aquilo era de verdade, acharam que não passava de efeitos especiais. Foi quando os irmãos debiloides foram abordados por Gugu, um apresentador brasileiro que costumava sempre copiar porcamente se inspirar nas coisas gringas para aumentar sua audiência.

No Brasil, Mike foi levada a USP, para realização de exames que justificassem a causa da sua não-morte. Os estudiosos não chegaram a um acordo quanto ao resultado dos experimentos. Um grupo acreditavam que a galinha estava possuída por um Exu, que teria sido transformada em uma galinha zumbi, e já que ela não era branca, nem tinha cabeça para ser cortada, não poderia mais ser usada em um ritual de macumba na encruzilhada, sobrando como única alternativa queimá-la viva num espetinho sagrado da Inquisição, para libertar seu espírito das trevas e mandá-la para a luz. Já o outro grupo de pesquisadores, acreditavam que a Mike era uma galinha extraterrestre mutante, com superpoderes advindos de algum planeta desconhecido dominados por galinhas. Era preciso achar a cryptonita anti-galinha para derrotá-la ou analisá-la em laboratório para a descobrir como passar seus incríveis poderes aos humanos. Mas como a galinha não possuía a capacidade de voar, nem de soltar raios lasers pelos olhos (já que não tinha cabeça) essa teoria caiu por terra. A teoria da galinha zumbi não pode ser confirmada, já que não era do interesse de Debie e Lloyd, nem do Gugu, queimá-la viva. Entretanto, dos estudos de Mike, ambos os grupos de cientistas chegaram a incrível teoria (até agora não derrubada) de que o cérebro é um órgão completamente desnecessário a qualquer ser vivo, pois mesmo sem ter um cérebro a Galinha Sem Cabeça continuava tendo uma vida normal (só não podia cacarejar nem enxergar).

Mike se apresentou então nos programas do Gugu, no Domingão do Faustão, no Programa da Hebe, entre outros, obtendo sempre níveis record de audiência.

Alimentação[editar]

Como qualquer galinha Mike se alimentava, ou melhor alimentavam o Mike, uma dieta completa que envolvia tudo que uma frango come era misturado num liquidificador e logo depois ingetado em algum buraco do pobre frango. Ela ficou obesa depois que perdeu a cabeça.

Morte[editar]

Mike pousando para uma foto, o lado bom é que ela não piscava nas fotos

...

O que a manteve viva[editar]

Os exames feitos após a sua morte, deixaram claro que a lâmina do machado tinha errado a veia jugular e um coágulo tinha impedido que Mike sangrasse até a morte. A maioria das ações e dos reflexos de uma galinha são controladas pelo tronco cerebral, que não foi atingido, por isso Mike podia permanecer completamente saudável.

Muitas tentativas de reproduzir o fenômeno foram feitas, mas as aves não conseguiam viver mais que 11 horas após a decapitação.

Ver também[editar]